Você já faz a conciliação bancária? Essa prática é essencial para a integridade contábil e o compliance fiscal da sua empresa – Jornal Contábil

Garantir o compliance contábil e fiscal é uma exigência essencial para a boa gestão de qualquer empresa — independentemente do porte, setor ou modelo de atuação. Nesse contexto, como sabem muito bem os contadores e empreendedores, a conciliação bancária é fundamental para verificar se os lançamentos dos extratos bancários da empresa estão devidamente registrados na contabilidade, assegurando a integridade das informações contábeis, prevenindo inconsistências e facilitando a apuração correta de tributos. Ao mesmo tempo, essa prática também contribui para uma gestão financeira mais eficiente e coerente com a realidade contábil do negócio. 
 

Pensando nisso, com o objetivo de facilitar o processo de conciliação bancária, a IOB — que une Inteligência em legislação e Tecnologia avançada para resolver os desafios de contadores e empresa — acaba de lançar o Extrato Digital, nova funcionalidade disponível no IOB Online Sistemas. A solução automatiza importação de extratos bancários e comparação com os lançamentos contábeis, promovendo maior segurança, agilidade e conformidade nas rotinas contábeis do dia a dia. 
 

O Extrato Digital é uma funcionalidade que faz a importação automática de extratos bancários de uma empresa via Open Finance e faz a comparação dos dados obtidos com os registros financeiros dessa empresa. Tudo isso de forma descomplicada e integrada diretamente ao processamento de informações do IOB Online Sistemas. 

Essa inovação proporciona ganhos importantes em:  

  • Automação: Elimina processos manuais de solicitação e importação de extratos; 
  • Segurança: Reduz erros e aumenta a confiabilidade das informações; 
  • Conformidade: Garante aderência às normas contábeis e à LGPD; 
  • Eficiência: Ganha tempo e reduz o retrabalho na conciliação. 

Segundo Joaquim Machado, Diretor de Produtos e Tecnologia – Accountants da IOB, a nova funcionalidade Extrato Digital se conecta automaticamente aos extratos bancários das empresas atendidas pelos clientes contadores que utilizam o IOB Sistemas. Com isso, ela contribui para que os escritórios contábeis simplifiquem o processo de conciliação bancária, garantindo automação, segurança e eficiência às suas rotinas operacionais do dia a dia”. 
 

IOB I Tecnologia e Inteligência 

A IOB une Inteligência em legislação e Tecnologia avançada para resolver os desafios de contadores e empresas. Referência nas áreas fiscal, contábil, tributária, trabalhista, previdenciária e jurídica, se destaca pela confiabilidade aliada às soluções tecnológicas, inteligentes e humanizadas para cada cliente. 

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Autor: Mariana FreitasAutor: Mariana Freitas


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Morango do Amor: veja como organizar as finanças e gerar renda extra com o doce do momento – Jornal Contábil

O morango do amor acaba de virar a mais nova febre da internet no Brasil, e despertou uma enxurrada de publicações sobre o assunto. Enquanto tem um monte de gente procurando experimentar a nova sensação, tem quem está aproveitando para fazer renda extra. Em depoimentos, cafeterias têm declarado produzir centenas de unidades por dia, com a ampliação do faturamento até maior que períodos de grande movimentação do setor, como a Páscoa.

Mas afinal, como usar o viral para quem quer se aventurar na fabricação caseira do doce e gerar uma renda extra? E quem já está no ramo, como organizar as contas com o crescimento repentino do caixa? Mila Gaudencio, consultora financeira do will bank explica.

Para quem quer começar a vender

Para iniciar, a consultora reforça três pontos principais: cuidado, cálculo e organização. No caso do morango do amor, a receita exige precisão, isso significa testar uma opção confiável e bem estruturada.

“Considerar todos os gastos também é importante. Ingredientes, gás, palitos, embalagens e, até, o seu tempo de preparo. Por exemplo, se você gastou R$30 para fazer 10 morangos em 2 horas, o cálculo do seu custo por hora deve, no mínimo, cobrir o investimento. Sabendo disso, fica mais fácil definir seu preço de venda. Lembre-se também de quantas unidades realmente conseguiu fazer, já que o morango não tem um tamanho padrão”.

Para as cobranças, Mila conta que, mesmo quem não tem um CNPJ, hoje já é possível começar as vendas com mais profissionalismo e até receber pagamentos com cartão de crédito. Por exemplo, o will bank, por meio do will pay, transforma o celular em uma verdadeira maquininha de cartão e gera links de pagamento fáceis de compartilhar, com recebimento já no próximo dia útil. Na gestão dos valores das vendas, o produto mostra o que está para entrar de forma separada do seu dinheiro pessoal.

Apesar da moda, a especialista ressalta que não vale a pena começar produzindo grandes quantidades. “O ideal é ir com calma. Faça 12, venda para vizinhos e amigos. Com o teste feito, os custos na mão e o retorno do público, aí sim: decida se vale a pena produzir mais. Anote tudo! Se você não anotar o que entra e sai, vai achar que está lucrando, quando, na verdade, só está girando dinheiro. Por isso, saiba tudo que gastou, registre cada venda e separe o dinheiro da renda extra das demais fontes de renda”, explica.

