Bolsa Família paga benefícios de outubro entre os dias 20 e 31; confira – Jornal Contábil

Os beneficiários do Bolsa Família já podem se programar para os pagamentos de outubro de 2025. O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) confirmou as datas oficiais, que seguem o número final do NIS impresso no cartão do titular.

Pagamentos iniciam no dia 20 de outubro

Os repasses serão feitos nos dez últimos dias úteis do mês, com início no dia 20 para os beneficiários com NIS final 1, e término em 31 de outubro, para os que tem o NIS final 0.

Em dezembro, o cronograma será antecipado para que todos recebam antes do Natal.

Confira o Calendário de Outubro 2025

  • Final do NIS 1: 20/10
  • Final do NIS 2: 21/10
  • Final do NIS 3: 22/10
  • Final do NIS 4: 23/10
  • Final do NIS 5: 24/10
  • Final do NIS 6: 27/10
  • Final do NIS 7: 28/10
  • Final do NIS 8: 29/10
  • Final do NIS 9: 30/10
  • Final do NIS 0: 31/10

Valores e benefícios do programa

O Bolsa Família é composto por diferentes tipos de repasses, que variam conforme o perfil de cada família. Confira os valores:

  • Renda de Cidadania (BRC): R$ 142 por membro
  • Benefício Complementar (BCO): valor adicional que garante renda mínima de R$ 600 por domicílio
  • Primeira Infância (BPI): R$ 150 para cada criança até 6 anos
  • Benefício Variável Familiar (BVF) extra de R$ 50 para gestantes e jovens de 7 a 17 anos
  • Benefício Variável Nutriz (BVN): R$ 50 por bebê de até 7 meses

Regras para continuar recebendo o benefício

Para manter o recebimento regular do Bolsa Família, é necessário cumprir compromissos nas áreas de saúde e educação, que ajudam a garantir a permanência das famílias no programa. Entre eles:

  • Educação: manter a matrícula e a frequência escolar de crianças e adolescentes de 4 a 17 anos;
  • Saúde da gestante: realizar o pré-natal durante a gestação;
  • Crianças pequenas: acompanhar o crescimento e estado nutricional de crianças com menos de 7 anos;
  • Vacinação: manter o calendário de vacinas atualizado, conforme o Ministério da Saúde.

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Autor: Mariana FreitasAutor: Mariana Freitas


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1ª edição do Fórum Ibracon Jovem reúne especialistas e jovens profissionais para discutir o futuro da auditoria independente – Jornal Contábil

O Ibracon – Instituto de Auditoria Independente do Brasil, promove neste sábado, 18 de outubro, a 1ª edição do Fórum Ibracon Jovem, evento para conectar estudantes e jovens profissionais às principais discussões sobre auditoria independente e o mercado.

O Fórum reunirá especialistas, líderes do setor e jovens talentos para discutir os desafios da profissão, tendências de tecnologia e novas oportunidades de carreira. Além disso, o evento vai abordar a pesquisa inédita “Visão Jovem 2025”, que ouviu 1.285 profissionais de firmas de auditoria em todo o Brasil – de trainees a gerentes, para traçar um retrato das expectativas, percepções e desafios da nova geração sobre a profissão.

“Será um espaço de conexão, aprendizado e troca de experiências em que os participantes terão a oportunidade de ampliar o networking e se inspirar com histórias reais de quem já trilhou esse caminho. Queremos fortalecer o papel da juventude na construção de uma auditoria independente cada vez mais moderna, inclusiva e preparada para as transformações do mercado”, ressalta Carla Bezerra, membro do Comitê Gestor do Ibracon Jovem.

O evento acontece no Campus da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) das 14h às 18hcom transmissão online. Os interessados podem se inscrever diretamente no site do Ibracon.

Serviço:

  • Evento: 1ª edição do Fórum Ibracon Jovem
  • Data: 18 de outubro
  • Horário: 14h às 18h
  • Local: FECAP – Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado – Campus Liberdade ou online.
  • Formato: Híbrido

Inscrições e programação completa



Autor: Carlos EduardoAutor: Carlos Eduardo


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Brasil é o segundo país que mais pesquisa por descontos na Black Friday, com 387 mil buscas no Google – Jornal Contábil

Com o passar dos anos, sobretudo a partir do avanço da tecnologia, a Black Friday tornou-se um dos eventos comerciais mais aguardados pelos consumidores no mundo todo. Um estudo recente realizado pela Conversion, agência de SEO, conseguiu evidenciar quais itens são mais procurados nessa data e quais países buscam mais promoções em suas pesquisas.

