Você sabe o que é o seguro prestamista? Entenda os detalhes – Jornal Contábil

O nome pode ser esquisito. Talvez você nem saiba que esta modalidade existe. Mas o objetivo do seguro prestamista é garantir proteção em casos de morte, perda de renda por desemprego e outras situações inesperadas. 

Dessa maneira, o segurado, que é a pessoa que contrata o seguro, não precisará se preocupar com uma possível inadimplência caso ocorra um dos eventos cobertos pelo seguro. Muita gente é capaz de desconhecer este tipo de seguro, mas é bem útil para os aposentados e pensionistas em situações pontuais. A palavra vem de empréstimo, parcelamento ou prestação.

Conheça mais sobre este assunto.

O que é e para que serve o seguro prestamista?

O seguro prestamista é uma modalidade de contrato cujo objetivo é garantir que determinada dívida seja quitada (total ou parcialmente) em caso de morte (decorrente de causas naturais ou acidentais) ou invalidez total e permanente do segurado. 

O seguro prestamista pode ser acionado em casos específicos como o desemprego involuntário ou pela incapacidade física total ou temporária. Mas esse tipo de seguro cobre, ainda, outros dois imprevistos, que são a invalidez permanente por acidente e a morte do segurado. 

Especialmente nesses momentos, o seguro pode se revelar uma proteção não apenas para o segurado, mas para a sua família. Isso porque, além de ajudar a evitar a perda de um bem, ele resguarda os familiares, para que não tenham que manter o pagamento de toda a dívida.

Diante disso, é importante esclarecer um ponto: a instituição credora, ou seja, aquela com a qual se estabelece a dívida, será sempre a primeira beneficiária do seguro prestamista. O valor contratado só é pago ao segurado ou a alguém que ele indicar se for superior ao da dívida em si.  

Leia também:

Como acionar a cobertura?

O acionamento da cobertura do seguro pode ser feito pelo segurado ou por um representante, que deverá enviar os documentos para análise, de acordo com as condições de cada cobertura e a situação. 

Em geral, o prazo para o pagamento da indenização é de 30 dias após a comprovação do sinistro.

Quanto custa e como contratar um seguro prestamista? 

O preço do seguro pode variar de acordo com critérios como a idade do segurado, o número de parcelas da dívida, além do valor do financiamento ou do empréstimo. Por se tratar de uma espécie de seguro de vida em grupo, ele costuma ter um custo mais baixo e atrativo.  

Outra característica desse tipo de seguro é que ele não é contratado diretamente com a seguradora. Mas com um dos parceiros, uma loja ou uma instituição financeira. 

Assim, o valor é pago junto com a prestação ou parcela ou pode ser descontado diretamente da folha de pagamento, de acordo com a cobertura. 

Quais os documentos necessários?

  • Documento do solicitante (quem está fazendo o pedido): RG original ou Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS);
  • Boleto de prestação original ou cópia simples do CPF do mutuário titular;
  • Em caso de morte do mutuário: cópia autenticada ou Certidão de Óbito original do mutuário falecido;
  • Em caso de doença incapacitante: laudo evolutivo da doença (laudo completo atestando a evolução da doença desde o início) e cópias simples dos exames e atestados médicos disponíveis;
  • Se aposentado do INSS: cópia autenticada da portaria de concessão da aposentadoria emitida pelo INSS;
  • Se beneficiário de BPC/LOAS: cópia autenticada da carta de concessão de amparo social emitida pelo INSS;
  • Cópia simples do contrato de financiamento e, se houver, do contrato de transferência e/ou termo de renegociação;
  • Cópia de conta de luz atualizada (do último mês);
  • Aviso de sinistro ao estipulante (formulário disponibilizado no Posto da CDHU) preenchido e assinado pelo solicitante no ato da solicitação do serviço.
  • Em caso de invalidez: Declaração de Invalidez (formulário disponibilizado no Posto da CDHU) preenchida e assinada pelo solicitante no ato da solicitação do serviço.

Curso Viver de Contabilidade:

Transforme seu conhecimento em resultado! Todos os procedimentos contábeis na prática que o mercado exige. Comece agora aqui!

Source link

Pix, Open Finance e IA: revolução no sistema financeiro e o aumento de ataques – Jornal Contábil

O setor financeiro movimenta volumes massivos de dados e recursos diariamente, características pelas quais o tornam um dos principais alvos de cibercriminosos em escala global. Segundo análise da Fitch Ratings, fornecedora líder de classificações de crédito, comentários e pesquisas para mercados de capitais globais, os relatórios de 2025 do FMI (Fundo Monetário Internacional) indicam que as perdas com incidentes cibernéticos quadruplicaram desde 2017, alcançando US$ 2,5 bilhões, e o setor financeiro sofreu 1.510 ataques no último ano, registrando aumento de 30%.

No Brasil, o protagonismo é ainda mais evidente. O sucesso do Pix e a expansão do Open Finance e do Open Banking projetaram o país como referência em inovação digital, mas também ampliaram a superfície de ataque. Desde a criação do Pix, em novembro de 2020, mais de 48 milhões de chaves foram expostas em mais de 20 incidentes cibernéticos, segundo o Banco Central.

