O Lado Inusitado dos Gramados: Conheça 7 Marcas Registradas Dentro do Futebol – Jornal Contábil

O futebol, paixão global que movimenta bilhões e corações, é muito mais do que apenas a disputa em campo. Fora das quatro linhas, existe uma complexa batalha legal e de marketing, onde a proteção de ativos e a identidade de clubes e jogadores se tornam cruciais.

Enquanto a maioria se concentra em registrar o nome do time ou o escudo, alguns ousados do mundo da bola decidiram ir além, buscando exclusividade sobre elementos, gestos e até sons que se tornaram icônicos – ou, no mínimo, extremamente peculiares.

Conheça 7 registros de marcas realizadas no universo do futebol que provam que a criatividade (e a astúcia legal) não tem limites:

1. A Mordida de Luis Suárez 

O atacante uruguaio Luis Suárez é um artilheiro implacável, mas também ficou infelizmente famoso por incidentes de mordida em adversários ao longo de sua carreira. Em 2014, o episódio envolvendo o zagueiro italiano Giorgio Chiellini na Copa do Mundo gerou uma avalanche de memes e publicidade negativa.

O Curioso: Em um movimento de rara inversão de danos, Suárez e seus representantes chegaram a tentar registrar a própria imagem estilizada de uma boca mordendo como marca comercial. A ideia era transformar o infame ato em um símbolo controlável para marketing próprio, embora o sucesso pleno do registro para todos os produtos desejados tenha enfrentado controvérsia

2. A Comemoração “Siiiii” de Cristiano Ronaldo 

Ao marcar um gol, Cristiano Ronaldo corre, salta e gira no ar, aterrissando com os braços abertos enquanto grita o icônico “Siiiiii!” (Sim!). Essa celebração se tornou uma das mais reconhecidas e imitadas no esporte.

O Curioso: CR7 não apenas registrou a sua pose e o seu nome, mas também buscou proteger a própria palavra “Siiiiii” como marca para vestuário e produtos relacionados, garantindo que o seu grito de vitória seja uma propriedade intelectual.

3. A Pose “Cold Palmer” e a Simulação de Frio

O jovem meio-campista do Chelsea, Cole Palmer, rapidamente ganhou destaque por sua performance “fria e calculista” em momentos de pressão. Seu apelido se popularizou, e sua celebração característica é a simulação de estar sentindo frio (o “shiver”), esfregando os braços e inflando as bochechas.

O Curioso: Palmer obteve o registro oficial de seu apelido “Cold Palmer” e, mais notavelmente, do gesto da comemoração no Escritório de Propriedade Intelectual do Reino Unido. Este registro garante a ele o controle comercial sobre o gesto para uma vasta gama de produtos, solidificando sua identidade no crescente mercado de monetização de celebrações de gols.

4. A Pose de Usain Bolt (No Futebol Americano)

Embora Bolt seja o velocista mais famoso do mundo, sua icônica “pose do raio” atravessou as barreiras dos esportes e é instantaneamente reconhecida globalmente.

O Curioso: O registro não está no futebol, mas merece menção por sua relevância no esporte de contato: o astro do futebol americano, Rob Gronkowski (Gronk), ex-jogador do New England Patriots, tentou registrar uma pose muito similar, conhecida como “Gronk Spike”. Bolt interveio legalmente, argumentando que a pose era dele e que o registro de Gronkowski poderia confundir os consumidores. A disputa ressalta como gestos se tornaram valiosos ativos de marketing.

5. O Som da Corneta Vuvuzela

A Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, foi marcada pelo som constante e estridente das Vuvuzelas, cornetas de plástico usadas pelos torcedores.

O Curioso: A Vuvuzela e seu som peculiar foram alvos de intensas disputas por registro de marca. Embora o instrumento em si já existisse, a empresa sul-africana Masincedane Sport buscou registrar o nome “Vuvuzela” e elementos visuais relacionados, aproveitando a súbita fama global para monopolizar a produção e a venda do objeto.

6. A Comemoração “Toca Aqui” de Ronaldinho Gaúcho

 Ronaldinho Gaúcho (R10) foi um ícone global cujo sorriso e estilo de jogo inconfundível se traduziram em enorme apelo comercial. Um de seus gestos mais famosos era o sinal de hang loose, ou o “toca aqui” com o polegar e o mindinho estendidos.