De acordo com o levantamento, o Brasil encontra-se na segunda posição do ranking de países que mais pesquisaram por descontos na Black Friday no Google, considerando o período relativo aos últimos 12 meses, ficando atrás somente da França.

Esse dado, por sua vez, reforça a maturidade digital do consumidor brasileiro, sobretudo no que diz respeito à importância da internet como canal decisivo para essa data na busca por produtos e promoções.

Países que mais buscam por descontos na Black Friday

Conforme o estudo realizado pela Conversion, a França lidera em volume de buscas, com 440 mil pesquisas. O Brasil, nesse contexto, ocupa a segunda posição, com 387 mil buscas. Os Estados Unidos ficam em terceiro lugar, com cerca de 276 mil buscas.

Em seguida, temos Itália, Alemanha, Reino Unido e Espanha, com 260 mil, 206 mil, 159 mil e 122 mil, respectivamente. Esses números evidenciam que a Black Friday, com o passar do tempo, expande os mercados e a economia global em sua totalidade — de promoções em lojas físicas a transações virtuais no e-commerce.

Os itens mais buscados no Brasil: eletrônicos, eletrodomésticos e passagens aéreas

Os dados levantados pela Conversion também mostraram quais foram os itens mais procurados e que estão atrelados à busca por descontos nesse que deve ser o maior evento promocional do ano em escala global.

A lista dos produtos que mais despertam o interesse para a Black Friday inclui iPhone, geladeira, notebook, ar-condicionado, smartphone, PlayStation 5, passagens aéreas, air fryer, televisão e tênis. Percebe-se que se tratam de produtos com valor potencialmente elevado no restante do ano e que tendem a ter bons descontos na Black Friday.

Considerando esse cenário, é possível inferir que a posição elevada nas buscas e as preferências por itens estratégicos sugerem que o consumidor brasileiro, por exemplo, busca antecipar suas ações a partir de um processo de planejamento, dependendo menos, portanto, do impulso no momento de efetivamente realizar uma compra.

Qual a origem da Black Friday?

A Black Friday possui sua gênese nos Estados Unidos da América como um evento comercial que ocorria na sexta-feira seguinte ao feriado de Ação de Graças. No entanto, dado o grande fluxo de circulação de mercadorias, o evento acabou sendo apropriado pelo comércio global como uma data de grandes descontos no varejo e no e-commerce.

No Brasil, embora não seja feriado, o evento consolidou-se como um dos principais dias de promoção no calendário nacional. Para se ter noção, no ano passado, a edição de 2024 registrou um faturamento nominal de aproximadamente R$ 8 bilhões em vendas online — um avanço de 11% em relação a 2023, conforme dados compilados pela Neotrust Confi.

Para este ano, a previsão é que ocorra um faturamento recorde de R$ 13 bilhões no e-commerce, conforme a previsão da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). O evento de 2025 ocorrerá no dia 28 de novembro e promete ser ainda maior que seu antecessor.

Como conseguir um bom posicionamento na Black Friday?

Considerando o potencial econômico da Black Friday, para marcas e varejistas que buscam destaque, traçar estratégias consistentes para aproveitar o salto de buscas que antecede a data é uma excelente opção. Uma ação importante nesse contexto é investir em SEO, prática que otimiza a estrutura do site e o conteúdo para aumentar a visibilidade e melhorar o posicionamento orgânico nos resultados de busca — ação essencial nesse processo, pois permite que a marca seja encontrada pelos consumidores justamente quando estão pesquisando produtos ou serviços relevantes.

Ocorre que otimizar o conteúdo, as páginas de produtos e as categorias pode ser uma forma de capturar parte significativa do tráfego qualificado antes que o consumidor transite para outros marketplaces. Trata-se, portanto, de uma ótima forma de conversão.

No fim, a constatação de que o Brasil é o segundo país que mais busca por descontos na Black Friday nos mostra que existe, atualmente, um perfil de consumidor mais sofisticado e centrado, no sentido de procurar itens com alto índice de valor agregado por preços mais justos.

Para marcas e varejistas, traduzir esse evento em vendas exige, também, estratégia antecipada, conteúdo otimizado, presença orgânica forte e ofertas que realmente chamem a atenção dos consumidores.