Grande parte dos ataques cibernéticos também estão relacionados à transformação do banco moderno, hoje distribuído em um ecossistema que envolve aplicativos móveis, ambientes em nuvem, APIs (Application Programming Interface) e fornecedores terceirizados. Esse modelo, embora mais ágil e conectado, multiplica os pontos de vulnerabilidade. Entre as ameaças mais recorrentes estão os ataques de engenharia social, que exploram redes sociais para disseminar links maliciosos; malwares voltados ao Pix e ao mobile banking, capazes de alterar valores e destinatários de transações; além de vazamentos de dados provocados por falhas em integrações com terceiros e riscos internos, como o compartilhamento indevido de credenciais.

A crescente sofisticação dos ataques impulsionada pelo uso de Inteligência Artificial também preocupa. De acordo com o Global Cybersecurity Outlook 2025, do Fórum Econômico Mundial, 72% dos líderes de segurança relataram aumento dos riscos cibernéticos devido ao uso malicioso da IA. Hackers vêm empregando algoritmos para automatizar e ampliar o alcance de ataques DDoS (Distributed Denial of Service), desenvolver bots de invasão, minerar dados na dark web e criar áudios e vídeos falsos em golpes de phishing avançado.

Por outro lado, a IA vem se tornando uma aliada na defesa. Equipes de SOC (Security Operations Centers) utilizam modelos inteligentes para detectar ameaças precocemente, automatizar respostas e realizar análises preditivas. A capacidade de identificar padrões anômalos em tempo real reduz significativamente o tempo de reação e fortalece a postura preventiva das instituições.

Nesta linha de proatividade para antecipar e neutralizar ameaças, os pentests, ou teste de invasão, também se destacam ao simular ataques reais a sistemas bancários para detectar vulnerabilidades antes que sejam exploradas. Essas avaliações práticas podem, por exemplo, identificar falhas em APIs que não validam corretamente parâmetros, permitindo a manipulação de valores em transações móveis. Corrigir essas brechas é essencial para evitar prejuízos bilionários e preservar a confiança dos clientes.

Mas a proteção dos dados financeiros não para por aí; ela exige múltiplas camadas de defesa. Soluções de gestão de identidade e acesso (IAM) com autenticação multifator (MFA) ou reconhecimento facial aumentam o controle sobre usuários, enquanto ferramentas de detecção e resposta (XDR/ EDR) fortalecem dispositivos individuais, endpoints, rede, e-mail e nuvem. As técnicas de criptografia e tokenização dessas aplicações tornam as informações sensíveis mais seguras, mesmo em caso de interceptação.

Indo além dos sistemas, capacitar continuamente os profissionais é outro pilar estratégico com campanhas de conscientização e treinamentos regulares para mitigar o erro humano, responsável por boa parte dos incidentes. Juntas, essas abordagens de tecnologia e pessoas seguem o conceito de Zero Trust – “nunca confiar, sempre verificar”, impondo verificações contínuas entre usuários, sistemas e aplicações para garantir a integridade das operações.

É importante lembrar que, no sistema financeiro, a indisponibilidade pode custar milhões por minuto. Por isso, a implementação de Planos de Recuperação de Desastres (DRP) é vital para garantir a continuidade operacional de processos críticos, como a liquidação de boletos e as transações via Pix. O cálculo do Recovery Time Objective (RTO), ou tempo máximo aceitável de indisponibilidade, obtido pelo DRP, orienta arquiteturas de alta disponibilidade com ambientes replicados e nuvens redundantes.

Além de evitar perdas financeiras, essa prática reforça a conformidade com exigências como a Resolução BCB nº 498, que estabelece novas regras para a segurança de dados no sistema financeiro brasileiro, com foco nos provedores de serviços de tecnologia, inclusive com a contratação de seguro cibernético pelos fornecedores. Consultorias especializadas em segurança, quando auditáveis e integradas a políticas de monitoramento contínuo, ajudam as instituições a elevar seu score de maturidade cibernética, reduzindo o custo das apólices de seguro.

Em um cenário em que as ameaças evoluem na mesma velocidade das inovações, a combinação entre expertise técnica, resiliência operacional e cultura de segurança integrada se consolida como diferencial competitivo. As instituições financeiras que investem em tecnologias proativas, conformidade contínua e inteligência preditiva não apenas protegem seus ativos, mas também fortalecem o ativo mais valioso da era digital: a confiança dos seus clientes.

*Maurício Alarcon e Rodolfo Ramponi são, respectivamente, vice-presidente da vertical de Bancos e Seguros e especialista em cibersegurança da SONDA do Brasil, líder regional em Transformação Digital.
 

Sobre SONDA:
 

A SONDA é uma empresa líder no desenvolvimento de serviços tecnológicos sob medida para cada cliente. A companhia busca, gera e integra tecnologias a nível global para oferecer soluções únicas e inovadoras, que aceleram a transformação digital de todos os seus clientes.
 

Possui faturamento de US$ 1,54 bilhão em 2024 e mais de 15 mil colaboradores. Atua em todo o mundo e tem presença direta na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Equador, Estados Unidos, Canadá, México, Panamá, Peru e Uruguai.

