Até quando é possível sacar o abono salarial PIS/PASEP 2025? – Jornal Contábil

Milhões de trabalhadores brasileiros têm direito ao Abono Salarial, um benefício anual que funciona como um 14º salário. No entanto, muitos não sabem que o saque tem um prazo limite. 

Neste ano, o calendário de pagamentos do PIS/PASEP está chegando ao fim, e quem não retirar o valor a tempo pode perdê-lo. É fundamental ficar atento às datas e aos critérios para garantir que o dinheiro seja sacado.

Anualmente, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil estabelecem um calendário específico para o saque do Abono Salarial PIS/PASEP. Assim, é importante conhecer os prazos para garantir que você receba o valor a que tem direito. 

Para facilitar sua compreensão, reunimos as informações essenciais baseadas na Caixa Econômica Federal.

O que é o Abono Salarial?

O Abono Salarial PIS/PASEP é um benefício para trabalhadores brasileiros com registro formal e servidores públicos. Funciona como um 14º salário, oferecido anualmente com base no calendário da Caixa e Banco do Brasil.

Até quando é possível sacar o Abono Salarial?

A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil permitem o saque até 29 de dezembro de 2025. Portanto, se você ainda não retirou o seu abono, ainda dá tempo.

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Qual é o valor do Abono Salarial PIS/PASEP?

O valor do abono 2025 PIS/PASEP é proporcional ao tempo de serviço no ano-base. Se o trabalhador atuou o ano todo, receberá um salário mínimo integral. Caso contrário, o valor será proporcional ao tempo de serviço registrado no ano-base.

Se você não concorda com o valor recebido, pode contestar. Primeiramente, confirme todas as informações junto à Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil.

Se persistirem divergências, procure sua agência bancária para solicitar uma revisão do benefício, apresentando documentos que comprovem sua elegibilidade. Caso ainda esteja com dificuldades, descubra o que fazer se não recebeu o abono.

Como faço para sacar o Abono Salarial PIS/PASEP?

Sacar o Abono Salarial é fácil. Trabalhadores registrados no PIS devem procurar qualquer agência da Caixa Econômica Federal, enquanto inscritos no PASEP devem ir ao Banco do Brasil.

Além disso, leve um documento de identificação com foto e o número do NIS.

Em muitos casos, o valor é depositado automaticamente na sua conta. Verifique suas informações bancárias para evitar erros.

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Receita Federal envia mais de 16 mil cartas para regularização de obras – Jornal Contábil

A  Receita Federal iniciou novo ciclo de envio de “Aviso para Regularização de Obras”, direcionado a contribuintes responsáveis por construções civis cadastradas no Cadastro Nacional de Obras (CNO) a partir de 2021.

Foram expedidas 16.338 correspondências, sendo 6.220 destinadas a pessoas físicas e 10.118 a pessoas jurídicas, abrangendo todos os estados do país. 

Além do envio pelos Correios, os avisos também podem ser consultados na caixa postal do Portal e-CAC, onde os contribuintes têm acesso à íntegra da comunicação e à verificação de sua autenticidade.

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Prazo para regularização

Os contribuintes têm até 30 de setembro de 2025 para realizar a regularização, seguindo as instruções disponibilizadas na correspondência. Todos os procedimentos devem ser feitos exclusivamente por meio do Portal e-CAC.

Consequências do não atendimento

Encerrado o prazo, os responsáveis por obras que não efetuarem a regularização estarão sujeitos à seleção manual e individualizada para abertura de procedimento fiscal, com possibilidade de lavratura de auto de infração.

A iniciativa faz parte da estratégia de incentivo à conformidade da Receita Federal, que busca oferecer oportunidade para que contribuintes corrijam espontaneamente eventuais pendências antes da instauração de medidas de ofício.

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Sistema para gestão financeira: organize suas contas – Jornal Contábil

Sistema para gestão financeira é uma ferramenta essencial para quem deseja organizar as finanças e tomar decisões com mais clareza. Com ele, você acompanha receitas, despesas, prazos e metas de forma prática e eficiente. 

Essa visão completa permite ajustar hábitos, evitar desperdícios e manter o controle do orçamento. Além disso, ao entender melhor o fluxo do dinheiro, você se prepara para imprevistos e garante mais tranquilidade no dia a dia. 