Já estou lucrando muito, e agora?

No caso de quem já está com a produção em alta, recebendo mais que o normal, a orientação da consultora do will bank é calma para controlar o impulso de querer gastar e consciência de que esse lucro não é exatamente um sinal de estabilidade futura.

“O morango do amor está em alta agora. Mas isso não significa que vai sustentar os próximos meses. Chamamos isso de sazonalidade: quando o lucro vem de uma moda ou de um ciclo curto. É renda, sim, mas não é garantia de que vai durar. Por isso, trate esse valor como um fôlego extra, não como uma estrutura fixa. Use-o para construir sua segurança financeira”, explica Mila.

“Monte um ‘guarda-chuva financeiro’ para os dias de ‘chuva’. Ou seja, crie uma reserva para quando a demanda cair. Assim, é possível ter um respiro em dias de menos venda”, conta. Por fim, a especialista afirma que as anotações sobre o dinheiro que entra e o que sai devem permanecer constantes. “O morango do amor pode até passar, mas a autonomia que você constrói com esse dinheiro pode durar, desde que você escolha agir com consciência agora e não só depois que ele acabar”, conclui.

Oi, eu sou um banco digital, mas pode me chamar de will

Com mais de 10 milhões de clientes no país, o will bank chegou em 2017 com um objetivo: tornar a relação dos brasileiros com o dinheiro mais excitante. Seus clientes não pagam anuidade pelos serviços, como conta digital com cartão de crédito e débito, cartão virtual, investimentos e PIX. Para saber mais, acesse o site.

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Contabilidade Estratégica: escudo contra a falência por erros internos – Jornal Contábil

A falência de uma empresa é um desfecho doloroso, mas muitas vezes evitável. Embora fatores externos como crises econômicas e concorrência acirrada desempenhem seu papel, é alarmante como uma parcela significativa das empresas sucumbe a erros internos de gestão, muitos deles com raízes na ausência ou má aplicação da contabilidade. 

É nesse cenário que a contabilidade estratégica se revela não apenas como um registro de números, mas como um verdadeiro escudo protetor.

Contabilidade como ferramenta de gestão

Tradicionalmente vista apenas como uma obrigação fiscal, a contabilidade tem um potencial muito maior. Quando aplicada de forma estratégica, ela se transforma em uma poderosa ferramenta de gestão, capaz de oferecer visibilidade completa sobre a saúde financeira e operacional do negócio. 

Erros comuns que levam à derrocada, como a má gestão do fluxo de caixa, a formação de preços inadequados, o descontrole de custos e a falta de capital de giro, podem ser identificados e corrigidos proativamente por meio de uma contabilidade bem estruturada.

Precificação Incorreta

Um dos erros internos mais insidiosos e, infelizmente, comuns que levam empresas à falência é a precificação incorreta. Muitos empreendedores, na tentativa de serem competitivos, acabam estabelecendo preços sem uma análise profunda dos seus custos totais – diretos, indiretos, fixos e variáveis. O resultado? Vendem muito, geram receita, mas na realidade estão vendendo prejuízo. 

A contabilidade estratégica é fundamental nesse ponto, pois permite um levantamento minucioso de todos os custos envolvidos na produção ou prestação de serviço, auxiliando na definição de preços que garantam margens de lucro saudáveis e sustentáveis. Ignorar essa etapa é como operar um negócio às cegas, onde a cada venda, a saúde financeira da empresa se deteriora.

Decisões embasadas em dados, não em intuição

Imagine, por exemplo, uma empresa que vende muito, mas não vê o lucro. Uma contabilidade estratégica pode rapidamente identificar se o problema está na precificação dos produtos (talvez os custos de produção não estejam sendo totalmente cobertos) ou em despesas operacionais excessivas. 

Ela permite que gestores tomem decisões baseadas em dados concretos, em vez de intuição ou achismos.

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Vantagens estratégicas essenciais

Além disso, a contabilidade estratégica auxilia no planejamento tributário, garantindo que a empresa pague o mínimo de impostos legalmente possível, liberando recursos importantes. 

Ela também é importante para o monitoramento de indicadores de desempenho (KPIs), alertando sobre tendências negativas antes que se tornem incontroláveis.

Custo de ignorar os números

Em um mercado cada vez mais dinâmico, ignorar o poder da contabilidade é um risco que poucas empresas podem se dar ao luxo de correr. Investir em um departamento contábil eficiente ou em uma parceria com um escritório de contabilidade que adote uma abordagem estratégica pode ser a diferença entre o sucesso duradouro e o fantasma da falência. 

Afinal, conhecer seus números não é apenas cumprir uma lei; é a base para crescer de forma sustentável

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Conclusão

Por fim, em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, ignorar o potencial da contabilidade estratégica é um risco que poucas empresas podem se dar ao luxo de correr. 