Source link

Black Friday 2025: 7 super dicas para você disparar suas vendas! – Jornal Contábil

A Black Friday já está batendo na porta, mas nem todos os empreendedores conseguem surfar nessa onda. E a pergunta que fica é: como aproveitar melhor esta data?

 Então, preparamos 7 super dicas para você bombar suas vendas na Black Friday. Confira!

1 – Capriche na sua loja on-line

Atualmente, é imprescindível apresentar e vender seus produtos pela internet, mesmo que você tenha uma loja física incrível. Para isso, o caminho mais curto é obter um sistema de vendas digital com loja on-line integrada, na qual você possa expor fotos, descritivos e preços de seus produtos.

2 – Seja mobile first e venda mais

Outro ponto fundamental é que seu sistema de vendas on-line seja pensado prioritariamente para acesso e gestão por celular. No Brasil, a grande maioria dos consumidores acessa a internet somente ou prioritariamente pelo smartphone.

3 – Simplifique as formas de pagamento

Quanto mais simples e mais opções, melhor! Facilitando os processos e dando alternativas de forma de pagamento você vende mais.

A dica aqui é ter um sistema de vendas que gere um link de pagamento para ser enviado diretamente ao seu cliente, sem taxas ou encargos para sua empresa. E que permita ao cliente escolher a melhor maneira de efetuar o pagamento: pix, cartão de crédito ou boleto bancário.

Leia também:

4 – Conecte sua loja a um marketplace

Da mesma forma que uma loja física ganha visibilidade e fluxo quando situada num shopping center, a sua loja virtual deve estar conectada a um marketplace.

Por isso, é essencial ter um sistema de vendas que faça essa integração, permitindo a rápida importação de pedidos e a sincronização de informações sobre vendas e estoques.

5 – Gerencie seus estoques em tempo real

Não dá pra vender aquilo que a gente não tem, não é mesmo? Sendo assim, tão importante quanto ter um sistema de gestão de vendas é que esse sistema também faça a gestão automatizada de estoques. Com isso, as entregas e a satisfação do cliente estão garantidas.

Faça com que seu negócio seja completo. Tenha um sistema de vendas integrado a um emissor de notas fiscais, que podem ser enviadas ao cliente pelo celular ou para impressão via bluetooth. Com isso, fica tudo bem mais fácil!

As datas sazonais de vendas acontecem o ano inteiro (Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais etc.) e estão aí para serem aproveitadas. Não é mesmo? Então, se o tempo está curto para a Black Friday deste ano, não se preocupe. O importante é já ir se preparando para as próximas promoções, adquirindo seu sistema de vendas.

Fonte: IOB Notícias

Source link

Senado Aperta o Cerco Contra Sonegadores Contumazes e Endurece Lei de Crimes Alimentares – Jornal Contábil

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou nesta terça-feira (28) um projeto de lei complementar (PLP 164/2022) que estabelece novas regras para intensificar o controle e a fiscalização de empresas que praticam a sonegação fiscal de forma planejada e reiterada. 

A medida visa garantir a igualdade de concorrência e evitar o desequilíbrio causado por práticas tributárias desleais.

O texto, que segue para votação em Plenário com pedido de urgência, cria um conjunto de ferramentas que a União, estados e municípios poderão adotar para assegurar o cumprimento das obrigações tributárias.

Combate à Fraude Fiscal e Concorrência Leal

A proposta, relatada pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), regulamenta um artigo da Constituição (art. 146-A) que permite a criação de regimes especiais de tributação para setores onde a sonegação é um problema crônico.

O principal objetivo é dotar os fiscos de instrumentos para combater a sonegação reiterada que prejudica empresas honestas, especialmente em segmentos com alta carga de impostos e histórico de fraude, como combustíveis, bebidas alcoólicas e cigarros.

Leia também:

Novos Mecanismos de Fiscalização

O projeto autoriza a criação de leis específicas que poderão aplicar regimes mais rígidos para empresas com indícios de fraude, incluindo:

  • Fiscalização Ininterrupta: Manutenção de auditores fiscais permanentemente nos estabelecimentos suspeitos.
  • Controle Especial e Antecipação de Tributos: Exigência de cobrança antecipada ou concentrada de impostos em uma única etapa da cadeia produtiva (concentração da incidência), geralmente na indústria ou atacado, em vez de ser diluída em várias fases. Essa estratégia dificulta a fraude no varejo.
  • Impedimento de Venda: Empresas que descumprirem as obrigações sob o regime especial poderão ser impedidas de emitir nota fiscal eletrônica. Na prática, isso as obriga a suspender as atividades de comercialização até que a situação seja regularizada.

O relator enfatizou que a aplicação dessas medidas deverá ser baseada em “provas de desequilíbrio concorrencial” e respeitar o devido processo legal, com direito à ampla defesa para as empresas notificadas.

Pena máxima para adulteração de alimentos e bebidas

Em uma importante alteração ao texto original, a CAE também incluiu a tipificação de um crime mais grave para a adulteração de produtos de consumo.

