Você sabia que mesmo no Simples Nacional pode haver retenção de ISS? Descubra como funciona! – Jornal Contábil

O ISS é um imposto municipal cobrado sobre a prestação de serviços, inclusive por empresas do Simples Nacional. 

No entanto, em alguns casos, o imposto pode ser retido na fonte pelo tomador do serviço, conforme regras específicas de cada município.

Para te ajudar em mais uma questão do Simples Nacional, hoje a equipe do Jornal Contábil retirou algumas informações do artigo da  é-Simples Auditoria Eletrônica, empresa especialista no Simples Nacional e vamos te ajudar a entender mais sobre a retenção de ISS e saber como podemos ajudar nossos clientes optantes por esse regime!

O artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica diz:

1. Retenção de ISS: o que é?

Segundo o Blog da é-Simples Auditoria: “A retenção de ISS no Simples Nacional é um mecanismo do fisco local que pressupõe a retenção do imposto na fonte, pelo tomador ou a quem o serviço foi prestado. Especialistas apontam este mecanismo como uma dinamização dos processos de arrecadação.

Ou seja, ao contrário do recolhimento ser realizado no contribuinte prestador do serviço, opera-se a retenção do mesmo tributo e seu cálculo exato no tomador do serviço para, posteriormente, realizar o recolhimento.

No entanto, a retenção do ISS no Simples Nacional pelo contribuinte substituto, o tomador do serviço, pode ocorrer no ato de pagamento. Para isso, vale ressaltar que a fundamentação jurídica se dá em dois planos de normas.

No primeiro, o art.128 do CTN prevê a substituição tributária do ISS. Contudo, deverá também a lei municipal local determinar a operacionalidade da retenção de ISS no Simples Nacional na administração da Fazenda Municipal.”

2. Qual a alíquota de retenção de ISS no Simples Nacional?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria:”Como vimos no tópico anterior, a retenção representa uma estratégia adotada pelas Fazendas Municipais e do Distrito Federal de modo a dinamizar o recolhimento do tributo. Por este aspecto, as alíquotas obedecem ao fixado para incidência convencional.

Ou seja, tendo em vista os limites de 2% a 5% e suas variantes locais, o ISS tributado ao prestador de serviço, quando em modalidade de retenção, é aplicado ao contribuinte substituto (o tomador).”

3. ISS para o Simples Nacional: como realizar o pagamento

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: “O pagamento do imposto pode ser realizado em duas modalidades. Na primeira, por meio da guia DAS do Simples Nacional a empresa optante contabiliza e realiza o pagamento do valor de ISS respectivo aos serviços prestados.

Na segunda possibilidade, caso haja previsão legal, o recolhimento pode ser realizado por meio de retenção do ISS no Simples Nacional, sendo calculado e indicado em Nota Fiscal emitida na hora de pagamento do serviço contratado.”

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Obrigado pela leitura!Informações retiradas do Blog da é-Simples Auditoria. Artigo: “Retenção de ISS no Simples Nacional: saiba como funciona”. Disponível em: Por Leonel Monteiro em 05/01/2024.

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Tentativas de fraudes atingem 2,8% das transações no 1º semestre, revela AcertPix – Jornal Contábil

As tentativas de fraude no 1º semestre atingiram 2,8% das transações realizadas. É o que mostra um novo relatório sobre as tentativas de fraudes no ambiente corporativo nacional desenvolvido pela da idtech AcertPix. O levantamento considera a base de clientes da empresa que, desde sua fundação, já evitou R$ 1 bilhão em fraudes e proporcionou R$ 10 bilhões em transações seguras. Os dados revelam padrões de horário, região e tipo de fraude, informações que ajudam a entender como agem os criminosos e quem mais corre risco.

Responsável por 3,6% dos casos de fraudes tentadas, o documento mais utilizado para tentativas de fraudes é a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), seguido pelo RG, com 2,5%. Recém instituída para entregar maior segurança ao cidadão, a Carteira de Identidade Nacional (CIN) representou 0,2% das tentativas.

