Estratégias de marketing com brindes para Outubro Rosa: como engajar colaboradores, fortalecer a marca e medir ROI – Jornal Contábil

O Outubro Rosa consolidou-se como uma das principais pautas socioempresariais do calendário corporativo brasileiro.

Mais do que iluminar prédios e vestir a cor rosa, a data convida as empresas a investirem em comunicação responsável, políticas internas de cuidado e projetos de engajamento com colaboradores, clientes e comunidade. 

Nesse contexto, os brindes corporativos personalizados assumem papel estratégico: aproximam a marca das pessoas, tangibilizam a mensagem da campanha e garantem presença cotidiana do propósito.

Este artigo traz um guia completo para lideranças e áreas de Marketing, RH e ESG que desejam estruturar estratégias de marketing com brindes para Outubro Rosa com foco em resultado, reputação e governança — desde a definição do objetivo até a mensuração do impacto. 

Ao longo do conteúdo, você encontrará seis links úteis, cada um ancorado por palavras-chave de cauda longa que aprofundam o tema e direcionam para soluções práticas.

1) Por que o Outubro Rosa é uma pauta de negócio (e não só de comunicação)

Para além da conscientização em saúde, o Outubro Rosa toca questões centrais da gestão moderna:

  • Cultura e employer branding: programas internos de prevenção e acolhimento impactam diretamente clima organizacional e atração/retenção de talentos.
  • ESG e governança: iniciativas consistentes, com KPI e prestação de contas, reforçam o “S” (Social) e o “G” (Governance).
  • Marketing e reputação: consumidores valorizam marcas alinhadas a causas reais; ações coerentes ampliam preferência e lembrança.
  • Relações com a comunidade: parcerias com entidades locais e eventos abertos mostram compromisso e geram impacto social mensurável.

Para sustentar a perenidade da pauta, as empresas precisam sair do simbolismo e migrar para programas estruturados — e os brindes, quando bem utilizados, funcionam como alavancas de engajamento, não como fim em si mesmos.

2) O papel estratégico dos brindes (engajamento, lembrança e recorrência)

Brindes corporativos bem planejados cumprem três funções:

  1. Engajamento imediato: ativam a participação (usar, fotografar, compartilhar).
  2. Lembrança estendida: permanecem no cotidiano (no escritório, na bolsa, na academia).
  3. Recorrência de mensagem: a cada uso, reforçam a causa e a marca.

A diferença entre um brinde “legal” e um brinde estratégico está no alinhamento entre objetivo, público, contexto de uso e mensagem. O item certo, na hora certa, com personalização correta, multiplica resultados.

Dica: Quando sua campanha incluir ações externas (caminhadas, palestras, mutirões), considere montar um mix de itens úteis e fotogênicos, ampliando alcance orgânico nas redes.

3) Mix de itens por objetivo (e como conectar cada um à narrativa da campanha)

3.1 Conscientização ampla (público interno + comunidade)

  • Squeezes e copos: remetem a saúde e cuidado; elevados índices de uso.
  • Camisetas: uniformizam participação em eventos; geram foto e hashtag.
  • Ecobags: úteis, sustentáveis e excelentes para ações de rua/feiras.

Para quem busca inspiração curada para a data, conheça um portfólio completo em estratégias de marketing com brindes para Outubro Rosa nas empresas.

3.2 Sustentabilidade e ESG

Se a empresa quer reforçar seu compromisso com o “S” e também com o “E”, inclua opções com materiais reciclados ou de menor impacto ambiental. Uma boa referência de soluções está em brindes ecológicos sustentáveis para fortalecer a marca e as metas de ESG — combinam narrativa de cuidado (Outubro Rosa) com responsabilidade ambiental, ampliando a coerência da campanha.

3.3 Organização e produtividade para times

Para ações focadas no dia a dia das equipes, itens de escritório elevam a adesão:

  • Agendas: facilitam planejamento de consultas, exames e check-ups. Verifique opções e personalizações em agendas personalizadas corporativas para gestão e fidelização de clientes.
  • Cadernos: ótimos para treinamentos, anotações de workshops e trilhas de aprendizagem. Veja ideias em cadernos personalizados para ações de marketing local e educação corporativa.
  • Moleskines: elevam o posicionamento em encontros com executivos, conselhos e parceiros. Explore em moleskine personalizado para executivos e eventos corporativos de alto nível.

