Bolsa Família de maio: confira as datas de pagamentos e valores – Jornal Contábil

Como muitos já sabem, o programa Bolsa Família continua sendo um dos programas mais importantes para o sustento de diversas famílias brasileiras. 

Com a chegada do mês de maio, também chega a hora de se preparar: vêm aí novidades relacionadas ao pagamento da próxima parcela, e com ela, há informações importantes que você precisa saber! 

Neste mês de maio, os depósitos começarão já na próxima semana. Então, se você é beneficiário ou conhece alguém que seja, fique atento: abaixo, você encontrará o calendário completo, os critérios de elegibilidade e as orientações para receber o valor com facilidade.

Como funciona a consulta?

A consulta é bem simples e pode ser feita pelo celular mesmo. Os beneficiários poderão verificar se têm direito à nova parcela do benefício através dos aplicativos oficiais, como o Bolsa Família e o Caixa Tem. Para isso, será necessário informar o CPF.

  Além disso, a Central 121 do MDS também estará disponível para esclarecimentos, assim como o CadÚnico, que pode ser acessado pelo telefone 0800 707 2003. 

O início dos pagamentos

Os pagamentos do Bolsa Família para o mês de maio começam no próximo dia 19 e seguem até o dia 30, se baseando no último dígito do Número de Identificação Social (NIS) dos beneficiários. 

Essa organização é feita para facilitar o processo de saque e garantir que todos recebam de forma ordenada.

Leia também:

Calendário de pagamentos de maio Bolsa Família

Os pagamentos da parcela de maio ocorrem, conforme o final do seu NIS (Número de Identificação Social). Confira abaixo a tabela para saber exatamente quando o seu benefício estará disponível:

Veja abaixo o calendário completo:

  • NIS final 1: 19 de maio
  • NIS final 2: 20 de maio
  • NIS final 3: 21 de maio
  • NIS final 4: 22 de maio
  • NIS final 5: 23 de maio
  • NIS final 6: 26 de maio
  • NIS final 7: 27 de maio
  • NIS final 8: 28 de maio
  • NIS final 9: 29 de maio
  • NIS final 0: 30 de maio

Vale lembrar que em casos de emergência, moradores de municípios afetados podem receber o pagamento antecipadamente, desde que haja aprovação do governo.

Valores do benefício

Mesmo com um orçamento reduzido, o governo decidiu manter os valores do Bolsa Família para 2025.  Veja como são divididos:

  • R$ 600 de parcela base
  • R$ 150 por criança de até 6 anos
  • R$ 50 por dependente entre 7 e 18 anos, gestantes e bebês em fase de amamentação

Em abril, o valor médio recebido pelas famílias foi de R$ 668,73, beneficiando mais de 20 milhões de lares em todo o país. Um investimento que ultrapassou R$ 13,7 bilhões.

Dúvidas e contatos

Se você ficar com dúvidas, dá para entrar em contato com o Ministério da Cidadania pelo telefone 121, disponível de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.

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5 Legislações que sua empresa precisa cumprir e talvez você nem saiba – Jornal Contábil

Administrar um negócio no Brasil pode parecer um desafio constante, com regulamentos que mudam frequentemente. Além dos compromissos conhecidos, como impostos e emissão de notas, diversas leis cruciais podem passar despercebidas por empreendedores, resultando em multas e complicações se ignoradas.

Por isso, separamos aqui 5 legislações importantes que sua empresa precisa cumprir (e que muita gente simplesmente esquece).

1. LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados)

Sim, essa é a famosa “lei dos dados”. Desde que entrou em vigor, a LGPD exige que qualquer empresa de qualquer porte cuide com responsabilidade das informações dos seus clientes, fornecedores e até colaboradores. Isso vale pra aquele cadastro que você pegou no WhatsApp, para os e-mails da sua base e até mesmo para planilhas com dados sensíveis.

Se você coleta, armazena ou compartilha dados, precisa seguir a LGPD.

2. CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes)

Muitos acreditam que se aplica apenas a fábricas ou grandes empresas. No entanto, toda empresa com CNPJ e funcionários registrados deve seguir normas de saúde e segurança.
Dependendo do número de funcionários, a criação da CIPA e treinamentos são obrigatórios, inclusive online.