O Curioso: A equipe de Ronaldinho registrou o perfil estilizado do jogador e seu gesto, garantindo que esta marca visual e gestual específica fosse utilizada em seus produtos e publicidade de forma controlada. Isso ajudou a separar a marca “R10” da imagem genérica de outros jogadores.

7. O Logo do “Coração” de Kylian Mbappé

Kylian Mbappé, um dos jogadores mais valiosos do mundo, tem várias marcas registradas, incluindo seu nome e a famosa celebração dos braços cruzados.

O Curioso: Além da pose, ele registrou uma marca que representa a “Mão com o dedo apontado para o céu em forma de coração”. Este é um gesto que ele faz regularmente em homenagem a seu pai e que se tornou um símbolo de sua marca pessoal, protegendo-o para uso em vestuário e outros produtos.

Esses registros curiosos mostram que, na era moderna do futebol, a performance em campo é apenas metade da história. A outra metade é a gestão astuta da marca pessoal e institucional, onde até um grito ou um gesto podem se tornar ativos de milhões protegidos por lei.

ALERTA: Sua Marca Pode Ser Roubada a Qualquer Momento!

Milhares de empreendedores perdem seus nomes de marca todos os anos por não agirem rápido. O registro é por ordem de chegada no INPI.

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Por Lucas de Sá Pereira, contador https://contadorlucaspereira.shop/, e colunista do Jornal Contábil e criador do instagram @contadorlucaspereira

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Publicada versão 11.3.5 do programa da ECF  – Jornal Contábil

A área da contabilidade sofre com mudanças frequentes em suas regras, o que resulta na necessidade constante de atualização por parte dos contadores. 

Nesta linha, os profissionais do mercado contábil que não reciclam os seus conhecimentos correm o risco de ameaçar o crescimento do negócio, trabalhando com regras e procedimentos desatualizados.

Com certeza, o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), da Receita Federal, facilitou muito a rotina contábil porque a transmissão dos documentos é feita eletronicamente. 

Saiba que o SPED atualizou mais uma vez a versão de envio da Escrituração Contábil Fiscal (ECF). Portanto, é bom ficar atento!

Acompanhe a leitura!

ECF: publicação da versão 11.3.5

Foi publicada a versão 11.3.5 do programa da ECF, que deve ser utilizado para transmissões de arquivos da ECF referentes ao ano-calendário 2024 e situações especiais de 2025 (leiaute 11), com as seguintes atualizações:

1 – Correção de erro envolvendo importação / exportação.

2 – Melhorias de desempenho.

IMPORTANTE: para aqueles contribuintes que ainda utilizam versão anterior à 11.3.0, é importante verificar as instruções postadas na publicação da versão 11.3.0.

Para consultar clique em Publicação da Versão 11.3.0 do programa da ECF

Leia também:

ECF: o que é?

A Escrituração Contábil Fiscal (ECF) também faz parte do projeto SPED instituído pelo Decreto nº 6.022/07. Ela visa substituir a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ), documento que era entregue anualmente para Receita Federal.  

Nesse sentido, o objetivo é modernizar o cumprimento das obrigações acessórias, usando da certificação digital para fins de assinatura dos documentos eletrônicos, garantindo a validade jurídica no formato digital.  

ECF: quem é obrigado a entregar?

Estão obrigados a entregar anualmente todas as pessoas jurídicas, inclusive imunes e isentas, sejam elas tributadas pela apuração do lucro real, lucro arbitrado ou lucro presumido, exceto:  

  • As pessoas jurídicas optantes pelo Regime Simples Nacional, de que trata a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006;  
  • Os órgãos públicos, as autarquias e as fundações públicas;  
  • As pessoas jurídicas que não tenham efetuado qualquer atividade operacional, não operacional, patrimonial ou financeira, inclusive aplicação no mercado financeiro ou de capitais, durante todo o ano-calendário.



Autor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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NF-e: Publicado Informe Técnico 2025.002 v.1.30 que atualiza tabelas cClassTrib – Jornal Contábil

O Informe Técnico (IT) 2025.002 v.1.30, publicado em 24/11/2025, divulga a atualização das tabelas de classificação tributária (cClassTrib), indicadores de Código de Situação Tributária (CST) e crédito presumido para a NF-e e NFC-e, em conformidade com a Reforma Tributária do Consumo (Emenda Constitucional nº 132/2023 e Lei Complementar nº 214/2025). 

O que é a cClassTrib?

O código cClassTrib é um novo campo fundamental na NF-e/NFC-e, introduzido pela reforma tributária, que visa identificar e detalhar a classificação tributária específica do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), da Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto Seletivo (IS) para cada item da nota fiscal. 