3.4 Unificação e escalabilidade do fornecedor

Quando a campanha cresce (multiunidades, filiais, roadshows), centralizar o fornecimento simplifica orçamento, prazos e padronização. Consulte um parceiro nacional em onde encontrar brindes personalizados de qualidade com entrega em todo o Brasil.

4) Arquitetura da campanha: do objetivo à mensuração (framework prático)

Uma boa campanha de Outubro Rosa com brindes passa por 7 decisões:

  1. Objetivo principal
    • Conscientização interna? Engajamento externo? Reputação institucional? Captação para entidades parceiras?
  2. Público e contexto de uso
    • Escritório, campo, evento, varejo, saúde, indústria — a rotina dita o item.
  3. Mensagem central + tom
    • Educativo, inspiracional, institucional, técnico – escolha um eixo e mantenha consistência.
  4. Mix de produtos e personalização
    • Quantidade vs. qualidade; itens hero (foto/hashtag) + itens utilitários (uso recorrente).
  5. Canais e ativações
    • Endomarketing, redes sociais, imprensa regional, parcerias com hospitais/ONGs.
  6. Compliance e governança
    • Políticas internas (uso de marca, diversidade, inclusão), contratos e notas fiscais, doações e prestação de contas.
  7. Medição e reporte
    • KPIs de alcance, participação, satisfação e reputação; relatório final para diretoria e stakeholders.

5) Ativações que funcionam (combinando físico + digital)

5.1 Endomarketing com rituais semanais

  • Segunda do cuidado: lembrete no e-mail + distribuição de um item pequeno (ex.: botton/pulseira).
  • Quarta do conhecimento: micro-palestra com especialista e caderno para anotações (link acima).
  • Sexta rosa: dress code + camiseta temática para fotos em equipe.

5.2 Eventos com propósito

  • Caminhada/corrida corporativa (squeeze + camiseta): estimula saúde, rende mídia espontânea e conteúdo UGC.
  • Feiras locais/parcerias com clínicas (ecobags + folhetos): aproxima a marca da comunidade.
  • Roadshow multiunidades (moleskine + palestra executiva): posiciona a liderança e dissemina boas práticas.

5.3 Social media e advocacy

  • Hashtag proprietária, sorteio responsável, QR Code nos brindes levando a conteúdo educativo (autoexame, calendário de exames, rede de apoio).

6) Orçamento e custo total (TCO) da ação

Planeje além do custo unitário dos itens:

  • Criação e arte (coerência visual com a campanha);
  • Personalização (serigrafia, DTF, bordado, UV, gravação a laser);
  • Logística (envio por filiais, prazos, armazenagem);
  • Ativações (palestras, mídia local, fotografia);
  • Mensuração (formulários de feedback, relatório final).

Ao centralizar com um fornecedor nacional (ver onde encontrar brindes personalizados de qualidade com entrega em todo o Brasil), você reduz retrabalho, antecipa gargalos e mantém padrão.

7) Checklists rápidos para não esquecer nada

7.1 Brief da campanha (1 página)

  • Objetivo, público, tom, mensagem, cronograma, responsáveis e KPIs.

7.2 Ficha técnica dos itens

  • Materiais, cor, área de impressão, técnica de personalização, prazos, amostra aprovada.

7.3 Pacote de comunicação

  • Key visual, manual de uso de marca, textos base, hashtag, guia de fotos.

7.4 Operação & Governança

  • Contratos, NF, política de doação/patrocínio, LGPD (cadastros, sorteios).

8) Métricas, KPIs e prova de valor (ROI reputacional e de engajamento)

Alguns indicadores objetivos para seu dashboard:

  • Alcance: número de colaboradores participantes, público de eventos, impressões em redes sociais.
  • Engajamento: taxa de uso dos itens (observação/fotos), postagens com hashtag, menções espontâneas.
  • Satisfação: NPS interno da campanha, pesquisa rápida de utilidade dos brindes.
  • Reputação: matérias na imprensa local/setorial, depoimentos de parceiros, percepção de coerência (ESG).
  • Eficiência: custo por participante, SLA de entrega, índice de avarias/devoluções.