André Azevedo, CEO da AcertPix, comenta que esse padrão revela a preferência dos fraudadores por documentos de uso frequente e mais suscetíveis a adulteração digital. “No entanto, até mesmo a CIN, que tem como um dos objetivos reduzir o número de fraudes, já vem sofrendo as primeiras tentativas. Isso só reforça a nossa estratégia de encarar todos os dias como o ‘dia 1’ “, explica.

De acordo com o levantamento da AcertPix, o pico de tentativas acontece em dois horários distintos: das 19h às 20h e das 2h às 3h da madrugada. Nestes períodos, o índice de tentativas alcançou média de 3,0%. Azevedo explica que os bandidos preferem atuar fora do horário comercial. “É quando a fiscalização humana tende a ser menor e o fraudador tem mais tempo para se dedicar aos golpes. Entre os dias da semana, a segunda-feira é o dia que concentra maior número de tentativas de fraudes”, comenta.

Perfil da vítima e geolocalização

Embora os dados sejam anonimizados, é possível traçar um perfil de personas mais vulneráveis às fraudes. São adultos entre 25 e 55 anos, com alto uso de apps e documentos digitais, profissionais autônomos ou de setores com menos acesso a soluções antifraude robustas e pessoas que utilizam a CNH como documento principal — motoristas, entregadores, e-commerce informal, entre outros.

A região Nordeste foi a que registrou o maior índice de tentativas de fraude (3,3%), seguida pelo Sul (2,7%) e Sudeste (2,7%). Segundo a AcertPix, a concentração maior no Nordeste pode estar relacionada ao volume de operações digitais recentes e menor presença de soluções antifraude robustas em algumas áreas.

Confira o infográfico:

Sobre a AcertPix

Com experiência de prevenir mais de R$ 1 bilhão em fraudes e possibilitar a transação segura de bilhões para grandes companhias, como Itaú e Santander, a idtech AcertPix acaba de lançar a Skia, plataforma alimentada por inteligência artificial para comunicação por meio de imagem, voz e texto. Por conta do lançamento, a empresa projeta dobrar de tamanho em 2025. O framework da ferramenta, desenvolvido dentro de casa, possibilita o aumento de conversão e atendimento 24/7, utilizando AI para avaliar as chamadas, sugerir melhorias e hiper personalizar os roteiros.

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MEI e Contador: parceria para o sucesso do seu negócio – Jornal Contábil

Ser um Microempreendedor Individual (MEI) é a porta de entrada para milhões de brasileiros no mundo do empreendedorismo. A facilidade para abrir a empresa, a baixa carga tributária e a simplificação de processos são grandes atrativos. 

Contudo, muitos MEIs ainda veem o auxílio de um contador como um custo desnecessário, uma visão que pode custar caro a longo prazo.

Na verdade, o contador é um parceiro estratégico capaz de transformar o potencial do seu MEI em resultados concretos. Longe de ser apenas um “tirador de guias”, o profissional contábil oferece um suporte valioso que vai muito além das obrigações básicas.

Vejamos a seguir, as vantagens de ter uma parceria com um contador.

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Por que o contador é indispensável para o MEI?

Mesmo com a simplicidade aparente do MEI, navegar pelas regras fiscais, financeiras e de gestão pode ser um desafio. É aí que a expertise do contador faz toda a diferença:

  1. Registro e Formalização Correta: Embora seja simples, o processo de abertura pode gerar dúvidas. O contador garante que sua atividade esteja classificada corretamente, evitando problemas futuros com fiscalizações e garantindo que você aproveite todos os benefícios do MEI.
  2. Organização Financeira e Controle de Receitas: Um dos erros mais comuns do MEI é misturar finanças pessoais com as da empresa. O contador pode auxiliar na separação dessas contas, na organização do fluxo de caixa e no controle do faturamento, garantindo que você não ultrapasse o limite anual do MEI (hoje em R$ 81 mil) e precise migrar para outro regime tributário de forma inesperada.
  3. Obrigações e Declarações em Dia: A Declaração Anual Simplificada para o MEI (DASN-SIMEI) é obrigatória e crucial. O contador assegura que essa e outras obrigações (como o pagamento mensal do DAS) sejam entregues corretamente e dentro do prazo, evitando multas e a perda dos benefícios previdenciários.
  4. Planejamento Tributário e Crescimento: E se o seu negócio crescer e você precisar deixar de ser MEI? O contador é o profissional ideal para planejar essa transição, analisando qual o melhor regime tributário (Simples Nacional, Lucro Presumido, etc.) para sua nova fase, minimizando impostos e maximizando lucros. Ele pode simular cenários e indicar o caminho mais vantajoso.
  5. Acesso a Crédito e Investimentos: Com as finanças organizadas e as declarações em dia, o contador pode ajudar a preparar os documentos necessários para a obtenção de crédito em bancos ou a busca por investimentos, abrindo portas para a expansão do seu negócio.
  6. Assessoria Estratégica: Além do operacional, o contador atua como um consultor, oferecendo insights sobre custos, precificação de produtos/serviços, rentabilidade e até mesmo auxiliando na tomada de decisões importantes para a saúde financeira e o crescimento sustentável do seu empreendimento.

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Investimento que gera retorno

Para o MEI, o custo de um contador é, na maioria dos casos, um investimento, não uma despesa. Evitar erros, multas, desenquadramentos indevidos e garantir uma gestão financeira eficiente pode gerar uma economia e um crescimento muito maiores do que o valor dos honorários contábeis.

Seja você um MEI recém-aberto ou um microempreendedor buscando otimizar seu negócio, considere o auxílio de um contador. Ele é a chave para transformar desafios em oportunidades e impulsionar o seu sucesso. Seu tempo deve ser dedicado a produzir e vender, e a burocracia pode ser deixada nas mãos de quem realmente entende dela.

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Práticas ESG ganham protagonismo no setor imobiliário, aponta especialista  – Jornal Contábil

As práticas ESG (Environmental, Social and Governance – Ambiental, Social e Governança) já são uma realidade no setor imobiliário brasileiro. Incorporadoras, construtoras e fundos de investimento têm voltado a atenção para práticas sustentáveis, inclusão social e transparência na gestão, diante de uma crescente exigência de consumidores, investidores e órgãos reguladores. 

De acordo com a advogada da Hemmer Advocacia, Milena Xavier Linhares de Andrade, o movimento vai além de uma tendência passageira. “ESG não é mais um diferencial competitivo, é um requisito essencial! Hoje, investidores olham para os critérios ambientais e sociais com o mesmo peso que olham para retorno financeiro. E o setor imobiliário, com seu impacto direto no meio ambiente e na organização das cidades, tem papel estratégico nesse cenário”, afirma a especialista. 

Ainda, segundo a advogada, o setor tem respondido à crescente pressão por práticas mais responsáveis. “Instituições financeiras, nacionais e internacionais, estão condicionando a liberação de crédito à comprovação de práticas sustentáveis. Esse movimento, que começou no campo, já chegou com força ao ambiente urbano, e impacta diretamente a forma como se pensa e se estrutura um empreendimento imobiliário”, reforça. 

Desde a elaboração de contratos, até a definição de políticas internas, a assessoria jurídica contribui para garantir conformidade legal e ampliar a competitividade no mercado. “O corpo jurídico é essencial na formalização das práticas de ESG, na identificação de riscos, na elaboração de diretrizes internas e na proteção da propriedade intelectual relacionada à inovação tecnológica aplicada à construção civil”, explica Milena. 

Além disso, o jurídico também atua em frentes como treinamentos, auditorias, compliance ambiental e resolução de conflitos socioambientais, o que fortalece os pilares da governança corporativa. “A aplicação efetiva do ESG exige transparência, ética e responsabilidade, atributos que precisam estar juridicamente ancorados para gerar segurança e perenidade nos negócios”, complementa. 