Ela é o escudo protetor contra a falência por erros de gestão, a bússola que guia as decisões com base em dados concretos, e a lupa que revela a verdadeira saúde financeira da sua empresa. 

Investir em uma contabilidade que vai além do básico, focada em estratégia e inteligência de negócios, não é um custo, mas sim um investimento indispensável na sustentabilidade e no sucesso duradouro do seu empreendimento.

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Parceria de financiamento: colaborações estratégicas para investimento empresarial – Jornal Contábil

O crescimento de uma empresa demanda não apenas boas ideias, mas também uma visão organizacional apurada, estrutura e principalmente dinheiro. É aí que as parcerias de financiamento entram como uma solução, de modelo colaborativo, para financiamento de projetos estratégicos de forma inteligente e sustentável. Acompanhe este guia e entenda mais.

O que é uma parceria de financiamento?

Parceria de financiamento envolve a participação de um agente financiador e uma empresa, que estabelecem um acordo a longo prazo a fim de destinar recursos em determinado objetivo, com o intuito de inovar, reestruturar e crescer aquela organização. Ou seja, é uma relação que tem como base a confiança mútua, além do fornecimento de suporte estratégico para alcançar os objetivos.

Não é apenas uma maneira de adquirir um dinheiro emprestado, mas sim desenvolver uma relação com o financiador que atua como ponte para o desenvolvimento da empresa. Assim, a financial partnership realiza uma análise contínua do investimento, fazendo acompanhamento e participando das tomadas de decisões por meio de aconselhamentos. 

Por que as empresas estão investindo em parcerias financeiras?

A evolução do mercado faz com que as empresas estejam em constante transformação. Mas para atender essa demanda nem sempre a organização tem capital e estratégia inteligente. Assim, a alternativa de parcerias financeiras como a investment se tornam a alternativa mais adequada, pois agrega nos seguintes quesitos:

  • Melhores taxas e prazos para pagamento, além da facilidade.
  • Consultas e tecnicidade por uma equipe que domina o assunto finanças;
  • Capital previsível com planejamento financeiro mais seguro;
  • Menor risco nos investimentos, com liberdade para inovar e expandir.

Como funciona a parceria financeira na prática?

Imagine uma empresa que atua no ramo do agronegócio e pretende aumentar a capacidade de irrigação automática, passando para 10 mil hectares. Ao invés de buscar uma instituição financeira para adquirir um empréstimo engessado, a organização busca uma parceira financeira.

Assim, a empresa vai receber não apenas o valor do empréstimo, mas também todo um suporte técnico a fim de aplicar o seu projeto com mais segurança.

Conclusão: colaboração estratégica para investimento empresarial vale a pena?

Considerando que a parceria financeira envolve não apenas disponibilidade de crédito, mas suporte estratégico, acompanhamento contínuo e engrenagem para a empresa, vale a pena aplicar na organização.

Mas é importante que ambas as partes envolvidas atuem com transparência, objetivos alinhados, com permanência do apoio do parceiro mesmo após o repasse do recurso e cumprimento do acordo pela empresa. Assim, o financiamento se tornará um verdadeiro investimento promovendo o futuro da organização.

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Autor: Mariana FreitasAutor: Mariana Freitas


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5 dicas que podem impactar na carga tributária que a sua empresa recolhe – Jornal Contábil

Quando pensamos nas finanças da empresa, às vezes, esquecemos que não estamos falando apenas de faturamento, de investimento, de folha de pagamento, etc. Também estamos falando de carga tributária da empresa. 

Isso mesmo, é importante ter em mente que alguns detalhes como a escolha do regime tributário, por exemplo, podem implicar em melhores resultados financeiros para o seu negócio. 

E então, você e seu contador estão atentos a possibilidades como essa? Confira cinco dicas que podem ajudar na carga tributária da empresa e a ter um melhor desempenho nas finanças!

1. Atenção ao regime empresarial

À primeira vista, manter uma empresa optante pelo regime do Simples Nacional pode parecer uma escolha mais interessante do que as alternativas do Lucro Presumido e do Lucro Real. Porém, há casos em que sair da simplicidade de recolher apenas um tributo unificado mensalmente pode resultar em maior economia.

Isso porque algumas empresas não-optantes pelo Simples Nacional podem obter benefícios fiscais em alguns segmentos. Portanto, é preciso fazer os cálculos e descobrir qual das alternativas é mais viável para o seu negócio. Mas atenção! Aqui não há regra! Cada caso é um caso e mesmo empresas idênticas podem ter modalidades de regimes diferentes para recolher menos impostos.

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2. Equilibre pró-labore e dividendos

Um pró-labore alto pode não ser a melhor opção financeira para um empresário. Se não lembra o que é pró-labore, saiba que é o salário que o dono [ou sócio] recebe por trabalhar no negócio. Ou seja, como qualquer salário, há incidência de imposto de renda e contribuição previdenciária, tributos que não incidem sobre os lucros [também chamados de dividendos].