Como transformar dado em narrativa: compare KPIs com metas do briefing e destaque aprendizados (o que repetir/expandir no próximo ano).

9) Exemplos de roteiros de kits (por perfil de ação)

9.1 Kit “Evento Comunidade”

  • Camiseta + squeeze + ecobag + folheto educativo com QR Code.
  • Complemento digital: guia de prevenção + hashtag corporativa.
  • Referência de curadoria: estratégias de marketing com brindes para Outubro Rosa nas empresas.

9.2 Kit “Produtividade & Saúde”

  • Agenda (marcar consultas/exames) + caderno (anotações de palestras) + marcador de página com calendário de cuidados.
  • Explore opções em agendas personalizadas corporativas para gestão e fidelização de clientes e cadernos personalizados para ações de marketing local e educação corporativa.

9.3 Kit “Alta Gestão & Conselho”

  • Moleskine + caneta premium + cartão institucional com compromisso ESG.
  • Veja ideias em moleskine personalizado para executivos e eventos corporativos de alto nível.

9.4 Kit “ESG Integrado”

  • Ecobag RPET + squeeze sem BPA + caderno reciclado.
  • Para integrar a narrativa ambiental à campanha, consulte brindes ecológicos sustentáveis para fortalecer a marca e as metas de ESG.

10) Perguntas frequentes (FAQ)

1. Como evitar o “pinkwashing” (ação meramente cosmética)?
Defina propósito e indicadores desde o início, contribua com instituições sérias e reporte resultados. Coerência > volume.

2. Brinde de baixo custo funciona?
Sim, quando útil e bem contextualizado (ex.: pulseira/botton + calendário de cuidados com QR Code).

3. O que escolher para públicos híbridos (escritório e campo)?
Misture um item de uso diário (ecobag/squeeze) com um item de produtividade (caderno/agenda).

4. Como alinhar Outubro Rosa e ESG?
Inclua itens reciclados/recicláveis e comunique rastreabilidade. Veja brindes ecológicos sustentáveis para fortalecer a marca e as metas de ESG.

5. Como padronizar em empresas com várias filiais?
Centralize catálogo, arte e logística com um parceiro nacional (consulte onde encontrar brindes personalizados de qualidade com entrega em todo o Brasil).

6. Itens para gestores e relações institucionais?
Priorize moleskine personalizado para executivos e eventos corporativos de alto nível — reforça posicionamento e é muito bem-aceito.

7. Como conectar a campanha ao dia a dia das equipes?
Agendas/cadernos aumentam a aderência às rotinas. Veja agendas personalizadas corporativas para gestão e fidelização de clientes e cadernos personalizados para ações de marketing local e educação corporativa.

8. Onde encontrar curadoria específica para a data?
Confira referências em estratégias de marketing com brindes para Outubro Rosa nas empresas.

Conclusão e próximos passos

Campanhas sólidas de Outubro Rosa combinam propósito, planejamento e mensuração. Brindes não substituem a mensagem — amplificam. Ao conectar o item certo ao público certo, sua empresa transforma a causa em experiência viva: engaja colaboradores, fortalece reputação e gera valor social real.

Para montar seu projeto com eficiência operacional e coerência de marca, explore:

  • Portfólio dedicado à campanha: estratégias de marketing com brindes para Outubro Rosa nas empresas.
  • Linha ambientalmente responsável: brindes ecológicos sustentáveis para fortalecer a marca e as metas de ESG.
  • Itens de produtividade para rotinas e programas internos:
    agendas personalizadas corporativas para gestão e fidelização de clientes e
    cadernos personalizados para ações de marketing local e educação corporativa.
  • Opções premium para alta gestão: moleskine personalizado para executivos e eventos corporativos de alto nível.
  • Operação centralizada com cobertura nacional: onde encontrar brindes personalizados de qualidade com entrega em todo o Brasil.

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Serasa realiza um dia de negociações de dívidas e descontos de até 99% – Jornal Contábil

Nesta terça-feira, dia 09 de setembro, consumidores terão uma oportunidade única para limpar o nome: cerca de 10 milhões de dívidas poderão ser negociadas em mais de 6 mil agências dos Correios em todo o país, com descontos que chegam a 99%.

A ação, promovida pela plataforma Serasa Limpa Nome em parceria com os Correios, será válida apenas por um dia.