Leia mais: Vazamento de dados amplia risco jurídico e pressiona empresas por postura preventiva

3. Lei do Estágio

Tem estagiário na equipe? Ótimo! Mas, o estágio precisa estar regularizado, com contrato assinado, supervisão e vínculo com uma instituição de ensino. Caso contrário, a empresa pode ser autuada por vínculo empregatício disfarçado e ter que arcar com todos os encargos de um colaborador comum.

4. Código de Defesa do Consumidor (CDC)

Mesmo empresas B2B podem ser enquadradas no CDC em alguns casos. É essencial ter políticas claras de troca, reembolso e atendimento ao cliente, além de respeitar o direito à informações claras e à não publicidade enganosa. Caso, a empresa descumpra o código pode levar a processos judiciais e multas do Procon.

5. Lei do Teletrabalho (Home Office)

Desde a pandemia, o trabalho remoto se tornou uma realidade para muitas empresas, e com isso, surgiram novas legislações. Se a sua equipe está trabalhando de casa, é fundamental ficar atento a alguns pontos: horários, ergonomia, segurança da informação e até mesmo o direito à desconexão precisam ser respeitados. O home office oferece flexibilidade, mas também vem com suas próprias regras.

Cumprir a legislação vai muito além de simplesmente evitar problemas com o governo é uma forma de demonstrar seriedade, proteger o seu negócio e construir uma empresa sólida, ética e pronta para crescer. Se você está em dúvida sobre alguma dessas leis, talvez seja o momento ideal para conversar com o seu contador ou advogado de confiança.

Leia também:



Autor: Mariana Freitas


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Como o BPO Financeiro pode ajudar sua empresa a crescer – Jornal Contábil

Um dos pilares fundamentais para o crescimento e sucesso de uma empresa é uma boa gestão financeira. No entanto, muitas empresas enfrentam problemas ao lidar com a complexidade das finanças internas, falta de controle sobre o fluxo de caixa e dificuldades em tomar decisões com base em dados. Em meio a esse cenário que o BPO Financeiro (Business Process Outsourcing Financeiro) se mostra sendo uma solução eficiente, atual e acessível.

O que é BPO Financeiro?

O BPO Financeiro terceiriza os processos financeiros de uma empresa para uma equipe especializada. Nisso incluindo pagamento de contas, recebimentos, emissão de boletos, gestão de fluxo de caixa e até mesmo suporte na elaboração de relatórios gerenciais. Ao contratar um parceiro de BPO, a empresa ganha tempo e recursos para focar no crescimento do negócio transferindo responsabilidades para o BPO.

Leia também: BPO Financeiro: só para grandes empresas?

Como o BPO contribui para o crescimento da sua empresa?

  • Mais eficiência e menos erros
    Profissionais qualificados utilizam processos padronizados e tecnologias específicas para reduzir falhas manuais. Isso garante maior precisão nos dados e mais segurança nas decisões estratégicas.
  • Redução de custos operacionais
    Manter uma equipe interna dedicada exclusivamente à gestão financeira pode ser caro. Com o BPO, é possível reduzir despesas com folha de pagamento e infraestrutura, mantendo a qualidade e a eficiência da gestão.
  • Relatórios e análises estratégicas
    Com acesso a relatórios personalizados e dados em tempo real, os gestores passam a ter uma visão mais clara da saúde financeira da empresa, podendo tomar decisões mais rápidas e embasadas.
  • Escalabilidade
    O BPO acompanha o ritmo de crescimento da empresa, permitindo a ampliação ou redução dos serviços de acordo com a demanda, sem a necessidade de reestruturar equipes internas.

Quando contratar um BPO?

Se a sua empresa está enfrentando desorganização financeira, passando por um período de expansão ou buscando reduzir custos fixos, é um bom momento para considerar a contratação de um BPO Financeiro.

Investir em um BPO Financeiro é uma decisão estratégica que pode transformar a gestão do seu negócio. Com o parceiro certo, você ganha eficiência, reduz riscos e toma decisões mais assertivas, garantindo mais segurança e potencial de crescimento para a empresa.