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Black Friday 2025: como se preparar e aproveitar as oportunidades – Jornal Contábil

A Black Friday, consolidada como um dos picos de vendas mais significativos do calendário comercial, exige das empresas uma preparação estratégica minuciosa que transcende a simples aplicação de descontos. 

O sucesso nesse período é diretamente proporcional à qualidade do planejamento e da execução, transformando a data em uma oportunidade de crescimento sustentável e não apenas uma corrida por volume.

Grandes e pequenos comércios passam meses elaborando uma estratégia para conseguir atrair a atenção do público nessa época. Portanto, se você quer que o seu negócio online continue sendo competitivo, precisa saber como fazer um planejamento para a Black Friday.

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Black Friday: principais oportunidades 

A Black Friday consolidou-se no Brasil como o evento de compras mais aguardado pelos consumidores, representando uma injeção significativa no comércio anualmente. 

A magnitude da data é atestada pelo seu desempenho recente: somente em 2024, as vendas na última sexta-feira de novembro alcançaram aproximadamente R$ 4,27 bilhões, um crescimento de 8,4% em relação ao ano anterior, com mais de 20 milhões de produtos vendidos.

Embora categorias como celulares, móveis, eletrodomésticos, calçados e vestuário tradicionalmente liderem o volume de vendas, a data oferece oportunidades de negócio transversais para empreendedores de todos os nichos.

As principais oportunidades se manifestam em duas frentes estratégicas de tempo:

  1. Antecipação das Ofertas: As promoções não se restringem à sexta-feira. Tornou-se prática comum no varejo, especialmente nas lojas virtuais de diferentes portes, estender ou antecipar as ofertas para a “Black Week” (a semana que antecede a data), maximizando o período de faturamento.
  2. Extensão para a Cyber Monday: Para quem atua no setor de tecnologia e eletrônicos, a Black Friday se prolonga naturalmente até a Cyber Monday (a segunda-feira seguinte), dedicada a descontos em itens como smartphones e computadores.

Dessa forma, a Black Friday se estabeleceu como um período prolongado de alta demanda, e o sucesso em alavancar o faturamento do negócio depende fundamentalmente da preparação estratégica da empresa para essa janela de oportunidades expandida.

Dicas de como se preparar para a data

A seguir, vamos dar 3 dicas preciosas para se preparar para esta data que movimenta o comércio.

1. Planejamento Estratégico e Financeiro 

O alicerce para uma Black Friday bem-sucedida reside no planejamento iniciado com meses de antecedência. Isso implica, primeiramente, uma análise profunda dos dados de vendas e comportamento do consumidor de anos anteriores. É crucial identificar os produtos de alto giro, os que podem servir como “isca” e aqueles com estoque acumulado que podem se beneficiar de promoções mais agressivas.

Paralelamente, a saúde financeira da empresa deve ser protegida. A definição das ofertas precisa ser calibrada com extremo rigor, garantindo que os descontos sejam percebidos como reais pelo consumidor, mas sem comprometer a margem de lucro mínima. 

A prática de “maquiagem de preço” não apenas descredibiliza a marca, mas é facilmente detectável pelo consumidor atual. Portanto, o planejamento deve estabelecer metas claras e mensuráveis, como volume de vendas, taxa de conversão e aquisição de novos clientes, todas amparadas por uma projeção de fluxo de caixa que contemple o aumento de demanda e os custos logísticos.

2. Otimização da Infraestrutura e Logística

Um erro comum é concentrar toda a energia no marketing, negligenciando a capacidade operacional. A Black Friday impõe um estresse significativo tanto na infraestrutura tecnológica (e-commerce) quanto na logística de fulfillment. 

O site ou aplicativo deve ser testado rigorosamente para suportar picos de tráfego, garantindo velocidade de carregamento e um processo de checkout rápido e intuitivo para minimizar o abandono de carrinho.

Do ponto de vista logístico, o gerenciamento de estoque precisa ser preciso para evitar rupturas (falta de produto) e excessos. Negociar prazos e condições com fornecedores, além de diversificar e alinhar parcerias com transportadoras, são medidas essenciais para garantir que os prazos de entrega, uma preocupação primária do consumidor, sejam cumpridos. 

Uma falha na entrega ou no suporte pós-venda pode anular a satisfação gerada pelo desconto e prejudicar a reputação da marca a longo prazo.