De acordo com a estatal, a iniciativa reúne mais de 1,6 mil empresas participantes, entre elas grandes bancos, varejistas, financeiras, securitizadoras e concessionárias de serviços básicos, como água, luz e gás.

Segundo a Serasa, mais de 2,3 milhões de brasileiros podem se beneficiar dos descontos máximos.

Leia também:

Como negociar suas dívidas

Somente entre janeiro e julho deste ano, foram registrados mais de 672 mil acordos com 99% de desconto, um aumento de quase 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

Além do atendimento presencial nas agências dos Correios — que cobram R$ 4,60 por acordo realizado e R$ 3,30 para reimpressão de boletos —, os consumidores também podem negociar pelos canais digitais da Serasa:

Passo a passo da negociação digital:

  1. Baixe o aplicativo da Serasa e faça login com CPF e cadastro.
  2. Escolha a oferta de renegociação disponível para sua dívida.
  3. Revise e conclua o acordo, definindo forma de pagamento (boleto ou Pix).
  4. Efetue o pagamento conforme as condições escolhidas.

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Câmara aprova prazo de dois anos para ex-sócio responder por dívidas trabalhistas – Jornal Contábil

A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2884/24, que estabelece prazo máximo de dois anos para que ex-sócios respondam subsidiariamente por dívidas trabalhistas de suas antigas empresas. 

A medida altera dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Objetivo da proposta

Conforme explicou a deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), autora da proposta, o objetivo é esclarecer que o prazo de dois anos não se refere apenas ao ajuizamento da ação, mas também ao início da cobrança contra o antigo sócio. “O ajuizamento de ação contra a empresa no período de até dois anos não justifica redirecionar a execução futura ao ex-sócio”, argumentou a parlamentar.

O relator André Figueiredo (PDT-CE) emitiu parecer favorável ao projeto sem modificações. Segundo o deputado, “a proposta traz clareza ao delimitar que a responsabilidade do sócio retirante se restringe às execuções redirecionadas até dois anos após a averbação de sua saída, afastando a equivocada possibilidade de responsabilização perpétua”.

Leia também:

Exceções e próximos passos

O texto prevê que, em casos de fraude na alteração do contrato social, o ex-sócio continuará respondendo solidariamente com os demais sócios. 

A proposta seguirá para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania em caráter conclusivo. Para se tornar lei, o projeto deve ser aprovado tanto pela Câmara quanto pelo Senado.

Fonte: Agência Câmara de Notícias



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Como aumentar o lucro contábil de sua empresa? – Jornal Contábil

A busca por maior rentabilidade é um objetivo central para qualquer negócio. O lucro contábil, que representa o resultado financeiro apurado após a dedução de todas as despesas e custos da receita total, é o principal indicador da saúde financeira de uma empresa.

 Aumentar esse valor não se resume a apenas vender mais; é um processo estratégico que envolve a otimização de custos, a eficiência operacional e a gestão inteligente de recursos. Para alcançar esse resultado, é fundamental adotar uma abordagem multifacetada, analisando tanto o fluxo de receitas quanto a estrutura de gastos.

Para quem é dono de um negócio, um dos objetivos principais é obter o maior lucro possível. Pode parecer um conceito simples e de conhecimento geral, mas entender o que é realmente o lucro de uma empresa e o que é apenas faturamento ou receita, faz muita diferença no final do mês.

O lucro contábil é um dentre outros “tipos de lucro” que toda empresa deve prestar atenção.  Afinal, para se sustentar ao longo do tempo, todo negócio precisa ser lucrativo.

Em economia, lucro quer dizer todo e qualquer ganho auferido em uma operação comercial ou atividade econômica.

Mas afinal, o que é lucro contábil, para que serve e como deve ser analisado? Para saber mais, acompanhe os tópicos a seguir.

O que é Lucro contábil

O lucro contábil é o resultado da diferença entre o total de receitas e os gastos explícitos de uma empresa em determinado período. 

Trata-se de um lucro apurado segundo o regime de competência, ou seja, quando os fatos contábeis são gerados.

Por gastos explícitos entende-se custos e despesas correntes de uma empresa, como folha de pagamento, aluguel da loja, contas de água e luz etc.

O lucro contábil, quando medido em percentual (margem de lucro), transforma-se em um importante indicador, usado, por exemplo, para avaliar o desempenho de um negócio. 