A mudança responde a crises recentes de saúde pública e torna crime hediondo a adulteração ou falsificação de alimentos e bebidas (alcoólicas ou não) que seja capaz de causar lesão corporal grave ou morte.

  • Pena Aumentada: A punição para esse novo tipo penal qualificado será de reclusão de 5 a 10 anos, além de multa.
  • Crime Hediondo: A classificação como crime hediondo impõe maior rigor na execução da pena, limitando a concessão de benefícios como liberdade provisória e progressão de regime.

Exclusão do “Devedor Contumaz”

O substitutivo aprovado separou os temas do projeto original. O relator optou por excluir a definição e a disciplina do “devedor contumaz” (aquele que não paga impostos de forma sistemática), uma vez que esse tema já foi abordado em outro projeto (PLP 125/2022), em tramitação na Câmara.

Dessa forma, o PLP 164/2022 foca exclusivamente nos critérios especiais de tributação para setores sensíveis à fraude fiscal.

Curso e-Simples:

Curso de Recuperação do Simples Nacional. 

Aprenda a recuperar o PIS e Cofins de 60 meses em até 3 dias! 

Acesse:

Source link

Evite erros e surpresas: saiba tudo sobre a Substituição Tributária de PIS e COFINS! – Jornal Contábil

Muitas empresas passaram a pagar impostos com a Substituição Tributária de PIS e COFINS, embora o controle seja mais simples do que no caso do ICMS. Neste post, você vai entender melhor como funciona e descobrir formas de reduzir seus impostos.

Para te ajudar em mais uma questão do Simples Nacional, hoje a equipe do Jornal Contábil retirou algumas informações do artigo da  é-Simples Auditoria Eletrônica, empresa especialista no Simples Nacional e vamos te ajudar a entender mais sobre a substituição tributária de PIS e COFINS e saber como podemos ajudar nossos clientes optantes por esse regime!

O artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica diz:

1. O que é a Substituição Tributária de PIS e COFINS?

Segundo o Blog da é-Simples Auditoria: “É quando uma empresa assume a responsabilidade de recolher os tributos que, normalmente, seriam pagos por outras empresas da cadeia (como o distribuidor ou o varejista).

Já no caso do PIS e da COFINS, funciona assim: esses dois tributos são contribuições cobradas sobre a receita (ou seja, sobre as vendas). Em alguns casos, a lei determina que uma empresa da cadeia (geralmente o fabricante ou o importador) recolha o PIS e a COFINS por todas as outras que vêm depois.

Isso é feito antecipadamente e já embutido no preço do produto. Dessa forma, o imposto do varejista que a indústria já recolheu, não se destaca na nota fiscal de venda. Por isso, dizemos que é como ocorre no regime de tributação monofásica.

Além disso, ela se parece bastante com a substituição de ICMS. Mas, para não confundir falaremos mais à frente sobre esse tributo.

Exemplo Prático: Só para ilustrar, pense em um fabricante de refrigerantes que vende seus produtos para um distribuidor. A lei pode exigir que esse fabricante já pague o PIS e a COFINS que seriam devidos também pelo distribuidor e pelo varejista. Ou seja, o fabricante é o substituto tributário, e o distribuidor e o varejista não precisam mais recolher essas contribuições sobre essa mercadoria.”

2. Tipos de Substituição Tributária

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: “Vejamos os três tipos de substituição tributária.

Substituição Propriamente Dita

A substituição tributária propriamente dita é a mesma que a substituição do contribuinte. Pois nela o contribuinte da cadeia do negócio deve fazer o recolhimento.

Por exemplo: uma indústria deve pagar o valor do imposto devido pelo prestador que lhe forneceu o transporte.

Substituição para Trás

Também a conhecemos como “antecedente” ou como “diferimento”. Nela, a tributação se dá quando se adia o recolhimento do ICMS.

Em outras palavras, quem paga é a última pessoa da cadeia de circulação da mercadoria. Assim, fazemos o pagamento de modo integral e com todas as operações.

Substituição para Frente

Essa substituição é o inverso da substituição para trás. Ou seja, os tributos sobre a circulação das mercadorias são recolhidos de forma antecipada.

Para isso ocorrer de acordo com as regras legais, há uma base de cálculo padrão presumido e várias informações divulgadas pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).”

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: “Sem dúvida, como vimos, o detalhe ou o diferencial destes produtos está no fato de as empresas não recolherem um mesmo imposto duas vezes.

Portanto, se ele já foi recolhido pela indústria em substituição ao devido pelas empresas integrantes da cadeia produtiva, esses comércios não precisarão fazê-lo.

Mas há o caso particular das empresas enquadradas no Simples Nacional. Nessa situação, o recolhimento é feito por faixa de faturamento e, por isso, o contador deve ter atenção ao usar o PGDAS para gerar os tributos.As alíquotas de PIS e COFINS pagas no regime de substituição tributária precisarão ter os seus valores descontados. Do contrário, a empresa pagará duas vezes os mesmos impostos. E não há controle governamental para se evitar isso.”

>>> Junte-se ao canal do Jornal Contábil no WhatsApp. Clique e siga agora!