Cada código cClassTrib está vinculado a um dispositivo específico da Lei Complementar, permitindo a correta aplicação de regimes diferenciados, como alíquota zero ou redução de alíquota, de forma padronizada em todo o território nacional. 

Principais Mudanças e Impactos

  • Implementação da Reforma Tributária: O principal objetivo do IT 2025.002 é adaptar os leiautes da NF-e e NFC-e para a inclusão dos novos tributos (IBS, CBS e IS).
  • Novos Campos: Foram adicionados novos campos e grupos de campos no XML dos documentos fiscais para acomodar as informações da nova tributação.
  • Tabelas Atualizadas: O informe divulga as versões atualizadas das tabelas que contêm os códigos cClassTrib e seus respectivos detalhes, essenciais para a correta emissão dos documentos fiscais.
  • Impacto nos Sistemas: As empresas que emitem NF-e deverão revisar e atualizar seus sistemas (ERPs) e cadastros de produtos para incluir o cClassTrib correto em cada item da nota, o que demandará um profundo ajuste nos processos fiscais. 

Leia também:

Prazos de Vigência

As regras e validações associadas a este Informe Técnico têm um cronograma de implementação:

  • Ambiente de Produção (Opcional): Durante o ano de 2025, o preenchimento das informações relacionadas ao IBS, CBS e IS é opcional e não sujeito a validação, funcionando como um período de testes e adaptação.
  • Obrigatoriedade: A partir de 05 de janeiro de 2026, o uso das novas regras e o preenchimento dos novos campos tornam-se obrigatórios para a maioria dos contribuintes, e as notas fiscais emitidas fora do padrão serão rejeitadas. 

As tabelas atualizadas estão disponíveis para consulta no Portal Nacional da NF-e. 



Autor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Pix mais seguro: novo mecanismo promete recuperar dinheiro de vítimas de fraudes – Jornal Contábil

O sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, o Pix, consolidou-se como um dos maiores sucessos de inovação financeira do país, revolucionando a forma como o dinheiro circula. 

No entanto, sua popularidade crescente veio acompanhada de um aumento preocupante nos casos de fraudes, golpes e, mais recentemente, crimes de coerção, como sequestros-relâmpago. 

Em resposta a essa escalada de insegurança, o Banco Central (BC) e as instituições financeiras lançaram uma nova ferramenta que visa aprimorar a capacidade de recuperação de valores pelas vítimas.

Leia também:

Reforço na rede de proteção

A nova medida centraliza o esforço na identificação mais rápida e eficaz de contas utilizadas por criminosos e, consequentemente, na devolução dos montantes desviados. 

Até então, o Mecanismo Especial de Devolução (MED) já existia, mas aprimoramentos têm sido implementados para tornar o processo menos burocrático e mais ágil, fator crucial, visto que a rapidez é determinante para bloquear o dinheiro antes que ele seja pulverizado e sacado pelos golpistas.

A expectativa do setor financeiro é que este novo instrumento crie uma verdadeira “rede de arrasto” mais eficiente. Ao receber uma notificação de fraude, a instituição financeira da vítima acionará o sistema, que, idealmente, deve congelar o saldo da conta recebedora do golpe em tempo recorde.

Mais do que isso, a ferramenta busca melhorar a comunicação e o rastreamento entre as diferentes instituições participantes do Pix, permitindo que o dinheiro seja seguido mesmo que tenha sido rapidamente transferido para terceiras contas – as chamadas “contas de passagem” ou “contas laranjas”.

Agilidade e segurança

A introdução de novos mecanismos antifraude reflete um esforço contínuo para equilibrar a notável agilidade que o Pix oferece com a segurança necessária para manter a confiança dos usuários. 

A velocidade com que uma transação Pix é concluída é, ao mesmo tempo, sua maior virtude e seu principal calcanhar de Aquiles em um cenário de crime digital.

Para os usuários, a novidade traz um alívio tangível. A dor de cabeça de ser vítima de um golpe, que muitas vezes resultava na perda irrecuperável de economias, pode ser mitigada pela promessa de um processo de estorno mais efetivo. A nova ferramenta sinaliza que a responsabilidade pela segurança não recai apenas sobre o consumidor, mas é uma tarefa compartilhada pelas instituições.