Leia também:

A importância do lucro contábil

A apuração do lucro contábil é essencial à administração, tanto do ponto de vista de gestão quanto fiscal e tributário.

No seu escritório de contabilidade, você precisa apurar periodicamente o lucro contábil para acompanhar a saúde financeira e a performance do negócio.

A partir do lucro contábil, você consegue elaborar planos e metas, tomar decisões sobre redução de despesas ou avaliar a possibilidade de fazer novos investimentos. O mesmo vale para seus clientes. 

Ao ajudá-los a apurar o lucro contábil, você fornece uma informação que, combinada a outros indicadores-chave, cria uma base de dados para decisões muito mais assertivas. 

Além do mais, para clientes optantes pelo regime tributário Lucro Real, o lucro contábil é o ponto de partida para descobrir a base de cálculo para aplicação das alíquotas tributárias.

Diferença entre lucro e faturamento

Faturamento é o valor total que a empresa recebe com uma venda realizada, seja de produto ou de serviço. É importante entender que esse valor não tem nenhum desconto, ele é totalmente todos os valores gerados a partir de uma venda.

Enquanto isso, o lucro é o faturamento menos os gastos que foram necessários para vender, sejam eles custos, despesas ou impostos.

Como apurar e analisar o lucro contábil

A apuração do lucro contábil segue a lógica de uma fórmula simples:

  • Lucro contábil = receitas − gastos explícitos​.

Na Demonstração de Resultados de Exercício (DRE), o lucro aparece na última linha, após descontados os custos com produtos vendidos, despesas administrativas, com vendas, etc.

Ao analisar o lucro contábil medido em percentual como indicador de desempenho, é importante observar as referências históricas. 

Assim, é possível verificar se o lucro está em tendência de alta, estável ou em tendência de baixa.  Importante também analisar o lucro em conjunto com outros indicadores, como faturamento, ponto de equilíbrio, ticket médio, dentre outros.

Dicas para aumentar seu lucro contábil

Você pode aumentar o lucro contábil do seu escritório basicamente de duas maneiras: Faturando mais e gastando menos.

Com a ajuda da tecnologia, planejamento e organização é possível combinar as duas estratégias, assim:

  • Amplie a oferta de serviços;
  • Adote a contabilidade consultiva;
  • Terceirize rotinas;
  • Tenha um atendimento diferenciado;
  • Invista no marketing digital da sua empresa;
  • Invista em tecnologia;
  • Tenha um planejamento estratégico definido.

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DTTA: obrigação do 2° semestre/25 vence neste mês de setembro – Jornal Contábil

A Declaração de Transferência de Titularidade de Ações (DTTA) é um documento legal que formaliza a transferência de propriedade de ações de uma pessoa para outra. 

Essa transferência pode ocorrer por diversas razões, como a venda de ações, doação, herança ou fusão de empresas. A DTTA é essencial para garantir a segurança jurídica das partes envolvidas e para que a transferência seja reconhecida perante a lei.

A DTTA é uma obrigação que deve ser transmitida semestralmente por entidades encarregadas do registro de transferência de ações.  O seu não envio pode gerar multa.

Acompanhe a leitura e saiba o que é e como funciona a DTTA.

O que é a DTTA?

É dever do contador conhecer, saber como elaborar e transmitir diferentes tipos de obrigações acessórias, a DTTA mesmo não sendo uma das mais conhecidas, é uma declaração que os profissionais de contabilidade precisam conhecer.

Nesta declaração devem ser informadas as hipóteses em que o alienante deixar de exibir o DARF que comprove o pagamento do imposto de renda sobre o ganho de capital incidente na alienação das ações, ou declaração de inexistência de imposto devido em até 15 dias após vencido o prazo legal para seu pagamento.

Prazo de envio da DTTA

A DTTA deverá ser transmitida a cada seis meses à Receita Federal até o último dia útil de março e setembro, respectivamente, em relação aos semestres imediatamente anteriores.

No segundo semestre de 2025 o prazo para envio desta declaração vai até o dia 30 de setembro. Lembrando que deve conter informações relativas de janeiro a junho de 2025.

Leia também:

Quem deve transmitir a DTTA?