Em situações emergenciais ou quando surge um gasto inesperado, algumas pessoas recorrem ao empréstimo online, uma opção acessível e rápida que pode aliviar a pressão sem complicações. 

Quando bem utilizado, o controle financeiro se transforma em um verdadeiro aliado na construção de uma vida mais estável e planejada.

Por que é tão difícil manter as finanças organizadas?

Muitas pessoas enfrentam dificuldades para manter as finanças sob controle. A rotina corrida, os gastos inesperados e a ausência de planejamento enfraquecem a organização financeira. 

Sem uma visão clara sobre quanto entra e quanto sai, as dívidas se acumulam, as contas se perdem e o estresse aumenta.

Pequenos deslizes no dia a dia, como esquecer uma fatura ou gastar por impulso, geram consequências significativas. Quando ninguém registra os gastos, o orçamento mensal se torna um mistério. 

Isso vale tanto para famílias quanto para pequenos negócios que misturam finanças pessoais e empresariais.

Outro problema frequente está na falta de disciplina. Algumas pessoas até tentam controlar seus gastos em planilhas ou cadernos, mas logo abandonam o hábito. Sem consistência, o resultado desejado nunca chega. 

Além disso, muitos ainda acreditam que só quem ganha muito dinheiro precisa cuidar das finanças, o que não corresponde à realidade.

Para superar esses desafios, é essencial adotar uma solução que simplifique o controle e incentive hábitos saudáveis. Um bom sistema para gestão financeira facilita o acompanhamento dos gastos, promove o equilíbrio e melhora a tomada de decisões. 

Com organização e prática, qualquer pessoa pode transformar sua relação com o dinheiro.

O que é um sistema para gestão financeira?

Um bom controle financeiro exige mais do que anotações soltas ou planilhas complicadas. Quem busca clareza sobre suas finanças precisa de uma ferramenta que organize, simplifique e acompanhe todas as movimentações em tempo real. 

Nesse contexto, surgem soluções digitais desenvolvidas para facilitar o dia a dia de pessoas e empresas.

Essas ferramentas permitem registrar receitas, despesas, metas e até alertas de vencimentos. Muitas delas oferecem gráficos intuitivos que mostram para onde o dinheiro vai e ajudam na tomada de decisões. 

Algumas contam com integração bancária, o que torna o controle ainda mais eficiente e prático.

Ao centralizar todas as informações em um só lugar, o usuário consegue visualizar o cenário completo das finanças, evitar esquecimentos e identificar padrões de consumo. 

Essa clareza permite realizar ajustes com rapidez, como cortar gastos supérfluos ou planejar investimentos futuros.

Além disso, boas ferramentas costumam ser acessíveis, com versões gratuitas ou planos compatíveis com diferentes perfis. Quem adota esse tipo de solução conquista mais autonomia, reduz erros e cria hábitos consistentes de organização financeira. 

A tecnologia, quando bem utilizada, se transforma em uma aliada poderosa na busca por estabilidade e equilíbrio no uso do dinheiro.

Principais benefícios de adotar um sistema financeiro

Ao adotar uma ferramenta de controle financeiro, o usuário ganha mais do que praticidade: ele conquista autonomia. O primeiro grande benefício surge na clareza. 

Com todas as informações reunidas em um só lugar, fica fácil entender quanto entra, quanto sai e para onde vai cada centavo. Essa visão evita surpresas no fim do mês.

Outro ponto forte está na agilidade. Com poucos cliques, é possível registrar despesas, conferir relatórios e acompanhar metas. 

Isso poupa tempo e reduz a chance de erros. Ferramentas modernas ainda oferecem integração com contas bancárias, o que elimina a necessidade de digitar tudo manualmente.

Além disso, o controle constante permite identificar padrões de consumo e ajustar hábitos. Quem visualiza os próprios gastos com clareza aprende a fazer escolhas melhores. Isso reflete em decisões mais conscientes e menos impulsivas.

A longo prazo, esse comportamento traz equilíbrio e segurança. Com as finanças organizadas, o usuário consegue poupar, planejar investimentos e evitar dívidas. 

Pequenas ações diárias, como categorizar gastos ou revisar o orçamento semanalmente, geram grandes impactos na saúde financeira. Adotar uma boa ferramenta, portanto, representa um passo estratégico para quem deseja melhorar sua relação com o dinheiro.