BPO financeiro é o diferencial para sua empresa crescer com segurança e sustentabilidade e o Portal GEDi está pronto para te ajudar nessa jornada. Acompanhe também o Instagram: @portalgedi

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Autor: Mariana Freitas


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Justiça concede direito à devolução de IPI pagos por PCD – Jornal Contábil

A União foi condenada, nos autos da ação civil pública n. 0018178-11.2000.4.03.6100, a devolver o IPI incidente na venda de veículo, com qualquer combustível, para pessoas com deficiência.

A decisão judicial declarou a inconstitucionalidade dos artigos 2°, da Medida Provisória 1.939- 23/1999; 2°, da Medida Provisória 2.068-37/2000; e 2° da Lei 10.690/2003.

Quem tem direito?

Pessoas com deficiência que, entre 1º de janeiro e 25 de junho de 2000 ou entre 17 de junho e 2 de novembro de 2003, obtiveram autorização da Receita Federal para comprar veículo com isenção de IPI e adquiriram, dentro do prazo desta autorização, um carro novo movido a gasolina, pagando o imposto indevidamente.

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O que a Justiça declarou?

No período de vigência das normas em questão a isenção do IPI era concedida unicamente aos veículos que empregassem combustível de origem renovável e combustível renovável ou com sistema reversível de combustão. Tal restrição foi considerada inconstitucional, devendo a isenção alcançar veículos movidos por todos os tipos de combustíveis, inclusive movidos a gasolina.

Assim, a União informa às pessoas com deficiência que obtiveram autorização da Receita Federal para aquisição de veículo com isenção de IPI naquela época para ajuizar cumprimento de sentença para obtenção da devolução do IPI.

Leia também: Fim da isenção para PCDs? Entenda as novas regras para compra de carros

Como solicitar a devolução?

O pedido de devolução do IPI deve ser feito exclusivamente por meio de um processo judicial de cumprimento de sentença na Justiça Federal do seu domicílio. Para isso, você precisará apresentar os seguintes documentos:

  1. Autorização da Receita Federal para compra de veículo com isenção de IPI, emitida na época da aquisição, conforme a Instrução Normativa SRF nº 32/2000.
  2. Nota fiscal da compra do veículo novo movido a gasolina, com o destaque do pagamento do IPI, datada entre 01/01/2000 e 25/06/2000 ou entre 17/06/2003 e 02/11/2003.

Lembre-se que a solicitação da devolução do IPI só pode ser realizada judicialmente, no foro do seu domicílio.



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Atualizado e completo: o guia essencial do Anexo II do Simples Nacional para quem quer pagar menos e crescer mais! – Jornal Contábil

No contexto industrial, o Anexo II do Simples Nacional representa uma peça-chave, definindo as alíquotas tributárias específicas para negócios deste setor.

Assim como em outros segmentos e setores da economia, a incidência de impostos pelo Simples Nacional respeita a classificação por faixa de receita bruta anual. Neste sentido, quanto maior for a receita, maior será a previsão de recolhimento tributário.

Para te ajudar em mais uma questão do Simples Nacional, hoje a equipe do Jornal Contábil retirou algumas informações do artigo da  é-Simples Auditoria Eletrônica, empresa especialista no Simples Nacional e vamos te ajudar a entender mais sobre o Anexo II do Simples Nacional e saber como podemos ajudar nossos clientes optantes por esse regime!

O artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica diz:

1. O que é o Anexo II do Simples Nacional?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria:”O Anexo II do Simples Nacional estabelece as alíquotas tributárias para negócios do setor industrial inscritos no regime tributário do Simples Nacional.

Para entender este Anexo da Lei Complementar n°123/2006, é essencial primeiro compreender o Simples Nacional, um regime tributário destinado principalmente a pequenas empresas, que simplifica a coleta de impostos.

Aliás, o Brasil possui três regimes fiscais principais: Lucro Real, Lucro Presumido e Simples Nacional, cada um com suas próprias taxas e impostos aplicáveis.

Ao escolher entre esses regimes, as empresas devem considerar fatores como receita, tamanho e projeções de crescimento para identificar o mais vantajoso.

O Simples Nacional geralmente favorece Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), com limites de faturamento anual que não ultrapassem R$4,8 milhões para EPPs e MEs, e de até R$81.000 para microempreendedores individuais (MEI), além de requisitos de atividades econômicas (CNAE) compatíveis.