Vale lembrar que os lucros e dividendos se diferem do pró-labore, já que a distribuição dos lucros equivale à remuneração do investidor. No contrato social da empresa é interessante avaliar a inclusão de uma cláusula sobre a distribuição antecipada de lucros através de balanços levantados para essa finalidade. Para ficar claro, é bom ter em mente que antecipar dividendos pode reduzir a carga tributária sobre o empresário.

Porém, é preciso estar atento e contar com ajuda profissional de um contador, pois há regras quanto à escolha desse método. Para que uma empresa possa retirar dividendos, ela precisa necessariamente ter lucro. Portanto, se a sua companhia está bem, essa alternativa pode ser mais interessante. Agora, se a empresa está mal, talvez seja mais viável ficar com o pró-labore, caso contrário não haverá receita suficiente para pagar dividendos compatíveis com o que você espera.

Lembre-se que o pró-labore é uma despesa para empresa, e se ela não está bem com seus resultados, a depender do valor estipulado pode acarretar em redução de lucros ou aumento de prejuízo.

3. Não deixe acumular: pague impostos em dia

Essa dica se aplica a praticamente todos os pagamentos que a sua empresa precisa fazer. Recolher os impostos em dia significa pagar menos impostos. Isso porque, multas e juros podem aumentar de forma considerável o valor final a ser pago, dinheiro que sairá do seu caixa desnecessariamente.

O melhor antídoto para isso é o controle rígido das finanças. Tenha o comando das finanças da empresa e, se possível, pague as guias sempre dentro do prazo. Um dia sequer de atraso já é o suficiente para que você desperdice dinheiro. Se não tiver condições de pagar em dia, parcele as dívidas em atraso, mas não deixe que elas se acumulem de forma indiscriminada.

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4. Evite o barato que sai caro

Alguns empresários ainda têm a infeliz percepção de que vale a pena sonegar impostos. Esse é o famoso “barato que sai caro”. Além do risco que correm, quando são pegos se veem diante de multas e juros que, somadas, acabam muitas vezes inviabilizando um negócio.

O artigo 1º da Lei 4.729/65 trata das condutas que resultam em crime de sonegação fiscal. E a Lei 8.137/90 define os crimes contra a ordem tributária. Acredite: não vale a pena correr esse risco. Seja inteligente e encontre outras formas legais de reduzir a quantidade de impostos a serem pagos. A ilegalidade nunca é o melhor caminho – e não deveria nem sequer ser uma opção.

Do começo ao fim deste texto sobre carga tributária da empresa, você pode ter percebido que uma palavra ficou no ar, mesmo sem ter sido citada. Sabe qual? Planejamento. Não há como ser bem-sucedido com relação aos tributos se não houver um controle rígido sobre essas informações. Mesmo que você conte com bons profissionais ao seu lado, eles precisam de ferramentas adequadas.

O uso de softwares de gestão empresarial e contábil é o melhor caminho para evitar problemas. Simples, eficientes e acessíveis a empresas de qualquer porte, eles permitem automatizar certas tarefas e ganhar tempo. A partir de relatórios precisos, tomar decisões sobre o negócio ficará muito mais fácil.

Fonte: IOB Notícias

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Publicada nova versão da Nota Orientativa sobre ICMS Monofásico no setor de combustíveis

A Receita Federal disponibilizou a versão 1.5 da Nota Orientativa 01/2023, voltada ao tratamento do ICMS Monofásico no setor de combustíveis no âmbito da EFD ICMS IPI.

A atualização foi realizada com o objetivo de adequar as orientações às alterações estabelecidas pelo Convênio ICMS nº 172/2024, que trata da sistemática de tributação monofásica para determinados produtos do setor.

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  • Publicada nova versão da Nota Orientativa sobre ICMS Monofásico no setor de combustíveis
  • 5 dicas que podem impactar na carga tributária que a sua empresa recolhe
  • HOJE é o último dia para o envio da ECF 2025. Evite multas!
  • SIMPI: manutenção da Selic em 15% pode agravar crise de crédito entre micro e pequenas empresas
  • Discriminação no trabalho: desafio de custos altos e consequências legais

O documento orienta contribuintes, profissionais da contabilidade e desenvolvedores de sistemas sobre os procedimentos corretos de escrituração e apuração do ICMS nas operações abrangidas pelo regime monofásico.

Acesse aqui a Nota Orientativa 01/2023 v.1.5:

Com informações do SPED

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HOJE é o último dia para o envio da ECF 2025. Evite multas! – Jornal Contábil

Chegou a hora! Não há mais como adiar!  Hoje, dia 31 de julho, é a data-limite para a entrega da Escrituração Contábil Fiscal (ECF) de 2025 (ano-calendário 2024). É fundamental que as empresas estejam focadas no envio dessa obrigação para evitar as pesadas multas e sanções previstas pela Receita Federal.