Quer ajuda para aplicar a ST?

Teste 7 dias grátis o sistema de gestão do Simples Nacional da é-Simples Auditoria!

Clique aqui ou acesse e veja a análise de cada item vendido do seu cliente em questão de minutos!

Você pode testar gratuitamente o sistema da é-Simples e analisar como está a apuração do imposto do seu cliente! Faça análises e auditoria de todos os seus clientes do Simples Nacional!

Recupere agora mesmo a venda de produtos monofásicos,  produtos sujeitos à Substituição Tributária de PIS e COFINS e também produtos sujeitos ao ICMS ST no Simples Nacional. Além disso, controlamos o Domicílio Tributário Eletrônico e ficamos sabendo que eles vão lançar um módulo específico para CBS e IBS no Simples Nacional.

Gostou do assunto? Continue acompanhando nossos artigos, e também siga a é-Simples no instagram @esimplesauditoria.

Obrigado pela leitura!Informações retiradas do Blog da é-Simples Auditoria. Artigo: “Substituição Tributária de PIS e COFINS: saiba como funciona!” Disponível em: Por Leonel Monteiro em 07/04/2025.

Saiba mais:

Source link

FGTS em dia: empregadores domésticos têm até dia 31 para regularização – Jornal Contábil

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) está emitindo um alerta a todos os empregadores domésticos com pendências no recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS): o período para a quitação espontânea dos valores devidos se encerra na próxima sexta-feira, dia 31 de outubro.

Ação orientativa precede fiscalização

Coordenada pela Coordenação Nacional de Fiscalização do Trabalho Doméstico e de Cuidados (CONADOM), a iniciativa visa, neste primeiro momento, facilitar o ajuste voluntário de mais de R$ 375 milhões em débitos. 

Desde setembro, mais de 80 mil empregadores foram notificados sobre as irregularidades por meio do Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET), o canal oficial de comunicação entre o MTE e os empregadores.

O prazo de tolerância para a regularização se encerra no fim do mês. Após esta data, os casos de inadimplência serão automaticamente encaminhados para a fiscalização, resultando na abertura de processos administrativos e na cobrança oficial dos valores.

Leia também:

Como consultar e regularizar os débitos

Para evitar multas e complicações legais, os empregadores devem tomar as seguintes medidas:

  1. Acessar o DET: Verificar a caixa de mensagens da plataforma para conferir os comunicados e tomar conhecimento dos valores em aberto.
  2. Identificar as Pendências: Entrar no site do eSocial e, na aba “Folha de Pagamento – Consultar Guias Pagas”, checar quais meses estão com os recolhimentos do FGTS em atraso.
    • O passo a passo completo para a consulta e geração das guias de pagamento está disponível no Manual Pessoa Física – Empregador Doméstico do eSocial.

Trabalhadores devem acompanhar seus depósitos

O MTE reitera o seu empenho em assegurar os direitos dos trabalhadores domésticos. Por isso, é fundamental que o empregado monitore a situação de sua conta vinculada:

  • Utilize o aplicativo FGTS da Caixa Econômica Federal para acompanhar se os depósitos estão sendo feitos corretamente.
  • Em caso de ausência de recolhimentos ou divergência de valores, o trabalhador deve contatar o empregador para solicitar o esclarecimento e a imediata regularização da situação. O acompanhamento constante é essencial para garantir o cumprimento desse direito.

O que é o DET?

O Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET) é a plataforma digital obrigatória para a comunicação oficial entre o Ministério do Trabalho e Emprego e todos os empregadores, incluindo os domésticos. 

O sistema centraliza o envio e recebimento de atos administrativos, notificações, intimações e avisos, conferindo mais agilidade e segurança ao processo. O DET está acessível em:

Curso e-Simples:

Curso de Recuperação do Simples Nacional. 

Aprenda a recuperar o PIS e Cofins de 60 meses em até 3 dias! 

Acesse:



Autor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


Source link

Pix no Cartão! BC prepara incluir Pix no chip dos cartões de crédito – Jornal Contábil

O Banco Central (BC) e as principais bandeiras de cartão de crédito estão em uma fase avançada de discussões para promover a próxima grande evolução no ecossistema de pagamentos brasileiro: a integração do Pix diretamente aos chips dos cartões. 

O movimento sinaliza o objetivo do regulador de tornar o Pix não apenas o método de transferência favorito, mas também o mais prático para compras presenciais, rivalizando com a facilidade do “contato zero” dos cartões tradicionais.

A proposta é simples na execução, mas revolucionária no impacto: ao usar o cartão em um terminal de pagamento, o consumidor poderá escolher de forma transparente entre as opções de débito, crédito e Pix.

Leia também:

Pix lidera cenário financeiro

A iniciativa surge em um momento em que o Pix já domina o cenário financeiro nacional. Estudos indicam que o interesse pelo Pix superou o do cartão de crédito em 31% no último ano, e o sistema se consolidou como o principal meio de pagamento de quase 80% da população brasileira. 

Em 2024, o Pix já havia alcançado a marca de mais de 63 bilhões de transações, um crescimento robusto de 52% em relação ao ano anterior.