Como escolher o sistema ideal para sua realidade

Escolher a ferramenta certa exige atenção a vários fatores. Cada pessoa ou empresa possui uma realidade diferente, e nem toda solução atende da mesma forma. Antes de tudo, vale entender os objetivos. 

Quem busca apenas controlar despesas pessoais pode optar por algo simples. Já os empreendedores precisam de funções mais robustas, como relatórios detalhados e controle de fluxo de caixa.

A usabilidade também pesa na escolha. Um bom sistema deve oferecer uma interface intuitiva, que facilite a navegação e evite confusões. 

Se a ferramenta parecer complicada, o usuário provavelmente vai abandoná-la após alguns dias. Testar diferentes opções ajuda a encontrar aquela que combina com o seu jeito de organizar as finanças.

O preço representa outro critério importante. Nem sempre o mais caro entrega os melhores resultados. Muitos serviços oferecem planos gratuitos que atendem bem às necessidades básicas. Avaliar o custo-benefício garante uma escolha equilibrada.

Além disso, a segurança merece destaque. O usuário precisa confiar no armazenamento dos dados e buscar opções com boa reputação no mercado. 

Ao considerar todos esses pontos, fica mais fácil encontrar um sistema para gestão financeira que realmente contribua para uma rotina mais organizada e eficaz no controle do dinheiro.

Sistema para gestão financeira: dicas para aproveitar ao máximo a ferramenta

Adotar uma boa ferramenta financeira não resolve tudo sozinho. O resultado aparece quando o usuário cria hábitos consistentes. 

Registrar todas as movimentações, mesmo as menores, ajuda a manter o controle real do orçamento. Ignorar pequenos gastos pode comprometer o equilíbrio das contas ao longo do mês.

Separar as despesas por categorias facilita a análise. Quando se identifica para onde vai o dinheiro, fica mais simples ajustar excessos e planejar melhor os próximos passos. Também vale definir metas claras. 

Estabelecer objetivos, como quitar uma dívida ou juntar um valor específico, aumenta a motivação e dá sentido ao acompanhamento diário.

Revisar relatórios com frequência fortalece a tomada de decisão. Os dados revelam padrões de comportamento e sinalizam mudanças necessárias. Quem analisa essas informações com atenção consegue agir com mais segurança e previsibilidade.

Manter o hábito de atualizar o sistema para gestão financeira regularmente garante que ele funcione como um verdadeiro aliado. Sem disciplina, até a melhor ferramenta perde a eficácia. 

Ao incluir o controle financeiro na rotina, o usuário desenvolve consciência, evita surpresas e constrói um caminho mais estável. O sucesso financeiro depende tanto da ferramenta quanto do compromisso em usá-la com inteligência.

Conclusão

Organizar as finanças exige mais do que boas intenções, requer método, disciplina e as ferramentas certas. Quando o usuário escolhe um sistema eficiente e o utiliza com regularidade, ele assume o controle da própria vida financeira. 

Esse cuidado não se limita a evitar dívidas ou atrasos: ele abre espaço para planejar sonhos, criar reservas e tomar decisões com mais segurança.

Com um acompanhamento claro das receitas e despesas, fica mais fácil manter o equilíbrio, identificar excessos e ajustar o rumo sempre que necessário. Além disso, a rotina financeira se torna menos estressante, pois tudo está registrado, acessível e sob controle.

Investir tempo na organização financeira traz resultados concretos. Pequenas atitudes diárias se transformam em grandes conquistas ao longo do tempo. Com foco, constância e o apoio de um bom sistema, qualquer pessoa pode transformar sua relação com o dinheiro.

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Seguro: o que sua apólice não cobre — e por que você precisa saber disso agora – Jornal Contábil

Em meio a um cenário de crises climáticas, incertezas econômicas e oscilações políticas, uma pergunta ganha cada vez mais relevância para quem tem um negócio: até onde vai a proteção do meu seguro? Incêndios, enchentes, vandalismo, acidentes de trabalho e até sabotagem — os riscos são muitos. Mas nem todos estão, de fato, cobertos.

Para esclarecer os principais pontos de exclusão e mostrar como empresários podem personalizar suas apólices de forma estratégica, conversamos com Cristina Camillo, sócia da Camillo Seguros e especialista em proteção patrimonial corporativa.