3. Engajamento e experiência do cliente multicanal

A estratégia de comunicação deve começar antes do evento, construindo expectativa e capturando leads (potenciais clientes). Campanhas de e-mail marketing, criação de grupos VIP e o uso estratégico das redes sociais são fundamentais para segmentar o público e oferecer acesso antecipado ou descontos exclusivos, gerando um senso de urgência e valor.

No dia do evento, a equipe de atendimento deve estar devidamente treinada para lidar com o aumento de consultas e vendas, oferecendo respostas rápidas e precisas. 

A Black Friday não é apenas sobre vender mais, mas sobre iniciar um relacionamento duradouro. Portanto, a experiência do cliente, do primeiro clique na propaganda até o recebimento do produto e o eventual pós-venda, deve ser fluida e eficiente, convertendo o comprador ocasional do evento em um cliente fiel à marca.

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Pix automático passa a valer. Veja como funciona – Jornal Contábil

A partir desta segunda-feira, 13 de outubro, o Pix Automático já passa a vigorar. Essa nova funcionalidade opera de forma semelhante ao débito automático, permitindo que você cadastre pagamentos recorrentes de serviços e produtos diretamente pelo aplicativo do seu banco ou internet banking.

Os detalhes dessa evolução no sistema de pagamentos foram apresentados pelo Banco Central (BC).

O Pix é, sem dúvida, o meio de pagamento e transferência mais utilizado pelos brasileiros. Dados do BC revelam que, em abril deste ano, foram realizadas impressionantes 6,278 bilhões de transações Pix, enquanto no mesmo período, os brasileiros efetuaram 341 milhões de pagamentos via boleto.

Como é o seu funcionamento?

O Pix Automático é uma nova funcionalidade do Pix, criada pelo Banco Central para automatizar o pagamento de despesas recorrentes, oferecendo uma alternativa eficiente aos métodos tradicionais como débito automático e crédito.

Para o cidadão, o uso é simples: é necessário autorizar a operação apenas uma vez (por aplicativo, internet banking, leitura de QR Code ou Pix Copia e Cola). Após a autorização inicial, os pagamentos subsequentes vão ocorrer de forma automática.

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O grande diferencial é o controle oferecido ao pagador, que pode definir regras como:

  • Um limite máximo de valor para as cobranças.
  • A opção de uso de cheque especial em caso de saldo insuficiente.
  • A preferência por receber ou não as notificações de agendamento.

Já as empresas que desejam utilizar essa modalidade para recebimentos devem buscar informações e realizar a adesão junto ao seu gerente de conta ou diretamente na agência bancária.

Benefícios e segurança 

O Banco Central destaca que as principais vantagens do Pix Automático são a praticidade, a segurança e a inclusão financeira. Para pessoas físicas, o serviço será gratuito, enquanto as empresas poderão ser tarifadas de acordo com a política de suas instituições financeiras.

A expectativa é que a novidade contribua significativamente para a redução da inadimplência ao automatizar pagamentos. Além de ampliar o acesso a serviços financeiros, beneficiando empresas de todos os portes, governos e consumidores. As empresas terão acesso a uma base de mais de 160 milhões de usuários já cadastrados no Pix. O que pode reduzir custos operacionais e diversificar as opções de pagamento, especialmente para clientes que não usam cartões ou boletos.

Em termos de segurança, o BC garante que o Pix Automático manterá os mesmos padrões rigorosos do sistema tradicional, com criptografia, autenticação e rastreabilidade das transações. 

Em caso de problemas, os usuários poderão acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED) por meio de seus bancos. 

O Pix Automático pode ter uso para o pagamento de contas de água, luz, telefone, assinatura de serviços como internet, mensalidade de escolas, academias, serviços financeiros como seguros, entre outros.

Empresas podem vincular cobranças de produtos ou serviços com frequência semanal, mensal, trimestral, semestral ou anual.

O banco vai agendar o pagamento e notificar a quem paga a conta. Assim, será possível conferir no aplicativo da instituição financeira se está tudo certo — antes do dinheiro sair da conta.

No dia do pagamento, o banco passa o Pix conforme as regras definidas. Pronto.

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Abono salarial: lote extra será liberado nesta quarta (15). Quem tem direito? – Jornal Contábil

O Governo Federal anunciou a liberação de um lote extra do Abono Salarial PIS/Pasep, com o objetivo de complementar os pagamentos e assegurar o direito a mais de um milhão de trabalhadores. 