No entanto, o pagamento presencial com Pix ainda apresenta “fricções”. Para quem não possui smartphone Android com NFC ou utiliza iPhone (onde o Pix por aproximação ainda não foi totalmente liberado), a operação exige abrir o aplicativo bancário e escanear um QR Code.

A incorporação do Pix ao cartão elimina essa barreira tecnológica, permitindo que a vasta maioria dos brasileiros realize um pagamento instantâneo com a mesma velocidade e simplicidade de uma transação por aproximação, consolidando o Brasil na vanguarda dos meios de pagamento globais, onde já é destaque com um dos maiores índices de uso de pagamento instantâneo per capita do mundo.

Cabo de guerra do pix parcelado

Em paralelo à discussão sobre os cartões, o BC está finalizando a padronização das regras para o Pix Parcelado, o que pode redefinir o mercado de crédito.

O ponto central da divergência é o canal de cobrança do parcelamento:

  • Instituições Financeiras defendem um modelo duplo: a cobrança na conta de pagamentos ou a inclusão na fatura do cartão de crédito, esta última sendo apontada por pesquisas de bancos como a opção preferida do consumidor.
  • O Banco Central, por uma questão de simplicidade regulatória, inclina-se a manter a cobrança exclusivamente na conta corrente/de pagamentos.

A decisão final do BC, esperada para dentro em breve, definirá as diretrizes de uma nova modalidade de crédito que pode ser fundamental para o consumidor que já utiliza o Pix como seu método financeiro principal.

Com a iminente integração do Pix aos cartões, o Banco Central reforça seu compromisso em aprimorar a experiência do usuário e garantir que o sistema de pagamentos instantâneos, que já se tornou o coração das transações no país, seja também o mais fluído e acessível em todas as situações de consumo.



Autor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


Source link

Pé-de-Meia: oitava parcela nesta terça; veja quem recebe – Jornal Contábil

O Ministério da Educação (MEC) realiza nesta terça-feira (28) o pagamento da oitava parcela do programa Pé-de-Meia para os estudantes nascidos nos meses de março e abril. Além disso, o benefício faz parte da iniciativa federal voltada a alunos do ensino médio da rede pública e EJA inscritos no CadÚnico.

Quem tem direito?

Podem receber o incentivo os estudantes que cumprem frequência mínima de 80% nas aulas, conforme as regras do programa. De acordo com o MEC, cerca de 3,2 milhões de alunos devem ser contemplados nesta etapa, com o pagamento de R$ 200 pela Caixa Econômica Federal.

>>> Junte-se ao canal do Jornal Contábil no WhatsApp. Clique e siga agora!

Calendário

Os repasses seguem um cronograma escalonado, conforme o mês de nascimento dos beneficiários. O pagamento da oitava parcela ocorre entre 27 de outubro e 3 de novembro, nas seguintes datas:

  • Nascidos em Janeiro e fevereiro: 27 de outubro
  • Nascidos em Março e abril: 28 de outubro
  • Nascidos em Maio e junho: 29 de outubro
  • Nascidos em Julho e agosto: 30 de outubro
  • Nascidos em Setembro e outubro: 31 de outubro
  • Nascidos em Novembro e dezembro: 3 de novembro

O valor é creditado em uma conta poupança digital da Caixa, aberta em nome do estudante. A movimentação pode ser feita app Caixa Tem, disponível para quem tem 18 anos ou mais. Entretanto, no caso de menores de idade, é necessário que o responsável autorize a movimentação.

Quais são os incentivos do Pé-de-Meia?

O Pé-de-Meia oferece alguns modos de incentivos financeiros ao longo do ensino médio:

  • Incentivo-matrícula: R$ 200 por matrícula registrada no início do ano letivo;
  • Incentivo-frequência: nove parcelas anuais de R$ 200, mediante presença mínima de 80%;
  • Incentivo-conclusão: O incentivo é pago pela conclusão e aprovação em cada um dos três anos do ensino médio, com participação nas avaliações educacionais, totalizando R$ 3 mil. O saque só pode ser feito após a emissão do certificado de conclusão;
  • Incentivo-Enem: R$ 200 pela participação nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio no último ano.

Leia mais:

Curso de Recuperação do Simples Nacional:

Aprenda a recuperar o PIS e Cofins de 60 meses em até 3 dias! Acesse:



Autor: Mariana Freitas


Há 2 anos faz parte da equipe de Redação e Marketing do Jornal Contábil, colaborando com a criação de conteúdo, estratégias de engajamento e apoio no fortalecimento da presença digital do portal.


Source link

Arsenal digital das PMEs: ferramentas acessíveis para a contabilidade 2026 – Jornal Contábil

A transição para a Contabilidade 2026, marcada pela aceleração da tecnologia e pelas exigências da Reforma Tributária, impõe um desafio claro às Pequenas e Médias Empresas (PMEs): digitalizar ou estagnar. 

A boa notícia é que a automação não é mais um luxo para grandes corporações. Hoje, existe um vasto e acessível arsenal de ferramentas projetadas para integrar a gestão do negócio com a contabilidade, liberando o empresário do sufoco operacional e garantindo a conformidade fiscal.