A ECF é uma obrigação acessória de extrema importância, pois ela substitui a antiga Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ). 

Nela, são reportadas todas as operações que impactam a base de cálculo e o valor devido do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). 

Isso inclui desde o Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR) e o Livro de Apuração da Base de Cálculo da CSLL (LACS) até informações detalhadas sobre receitas, custos, despesas, ativos, passivos e operações com partes relacionadas.

Quem precisa entregar a ECF?

Basicamente, todas as pessoas jurídicas, inclusive as equiparadas, devem entregar a ECF, independentemente de sua forma de tributação (Lucro Real, Lucro Presumido ou Lucro Arbitrado). Há poucas exceções, como as empresas optantes pelo Simples Nacional, órgãos públicos, autarquias e fundações públicas, e pessoas jurídicas inativas.

Os riscos da não entrega ou erros no preenchimento

A não entrega da ECF dentro do prazo estabelecido ou o envio com incorreções ou omissões pode acarretar multas significativas, que variam conforme o regime tributário da empresa e a gravidade do erro. 

Para empresas do Lucro Real, as multas podem ser calculadas sobre o lucro líquido ou receita bruta, tornando-se valores expressivos. Além das multas financeiras, a falta ou o preenchimento incorreto pode gerar:

  • Impedimentos para Obter Certidão Negativa de Débitos (CND): Essencial para participar de licitações, obter financiamentos e realizar diversas transações comerciais.
  • Malha Fiscal e Fiscalização: A Receita Federal utiliza a ECF para cruzar dados com outras declarações (como a EFD-Contribuições, por exemplo) e identificar inconsistências, o que pode levar a um processo de fiscalização e autuações.
  • Prejuízos à Imagem da Empresa: A irregularidade fiscal pode afetar a credibilidade da empresa perante o mercado, clientes e fornecedores.

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Multas pelo não envio da ECF

A Escrituração Contábil Fiscal (ECF) é uma obrigação anual crucial para a maioria das empresas brasileiras, e o não cumprimento do prazo de entrega ou o envio com erros e omissões pode resultar em penalidades financeiras significativas impostas pela Receita Federal. 

É fundamental que empresas e contadores estejam cientes desses valores para evitar prejuízos desnecessários e manter a regularidade fiscal do negócio.

Aplicam-se multas por atraso a partir do dia seguinte ao prazo final de entrega.

  • Para Pessoas Jurídicas do Lucro Real:
    • A multa é de 0,25% por mês-calendário ou fração, calculada sobre o lucro líquido antes do IRPJ e da CSLL no período a que se refere a apuração.
    • Essa multa é limitada a 10% do lucro líquido antes do IRPJ e da CSLL.
    • Há um limite máximo de multa de R$ 5.000.000,00 para pessoas jurídicas que não se enquadrarem em critérios específicos de receita bruta.
  • Para Demais Pessoas Jurídicas (Lucro Presumido, Lucro Arbitrado, Imunes e Isentas):
    • A multa por atraso na entrega é de R$ 500,00 por mês ou fração.

Além das multas por atraso na entrega, a Receita Federal também aplica penalidades para quem envia a ECF com problemas no conteúdo:

  • Multa de 3% sobre o valor omitido, inexato ou incorreto, com valor não inferior a R$ 100,00.
  • Ou, em alguns casos, 5% sobre o valor da operação correspondente, limitada a 1% da receita bruta da pessoa jurídica no período.

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Dicas para o envio correto da ECF

Para garantir um envio tranquilo e sem problemas, as empresas e os profissionais da contabilidade devem seguir algumas recomendações importantes nestes últimos dias:

  1. Revisão Detalhada dos Dados: Certifique-se de que todas as informações contábeis e fiscais foram corretamente importadas para o programa da ECF e que os dados estão consistentes. Faça o cruzamento com o SPED Contábil (ECD) e outras declarações.
  2. Validação Rigorosa: Utilize a função de validação do próprio programa da ECF para identificar e corrigir erros ou avisos antes da transmissão.
  3. Atenção aos Blocos Específicos: Verifique se todos os blocos exigidos para o regime tributário da sua empresa foram preenchidos corretamente, como o Bloco M (e-Lalur/e-Lacs) para o Lucro Real.
  4. Certificado Digital Válido: A transmissão da ECF exige um certificado digital (e-CNPJ ou e-CPF do responsável legal pela empresa). Verifique a validade com antecedência para evitar surpresas.
  5. Backup dos Dados: Mantenha sempre um backup dos arquivos gerados e transmitidos para sua segurança.
  6. Busque Apoio Profissional: Se houver dúvidas ou dificuldades, não hesite em procurar um contador experiente ou consultor fiscal para auxiliar no processo.

A palavra de ordem é mão na massa. A conformidade fiscal é fundamental para a saúde e a longevidade de qualquer negócio.