Este esforço financeiro, totalizando R$ 1,5 bilhão, destina-se a 1.640.201 beneficiários e representa uma importante injeção de recursos na economia, cujos valores estarão acessíveis até 29 de dezembro de 2025.

Desde o dia 5 de outubro já é possível consultar a Carteira de Trabalho Digital para verificar se estão incluídos neste lote. Neste ano, o programa recebeu um total de R$ 30 bilhões para o pagamento do benefício.

O lote extra foi criado para atender os trabalhadores que tiveram os dados enviados dentro do prazo excepcional estabelecido pela Resolução Codefat/MTE nº 1.013, de 2025. O pagamento beneficiará os trabalhadores do ano-base 2023 com direito ao Abono Salarial, cujos dados foram corretamente registrados pelos empregadores no eSocial até 20 de junho de 2025. Serão contemplados 1.640.201 trabalhadores, totalizando R$ 1.500.888.606,00.

Entre os beneficiários, 697.814 trabalhadores são de empresas privadas, vinculados ao PIS, e receberão o pagamento pela Caixa Econômica Federal. Já 942.387 são servidores públicos, vinculados ao PASEP, e receberão pelo Banco do Brasil. 

O valor do Abono Salarial varia de R$ 127,00 a R$ 1.518,00, de acordo com o número de meses trabalhados no ano-base 2023.

Em 2025, o pagamento do Abono Salarial referente ao ano-base 2023 teve início em 17 de fevereiro e seguirá disponível aos trabalhadores até o término do calendário, em 29 de dezembro.

Quem tem direito ao abono salarial?

Têm direito ao Abono Salarial os trabalhadores que atendem aos seguintes critérios:

  • Estar cadastrado no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos, contados a partir da data do primeiro vínculo;
  • Ter recebido, de empregadores que contribuem para o Programa de Integração Social (PIS) ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP), até dois salários-mínimos médios de remuneração mensal no período trabalhado;
  • Ter exercido atividade remunerada por, pelo menos, 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado;
  • Ter seus dados do ano-base 2023 corretamente informados pelo empregador no eSocial.

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Pagamento na Caixa

O pagamento do Abono Salarial na Caixa ocorrerá prioritariamente por crédito em conta Caixa, quando o trabalhador possuir conta corrente, conta poupança ou Conta Digital; ou por crédito via aplicativo CAIXA Tem, em conta poupança social digital, aberta automaticamente pela Caixa.

Para trabalhadores não correntistas, o pagamento poderá ser feito em agências, casas lotéricas, autoatendimento, CAIXA Aqui e demais canais de pagamento oferecidos pela Caixa.

Pagamento no Banco do Brasil

No Banco do Brasil, o pagamento do Abono Salarial será realizado prioritariamente por crédito em conta bancária, transferência via TED, via PIX ou presencialmente nas agências, para trabalhadores não correntistas e que não possuam PIX.

Informações adicionais podem ser solicitadas nos canais de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego e nas unidades das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego, bem como pelo telefone 158.

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Pix Automático torna-se obrigatório e promete facilitar a vida do MEI – Jornal Contábil

O Pix Automático, a nova modalidade de pagamento desenvolvida pelo Banco Central para substituir o débito automático tradicional e os boletos em cobranças recorrentes (como contas de consumo, mensalidades e assinaturas), entrou oficialmente em vigor e tornou-se obrigatório para todas as instituições financeiras que operam com Pix.

Funcionamento

O sistema funciona permitindo que o cliente autorize o débito periódico em sua conta uma única vez. Eliminando a necessidade de confirmações futuras a cada cobrança. 

Esse recurso promete simplificar a vida de microempreendedores individuais (MEI) e pequenas empresas, que agora podem oferecer cobrança automática de forma mais acessível, sem a necessidade de múltiplos convênios bancários, como ocorria no débito tradicional. 

Isso representa um avanço para negócios de menor porte, como academias, escolas e clubes de assinatura.

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Para o cliente, além da conveniência, a modalidade garante controle, permitindo definir periodicidade, valor máximo por transação e o cancelamento da autorização a qualquer momento. Estima-se que o Pix Automático beneficie também cerca de 60 milhões de brasileiros que não possuem cartão de crédito.

O processo de autorização é simples. O empreendedor envia um pedido; o cliente acessa a opção no aplicativo do banco, define as regras (periodicidade, valor fixo ou variável e limite máximo); e os débitos ocorrem automaticamente na data combinada.