Prevenção e investigação

É importante notar que o foco da nova ferramenta não é apenas reativo – devolver o dinheiro após o golpe –, mas também preventivo e investigativo. Uma maior identificação e um bloqueio mais rápido das contas fraudulentas têm o potencial de “secar” a fonte de renda dos criminosos, tornando o uso do Pix para atividades ilícitas um negócio de alto risco e baixa recompensa.

Ao aumentar a taxa de sucesso na identificação dessas contas, as instituições financeiras e as autoridades terão mais dados para mapear as quadrilhas, entender os modus operandi e, finalmente, auxiliar as forças policiais e o Ministério Público nas investigações.

A popularidade do Pix é irreversível. Com mais de 160 milhões de usuários e movimentando trilhões de reais, o sistema exige uma segurança à altura de sua importância.

A nova ferramenta de recuperação de valores é um passo significativo nessa direção. O cidadão brasileiro torce para que seja realmente eficaz e dê certo.

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Ajustes no eSocial em vigor a partir desta segunda-feira (24)!!

eSocial 2026 e suas novas regras o que o contador PRECISA fazer agora!

O conjunto de ajustes previstos no item 3.1 da Nota Técnica S-1.3 nº 05/2025, que promove atualizações importantes nos leiautes da versão S-1.3, entra em ambiente de produção a partir desta segunda-feira, dia 24 de novembro.

As modificações têm como objetivo aprimorar a consistência dos dados e permitir a criação de rubricas de desconto antes do início do eConsignado, além de deixar mais claras as origens e restrições de determinados campos.

A NT também introduz a regra REGRA RUBRICA ECONSIGNADO, aplicada aos eventos S-1202 e S-1207, especificando que o eConsignado não se aplica a esses eventos.

Para baixar a nota técnica acesse aqui.

Leia também:

  • INSS inicia pagamento do 13º salário para milhares de aposentados
  • Nova lei do crédito impacta empresas e amplia desafios jurídicos 
  • Saiba o que é, por que é essencial e como preencher corretamente a classificação tributária do seu negócio!
  • Atualização no Pix sobre devolução em casos de golpes já entrou em vigor
  • Últimos dias para aderir aos editais de transação tributária!!

O post Ajustes no eSocial em vigor a partir desta segunda-feira (24)!! apareceu primeiro em Jornal Contábil – Independência e compromisso.

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Saiba o que é, por que é essencial e como preencher corretamente a classificação tributária do seu negócio! – Jornal Contábil

A classificação tributária define como a empresa será enquadrada e quais tributos deverá pagar. Compreender esse enquadramento é essencial para evitar erros fiscais e manter a empresa em dia com o Fisco.

Para te ajudar em mais uma questão do Simples Nacional, hoje a equipe do Jornal Contábil retirou algumas informações do artigo da  é-Simples Auditoria Eletrônica, empresa especialista no Simples Nacional e vamos te ajudar a entender mais sobre a classificação tributária e saber como podemos ajudar nossos clientes optantes por esse regime!

O artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica diz:

1. O que é a classificação tributária?

Segundo o Blog da é-Simples Auditoria: “No Brasil, a classificação tributária refere-se à maneira como os tributos são organizados, tipificados e regulados, tendo como base as características e destinação de cada tipo.

Os tributos são classificados em impostos, taxas, contribuições de melhoria, empréstimos compulsórios, e contribuições especiais.

Esta classificação é fundamentada na legislação brasileira e visa determinar as competências tributárias entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios. Do mesmo modo, a legislação também estabelece a base de cálculo e fato gerador para cada tributo.

Por estes aspectos, a correta classificação é essencial para a aplicação das normas tributárias, garantindo a legalidade e a eficiência na escrituração contábil das empresas, assim como das atividades e atuação da Receita Federal.”

2. A importância de ter a classificação tributária correta

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: “Adotar a classificação tributária correta é fundamental para as empresas, visto que o sistema fiscal brasileiro é bastante complexo.

Ela serve como um guia para que o contribuinte e a Receita Federal compreendam exatamente como os tributos devem ser aplicados, respeitando as normativas legais vigentes.

Como resultado, uma classificação bem definida, permite que o contribuinte evite erros no cálculo e no recolhimento dos tributos, prevenindo cobranças indevidas, autuações, multas e acréscimos moratórios que podem surgir do pagamento insuficiente ou de declarações equivocadas.

Além disso, uma classificação correta também possibilita um planejamento tributário mais efetivo, o que é crucial para a saúde financeira das empresas e cidadãos.

Ou seja, assegurando que os pagamentos estejam em conformidade com a legislação, sem incidir em evasão fiscal.