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Fraudes digitais no Simples Nacional: como proteger sua empresa dos golpes virtuais – Jornal Contábil

Com o avanço da digitalização e a complexidade do sistema tributário brasileiro, pequenas e médias empresas, especialmente as enquadradas no Simples Nacional, tornaram-se alvos preferenciais de golpistas. A emissão indevida de certificados digitais, a manipulação de dados fiscais e a engenharia social são algumas das táticas usadas para fraudar o fisco e acessar contas empresariais. Diante desse cenário alarmante, cresce a urgência por medidas preventivas e maior conscientização sobre os riscos no ambiente digital.

Diversas fraudes têm sido registradas em empresas brasileiras de diferentes portes, sendo alarmante a ocorrência dessas atividades no ambiente digital. Nesses crimes, os fraudadores obtêm acesso ao certificado digital da empresa ou de seus administradores por meio de emissão indevida ou ataques cibernéticos. De posse desse documento, eles se passam por representantes legais, abrindo contas bancárias e acessando sistemas fiscais fornecidos pelas secretarias da fazenda, como e-CAC, Portal do Simples Nacional e postos fiscais eletrônicos.

Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Contabilidade, destaca outra tática utilizada pelos golpistas: “Em alguns casos, esses criminosos, por meio de engenharia social, conseguem emitir certificados digitais falsos dos administradores ou da empresa. Eles retificam impostos pagos para diminuir os valores devidos, abrem contas bancárias em nome da empresa e solicitam a restituição de valores que supostamente foram pagos a maior.” Esse método permite que os golpistas acessem recursos fraudulentamente, muitas vezes sem que as vítimas percebam a situação.

Além disso, as quadrilhas manipulam informações fiscais utilizando o PGDAS (Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional), criando créditos fictícios e causando prejuízos não apenas aos contribuintes, mas também à arrecadação governamental. Domingos acrescenta: “Quando conseguem acessar a área da empresa nos sistemas governamentais, muitas vezes esses golpistas cancelam o e-mail de notificação do representante da empresa para evitar que haja alertas sobre essas movimentações fraudulentas. Eles esperam que a Receita Federal restitua o imposto, e ao concretizar o saque, a empresa do Simples Nacional não sofre danos imediatos, pois a restituição ainda não se efetivou, mas as consequências podem ser severas.”

Outro método comum envolve golpistas que se apresentam como consultores tributários, prometendo recuperar valores para os empresários, como PIS e Cofins. No entanto, esses supostos direitos creditórios são, na verdade, fraudes que consistem na alteração indevida da natureza da receita bruta das empresas, visando a redução da carga tributária para obter restituições indevidas.

A criatividade e a expertise técnica dos criminosos são notáveis, permitindo que encontrem brechas para desviar valores de impostos, deixando as empresas com a responsabilidade de arcar com as contas.

O Impacto das Fraudes no Simples Nacional

As consequências das fraudes digitais são devastadoras e podem afetar as pequenas empresas de diversas maneiras:

  • Multas Pesadas: a Receita Federal pode impor penalidades financeiras severas por declarações incorretas, muitas vezes resultantes de ações fraudulentas.
  • Exclusão do Simples Nacional: em casos extremos, a empresa pode ser excluída do regime simplificado, o que resulta em um aumento considerável da carga tributária e dificulta a continuidade das operações.
  • Danos à Reputação: o envolvimento em fraudes pode manchar a imagem da empresa, afastando clientes e parceiros, além de prejudicar a confiança do mercado.
  • Perda de Controle: uma vez que os golpistas assumem o controle sobre as contas da empresa, a situação pode rapidamente sair do controle, levando a dívidas e complicações legais.

Essas consequências não afetam apenas a saúde financeira das empresas, mas também sua longevidade e capacidade de inovar e crescer. Em um mercado onde a confiança é fundamental, a reputação danificada pode levar anos para ser restaurada.

Denis Barroso, sócio da Barroso Advogados Associados, enfatiza que essas ações podem ir muito além das questões tributárias, podendo causar um verdadeiro caos na vida do empresário, que perde totalmente o controle do seu negócio. “Esses criminosos têm a capacidade de acessar o e-CAC (Centro de Atendimento ao Contribuinte) e controlar todas as ações das empresas, desde a retificação de declarações até a criação de novas empresas em nome dos empreendedores.” Essa manipulação pode resultar em consequências devastadoras, como a perda total do controle sobre os ativos da empresa e a possibilidade de uma responsabilidade legal do sócio, podendo levar à falência.