O Pix Automático poderá ser usado para o pagamento de:

  • Contas de consumo (água, luz, telefone);
  • Mensalidades escolares e de academias;
  • Assinaturas digitais (streaming, música, jornais);
  • Clubes de assinatura e serviços recorrentes;
  • Serviços prestados por MEI e pequenas empresas.

Mais segurança

Visando a segurança, o Banco Central determinou regras rígidas, como a exigência de que somente empresas com mais de seis meses de atividade. Além de que com cadastro verificado pelas instituições financeiras possam oferecer o serviço. 

Por fim, o BC deu prazo até 1º de janeiro de 2026 para que todas as instituições financeiras se adaptem e migrem os contratos e autorizações de débitos vigentes para o novo padrão.

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Especialistas em Revisão Tributária Buscam Parceiros – Jornal Contábil

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Em um cenário tributário complexo, com mais de 50 tipos de impostos, a precisão na análise da folha de pagamento tornou-se um diferencial competitivo para contadores e empresas. Especialistas consolidaram-se ao identificar e recuperar tributos pagos a maior, com foco específico na revisão dos custos da folha de pagamento para empresas optantes pelo Lucro Real e pelo Lucro Presumido.

Da Complexidade Tributária à Certeza do Resultado

A missão dos especialistas vai ao encontro de uma necessidade latente do mercado: garantir que as empresas paguem os impostos devidos, “nem mais, nem menos”. Na prática, isso se traduz em uma atuação técnica que utiliza tecnologia proprietária para realizar uma auditoria detalhada na folha de pagamento, identificando inconsistências e ativos ocultos que impactam diretamente o custo das empresas.

“Atuamos com uma revisão tributária previdenciária aprofundada, que examina a folha de pagamento de ponta a ponta. Muitas vezes, as empresas, independentemente de estarem no Lucro Real ou Presumido, carregam há anos custos tributários que podem ser revertidos em fluxo de caixa imediato”, explica um dos fundadores.

O modelo de negócios foi construído para integrar, e não competir, com os escritórios de contabilidade. A estratégia de expansão nacional é fortemente alicerçada na criação de núcleos de parceiros.

A proposta para o contador é clara e vantajosa: agregar o serviço especializado à sua carteira de clientes sem nenhum custo. A remuneração do parceiro ocorre exclusivamente no êxito, ou seja, após a constatação e o resgate efetivo de valores para o seu cliente. Esse modelo compartilhado de resultados garante que os interesses estejam totalmente alinhados, oferecendo uma solução de alto valor ao cliente final sem risco financeiro para o contador.

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Uma Solução Concreta para um Mercado Complexo

O sucesso da parceria evidencia a existência de uma demanda real e recorrente. A constatação de que a grande maioria das empresas atendidas apresenta divergências tributárias na folha de pagamento mostra que a recuperação de créditos é uma necessidade generalizada.

A combinação de uma visão clara, tecnologia robusta e um modelo de parceria baseado no êxito mútuo posiciona os especialistas como um aliado estratégico para contadores que desejam oferecer soluções fiscais de alto impacto, fortalecendo a relação com seus clientes e melhorando a saúde financeira dos negócios que assessoram.

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Autor: Mariana FreitasAutor: Mariana Freitas


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Do roubo de certificados aos sequestros de dados: os golpes digitais que ameaçam negócios brasileiros – Jornal Contábil

Empresas brasileiras são cada vez mais alvos de fraudes e ataques digitais. Segundo pesquisa da Grant Thornton e da Opice Blum Advogados, 79% das empresas se sentem mais expostas a ataques cibernéticos, e 66,5% apontam a cibersegurança entre os cinco maiores riscos corporativos. Entre as vulnerabilidades mais citadas estão phishing (69%) e ransomware (67%), mas apenas 25% das empresas possuem algum tipo de seguro cibernético.
 

Ocorre que a transformação digital trouxe inúmeras oportunidades para empresas de todos os setores e portes, mas também abriu espaço para uma nova forma de criminalidade: as fraudes digitais. Segundo especialistas, nenhuma empresa está totalmente imune.
 

Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Contabilidade, alerta: “Os golpes digitais não escolhem tamanho, setor ou regime tributário. Empresas do Simples Nacional, do Lucro Presumido e do Lucro Real estão igualmente expostas. Qualquer organização que utilize sistemas digitais para transações fiscais, financeiras ou administrativas pode ser alvo.”
 