A maioria dos empresários acredita estar segura ao contratar um seguro empresarial padrão. No entanto, esse tipo de apólice possui cláusulas específicas de exclusão que podem surpreender no momento do sinistro. “É essencial entender que o seguro cobre eventos súbitos, involuntários e imprevistos. Ou seja, se o dano foi em razão de agravo ou falta de prevenção ou dolo/provocado, ele muito provavelmente não será indenizado”, afirma Cristina.

Entre os casos mais comuns de exclusão, estão os danos causados por desgaste natural, má conservação, falhas estruturais, atos intencionais do segurado ou seus representantes/funcionários, e até eventos extremos como guerra ou contaminação por radiação. “A exclusão também se aplica a bens que não foram declarados na proposta ou que estejam fora do endereço segurado. Por isso, qualquer alteração na operação da empresa deve ser comunicada à seguradora”, reforça.

Um erro frequente é acreditar que todo tipo de dano causado por eventos naturais ou sociais está incluído automaticamente na apólice. “Fenômenos como enchentes, vendavais, deslizamentos ou atos de vandalismo podem, sim, ser cobertos — desde que o empresário contrate essa proteção extra”, explica Cristina.

Ela cita como exemplo o recente desastre no Rio Grande do Sul, que afetou milhares de empreendimentos. “Muitas empresas foram pegas de surpresa. As que não tinham cobertura contra alagamentos ou interrupção das atividades tiveram prejuízos enormes sem possibilidade de indenização. Esse tipo de tragédia mostra como é crucial revisar a apólice com atenção”, destaca.

Personalização é a chave da proteção eficaz

Cada empresa tem uma realidade diferente, e o seguro precisa refletir isso. Cristina destaca a importância de fazer uma análise detalhada dos riscos antes de fechar o contrato. “Não existe apólice ideal genérica. Uma indústria química, por exemplo, tem necessidades muito distintas de uma rede varejista ou de um escritório de advocacia. A personalização é o que garante uma cobertura realmente eficiente.”

Essa customização pode incluir proteções adicionais como roubo, responsabilidade civil, lucros cessantes, danos elétricos, pane em equipamentos e até cobertura para obras e reformas. “O corretor de seguros é o profissional capacitado para identificar esses riscos e propor soluções sob medida. Ele é seu aliado na prevenção, não só no momento do sinistro”, afirma.
 

Por que as seguradoras negam indenizações — e como evitar isso

Um dos maiores temores de quem contrata um seguro é ter a indenização negada. Isso, segundo Cristina, costuma acontecer por falhas evitáveis no momento da contratação ou na gestão do contrato. “As principais causas de negativa são informações falsas ou omissas na proposta, atraso no pagamento do prêmio, contratação inadequada da cobertura e falta de comprovação do prejuízo.”

Para evitar esses problemas, ela recomenda total transparência durante o preenchimento dos dados, leitura atenta das cláusulas e guarda organizada de documentos e notas fiscais. “O cuidado com a documentação é tão importante quanto a escolha da cobertura. Tudo precisa estar bem registrado para que a indenização ocorra sem entraves.”

Empresas localizadas em zonas de risco geológico, climático ou social devem redobrar a atenção. Existem no mercado coberturas específicas para enchentes, terremotos, deslizamentos e até mesmo para paralisação de atividades. “O seguro pode incluir planos de contingência, que cobrem lucros cessantes em caso de interrupção forçada das operações. Essa é uma proteção valiosa em regiões sujeitas a catástrofes ou instabilidade”, comenta Cristina.

Contratar o seguro é apenas o primeiro passo. Cristina reforça que as apólices devem ser revisadas e atualizadas periodicamente. “O negócio muda, cresce, adquire novos equipamentos, muda de endereço ou diversifica a operação. Se o seguro não for ajustado, ele pode se tornar ineficaz ou até inválido.”

Entre os pontos que precisam ser observados na renovação estão o valor de reposição dos bens, a suficiência das coberturas, o histórico de sinistros, o endereço e o ramo de atividade cadastrado na apólice. “É muito comum vermos casos de subseguro, quando o valor segurado é menor que o real. Isso reduz a indenização proporcionalmente e gera frustração no momento do sinistro”, explica.

“Vivemos em um país onde o imprevisto é parte do cotidiano. Por isso, ter uma apólice bem estruturada não é um luxo, é uma ferramenta estratégica de sobrevivência do negócio”, conclui Cristina. Mais do que uma formalidade, o seguro é um pilar da gestão empresarial responsável.