A seguir, exploramos as categorias essenciais de ferramentas que toda PME deve considerar para prosperar no novo ciclo econômico:

1. Sistema de Gestão (ERP) Simples e Integrado

O pilar da preparação para 2026 é o Enterprise Resource Planning (ERP) – um sistema que centraliza as informações da empresa. Para as PMEs, a chave é escolher soluções que priorizem a integração automática com o contador.

  • Função Essencial: Importar e categorizar automaticamente notas fiscais (de compra e venda), integrar o extrato bancário e conciliar contas a pagar e a receber.
  • Benefício para a PME: Ao automatizar a emissão de notas e o fluxo de caixa, o ERP garante que o contador receba dados limpos e organizados. Isso reduz a chance de erros fiscais — que serão rapidamente detectados pelo Fisco digital em 2026 — e permite que o contador dedique tempo à análise preditiva, e não à digitação.
  • Exemplos Acessíveis: Existem diversas plataformas de gestão online (em nuvem) desenvolvidas especificamente para o pequeno e médio empresário, com planos de baixo custo mensal.

Leia também:

2. Ferramentas de Conciliação e Automação Contábil

Estes são os braços digitais do contador, mas seu impacto beneficia diretamente a PME. A conciliação manual de extratos bancários com notas fiscais é o maior gargalo operacional; a automação elimina essa tarefa.

  • Função Essencial: Uso de Robotic Process Automation (RPA) para reconhecer padrões em documentos, conciliar movimentos bancários em segundos e gerar relatórios pré-formatados.
  • Benefício para a PME: A precisão elevada por essas ferramentas minimiza o retrabalho e as multas. Além disso, ao otimizar o tempo do escritório de contabilidade, a PME pode negociar um pacote de serviços mais consultivo. Focando em análises gerenciais, e não apenas no cumprimento de guias.

3. Soluções de BPO Financeiro e Customer Success

Embora não sejam puramente de tecnologia, essas tendências se apoiam em ferramentas digitais. Representam uma oportunidade gigantesca para PMEs que não possuem um departamento financeiro interno estruturado.

  • BPO Financeiro (Terceirização de Processos): Plataformas digitais permitem que o contador ou um prestador de serviços gerencie as contas a pagar, a receber e a emissão de notas da PME.
    • Benefício: Libera o empresário para focar no core business, garantindo um fluxo de caixa mais organizado e profissional.
  • Customer Success (CS) Contábil: Muitas contabilidades estão utilizando plataformas de CS (como dashboards e aplicativos) para fornecer ao cliente relatórios de desempenho e alertas de forma proativa.
    • Benefício: A PME ganha acesso a indicadores de desempenho (KPIs) em tempo real, permitindo correções de rota imediata, essenciais na transição tributária.

Adotar estas ferramentas é o passo prático para transformar o desafio de 2026 em uma vantagem competitiva. 

O futuro não é do empresário que gasta menos com contabilidade, mas sim daquele que a utiliza como inteligência para tomar decisões e evitar os altos custos da ineficiência e da informalidade.

Curso e-Simples:

Curso de Recuperação do Simples Nacional. 

Aprenda a recuperar o PIS e Cofins de 60 meses em até 3 dias! 

Acesse:



Autor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


Source link

Como planejar o orçamento de fim de ano com o 13º salário – Jornal Contábil

O fim de ano costuma trazer novos planos, compromissos e gastos extras. Por isso, saber como usar o décimo salário CLT de forma estratégica é essencial para manter o equilíbrio financeiro.

Com um bom planejamento, é possível aproveitar o benefício sem comprometer o orçamento dos meses seguintes.

A seguir, confira dicas práticas para planejar o uso do 13º salário e fechar o ano com tranquilidade.

Como funciona o pagamento do décimo terceiro salário?

O pagamento do décimo terceiro salário funciona como uma gratificação anual concedida aos trabalhadores com carteira assinada, prevista na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

O valor do corresponde a 1/12 do salário bruto multiplicado pelo número de meses trabalhados no ano, podendo incluir adicionais como horas extras e comissões.

O décimo terceiro CLT é pago em até duas parcelas: a primeira, até 30 de novembro, e a segunda, até 20 de dezembro, já com os descontos de INSS e Imposto de Renda aplicados.

Como saber quanto vou receber de décimo terceiro?

Para calcular o valor do décimo terceiro CLT, basta dividir o salário bruto por 12 e multiplicar pelo número de meses trabalhados no ano.

Por exemplo, um trabalhador com salário de R$ 3.000,00 que atuou durante todo o ano receberá o valor integral de R$ 3.000,00 como 13º.

Já quem começou em julho, com o mesmo salário, terá direito a metade do valor, ou seja, R$ 1.500,00.

Sim. Com planejamento, é possível fazer festas de fim de ano com o décimo terceiro CLT.

De acordo com dados do datatudo, frente de pesquisas realizadas pela fintech meutudo em seu blog, 35% dos leitores entrevistados consideram o valor do 13º suficiente para cobrir os gastos de fim de ano. Confira mais detalhes abaixo:

Em contrapartida, 34% relatam que o valor está muito abaixo, sendo os outros 31% contam que o décimo terceiro cobre parcialmente os gastos de final de ano.