Como citamos no primeiro parágrafo, são obrigadas a enviar a DTTA as entidades encarregadas do registro de transferência de ações.

Veja o que são essas entidades para lei:

  • Companhia emissora das ações, quando a própria companhia mantém o livro de “Transferência de Ações Nominativas”;
  • Instituição autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a manter serviços de ações escriturais. Quando contratada pela companhia emissora para manutenção do livro de “Transferência de Ações Nominativas”;
  • Instituição que recebe a ordem de transferência do investidor, no caso de ações depositadas em custódia fungível.

Enfim, todas as pessoas jurídicas que se enquadrem nos requisitos que citamos acima são consideradas entidades encarregadas do registro de transferência de ações e deverão enviar semestralmente à DTTA.

A empresa que estiver obrigada a enviar e não realizar o envio no prazo correto será multada, as entidades obrigadas devem transmitir essa obrigação duas vezes por ano, e caso enviem após o prazo, deverão pagar a Multa por Atraso na Entrega de Declaração (MAED).

Como enviar a DTTA

  • Baixe o programa (PGD) no site da Receita e preencha as informações que devem ser declaradas à RFBl.
  • Após o preenchimento, grave a declaração e envie à Receita Federal utilizando o programa ReceitaNet.
  • O ReceitaNet valida e transmite, via Internet, as declarações de impostos e contribuições federais de pessoas físicas e jurídicas. Os arquivos podem ser transmitidos diariamente das 05 à 01 hora da manhã do dia seguinte (20 horas diárias).

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CNC se posiciona contra a 8ª Proposta de Súmula. Aumento de carga tributária do CARF – Jornal Contábil

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) manifestou grande preocupação com a 8ª Proposta de Súmula que será analisada pela 3ª Turma da Câmara Superior de Recursos Fiscais (CSRF) nesta sexta-feira, 5 de agosto. O texto em discussão estabelece que empresas do comércio não possam usar créditos de PIS e Cofins em determinadas situações, limitando um direito já reconhecido pelo Judiciário.

A medida teria impacto direto sobre o setor, elevando a carga efetiva de impostos das empresas sem trazer ganhos proporcionais para o governo. “A aprovação dessa súmula imporia um aumento artificial da alíquota efetiva das empresas comerciais, sem benefício proporcional ao Erário e com alto potencial de judicialização. Seria um retrocesso frente aos princípios de segurança jurídica e justiça fiscal”, analisa o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.

Por essas razões, a entidade defende que a proposta de súmula seja rejeitada, de forma a manter a coerência ao entendimento do Superior Tribunal de Justiça e garantir que cada caso seja analisado individualmente. Para a CNC, essa é a melhor forma de assegurar o pleno desenvolvimento do setor e evitar que a transição para o novo sistema tributário seja marcada por uma avalanche de disputas nos tribunais.

Leia também:

Os principais riscos da súmula apontados pela CNC

  • Aumento de custos: o setor arcaria com um ônus bilionário, o que poderia pressionar preços, investimentos e empregos.
  • Judicialização: a súmula criaria mais disputas na Justiça, em vez de trazer clareza e eficiência ao contencioso administrativo.
  • Insegurança jurídica: a restrição ao uso de créditos enfraqueceria a transição para a nova Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), prevista na Reforma Tributária.
  • Baixo impacto fiscal: na prática, a medida não aumentaria a arrecadação líquida do governo, já que o crescimento da litigiosidade tenderia a neutralizar possíveis ganhos.

O que diz a atual jurisprudência

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já definiu que o conceito de “insumo” para PIS e Cofins deve considerar a essencialidade e a relevância de cada gasto para a atividade da empresa. Esse entendimento abriu caminho para que o próprio CARF reconhecesse, em decisões recentes, créditos em despesas de publicidade, marketing digital e manutenção de plataformas eletrônicas, considerados essenciais para o comércio.

Fonte: CNC

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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CFC lança pesquisa para atualizar o Perfil do Profissional de Contabilidade – Jornal Contábil

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC), em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), iniciou a pesquisa Perfil do Profissional da Contabilidade – Edição 2025. O estudo busca traçar um panorama completo sobre os contadores e técnicos em contabilidade registrados no Sistema CFC/CRCs.