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Inscrições para o Exame de Qualificação Técnica do CFC encerram no dia 28 de agosto – Jornal Contábil

Profissionais que desejam atuar como auditores independentes (CNAI) ou peritos contábeis (CNPC) têm até às 16h do dia 28 de agosto para se inscrever no Exame de Qualificação Técnica do Conselho Federal de Contabilidade. A inscrição pode ser feita no site da banca organizadora, FGV Conhecimento. Para participar, é obrigatório ter registro profissional (CRC) ativo na categoria Contador. A taxa de inscrição, que custa R$ 260,00 por prova, deve ser paga por boleto bancário até o dia 29 de agosto.

O exame é destinado a profissionais que desejam se registrar no Cadastro Nacional de Auditores Independentes (CNAI) e atuar em instituições autorizadas a funcionar pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pelo Banco Central do Brasil (BCB), pelas Sociedades Supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e pelas Sociedades Supervisionadas pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). Também se destina ao registro no Cadastro Nacional de Peritos Contábeis (CNPC) para quem pretende atuar como perito contábil.

O edital prevê que a aplicação das provas ocorrerá entre os dias 06 de outubro de 2025 a 11 de outubro de 2025, conforme disposição a seguir:

  • Prova de Qualificação Técnica Geral (QTG) – 06 de outubro de 2025, das 14h às 18h, horário oficial de Brasília/DF;
  • Prova de Qualificação Técnica Geral de Perícia – 07 de outubro de 2025, das 14h às 18h, horário oficial de Brasília/DF;
  • Prova Específica para atuação em auditoria nas instituições reguladas pela CVM – 08 de outubro de 2025, das 14h às 18h, horário oficial de Brasília/DF;
  • Prova Específica para atuação em auditoria nas instituições autorizadas a funcionar pelo BCB – 09 de outubro de 2025, das 14h às 18h, horário oficial de Brasília/DF;
  • Prova Específica para atuação em auditoria nas sociedades supervisionadas pela Susep – 10 de outubro de 2025, das 14h às 18h, horário oficial de Brasília/DF;
  • Prova Específica para atuação em auditoria nas entidades supervisionadas pela Previc – 11 de outubro de 2025, das 14h às 18h, horário oficial de Brasília/DF.
  • O edital completo do EQT 2º/2025 está disponível aqui.

Para mais informações sobre o andamento do Exame, entre em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone 0800 591 3078.

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Autor: Mariana FreitasAutor: Mariana Freitas


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Atenção, contador! Prazo de envio da DCTFWeb termina no próximo dia 29 – Jornal Contábil

A DCTFWeb com o objetivo de modernizar o cumprimento das obrigações acessórias, diminuindo a ocorrência de erros e aumentando a segurança no que é entregue.

As informações necessárias para gerar a DCTFWeb, são enviadas através do eSocial e da EFD-Reinf.  O sistema recebe as informações, realiza vinculações, calcula o saldo a pagar e, após o envio da declaração, disponibiliza ao contribuinte a emissão do DARF, documento de arrecadação.

O prazo de entrega da DCTFWeb já vem sofrendo alterações. Antes, a entrega deveria ser até o dia 15 do mês seguinte do fato gerador. Depois, passou para o dia 25. E, agora, a DCTFWeb deverá ser apresentada até o último dia útil do mês seguinte do fato gerador. 

Portanto, em agosto, o prazo encerra na próxima sexta-feira, dia 29, referente à competência de julho/25.

É importante lembrar que essa data é exclusiva para o envio da DCTFWeb, não havendo nenhuma alteração no prazo de vencimento dos tributos que nela serão informados.

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O que é a DCTFWeb?

A DCTFWeb (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais Previdenciários e de Outras Entidades e Fundos) veio para substituir a GFIP (Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social). 

Além disso, busca relatar à Receita Federal as contribuições previdenciárias feitas a terceiros, além de integrar as informações prestadas no eSocial e na EFD-Reinf em um só local.

Quem deve declarar a DCTFWeb?