Portanto, com os impostos cobrados sobre a receita para financiar a Seguridade Social do país e adaptados à atividade principal da empresa, o Simples Nacional difere dos outros regimes e exige uma avaliação cuidadosa dos prós e contras antes da adesão.

Desse modo, cada um destes impostos apresenta alíquotas específicas a depender do segmento da economia em que a empresa se insere e desenvolve suas atividades. Por isso, existem anexos do Simples Nacional específicos para cada segmento.”

2. Quais empresas se enquadram no Anexo II?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: “Se enquadram no Anexo II do Simples Nacional empresas que desenvolvam atividades de beneficiamento, transformação, fabricação e demais processos relacionados à produção industrial.

Por exemplo:

  • Fábricas de açúcar
  • Beneficiamento de café
  • Fábricas de alimentos
  • Confecção de roupas
  • Impressão de jornais
  • Produção de arames
  • Fábrica de motores.

Aproveite e saiba também quais são as atividades englobadas pelo Anexo I.”

3. Como é calculado o imposto pelo Anexo II?

Segundo o Blog da é-Simples Auditoria: ”A empresa deve calcular os impostos devidos com base na alíquota aplicável ao total da receita bruta anual, conforme estabelecido no Anexo II do Simples Nacional.

Para que isso ocorra, deve-se somar a receita bruta acumulada do ano anterior, contando os 12 meses. Assim, a partir desse montante, é possível determinar em qual faixa de Receita Bruta a empresa se encaixa e a respectiva alíquota a ser utilizada.

Além disso, é importante enfatizar que, com exceção dos Microempreendedores Individuais (MEI), todas as outras empresas necessitam do auxílio de um profissional capacitado, os contadores, para executar a escrituração contábil de maneira correta.”

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Gostou do assunto? Continue acompanhando nossos artigos, e também siga a é-Simples no instagram @esimplesauditoria.

Obrigado pela leitura!

Informações retiradas do Blog da é-Simples Auditoria. Artigo “Anexo II do Simples Nacional: guia completo e atualizado 2025”. Disponível em: Por Leonel Monteiro em 26/03/2024.

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Nota Fiscal Eletrônica (NF-e): veja por que o contador é importante – Jornal Contábil

A implementação da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) marcou uma transformação significativa no cenário tributário brasileiro, substituindo o modelo tradicional em papel e redefinindo o fluxo de trabalho das empresas e, consequentemente, o papel do profissional contábil.

Nessa leitura vamos falar do papel do contador com o advento da NF-e. Desde sua conceituação e funcionamento até o impacto substancial que gerou na profissão contábil, exigindo novas habilidades e expertises dos contadores.

Leia também:

Como é o funcionamento da Nota Fiscal Eletrônica?

A NF-e é um documento emitido e armazenado eletronicamente, com o objetivo de documentar as operações de circulação de mercadorias ou a prestação de serviços. 

Sua validade jurídica é assegurada pela assinatura digital do emissor (garantia de autoria e integridade) e pela recepção e autorização de uso pela administração tributária.

O processo de emissão da NF-e envolve, em linhas gerais, os seguintes passos:

  1. Geração do Arquivo XML: O contribuinte gera um arquivo XML contendo todas as informações da operação comercial, como dados do emitente, do destinatário, descrição dos produtos/serviços, valores, impostos, etc.
  2. Assinatura Digital: O arquivo XML é assinado digitalmente utilizando um certificado digital válido (e-CNPJ), garantindo a autenticidade e a integridade do documento.
  3. Transmissão para a SEFAZ: O arquivo XML assinado é transmitido pela internet diretamente para a Secretaria da Fazenda (SEFAZ) do estado do emissor.
  4. Validação e Autorização de Uso: A SEFAZ analisa o arquivo, verificando se os dados estão corretos e se a empresa está em situação regular. Se tudo estiver em ordem, a SEFAZ concede a Autorização de Uso da NF-e.
  5. Disponibilização do DANFE: Após a autorização, a empresa emissora pode gerar o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE), que é uma representação gráfica simplificada da NF-e. O DANFE acompanha a mercadoria em trânsito e facilita a consulta da NF-e pelos envolvidos. É importante notar que o DANFE não é a NF-e, mas sim um documento auxiliar.
  6. Armazenamento do XML: Tanto o emitente quanto o destinatário da NF-e devem armazenar o arquivo XML (que é a NF-e propriamente dita) por um período determinado pela legislação (geralmente, cinco anos mais o ano corrente).