Do ponto de vista macroeconômico, a correta classificação e arrecadação de tributos habilita os governos a alocar recursos de maneira eficiente para serviços públicos, infraestrutura e políticas sociais, sustentando o desenvolvimento equilibrado da sociedade e mantendo a justiça fiscal.

Portanto, a classificação tributária correta é vital para a transparência e a eficácia do sistema tributário como um todo, reforçando a relação de confiança entre contribuintes, administração tributária e a sociedade.”

3. Quais são as classificações tributárias?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: “No Brasil, a classificação dos tributos é dividida em categorias específicas, conforme estabelecido pela legislação tributária. Sendo organizadas em: impostos, taxas, contribuições de melhorias, contribuições especiais e empréstimos compulsórios.

Em seguida, confira cada um destes tipos.

  • Impostos: tributos não vinculados a uma contraprestação direta do Estado, cuja função é arrecadar recursos para o financiamento das atividades governamentais gerais. Por exemplo, Imposto de Renda (IRPJ) ou Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
  • Taxas: cobradas em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização efetiva ou potencial de serviços públicos específicos e divisíveis prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição.
  • Contribuições de Melhoria: instituídas para custear obras públicas que valorizem imóveis privados, sendo a cobrança proporcional ao benefício trazido pela obra
  • Contribuições Especiais: destinam-se a financiar setores específicos da economia ou custear regimes de seguridade social, por exemplo, PIS e COFINS.
  • Empréstimos Compulsórios: podem ser cobrados em situações excepcionais, como em casos de guerra externa, investimento urgente e de relevante interesse nacional, sob condição de posterior restituição.”

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Gostou do assunto? Continue acompanhando nossos artigos, e também siga a é-Simples no instagram @esimplesauditoria.

Obrigado pela leitura!

Informações retiradas do Blog da é-Simples Auditoria. Artigo: “Classificação tributária: o que é, qual a importância e como preencher corretamente” Disponível em: Por Leonel Monteiro em 20/06/2025.

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Últimos dias para aderir aos editais de transação tributária!! – Jornal Contábil

A Receita Federal do Brasil (RFB) alerta os contribuintes sobre a proximidade do fim do prazo de adesão aos três editais de transação tributária, todos voltados à resolução de Teses de Relevante e Disseminada Controvérsia Jurídica. A adesão pode ocorrer até as 19h do dia 28 de novembro de 2025 (horário de Brasília).

Essas modalidades de transação permitem encerrar discussões administrativas com condições diferenciadas, como descontos, prazos de pagamento estendidos e possibilidade de utilização de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSLL.

Leia também:

Edital nº 52 – Valor Tributável Mínimo (VTM): Trata da controvérsia sobre a irretroatividade do conceito de “praça” para fins de aplicação do VTM nas operações entre interdependentes, com impacto na base de cálculo do IPI.

Edital nº 53 – Preços de Transferência (PRL): Abrange a controvérsia envolvendo o método PRL (Preço de Revenda menos Lucro) na apuração dos preços de transferência, conforme o art. 18 da Lei nº 9.430/1996.

Edital nº 54 – Desmutualização da Bovespa: Refere-se à tributação de valores de decorrentes da venda de ações obtidas na desmutualização da Bovespa e BM&F, envolvendo PIS/COFINS e incidência de IRPJ e CSLL sobre ganhos de capital decorrente do processo de desmutualização da Bovespa.

Os editais permitem:

• Descontos de até 65% sobre o valor total da dívida incluindo principal, juros e multas;

• Prazo de até 60 vezes para pagamento;

• Uso de prejuízo fiscal e base negativa da CSLL para amortizar até 30% do saldo;

• Entrada mínima ajustada conforme modalidade escolhida.

Como aderir?

A adesão deve ser feita via Portal e-CAC, na opção Requerimentos Web.

Não perca esta oportunidade de regularizar seus débitos com benefícios exclusivos.

O prazo encerra em 28 de novembro, às 19h (horário de Brasília)!

Confira os editais, as condições completas e demais oportunidades em aberto.

Fonte: Receita Federal

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Autor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Como destacar o IBS/CBS nas notas fiscais em 2026? – Jornal Contábil

A transição dos tributos atuais aos novos será faseada ao longo dos próximos anos, estando prevista para ser concluída apenas em 2033. Mas atenção: a partir de 1º de janeiro de 2026, empresas tributadas pelos regimes do lucro real e presumido já precisarão destacar IBS e CBS nas notas fiscais e cumprir todas as obrigações acessórias relacionadas aos novos tributos.