Essa iniciativa é crucial para que a gestão do Sistema CFC/CRCs possa entender melhor a realidade da categoria, alinhando suas ações e políticas às necessidades e expectativas dos profissionais. A participação na pesquisa é voluntária, anônima e fundamental para a construção de um retrato fiel da profissão no Brasil.

Leia também:

Questionário

O questionário, que leva entre 15 e 20 minutos para ser preenchido, é dinâmico e se adapta às respostas do participante. Ele aborda diversos tópicos, incluindo:

  • Vínculo com o Sistema CFC/CRCs e informações pessoais.
  • Uso de tecnologia na rotina profissional.
  • Elaboração de relatórios de sustentabilidade.
  • Desafios e oportunidades da profissão.

É importante ressaltar que a pesquisa não é um teste de conhecimento técnico. O objetivo é compreender como os profissionais enfrentam os desafios diários da contabilidade. Todas as informações coletadas são tratadas de forma estatística, garantindo a privacidade de cada participante.

Os resultados consolidados serão divulgados no portal do CFC e servirão de base para a criação de estratégias que fortaleçam e valorizem a classe contábil. Quem quiser  participar: Clique aqui e responda à pesquisa.

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Qual o futuro da contabilidade e o que você precisa saber para se destacar – Jornal Contábil

Neste mês de setembro, comemora-se o Dia do Contador. Num mercado tão competitivo e cheio de cobranças, como fazer para se destacar? Qual o futuro desta profissão, frente a Reforma Tributária?

O mercado contábil está sempre em constante evolução. Cada ano que passa, várias tendências moldam a forma como os contadores fazem negócios e atendem seus clientes.

Desde a revolução que a inteligência artificial tem gerado em diversos segmentos, afetando diretamente a capacidade e recursos de pequenas a grandes empresas, até mesmo condições específicas que surgem a partir de iniciativas públicas ou privadas, o mercado de contabilidade está a todo vapor.

As tendências na contabilidade para os próximos anos são amplas e trazem impactos significativos, uma vez que as inovações tecnológicas oferecem oportunidades de otimização.

O contador desempenha um papel essencial, auxiliando os gestores nas tomadas de decisões. O futuro da contabilidade é promissor, garantindo uma maior automatização dos processos.

Aqui estão algumas das principais tendências que estão definindo o mercado contábil em 2025.

Leia também:

Contabilidade e suas mudanças

1 – Digitalização e Automação

A digitalização e a automação continuam a ser uma grande tendência no mercado contábil. Com o avanço da tecnologia, cada vez mais processos contábeis estão sendo automatizados, liberando tempo para os contadores se concentrarem em tarefas mais estratégicas. Isso inclui tudo, desde a entrada de dados até a preparação de relatórios financeiros.

2 – Inteligência Artificial (IA) 

A IA já é realidade e está fazendo uma revolução na contabilidade. Ela ajuda a analisar montanhas de dados e acha padrões que direcionam decisões importantes. Isso não só aumenta a precisão dos relatórios, mas também coloca o contador como um consultor estratégico, essencial tanto para atrair novos clientes quanto para manter os atuais.

3 – Contabilidade Verde

Com a crescente preocupação global com as questões ambientais, a contabilidade verde – ou contabilidade ambiental – está ganhando força. Empresas estão sendo cada vez mais cobradas por investidores, consumidores e governos para adotar práticas sustentáveis. 

Nesse contexto, o papel do contador será fundamental para mensurar e reportar o impacto ambiental das operações empresariais.

Até 2025, espera-se que a contabilidade verde se torne uma prática padrão em muitas organizações. Para estar à frente, você deve se familiarizar com conceitos como balanço ambiental, pegada de carbono e relatórios ESG (Environmental, Social, and Governance).

Participe do Portal Nacional da Reforma Tributária: Acesse em

4 – Cibersegurança

O aumento das ameaças da internet ocorreu devido ao fato da maioria das empresas migrarem dados sigilosos para a nuvem. Isso é bastante preocupante, principalmente para os escritórios contábeis que lidam com muitas informações sigilosas e importantes. 

Sendo assim, é imprescindível que as empresas de contabilidade invistam em cibersegurança para proteger tanto seus dados quanto os dos clientes. Além disso, é muito importante compreender a Lei Geral de Proteção de Dados para saber como os dados devem ser coletados, tratados, armazenados e protegidos de acordo com a legislação. 