Contador na Gestão da NF-e

O contador assume um papel estratégico, garantindo que as operações estejam em conformidade com as normas fiscais. Suas responsabilidades incluem:

1.Emissão e Armazenamento

O contador orienta empresas sobre o preenchimento correto das NF-es, evitando erros que podem levar a penalizações. Além disso, ele define processos eficientes para o arquivamento digital desses documentos, seguindo as exigências da Receita Federal.

2. Classificação Tributária Adequada

Cada operação comercial possui uma tributação específica. O contador verifica se os tributos aplicados na NF-e estão corretos, evitando cobranças indevidas ou problemas com a fiscalização.

3. Monitoramento de Obrigações Acessórias

Além da emissão da NF-e, existem obrigações acessórias que devem ser entregues ao Fisco, como o SPED Fiscal e a Declaração de ICMS. O contador garante que todas essas informações estejam corretas e enviadas dentro dos prazos estabelecidos.

4. Auditoria e Revisão de Notas

O contador realiza auditorias constantes para identificar inconsistências, corrigir falhas e evitar autuações fiscais.

5. Implementação de Sistemas Integrados

Para otimizar a emissão e gestão das NF-es, muitas empresas adotam softwares de automação fiscal. O contador auxilia na escolha da melhor ferramenta, garantindo que o sistema esteja alinhado com as necessidades do negócio.

Leia também: 3 melhores concursos de contabilidade com inscrições abertas

Conclusão

A Nota Fiscal Eletrônica não apenas modernizou a emissão e o armazenamento de documentos fiscais, mas também elevou a importância do contador para as empresas. 

Sua expertise garante a conformidade com a legislação, otimiza processos, evita erros e prejuízos, e oferece suporte estratégico crucial em um ambiente fiscal cada vez mais digital e complexo. 

Ignorar a relevância desse profissional na gestão da NF-e pode ser um risco desnecessário para qualquer negócio.

Com informações Viver de Contabilidade

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Contabilidade: DCP tem prazo de envio até dia 15 – Jornal Contábil

O DCP (Demonstrativo de Crédito Presumido) é uma obrigação acessória, que deve ser entregue à Receita Federal pelas empresas produtoras e exportadoras. 

Ao final de cada trimestre, no último dia útil da primeira quinzena do segundo mês subsequente ao trimestre-calendário de ocorrência dos fatos geradores, os créditos presumidos que foram calculados como parte de um benefício fiscal, devem ser apresentados em documento.

Conforme a Lei 9.363/1996, as empresas brasileiras que produzem e exportam mercadorias têm o direito de receber um crédito presumido do IPI. Esse crédito ressarce os pagamentos do PIS e da Cofins incidentes sobre as compras de matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem.

Entretanto, com a Lei 10.833/2003, as empresas sob o regime não cumulativo do PIS e Cofins não possuem mais o direito de ressarcimento do PIS e da Cofins.

Lei também: Contabilidade: Como precificar o Imposto de Renda em 2025?

Como enviar DCP?

Para realizar o envio do DCP, basta preencher o demonstrativo, acessar o Programa Gerador de Declaração (PGD) e preencher adequadamente as informações que devem ser demonstradas. Após o preenchimento, basta gravar a declaração e enviar à Receita Federal pelo Receitanet. O envio após o prazo resulta na multa por atraso na entrega da declaração.

Para garantir o compliance fiscal é essencial prestar atenção detalhada ao preencher a declaração do DCP. 

Leia também:

Prazo para o envio DCP

O próximo envio do DCP deve ocorrer até o dia 15 de maio, com período de apuração de janeiro a março de 2025.

O que é o Crédito Presumido do IPI?

A legislação trouxe o crédito presumido do Imposto sobre Produtos Industrializados. A Lei n° 10.276/2001 atualizou as inclusões da base de cálculo de crédito presumido, sendo composto por:

  • Matérias primas;
  • Produtos intermediários;
  • Embalagens;
  • Energia elétrica;
  • Combustíveis adquiridos no mercado interno e utilizados no processo produtivo.