Ou seja, esse comportamento mostra que, quando o benefício é bem administrado, ele pode ser usado para equilibrar contas, comprar presentes e até garantir um início de ano mais tranquilo.

Mas, ainda assim, pode não ser o suficiente para parte das pessoas,a depender do planejamento feito e das expectativas de gastos.

Para organizar o orçamento de fim de ano com o 13º salário CLT, considere estas dicas simples:

⦁ Liste suas despesas fixas e sazonais
⦁ Estabeleça metas para guardar parte do valor
⦁ Separe uma reserva para imprevistos
⦁ Evite compras por impulso

A seguir, confira mais detalhes sobre cada uma delas.

Liste suas despesas fixas e sazonais

Listar as despesas fixas e sazonais é o primeiro passo para usar o décimo terceiro de forma consciente.

As despesas fixas são aquelas que se repetem todos os meses, como aluguel, contas de consumo e parcelas de financiamentos.

Já as despesas sazonais variam conforme o período, como presentes, viagens, confraternizações e impostos de início de ano.

Ao registrar tudo em uma lista, fica mais fácil visualizar as prioridades e entender quanto do 13º pode ser direcionado para cada tipo de gasto, evitando surpresas e mantendo o controle do orçamento.

Estabeleça metas para guardar parte do valor

Estabelecer metas para guardar parte do 13º é uma maneira eficiente de transformar o benefício em um aliado do planejamento financeiro.

Em vez de gastar todo o valor, defina um percentual para economizar, mesmo que seja pequeno.

Esse dinheiro pode ser direcionado para uma reserva de emergência, quitar dívidas ou até para investir em objetivos futuros.

Separe uma reserva para imprevistos

Como imprevistos fazem parte da rotina, separar uma parte do 13º salário para formar uma reserva de segurança é fundamental para estar preparado para essas situações.

Essa quantia deve ser guardada em um local de fácil acesso, mas separado do restante do dinheiro usado no dia a dia.

Ao adotar esse cuidado, você evita recorrer a empréstimos caros e mantém o orçamento mais estável.

Evite compras por impulso

Evitar compras por impulso é uma das atitudes mais importantes para manter o controle financeiro no fim de ano.

As promoções e facilidades de pagamento costumam ser tentadoras, mas gastar sem planejamento pode comprometer o orçamento e impedir que o 13º seja usado de forma inteligente.

Antes de comprar, avalie se o item é realmente necessário e compare preços com calma.

Criar um intervalo entre o desejo e a decisão de compra também é uma boa estratégia, pois reduz a impulsividade e evita arrependimentos.

O que fazer se o 13º salário não for suficiente para cobrir gastos de fim de ano?

Quando o décimo terceiro CLT não é suficiente para equilibrar todas as despesas, existem alternativas seguras que ajudam a manter o orçamento em ordem.

A fintech meutudo, por exemplo, oferece soluções financeiras simples e confiáveis, como a Antecipação do Saque-Aniversário e o Pix Parcelado INSS, ideais para quem precisa de uma renda extra no fim do ano.

Ambas as opções podem ser contratadas de forma rápida, segura e totalmente digital, pelo site ou aplicativo.

A Antecipação do Saque-Aniversário é destinada a trabalhadores que optaram por essa modalidade e possuem saldo disponível no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), seja em contas ativas ou inativas.

O pagamento ocorre diretamente no saldo do FGTS, uma vez por ano, sem comprometer a renda mensal do trabalhador.

Pela meutudo, é possível contratar a partir de R$ 50,00, antecipando até 12 parcelas anuais do benefício.

O valor é depositado na conta do cliente, geralmente, em até 10 minutos após a aprovação da proposta, ou, no máximo, em um dia útil.

Entre as principais vantagens da Antecipação do Saque-Aniversário da meutudo, destacam-se:

⦁ Liberação rápida do crédito via Pix
⦁ Acompanhamento em tempo real da proposta
⦁ Taxas personalizadas conforme o perfil financeiro
⦁ Suporte humanizado, com uma equipe de especialistas sempre à disposição

Já o Pix Parcelado INSS é voltado a aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social, inclusive aqueles com restrições no nome.

Essa modalidade funciona como um meio de pagamento, permitindo que o valor seja parcelado em até 12 vezes*.

*Parcelas abaixo de 12 vezes a depender de condições.

O pagamento é descontado diretamente do benefício, tornando o processo mais seguro e acessível. Ou seja, é necessário possuir margem consignável disponível.

Entre os diferenciais do Pix Parcelado INSS da meutudo estão:
⦁ Taxas atrativas e justas
⦁ Contratação 100% online
⦁ Aprovação simplificada
⦁ Transparência total em todas as etapas
⦁ Atendimento humanizado, com suporte especializado

Portanto, considerando seu perfil, escolha a solução financeira que melhor atende às suas necessidades e garanta um crédito eficiente para cobrir os gastos de fim de ano.

Leia mais:

Source link