A Lei beneficia os contribuintes que cumprirem as obrigações acessórias corretamente com a dispensa da obrigação de recolher os novos tributos aos cofres públicos no próximo ano. Entretanto, quem não adaptar suas operações e rotinas fiscais será obrigado a recolher IBS e CBS já em 2026, o que pode gerar um impacto de até 1% na receita anual e causar problemas na emissão de documentos fiscais, travando o faturamento das empresas.

O Desafio da Classificação Tributária

Para estar em conformidade, empresas devem classificar corretamente todas as suas operações e produtos em relação ao Código de Situação Tributária (CST) e ao Código de Classificação Tributária (cClassTrib) criados pela Reforma Tributária e que deverão ser informados nas notas fiscais. Parece simples, mas não é.

Embora IBS e CBS tenham alíquotas combinadas fixadas em 1% para o próximo ano, diversos produtos possuem incentivos fiscais, cada um com o seu cClassTrib, que deve estar 100% correto. Em empresas de comércio, isso pode significar a reclassificação de dezenas de milhares de mercadorias cadastradas — uma tarefa ingrata e manual para contadores e fiscais que possuem 2 meses para se inteirar tecnicamente da nova legislação, adequar os cadastros de produtos e operações de seus clientes e continuar dando conta das demandas do dia a dia.

O Erro Que Pode Custar Caro

O principal erro cometido pelos profissionais da área contábil e fiscal até aqui: Classificar produtos usando apenas os dados de NCM. A Lei Complementar 214/2025 traz uma lista de NCMs com reduções de aliquota, mas nem todos os produtos incluídos nesses códigos estão beneficiados.

Por exemplo: a lei concede redução de alíquota de 100% para absorventes “classificados no código 9619.00.00 da NCM“, benefício identificado com o cClassTrib 200013. Ocorre que esse mesmo NCM inclui também as fraldas para bebês, que não estão contempladas pelo mesmo benefício, mas sim por uma redução de 60% identificada pelo cClassTrib 200035.

Profissionais que classificam produtos baseando-se apenas na NCM inevitavelmente descumprirão as obrigações acessórias de IBS e CBS, expondo seus clientes ao risco de recolhimento obrigatório dos novos tributos já em 2026 e paralisação de suas vendas e faturamento.

A Tecnologia Como Aliada

Diante desse cenário complexo e da urgência do prazo e grandes volumes de itens e produtos para garantir conformidade, a inteligência artificial surge como solução estratégica.

O SOS Reforma foi desenvolvido especificamente para auxiliar contadores, profissionais fiscais e tributaristas nessa adequação ainda em 2025. A plataforma utiliza uma IA treinada com a Lei Complementar 214/2025 e que já foi utilizada por centenas de contadores para classificar milhões de produtos e operações, validada por referências no setor e adotada como inovação por vozes experientes e influências desse assunto!

Entenda como funciona:

  1. Envie um arquivo SPED, uma planilha ou um lote de notas fiscais.
  2. Em poucos minutos, receba a classificação completa de CST e cClassTrib de todos os itens, com fundamentação jurídica embasada na LC 214/2025. 
  3. Revise o relatório e envie ao seu cliente para que ele destaque IBS e CBS corretamente nas notas fiscais.

O prazo é curto, mas a solução está a 1 clique de distância: acesse o SOS Reforma, teste gratuitamente e comprove como a IA classifica milhares de produtos em minutos com segurança e precisão.

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Eleições CRCs: aberto o prazo de justificativa para quem não votou – Jornal Contábil

As eleições para os Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs) foram concluídas com sucesso no dia 13 de novembro. Após esse dia, passou a valer o prazo de 30 dias para a justificativa dos profissionais da contabilidade que não votaram no pleito. A data limite para apresentação da justificativa é 13 de dezembro de 2025.

A justificativa deve ser encaminhada por meio do sistema informatizado de votação, www.eleicaocrc.org.br, na opção “Justificar ausência”. No mesmo local, há a possibilidade de serem anexados documentos comprobatórios, se necessário.

Os eleitores que possuíam 70 anos de idade ou mais na data da eleição – 13 de novembro de 2025 – ou aqueles que estavam em débito com o Conselho estão dispensados de apresentar a justificativa.