Os criminosos utilizam uma combinação de tecnologia avançada e engenharia social para acessar dados corporativos. “Uma das práticas mais comuns é a obtenção de certificados digitais de forma fraudulenta. Com esse certificado em mãos, os golpistas se passam por representantes legais da empresa, podendo abrir contas bancárias, solicitar restituições de tributos e até alterar informações fiscais sem que os gestores percebam imediatamente”, explica Domingos.
 

Outro mecanismo frequente é a manipulação de sistemas governamentais, como o e-CAC, o Portal do Simples Nacional ou outros sistemas de arrecadação. Denis Barroso, sócio da Barroso Advogados Associados, reforça: “Eles conseguem acessar a área da empresa e realizar ações que vão desde a retificação de declarações até a criação de novas empresas em nome dos sócios. O impacto é profundo: o empresário pode perder o controle total sobre os ativos e assumir responsabilidades legais por ações que não cometeu.”
 

Além disso, quadrilhas oferecem serviços fraudulentos disfarçados de consultoria tributária. “Muitos empresários recebem propostas para recuperação de créditos de PIS e Cofins que nunca existiram. Na verdade, são golpes que alteram indevidamente a natureza da receita bruta da empresa, permitindo a solicitação de restituições ilegítimas”, acrescenta Barroso.
 

Consequências das fraudes digitais

Os efeitos de um ataque digital podem ser devastadores e atingir diversos aspectos do negócio:

  • Financeiro: multas, restituições indevidas e prejuízos com transações fraudulentas podem comprometer o fluxo de caixa da empresa. “É comum que os valores desviados só sejam percebidos meses depois, quando a investigação já se tornou complexa e onerosa”, afirma Barroso.
  • Tributário: empresas podem ter problemas com o fisco, desde penalidades financeiras até questionamentos legais sobre declarações retificadas sem autorização.
  • Reputacional: uma fraude digital pode manchar a imagem da empresa no mercado, afastando clientes, investidores e parceiros estratégicos. “A confiança perdida é difícil de recuperar. Em muitos casos, empresas bem-sucedidas sofrem danos de reputação que podem levar anos para serem revertidos”, explica Domingos.
  • Operacional: o comprometimento de sistemas internos pode afetar processos críticos, desde a emissão de notas fiscais até a gestão de pagamentos, criando um efeito dominó em toda a operação.

Medidas de proteção essenciais

Especialistas apontam que a prevenção é o caminho mais eficaz para reduzir riscos. Denis Barroso recomenda algumas diretrizes fundamentais:

  • Segurança em certificados digitais: Nunca compartilhe senhas ou certificados digitais com terceiros. Se houver necessidade de procuração, ela deve ser formalizada com poderes claramente especificados e limitados.
  • Monitoramento constante: As empresas precisam acompanhar movimentações suspeitas em sistemas governamentais e bancários. É importante monitorar todas as notificações, pois muitas vezes os golpistas tentam cancelar alertas para agir sem serem detectados.
  • Regularidade fiscal: manter certidões e declarações atualizadas ajuda a identificar inconsistências e fraudes em tempo hábil.

Paulo Lima, sócio da Witec It Solutions, ressalta que a infraestrutura de segurança digital é outro pilar essencial. “Firewalls de próxima geração, UTMs, filtros de DNS inteligentes e proteção de endpoints são fundamentais. Essas ferramentas permitem bloquear ataques antes que causem danos significativos. Mas tecnologia sozinha não basta; ela precisa ser combinada com treinamento constante das equipes.”
 

Treinamento e conscientização

“O maior risco está na interação humana com os sistemas digitais”, explica Lima. Ele recomenda programas contínuos de capacitação:

  • Identificação de phishing: “Treine funcionários para reconhecer e-mails suspeitos e mensagens fraudulentas. Simulações periódicas ajudam a reduzir o risco de falhas humanas.”
  • Gestão de senhas: “Senhas fortes e exclusivas para cada plataforma são essenciais. O uso de gerenciadores de senhas corporativos é recomendado.”
  • Proteção de dados sensíveis: “Todos os colaboradores devem entender a importância da confidencialidade de dados financeiros, fiscais e de clientes.”