Leia também: Reforma: novos códigos de Classificação Tributária e CST de IBS e CBS

Quem tem direito ao crédito presumido?

A elegibilidade para o crédito presumido depende da legislação do tipo de crédito em questão e do contexto de sua aplicação. Não há uma regra única que determine quais entidades podem se beneficiar deste incentivo, sendo necessária uma análise detalhada das oportunidades para cada setor e empresa.

No caso do crédito presumido do IPI, os beneficiários são justamente as empresas produtoras e exportadoras de produtos industrializados nacionais. Entretanto, não há aplicação do crédito às empresas tributadas pelo lucro real. 

Como calcular o crédito presumido de IPI para DCP? 

Para apurar o crédito presumido é necessário formalizar sua escolha no DCP. A empresa precisa declarar nesse documento qual regime e método de cálculo do crédito ela vai usar.

A decisão de adotar o Crédito Presumido deve ser registrada até o final do último trimestre do ano anterior ou, se a empresa for nova, até o final do primeiro trimestre desde que começou a operar. 

Essa escolha vale para o ano inteiro ou para o resto do ano, dependendo de quando a escolha foi feita. Uma vez escolhido, esse regime não pode ser mudado durante o ano, conforme as regras da legislação.

A base de cálculo do Crédito Presumido é formada pela soma do valor das compras de três tipos de itens adquiridos no mercado interno:

  1. Matérias-primas (MP)
  2. Produtos intermediários (PI)
  3. Materiais de embalagem (ME)

Esses valores são somados para cada mês em que ocorreram exportações ou vendas para uma comercial exportadora. A apuração do valor a ser considerado para o cálculo do crédito é feita centralizadamente pela sede principal da empresa.

Depois de calcular a base de cálculo total, este valor é multiplicado por 5,37%. O resultado dessa multiplicação é o valor do Crédito Presumido que a empresa pode reivindicar para aquele período específico.

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Passo a passo para renovar a sua CNH 2025. Evite multas! – Jornal Contábil

Já parou para pensar em quantas vezes se lembra de renovar documentos importantes? A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) costuma passar batido até que surge aquele alerta vermelho: documento vencido. E agora?

Se você dirige por aí, sabe que manter a CNH em dia é mais do que uma obrigação, o que garante sua tranquilidade no trânsito. Em 2025, o processo segue com regras bem definidas, prazos específicos e algumas facilidades especialmente para quem opta pela versão digital. 

Saber como funciona cada etapa pode evitar multas, pontos na carteira e até impedir que se fique impedido de dirigir.

Prazo de validade: quando renovar?

O tempo de validade da CNH depende da idade do condutor. Veja como funciona:

  • Até 49 anos: validade de 10 anos
  • Entre 50 e 69 anos: validade de 5 anos
  • A partir dos 70: validade de 3 anos

É comum esquecer a data exata. Já conferiu a sua? Marcar um lembrete no celular pode evitar contratempos lá na frente.

Leia também: Novos caminhos para tirar CNH de graça em 2025; veja quais são

E se o documento vencer?

O procedimento pode começar com até 30 dias de antecedência em relação à data de vencimento. Depois disso, ainda existe um período de tolerância de mais 30 dias. 

Passado esse tempo, continuar dirigindo com a CNH vencida é considerado infração grave, com multa de R$ 293,47 e 7 pontos na carteira.

Leia também:

Quais documentos ter em mãos?

Organizar os papéis certos desde o início evita perda de tempo. Pra facilitar sua vida, olha só o que geralmente pedem nessa hora:

  • CNH anterior (mesmo vencida)
  • RG ou outro documento oficial com foto
  • CPF
  • Comprovante de residência recente
  • Comprovante do pagamento da taxa de renovação
  • Exame médico (e psicológico, para motoristas profissionais)
  • Exame toxicológico (para categorias C, D e E)

Leia também: Quais são as novas regras para renovação da CNH 2025?