Penalidade

A participação nas eleições dos CRCs é obrigatória, e os profissionais que não votaram, sem causa justificada, estão passíveis da aplicação de uma multa no valor de R$120,00 (cento e vinte reais).

Esta penalidade está prevista na Resolução CFC n.º 1.751, de 12 de dezembro de 2024.

Leia também:



Autor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Golpes, cartões clonados, compras falsas: como se proteger de ameaças digitais na Black Friday – Jornal Contábil

O fim de ano abre uma janela de grandes oportunidades de compra, mas também é um período de riscos digitais elevados. Durante datas como a Black Friday, criminosos aproveitam o volume elevado de transações para intensificar golpes de phishing, criação de sites falsos e envio de promoções fraudulentas com o objetivo de capturar dados pessoais e financeiros.

Com o avanço de tecnologias e Inteligência Artificial, os golpes ficaram ainda mais sofisticados. De acordo com uma pesquisa do Reclame AQUI, deste ano, 63% dos entrevistados disseram que não conseguem identificar um golpe feito com inteligência artificial (IA). Além disso, 20% afirmaram já ter sido vítimas de fraudes em edições anteriores da Black Friday. A mesma pesquisa revela que, na decisão de compra para a Black Friday 2025, além do preço (76%), fatores como reputação da empresa/marca (34%), segurança contra golpes e fraudes (33%) e avaliações de outros consumidores (25%) ganharam relevância. 

Nas empresas, o impacto tende a ser ainda mais grave. O uso de e-mails corporativos, notebooks e conexões da empresa para compras pessoais pode abrir portas para ataques como ransomware e vazamento de dados. “A segurança corporativa depende de cada colaborador. Um simples acesso indevido pode colocar toda a organização em risco. Por isso, verifique sempre se o site é oficial, evite clicar em links desconhecidos e não utilize dispositivos ou contas corporativas para fins pessoais”, alerta Jardel Torres, Sócio e Diretor Comercial (CCO) da OSTEC.

Isso significa que a melhor proteção é a prevenção. “Segurança não é apenas tecnologia: é comportamento. Criar uma cultura de atenção digital é o investimento mais eficaz que uma empresa pode fazer. Afinal, enquanto as promoções de novembro passam, o valor da segurança da informação permanece o ano inteiro”, finaliza Torres.
 

Medidas simples, mas eficazes

Para se proteger, é essencial adotar práticas preventivas simples, mas eficazes. “Evite clicar em links enviados por mensagens ou redes sociais, mesmo que pareçam legítimos, e nunca realize transferências com base em pedidos feitos sob pressão ou urgência”, orienta Thais Nolasco, COO da Data Rudder, empresa especializada em inteligência antifraude. Outro cuidado importante é confirmar por outros canais qualquer solicitação de pagamento antes de concluir a transação.

Do lado das instituições financeiras, o desafio é identificar comportamentos fora do padrão em tempo real, antes que a transação seja finalizada. “A análise contextual de risco, que considera o histórico de cada usuário, o tipo de dispositivo e o padrão de comportamento, é decisiva para evitar prejuízos”, afirma Rafaela Helbing, CEO da empresa. As especialistas da Data Rudder recomendam, ainda, o uso de autenticação em duas etapas, senhas fortes e exclusivas por serviço, e o acompanhamento frequente das movimentações bancárias, com alertas ativados para qualquer atividade suspeita.
 

Sinais visuais que ajudam a identificar sites falsos

Durante a Black Friday, golpistas costumam criar páginas que imitam grandes varejistas para enganar consumidores. Embora os layouts pareçam confiáveis à primeira vista, há sinais visuais e de navegação que ajudam a identificar sites fraudulentos. “Erros de ortografia, logotipos desalinhados, baixa qualidade de imagens e inconsistências no padrão de cores são indícios comuns de páginas falsas”, explica Guilherme Ferreira, CEO da Atomsix, estúdio global de design e tecnologia. Outro alerta é o excesso de pop-ups ou banners invasivos, prática pouco comum em sites profissionais, que prezam pela experiência fluida e segura do usuário.

Segundo Ferreira, um site confiável também revela atenção aos detalhes de usabilidade e segurança. “É importante observar se o endereço começa com ‘https’, se há cadeado de segurança no navegador e se a navegação é intuitiva — golpistas geralmente não investem tempo em estrutura de navegação consistente ou responsiva”, afirma. Além disso, elementos como políticas de privacidade visíveis, páginas institucionais completas e coerência na identidade visual reforçam a legitimidade da marca e ajudam o consumidor a evitar fraudes.