Ao contrário das empresas sem movimento que estão isentas da entrega, por outro lado, são obrigados a entregar a DCTF Web:

  • Pessoas Jurídicas de Direito Privado em geral e as equiparadas a empresa;
  • Unidades Gestoras de orçamento;
  • Consórcios;
  • Entidades de fiscalização do exercício profissional;
  • Fundos especiais dotados de personalidade jurídica sob a forma de autarquia.

Multas não envio da DCTFWeb

Para entregas fora do prazo, a multa mínima a ser aplicada é de R$ 200,00 para empresas sem movimento, e de R$ 500,00 nos demais casos. 

É bom saber que a multa pode ter redução de 90% para quem é MEI e de 50% para a ME e a EPP enquadradas no Simples Nacional. 

Quem apresenta a DCTFWeb com incorreções ou omissões é multado em R$ 20,00 a cada dez informações incorretas ou omitidas. Inclusive, suprimir informações pode se enquadrar no crime de sonegação de contribuição previdenciária. Portanto, não deixe de enviar essa obrigação.

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eSocial: consulta da Qualificação Cadastral em lote está suspensa  – Jornal Contábil

A funcionalidade de Consulta da Qualificação Cadastral em lote do eSocial está temporariamente suspensa desde o último sábado, 16 de agosto de 2025. A paralisação foi confirmada pelo ambiente oficial do sistema, que orienta os empregadores a utilizarem uma alternativa para validar os dados de seus trabalhadores.

A consulta em lote é uma etapa importante para garantir que as informações cadastrais dos trabalhadores estejam corretas antes do envio de eventos ao eSocial, evitando rejeições ou inconsistências. 

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Com a suspensão da ferramenta, empresas e profissionais de contabilidade devem recorrer, temporariamente, à consulta pública do Comprovante de Situação Cadastral no CPF, disponibilizada pela Receita Federal.

Essa alternativa está disponível no endereço:

Segundo o governo federal, a ferramenta é de acesso público, não exige certificado digital e é suficiente para qualificar as informações do trabalhador no momento do registro de eventos no sistema do eSocial.

Enquanto a consulta em lote permanece indisponível, a recomendação é que empregadores redobrem a atenção ao validar os dados cadastrais de seus colaboradores individualmente, evitando atrasos e retrabalho no cumprimento das obrigações acessórias. Ainda não há previsão oficial para o restabelecimento do serviço suspenso.

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


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Quais são os melhores meses para tirar férias em 2026? – Jornal Contábil

Já está pensando em planejar suas férias? O planejamento vai muito além do destino. O período escolhido pode definir se sua viagem será tranquila e econômica ou marcada por filas intermináveis e preços altos. Em 2026, o calendário reserva boas oportunidades de datas com custo-benefício.

A seguir neste artigo vamos analisar os melhores meses para programar suas férias, levando em conta clima, sazonalidade, eventos e média de valores.

Por que o mês das férias faz tanta diferença?

Antes de marcar a viagem, é preciso entender como o turismo funciona. Meses de alta temporada, como janeiro, julho e dezembro, costumam ter preços mais altos por conta da demanda. Já nos períodos de baixa temporada, o viajante encontra tarifas mais acessíveis e atrações menos lotadas.

Além disso, o clima influencia diretamente dependendo da localidade que você pretende ir.

Fevereiro após Carnaval

Se você busca praias mais tranquilas com preços já mais reduzidos, fevereiro pode ser uma boa opção, após o Carnaval. Nesse momento, muitas famílias já retornaram à rotina e o turismo desacelera. Logo, isso quer dizer que pode encontrar passagens e hospedagens com preços mais reduzidos.

Abril a junho

Entre abril e o início de junho, as temperaturas são amenas em grande parte do país, com menos chuvas e atrações menos concorridas.

Agosto

Na segunda quinzena de agosto, algumas localidades de praias como no nordeste possuem um clima estável, com dias ensolarados. Além disso, os preços ainda estão abaixo do que costumam ser em meses mais próximos do final do ano.

Setembro e outubro

A primavera brasileira chega em setembro e outubro trazendo temperaturas mais agradáveis. Quem busca custo-benefício também encontra boas tarifas nesses meses.

E os meses a evitar?

Embora cada localidade tenha suas particularidades, os meses de janeiro, julho e dezembro concentram a maior demanda. Nesse período, escolas entram em recesso, famílias viajam em peso e os preços disparam. Se a ideia é economizar e evitar lotação, vale considerar períodos alternativos .