Seguros cibernéticos

Considerar a contratação de um seguro cibernético também pode ser uma estratégia eficaz para minimizar prejuízos em caso de incidentes. “As apólices podem incluir coberturas essenciais, como proteção contra restituições indevidas e custos relacionados à investigação de fraudes,” orienta Cristina Camillo, especialista em seguros da Camillo Seguros. Essas coberturas podem ser decisivas para a recuperação financeira e a continuidade das operações.

Embora o seguro cibernético seja uma recomendação válida, a cobertura deve ser detalhada para incluir riscos de engenharia social, fraudes fiscais e recuperação de dados, além de incidentes de ransomware. Isso evita uma falsa expectativa sobre a cobertura, já que algumas apólices excluem fraudes baseadas em credenciais comprometidas ou engenharia social. 
 

“Vivemos em um cenário em que a digitalização trouxe grandes oportunidades, mas também desafios inéditos”, conclui Domingos. “Nenhuma empresa está imune. A proteção exige um conjunto integrado de tecnologia, treinamento e monitoramento contínuo. Aquelas que negligenciam a segurança digital não apenas colocam seu patrimônio em risco, mas também a própria continuidade do negócio.”

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Especialista em revisão tributária na folha, Grupo AG Capital expande rede de parceiros e projeta R$ 220 mi em faturamento – Jornal Contábil

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Em um cenário tributário complexo, com mais de 50 tipos de impostos, a precisão na análise da folha de pagamento tornou-se um diferencial competitivo para contadores e empresas. Especializada nesse segmento, a Grupo AG Capital, primeira TaxTech do Brasil, consolidou-se ao identificar e recuperar tributos pagos a maior, com foco específico na revisão dos custos da folha de pagamento para empresas optantes pelo Lucro Real e pelo Lucro Presumido.

A empresa, que já resgatou R$ 7 bilhões para mais de 10 mil clientes, projeta um faturamento de R$ 220 milhões em 2025. Para impulsionar essa trajetória, um dos principais vetores de crescimento é a expansão de seus núcleos de parceiros por todo o país, um modelo que prioriza a colaboração com contadores sem qualquer custo inicial.

Da Complexidade Tributária à Certeza do Resultado

A missão da empresa, fundada em 2010, vai ao encontro de uma necessidade latente do mercado: garantir que as empresas paguem os impostos devidos, “nem mais, nem menos”. Na prática, isso se traduz em uma atuação técnica que utiliza tecnologia proprietária para realizar uma auditoria detalhada na folha de pagamento, identificando inconsistências e ativos ocultos que impactam diretamente o custo das empresas.

“Atuamos com uma revisão tributária previdenciária aprofundada, que examina a folha de pagamento de ponta a ponta. Muitas vezes, as empresas, independentemente de estarem no Lucro Real ou Presumido, carregam há anos custos tributários que podem ser revertidos em fluxo de caixa imediato”, explica o fundador e CEO, Arnaldo Glavam Jr.

O modelo de negócios do Grupo AG Capital foi construído para integrar, e não competir, com os escritórios de contabilidade. A estratégia de expansão nacional, que hoje conta com 13 unidades e planeja chegar a 25, é fortemente alicerçada na criação de núcleos de parceiros.

A proposta para o contador é clara e vantajosa: agregar o serviço especializado da AG à sua carteira de clientes sem nenhum custo. A remuneração do parceiro ocorre exclusivamente no êxito, ou seja, após a constatação e o resgate efetivo de valores para o seu cliente. Esse modelo compartilhado de resultados garante que os interesses estejam totalmente alinhados, oferecendo uma solução de alto valor ao cliente final sem risco financeiro para o contador.

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Uma Solução Concreta para um Mercado Complexo

O sucesso do Grupo AG Capital evidencia a existência de uma demanda real e recorrente. A constatação de que 99% das empresas atendidas apresentam divergências tributárias na folha de pagamento mostra que a recuperação de créditos é uma necessidade generalizada.

Com uma holding que controla as empresas AG (a carro-chefe), AG Tax e Agnes Sistema, o grupo estrutura-se para oferecer suporte técnico e tecnológico robusto aos seus parceiros. A combinação de uma visão clara, tecnologia robusta e um modelo de parceria baseado no êxito mútuo posiciona a primeira TaxTech do Brasil como um aliado estratégico para contadores que desejam oferecer soluções fiscais de alto impacto, fortalecendo a relação com seus clientes e melhorando a saúde financeira dos negócios que assessoram.

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