Como fazer a renovação e quais as etapas

Embora cada estado tenha suas particularidades, o caminho costuma seguir uma lógica parecida:

  1. Acesse o site do Detran local – Busque pela seção de renovação e confira as orientações específicas da sua região.
  2. Preencha o formulário com seus dados – Nome, CPF, número da CNH, tudo precisa estar correto para evitar falhas no sistema.
  3. Efetue o pagamento – O valor muda conforme o estado, e pode ser pago pela internet, em agências bancárias ou casas lotéricas.
  4. Agende os exames obrigatórios – O próprio sistema do Detran costuma indicar clínicas credenciadas.
  5. Realize os exames – Compareça no dia e horário agendado com os documentos necessários.
  6. Aguarde a emissão da nova CNH – Em geral, o prazo de entrega é de até 10 dias úteis, podendo variar conforme a localidade.

Renovação online

Estados como São Paulo já permitem a renovação quase totalmente digital. Quem já passou pela versão digital costuma dizer que é bem mais prático e rápido. A solicitação pode ocorrer pelo site do Detran ou por aplicativos como o Poupatempo Digital.

Quem trabalha com transporte de pessoas ou cargas, como taxistas, caminhoneiros ou motoristas de aplicativo, precisa seguir algumas exigências extras. Além do exame médico, são solicitadas avaliações psicológicas e, em alguns casos, o exame toxicológico.

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Autor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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A história por trás do boato: Nubank vai mesmo fechar? – Jornal Contábil

Nos últimos dias voltou a circular na internet uma notícia sobre o suposto fechamento do Nubank no Brasil. Isso vem gerando muita confusão entre seus clientes. 

No entanto, essa informação é falsa e tem origem em 2022, quando a fintech realizou uma reestruturação em seu programa de BDRs (Brazilian Depositary Receipts). Apesar de antiga, a fake news ganhou nova força online.

Origem do boato

O rumor de que o Nubank encerraria suas operações no Brasil surgiu em 2022, após o anúncio da fintech sobre a mudança na categoria de seus BDRs negociados na B3, a bolsa de valores brasileira. Os papéis do banco digital foram convertidos de BDRs Nível III para BDRs Nível I Não Patrocinados.

Os BDRs são certificados que representam ações de empresas estrangeiras negociadas no Brasil. Na prática, essa alteração impactou apenas os sócios e investidores do banco, não tendo nenhum efeito para os correntistas. 

Apesar disso, o anúncio foi mal interpretado, levando à disseminação do boato sobre uma possível saída do Nubank do país.

A própria fintech, na época, desmentiu categoricamente as alegações de falência ou fechamento no Brasil. Contudo, a notícia falsa ressurgiu com força nos últimos dias, causando incerteza entre diversos usuários.

Leia também:

Nubank segue forte no Brasil

É importante ressaltar que, ao contrário do que afirmam as fake news, o Nubank tem apresentado um crescimento consistente no Brasil. Dados recentes do Banco Central do Brasil apontam o banco digital como a quarta maior instituição financeira do país em número de clientes.

Leia também: Alerta de Golpe: Criminosos se Passam por Funcionários do Nubank para Roubar Dinheiro

Como se proteger de fake news na Internet

Para evitar cair em notícias falsas nas redes sociais, algumas dicas simples podem ser seguidas:

  • Verifique a fonte: Antes de compartilhar qualquer informação, certifique-se da credibilidade do veículo que a publicou.
  • Desconfie de manchetes sensacionalistas: Notícias alarmistas e com títulos exagerados podem ser indícios de informações falsas.
  • Leia a matéria completa: Não se baseie apenas no título ou em trechos isolados.
  • Pesquise em outras fontes: Consulte diferentes veículos de comunicação para confirmar a informação. Uma busca rápida no Google pode desmentir boatos.
  • Observe a data da publicação: Notícias antigas podem estar descontextualizadas.
  • Desconfie de mensagens compartilhadas em aplicativos: Nem tudo que circula em redes sociais e aplicativos de mensagens é verdadeiro.

Mantenha-se atento e verifique sempre a veracidade das informações antes de compartilhar, contribuindo para um ambiente online mais seguro e confiável.

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Corrida das IAs: Deepseek e Gemini ganham força e desafiam a liderança do ChatGPT, aponta Do Follow – Jornal Contábil

O mercado de inteligência artificial (IA) vive uma nova fase de transformação, com o surgimento de concorrentes cada vez mais robustos ao ChatGPT, da OpenAI. Dados do Google Trends analisados pela Do Follow, agência de link building, mostram que o Deepseek e o Gemini são os grandes destaques da corrida da IA nos últimos meses.