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Autor: Mariana FreitasAutor: Mariana Freitas


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Últimos dias para o envio da e-Financeira. Evite multas!!  – Jornal Contábil

A e-Financeira é um conjunto de arquivos digitais referentes ao cadastro, à abertura, ao fechamento, operações financeiras e previdência privada. Nela, apresentam-se, através do ambiente SPED, informações relativas a operações financeiras de interesse da RFB.

Dependendo do nicho da sua empresa ela deve cumprir diferentes obrigações que podem ser mensais, trimestrais, semestrais ou anuais. A e-financeira é uma obrigação semestral que algumas empresas devem enviar semestralmente.

O próximo prazo de envio termina no próximo dia 29, com período de apuração de janeiro a junho de 2025.

O que é a e-financeira?

A e-financeira é uma obrigação acessória semestral. Sua finalidade é prestar informações relativas às operações financeiras de interesse da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB). 

Portanto, ela é uma declaração que informa a Receita Federal informações sobre atividade financeiras, desta forma, a RFB pode adicionar estas informações nos seus bancos de dados para realizar o cruzamento de dados e verificar inconsistências no Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) e no Imposto de Renda de Pessoa jurídica (IRPJ).

A e-financeira institui-se pela Instrução Normativa RFB nº 1571, de 02 de julho de 2015 e deve ter transmissão por meio do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED).

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O que deve conter na e-Financeira?

As entidades devem prestar informações relativas a qualquer movimentação em contas-correntes e poupança.

Essas movimentações são depósitos e transferências, rendimento e saldo de aplicações financeiras, compra de moeda estrangeira, transferências para o exterior, movimentações de resgate e valores de crédito disponibilizados, por exemplo.

As declarações devem ocorrer sempre que uma movimentação for superior a R$ 2 mil para pessoas físicas e superior a R$ 6 mil para pessoas jurídicas.

Participe do Portal Nacional da Reforma Tributária: Acesse em

Prazo de entrega da e-Financeira em 2025

A entrega da e-Financeira é semestral, e o prazo se encerra às 23h59min59seg do:

  • último dia útil de fevereiro, sobre as informações de julho a dezembro; e
  • último dia útil de agosto, sobre as informações de janeiro a junho.

Ou seja, em agosto de 2025 o prazo de entrega da e-Financeira é até o dia 29, com as informações referentes de janeiro a junho de 2025.

Quem deve enviar esta obrigação?

A e-financeira deve ter transmissão até o final de agosto pelas seguintes pessoas jurídicas:

  • Autorizadas a estruturar e comercializar planos de benefícios de previdência complementar;
  • Autorizadas a instituir e administrar Fundos de Aposentadoria Programada Individual (Fapi); ou
  • Que tenham como atividade principal ou acessória a captação, intermediação ou aplicação de recursos financeiros próprios ou de terceiros, incluídas as operações de consórcio, em moeda nacional ou estrangeira, ou a custódia de valor de propriedade de terceiros; e
  • Sociedades seguradoras autorizadas a estruturar e comercializar planos de seguros de pessoas.

Ou seja, bancos e entidades financeiras são as principais organizações obrigadas a realizar a transmissão semestral da e-financeira pelo SPED.

Como transmitir a e-Financeira?

A e-Financeira deve ser gerada por pelo seu próprio, o WebService, desta maneira, seu envio é realizado por meio do ambiente do SPED, contendo arquivos no formato  XML.

Os arquivos devem ser assinados digitalmente pelo representante legal da empresa declarante ou procurador. Destacamos que, após a transmissão dos arquivos, o declarante deve guardar os recibos.

O site do SPED disponibiliza os modelos em XML para que o declarante possa verificar como deve ser a estrutura deste declaração.

Multas por atraso

Para contribuintes que transmitirem a e-financeira com ausência de informações serão penalizados com multa de R$ 50,00 por grupo de cinco dados incorretos, incompletos ou omitidos.

Já para atrasos referentes ao prazo de entrega a penalidade será de R$ 5.000,00 por mês-calendário ou fração. No caso de indícios de irregularidades, os contribuintes podem receber uma convocação pelo Fisco para esclarecimentos.

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Terapia online: alternativa real para empresas se adequarem à nova exigência da NR-1 – Jornal Contábil

A saúde mental já não é apenas um tema de bem-estar: tornou-se questão de economia e regulação. Em 2024, o Brasil registrou 472.328 afastamentos de trabalhadores por transtornos mentais, segundo o Ministério da Previdência Social – um aumento de 68% em relação a 2023, consolidando o maior número da última década.