Medidas de Proteção para Empresas do Simples Nacional

Diante do aumento das fraudes digitais, é imperativo que as empresas adotem medidas preventivas robustas para se proteger. Aqui estão algumas diretrizes essenciais passadas por Denis Barroso:

  • Segurança em Certificados Digitais: os certificados digitais são cruciais para a segurança nas transações online. Para garantir sua proteção, as empresas devem:
  • Não Compartilhar Senhas: é fundamental que senhas e certificados não sejam compartilhados com terceiros. Em situações em que for necessário, contrate procuradores com poderes claramente especificados no documento.
  • Verificar a Autenticidade: periodicamente, as empresas devem verificar a autenticidade de seus certificados e atualizá-los quando necessário.
  • Monitoramento de Comunicações: utilizar sistemas de acompanhamento de caixas postais e plataformas de comunicação é essencial para identificar movimentações suspeitas. A Confirp Contabilidade, por exemplo, oferece esse tipo de serviço para seus clientes, permitindo que as empresas se mantenham alertas quanto a possíveis fraudes. Além disso, treinar a equipe para identificar e-mails e mensagens suspeitas pode ser um passo importante na prevenção.
  • Regularidade Fiscal: consultar periodicamente certidões fiscais através de sites governamentais é fundamental. Assim como acontece com o monitoramento de notificações, a Confirp também acompanha a regularidade fiscal de seus clientes, de forma permanente, a movimentação tributária (valores declarados e pagos), reduzindo as chances de surpresas desagradáveis.

Infraestrutura de Segurança

Outro ponto fundamental é que a empresa invista em uma infraestrutura de segurança robusta, essencial para proteger dados e informações sensíveis, conforme explica Paulo Lima, sócio da Witec It Solutions. Segundo ele, isso envolve muitos pontos, mas ele destaca alguns:

  • Firewalls de Próxima Geração (NGFW) e UTMs: pequenas e médias empresas podem se beneficiar significativamente dos firewalls de próxima geração (NGFWs) e das soluções de gestão unificada de ameaças (UTMs). Os NGFWs oferecem uma camada adicional de proteção ao inspecionar o tráfego em tempo real e identificar ameaças avançadas. Já os UTMs combinam várias funcionalidades de segurança em um único dispositivo, como firewall, antivírus, antispam e controle de conteúdo, simplificando o gerenciamento de segurança em ambientes menores.
  • Filtros de DNS Inteligentes: a implementação de filtros de DNS pode reduzir a exposição a sites maliciosos, bloqueando o acesso a domínios identificados como ameaças. Esses filtros ajudam a prevenir ataques como phishing e ransomware ao bloquear URLs suspeitas antes mesmo de um usuário tentar acessá-las.
  • Proteção de Endpoint e Monitoramento de Rede: além das proteções de firewall e antispam, é fundamental que as empresas implementem soluções de segurança para endpoints. Antivírus de próxima geração e EDR (Endpoint Detection and Response) oferecem uma resposta rápida contra malwares e ataques direcionados. Adicionalmente, o monitoramento de rede contínuo permite identificar e bloquear atividades suspeitas, garantindo que tentativas de acesso não autorizado sejam rapidamente neutralizadas.

A Importância da Conscientização e Treinamento

O treinamento contínuo dos colaboradores é crucial na luta contra fraudes digitais. As empresas devem promover a conscientização sobre os riscos associados às fraudes digitais, ensinando seus funcionários a reconhecer sinais de alerta e a adotar práticas seguras. A formação, segundo Paulo Lima, deve incluir tópicos como:

  • Identificação de Phishing: como reconhecer e-mails e mensagens fraudulentas que tentam induzir a empresa a fornecer informações sensíveis. Executar simulações de phishing e campanhas de conscientização ajudam os colaboradores a reconhecerem fraudes de e-mails em um ambiente controlado, reduzindo a probabilidade de falha em um cenário real.
  • Segurança de Senhas: a importância de criar senhas fortes e de não reutilizar senhas em diferentes plataformas.
  • Proteção de Dados Sensíveis: como manejar informações confidenciais e a importância de manter a privacidade dos dados dos clientes.

Uma equipe bem-informada e engajada, que se sente à vontade para relatar atividades suspeitas, é uma das melhores defesas contra crimes financeiros. Além disso, as empresas devem estabelecer canais claros de comunicação onde os colaboradores possam relatar incidentes sem medo de represálias.

Seguros Cibernéticos

Considerar a contratação de um seguro cibernético também pode ser uma estratégia eficaz para minimizar prejuízos em caso de incidentes. “As apólices podem incluir coberturas essenciais, como proteção contra restituições indevidas e custos relacionados à investigação de fraudes,” orienta Cristina Camillo, especialista em seguros. Essas coberturas podem ser decisivas para a recuperação financeira e a continuidade das operações.

Embora o seguro cibernético seja uma recomendação válida, a cobertura deve ser detalhada para incluir riscos de engenharia social, fraudes fiscais e recuperação de dados, além de incidentes de ransomware. Isso evita uma falsa expectativa sobre a cobertura, já que algumas apólices excluem fraudes baseadas em credenciais comprometidas ou engenharia social. 