Nos últimos 12 meses (início de abril de 2024 a início de abril de 2025), as buscas pelo Deepseek cresceram mais de 700%, enquanto o Gemini registrou um aumento superior a 450%. O ChatGPT, embora ainda líder do mercado, teve um crescimento de mais de 130%, seguido pelos termos “GPT” (+120%) e “Chat GPT” (+90%).

O grande destaque do período recente é o Deepseek. Lançado oficialmente em janeiro de 2025, o buscador chinês experimentou um crescimento de mais de 3.000% nas buscas apenas nos últimos três meses, indicando um verdadeiro boom de interesse global – com um pico de buscas em janeiro (100 pontos de interesse), leve queda em fevereiro e tendência de crescimento a partir de março novamente.

Deepseek ultrapassa ChatGPT em novas visitas mensais

Segundo dados da plataforma especializada aitools. xyz, em fevereiro de 2025, o Deepseek registrou 524,7 milhões de novas visitas, ultrapassando os 500 milhões do ChatGPT. Apesar desse avanço, a ferramenta chinesa segue como a terceira maior plataforma de IA, atrás do ChatGPT e do Canva. A participação de mercado do Deepseek saltou de 2,34% para 6,58% em fevereiro, consolidando sua posição de crescimento acelerado.

Diante dessa ascensão, a OpenAI reagiu anunciando que lançará, nos próximos meses, seu primeiro modelo aberto de IA desde o GPT-2, em um movimento estratégico para competir com o Deepseek e outras soluções emergentes.

Gemini, ChatGPT e DeepSeek: semelhanças e diferenças

Gemini, ChatGPT e DeepSeek são modelos avançados de inteligência artificial projetados para processar linguagem natural. Todos eles permitem a geração de textos, respostas a perguntas e auxílio em diversas tarefas, utilizando redes neurais treinadas com grandes volumes de dados. Além disso, essas IAs são amplamente aplicadas em automação, pesquisa e criação de conteúdo.

Apesar das semelhanças, cada uma tem características distintas. O Gemini, do Google, se destaca pela integração direta com serviços da empresa, como YouTube, Google Search e Drive, sendo uma opção poderosa para quem já utiliza esse ecossistema.

O ChatGPT, da OpenAI, é reconhecido por sua flexibilidade e ampla adoção, sendo utilizado em diversas plataformas e permitindo integrações com APIs para diferentes aplicações. Já o DeepSeek, baseado em modelos open-source, se diferencia pelo foco em maior autonomia e personalização, sendo especialmente atrativo para desenvolvedores e pesquisadores que buscam controle sobre os modelos de IA.

Marketing e IA: o impacto das buscas e tendências

O crescimento nas buscas por plataformas de IA não se limita apenas ao Google. Há uma mudança significativa na forma como os usuários acessam informações dentro das próprias ferramentas de IA, influenciando a estratégia de marketing digital.

“Acompanhar essas tendências é uma prática cada vez mais necessária para empresas que desejam utilizar IA na sua rotina, seja para otimização de conteúdo, análise de dados ou interação com consumidores” explica Carolina Glogovchan, CEO e especialista da Do Follow.

Além disso, um número crescente de usuários tende a substituir as buscas tradicionais no Google por consultas diretas em ferramentas de inteligência artificial. Essa mudança impacta o fluxo de tráfego online e desafia as estratégias convencionais de posicionamento, tornando fundamental que as marcas adaptem a forma como produzem e distribuem conteúdo para manter sua relevância e alcance.

Com concorrência acirrada e mudanças na liderança do setor, a corrida da IA está apenas começando. Os próximos meses prometem ainda mais inovações e disputas por espaço no mercado global de inteligência artificial.

Sobre a Do Follow

Com mais de seis anos de experiência, a Do Follow é uma agência especializada em backlinks. Focada em ajudar empresas a melhorarem seus resultados na busca orgânica, a Do Follow cria e executa estratégias de link building e conteúdo otimizado para aumentar a autoridade do site e melhorar o posicionamento de termos no Google, além de prestar consultoria.

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