O impacto direto recai sobre empresas e cofres públicos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que transtornos como depressão e ansiedade custam US$ 1 trilhão por ano à economia global em perda de produtividade. No Brasil, a Previdência desembolsou bilhões em auxílios-doença relacionados à saúde mental apenas em 2024, em um cenário de crescimento constante desde a pandemia.

Entre as causas mais frequentes estão a ansiedade, responsável por 141 mil afastamentos em 2024, alta de 341% em dez anos, e a depressão, com 113 mil casos, crescimento de 91% no período. O burnout, classificado em 2022 como doença ocupacional pela OMS, também avança como fator de risco.

Foi nesse contexto que o Ministério do Trabalho e Emprego atualizou a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), incluindo pela primeira vez a exigência de mapeamento e gerenciamento de riscos psicossociais nos Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR). Isso significa que, a partir de 2026, empresas de todos os setores deverão documentar e agir sobre fatores como estresse, assédio moral, sobrecarga de trabalho, violência psicológica e má gestão organizacional.

A norma entrou em vigor em maio de 2025, mas o governo estabeleceu um período de adaptação: a fiscalização só terá início em maio de 2026, em caráter educativo até lá. Para especialistas, esse intervalo é uma oportunidade estratégica – e também um risco. Quem não se preparar poderá enfrentar multas, passivos trabalhistas e perda de competitividade.

Solução prática e econômica

Nesse cenário, cresce o interesse por soluções que conciliem custo-benefício e escala. A terapia online é apontada como alternativa concreta para reduzir afastamentos, cumprir a norma e, sobretudo, melhorar resultados.

A Unolife, plataforma brasileira de psicoterapia digital, já realizou mais de 21 mil atendimentos desde 2020 e oferece planos corporativos a partir de R$ 7,90 por vida. Para o CFO Weber Stival, a estratégia vai além da legislação: “Mais do que cumprir a norma, disponibilizar terapia online reduz afastamentos e melhora os resultados da empresa. É investimento em saúde e em performance.”

A cofundadora e psicóloga Caroline S. Macarini reforça: “Não basta proteger apenas contra riscos físicos. É preciso cuidar também do impacto emocional do ambiente de trabalho, e a tecnologia pode ser a ponte para isso.”

O CTO Felipe Rezende destaca a segurança digital: “Desde o primeiro código pensamos em como criar um sistema simples e confiável. As sessões são criptografadas e exclusivas, garantindo ao colaborador um espaço protegido de escuta.”

Dados que respaldam o modelo

Estudos acadêmicos reforçam a adesão ao formato digital. Pesquisadores da UFRGS observaram que a taxa de abandono caiu de 37% no presencial para apenas 6% no online, com melhora significativa nos sintomas de ansiedade. Internamente, a Unolife aponta que 91% dos pacientes relatam evolução clínica positiva após iniciar o acompanhamento.

O retorno financeiro também é expressivo. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que cada 1 dólar investido em saúde mental gera 4 dólares em produtividade. No Brasil, isso pode significar bilhões de reais economizados anualmente em custos previdenciários e empresariais.

Pressão sobre empresas

Advogados trabalhistas alertam que, com a atualização da NR-1, riscos psicossociais entram definitivamente no radar da fiscalização e das disputas judiciais. Ou seja, companhias que não se adequarem correm o risco de sofrer sanções e ações por negligência. Além disso, em um mercado cada vez mais competitivo, políticas de saúde mental se tornam diferencial na atração e retenção de talentos.

Dados principais

* 472.328 afastamentos por transtornos mentais no Brasil em 2024 (alta de 68% em um ano).
* Ansiedade: +341% em dez anos (141 mil casos em 2024).
* Depressão: +91% em dez anos (113 mil casos em 2024).
* Custo global: US$ 1 trilhão por ano em perdas de produtividade (OMS).
* Abandono da terapia: 37% no presencial contra 6% no online (UFRGS).
* Retorno econômico: cada US$ 1 investido em saúde mental gera US$ 4 em produtividade (OIT).

Serviço – Contato Unolife
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Site: www.unolife.com.br/unolife-terapia-online-empresarial

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