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Reforma Tributária: Novas alterações para CT-e, CR-eOS e GTV-e – Jornal Contábil

Foi publicada v.1.07 da Nota Técnica 2025.001 que divulga adequação dos leiautes do CT-e, do CT-eOS e da GTV-e para Reforma Tributária do Consumo – RTC, trazendo atualizações nos leiautes dos seguintes documentos:

  • CTe (Conhecimento de Transporte Eletrônico);
  • CTe-OS (Conhecimento de Transporte Eletrônico – Outros Serviços);
  • GTVe (Guia de Transporte de Valores Eletrônico);
  • NF3e (Nota Fiscal de Energia Elétrica Eletrônica);
  • BPe (Bilhete de Passagens Eletrônico), e
  • NFCom (Nota Fiscal Fatura de Serviço de Comunicação Eletrônica).

A nota técnica apresenta as seguintes alterações nos documentos fiscais eletrônicos mencionados acima: 

  • Inclusão do grupo IBS/CBS no XML;
  • Campo obrigatório vIBS;
  • Código de Classificação Tributária (cClassTrib) obrigatório em conjunto com o CST;
  • Novas regras de validação do IBS/CBS;
  • Inclusão do Grupo de Compras Governamentais (gTribCompraGov);
  • Inclusão do Grupo de Tributação Regular (gTribRegular);
  • Inclusão de grupos para crédito presumido;
  • Inclusão do schema (DFeTiposBasicos_v1.00.xsdumérico);
  • Ampliação do código de status (cStat) para 4 dígitos;
  • Alterações específicas para cada tipo de documento eletrônico.

Leia também:

Datas de Implementação

As datas de implementação são as seguintes:

  • Ambiente teste: Até 28/07/2025
  • Ambiente de produção: 06/10/2025
  • Validação obrigatória em produção: 05/01/2026

No ambiente de produção, os campos ficam à disposição desde 06 de outubro de 2025, validados apenas se informados. As Regras de Validação serão aplicadas somente a partir de 05 de janeiro de 2026 de forma obrigatória. 

No ambiente de homologação os campos da reforma tributária estarão à disposição desde julho, validados apenas se informados, e passam a ser exigidos a partir de 06 de outubro de 2025.



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Cinco falhas que impedem empresas de crescerem por falta de inteligência analítica – Jornal Contábil

Tomar decisões baseadas apenas em intuição ainda é realidade para muitas empresas brasileiras. Estudos de consultorias como McKinsey, KPMG e Abrappe mostram que o mau aproveitamento de dados pode comprometer até 15% do faturamento, além de gerar desperdícios operacionais e perda de competitividade.

Apesar da abundância de tecnologia disponível, 80% das informações operacionais não são analisadas de forma estruturada, o que leva a falhas comuns como promoções ineficientes, ruptura de estoque e baixa personalização da experiência do cliente. No setor industrial, isso também se reflete em custos elevados, dificuldade para prever vendas e padrões desalinhados entre unidades.

Para evitar que esses problemas impactam nos resultados, é essencial que gestores identifiquem práticas que ainda bloqueiam o uso inteligente de dados. João Chencci, head de Tecnologia da AGR TECH, unidade de tecnologia da AGR Consultores, lista os principais erros que travam o crescimento e como evitá-los:

1.⁠ ⁠Decidir no achismo

Empresas que não usam dados estruturados têm desempenho até 20% inferior. “Quando a decisão é tomada com base em intuição, há desperdício de recursos e perda de oportunidades”, explica Chencci.

2.⁠ ⁠Não integrar bases de dados

Informações espalhadas entre diferentes áreas dificultam análises precisas. A integração é essencial para criar cenários confiáveis e antecipar movimentos de mercado.

3.⁠ ⁠Ignorar padrões de consumo

Muitas empresas deixam de observar o comportamento do cliente, perdendo chances de retenção e de crescimento de receita. Modelagens analíticas ajudam a prever tendências e ajustar estratégias em tempo real.

4.⁠ ⁠Falhar na governança de dados

Sem qualidade e atualização constantes, os dados perdem valor e podem gerar decisões equivocadas. Investir em processos de governança é tão importante quanto coletar informações.

5.⁠ ⁠Subestimar a inteligência analítica

Ainda há quem veja tecnologia apenas como ferramenta de apoio. “Quando bem aplicada, ela deixa de ser suporte e passa a ser motor de crescimento, impactando diretamente margem e produtividade”, reforça Chencci.

Sobre a AGR TECH

A AGR TECH nasceu da prática. Criada a partir da experiência acumulada em projetos de transformação da AGR Consultores, ela combina tecnologia proprietária, inteligência artificial e automação com um propósito claro: acelerar decisões e ampliar o controle sobre áreas críticas do negócio. Embora recente, a AGR TECH herda a bagagem de mais de duas décadas da AGR Consultores, atuando agora de forma independente para escalar soluções com ainda mais velocidade.

Diferente de plataformas genéricas, as soluções da AGR TECH são desenhadas para gerar impacto real, com foco em resultados, visualização estratégica e aplicabilidade prática — especialmente em temas como orçamento, metas, performance e indicadores. Recentemente, a empresa passou a operar também no modelo de franquia/revenda consignada, tornando a inteligência analítica mais acessível para empresas que buscam agilidade e personalização nas decisões.

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