5 – Blockchain 

Blockchain é uma tecnologia de registro distribuída que oferece uma maneira segura e transparente de transações de registradores e gerenciamento de informações em uma rede. É mais conhecido por ser a infraestrutura das criptomoedas, como o Bitcoin, mas suas aplicações vão muito além das moedas digitais. 

Blockchain é uma tendência que garante proteção cibernética na contabilidade em 2025, utilizando criptografia para integrar informações e prevenir transações não autorizadas, evitando fraudes.

6  – Computação em nuvem

A Computação em Nuvem também é uma ferramenta cada vez mais utilizada na contabilidade, substituindo papéis por arquivos digitais, proporcionando segurança, economia e fácil acesso aos dados.

No caso de escritórios contábeis — que lidam com uma grande quantidade de informações sigilosas e importantes —, essa nova tecnologia também possibilita uma maior segurança no armazenamento de documentos. 

Isso passa uma maior confiança para os clientes, visto que se sentem mais seguros na forma como a empresa contábil lida com seus dados.

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Correios suspendem pagamentos com cartão. Motivo chama atenção – Jornal Contábil

Os Correios estão passando por mudanças e suspenderam temporariamente alguns serviços e formas de pagamento. A partir de agora, as postagens de encomendas e cartas devem ser feitas exclusivamente nas agências físicas da estatal, pois os serviços pelo site e aplicativo estão suspensos por tempo indeterminado.

Outra mudança importante é a forma de pagamento: cartões de crédito e débito não estão sendo aceitos. O único método de pagamento disponível nas agências, por enquanto, é o Pix.

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As medidas foram tomadas após a suspensão do contrato com a fintech Berlin Finance (agora BK Bank), que era a responsável pelos pagamentos com cartão nos Correios desde 2021.

A decisão veio à tona depois que a fintech se tornou alvo da Operação Carbono Oculto, da Polícia Federal, sob suspeita de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). A investigação revelou um grande esquema de lavagem de dinheiro e fraudes no setor de combustíveis. Segundo a PF, a BK Bank teria movimentado cerca de R$ 46 bilhões de 2020 a 2024 em transações não rastreáveis.

A Receita Federal explicou que empresas como essa eram exploradas pelo crime organizado por operarem em uma área com pouca regulamentação, o que permitia que elas evitassem as obrigações de transparência e fornecimento de informações exigidas de outras instituições financeiras.

Os Correios informaram que estão trabalhando para normalizar os serviços o mais rápido possível.

A paralisação representa um impacto direto nas rotinas operacionais da estatal, especialmente para usuários que dependem dos canais digitais. Até que o serviço seja restabelecido, todas as transações devem ser realizadas presencialmente e com pagamento por meio do sistema instantâneo.



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Vagas no Concurso Sefaz/SP na área contábil. Salário inicial de R$ 6 mil – Jornal Contábil

A Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) abriu concurso com 12 vagas para a carreira de Especialista Contábil. A remuneração inicial é de R$ 6.117,26 para uma jornada de 40 horas semanais.

Inscrições e Provas

  • Inscrições: de 28 de agosto a 2 de outubro, pelo site da banca organizadora, o Instituto Nosso Rumo.
  • Taxa de Inscrição: R$ 105.
  • Prazo para pagamento da taxa: até 03 de outubro
  • Data da prova: 02 de novembro

O processo seletivo inclui duas etapas: uma prova objetiva de 80 questões de múltipla escolha, agendada para o dia 2 de novembro, seguida por uma prova de títulos.

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Quanto ganha um Especialista Contábil da Sefaz SP?

Para ingressar no cargo, é necessário possuir curso superior completo de Ciências Contábeis e registro ativo no Conselho Regional de Contabilidade (CRC).

São ofertadas no edital SEFAZ SP 12 vagas imediatas para Especialista Contábil, cujo salário inicial é R$ 6.117,26 de para uma jornada de 40 horas semanais.

O que faz um Especialista Contábil?

O especialista contábil atua na elaboração, análise e interpretação de relatórios contábeis do setor público, assegurando que sigam as normas e princípios da administração pública. 

Também é responsável por consolidar e acompanhar a contabilidade de diferentes órgãos da administração direta e indireta, permitindo uma visão integrada das finanças do Estado.

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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