Alta no tráfego na Black Friday exige reforço na segurança digital

O aumento no tráfego de sites durante a Black Friday eleva também o risco de incidentes de cibersegurança. Segundo Matheus Castanho, especialista técnico da Huge Networks, empresa brasileira de tecnologia com atuação global em cibersegurança e infraestrutura de cloud computing, é comum observar um crescimento no volume de ataques entre novembro e dezembro, período marcado por promoções e campanhas massivas que ampliam a visibilidade e a vulnerabilidade das plataformas digitais.

“A sobrecarga nos sistemas pode esconder movimentações maliciosas, como tentativas de invasão automatizadas e exploração de falhas conhecidas”, afirma Matheus. Ele destaca que medidas como auditorias de segurança prévias, revisão de permissões e monitoramento em tempo real ajudam a mitigar riscos e evitar prejuízos operacionais em um dos períodos mais sensíveis do ano para o varejo. O executivo acrescenta ainda que “é essencial que as equipes de tecnologia estejam preparadas para responder rapidamente a qualquer anomalia no tráfego, já que ataques bem-sucedidos tendem a ocorrer com sistemas que estão no limite da capacidade”.
 

Tecnologia é aliada dos varejistas para reduzir riscos de ataques sofisticados

Segundo Bernardo Rachadel, diretor de Varejo da Zucchetti Brasil — multinacional italiana especializada em sistemas de gestão que atende mais de 120 mil micro e pequenos comércios em todo o país —, num cenário de ataques cada vez mais sofisticados, qualquer brecha pode gerar prejuízo financeiro e abalar a reputação da marca. Por isso, ele avalia que é essencial combinar tecnologia confiável com práticas simples, mas consistentes.

“Operar com plataformas seguras, sites certificados e sistemas em nuvem que se atualizam automaticamente elimina grande parte das vulnerabilidades que aparecem em ambientes locais. O mesmo vale para pagamentos: maquininhas certificadas e soluções de PIX integradas ao PDV reduzem significativamente a chance de clonagem e manipulação de dados. São medidas fundamentais em momentos em que à exposição aos riscos aumenta, como na Black Friday “, destaca.

Ainda de acordo com o diretor, a evolução tecnológica tem permitido que o varejista mantenha a operação segura sem precisar ser especialista em segurança digital. Soluções modernas em nuvem oferecem criptografia avançada, monitoramento contínuo e detecção de comportamentos suspeitos em tempo real, evitando incidentes antes mesmo que eles aconteçam. “A dinâmica dos ataques muda o tempo todo. Por isso, as empresas precisam trabalhar com soluções que evoluam na mesma velocidade das ameaças, combinando tecnologia atualizada, processos bem definidos e uma postura preventiva constante. A camada de segurança precisa trabalhar de forma silenciosa, enquanto o varejista se concentra no atendimento e nas vendas”, complementa.
 

Operadoras de crédito usam IA para se antecipar a possíveis ataques

Para Alexandre Oliveira, gerente de Segurança da Informação da RPE — fintech especializada em soluções de crédito e meios de pagamento para redes varejistas —, datas como a Black Friday exigem uma atenção ampliada, já que o comportamento de compra dos clientes habituais muda e um grande volume de novos consumidores entra na base de dados. “É essencial que as empresas ajustem suas operações para equilibrar conveniência, oferta de crédito e segurança, reforçando o monitoramento do ambiente tecnológico, mantendo prontos planos de resposta a incidentes e equipes bem treinadas”, comenta.

Do ponto de vista das empresas como a RPE, que fornecem soluções de crédito, o trabalho envolve intensificar o monitoramento, aproximar as equipes técnicas das operações dos clientes e antecipar qualquer movimento que indique tentativas de fraude ou ações maliciosas. “Esse reforço torna mais eficiente a identificação de anomalias, de modo que possamos agir antes que um ataque se concretize, ajudando a proteger tanto os varejistas quanto os consumidores que utilizam crédito digital e meios de pagamento”, diz.

Alexandre reforça, ainda, o papel da tecnologia, que surge como uma aliada importante para fortalecer a capacidade de detecção precoce de ameaças. “A inteligência artificial, por exemplo, já faz parte da rotina das operações de segurança e se integra à análise de ameaças para ajudar a reconhecer comportamentos suspeitos, que antes seriam imperceptíveis em grandes volumes de informação. Isso torna a prevenção muito mais eficaz e garante uma jornada de compra mais segura”, complementa.

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