No setor imobiliário, as práticas ESG se manifestam em ações como o uso racional de recursos naturais, a eficiência energética, a gestão de resíduos nas obras, a preocupação com a acessibilidade e o impacto urbano dos empreendimentos. “No setor imobiliário, a incorporação de diretrizes ESG vai muito além de uma preocupação com a reputação da marca. Sem práticas sustentáveis, responsabilidade social e uma governança sólida, os projetos perdem competitividade, enfrentam maiores riscos jurídicos e têm dificuldade de se posicionar em um mercado que já reconhece o ESG como parâmetro estratégico e não mais como uma vantagem opcional”, finaliza.  

Milena Xavier Andrade
Crédito: Marketing – Hemmer Advocacia  

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Autor: Mariana FreitasAutor: Mariana Freitas


Há 2 anos faz parte da equipe de Redação e Marketing do Jornal Contábil, colaborando com a criação de conteúdo, estratégias de engajamento e apoio no fortalecimento da presença digital do portal.


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Exportações Brasil-EUA: qual o papel do contador neste novo cenário? – Jornal Contábil

A relação comercial estratégica entre Brasil e Estados Unidos, há muito tempo consolidada, está prestes a enfrentar um novo desafio. A partir de 1º de agosto de 2025, uma nova política tarifária imposta pelo governo norte-americano elevará em 50% as taxas sobre diversos produtos brasileiros, impactando diretamente os exportadores e exigindo uma reavaliação estratégica por parte das empresas e de seus contadores.

Historicamente, os EUA são o segundo maior comprador de produtos brasileiros, movimentando cerca de US$ 36 bilhões em 2024, com destaque para setores como petróleo, agronegócio, aeronaves e bens industrializados. 

Essa parceria, no entanto, será testada com a nova medida, que visa, entre outros motivos, proteger a indústria americana, apesar do superávit comercial dos EUA com o Brasil.

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O que o Brasil exporta para os EUA e como será afetado?

A pauta de exportações brasileiras para os EUA é diversificada, abrangendo produtos essenciais para a economia nacional. Entre os principais, destacam-se:

  • Café: O Brasil, líder mundial na produção, abastece cerca de um terço do consumo norte-americano.
  • Carne Bovina: O segundo maior destino da carne brasileira, com um crescimento expressivo nas compras em 2025.
  • Suco de Laranja: Mais de 50% do suco consumido nos EUA é brasileiro.
  • Petróleo: O pré-sal tem consolidado o Brasil como um importante fornecedor de petróleo bruto.
  • Aeronaves: Principalmente da Embraer, com forte peso no setor industrial.
  • Semi manufaturados de Ferro ou Aço: Produtos intermediários cruciais para a indústria americana.
  • Materiais de Construção e Engenharia: Incluindo chapas, tubos e peças moldadas.
  • Madeira: Produtos do setor florestal, como madeira serrada e laminados, especialmente para construção civil.
  • Máquinas e Motores: Componentes industriais e agrícolas com alto valor agregado.
  • Eletrônicos: Embora em menor volume, produtos de tecnologia e componentes eletrônicos também fazem parte da lista.

Esses segmentos sentirão o impacto direto do aumento tarifário, que se acumulará às taxas já existentes, elevando significativamente o custo de entrada dos produtos brasileiros no mercado americano.

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Papel do Contador no novo cenário

Diante desse cenário, a atuação dos contadores e profissionais de contabilidade torna-se ainda mais estratégica. Eles serão fundamentais para orientar as empresas na adaptação a essas novas regras fiscais, operacionais e estratégicas.

Na prática, as mudanças exigirão:

  • Ajustes Contratuais: Contratos de fornecimento precisarão ser revisados, especialmente cláusulas de variação cambial, frete internacional e tarifas, para mitigar riscos.
  • Impacto no DRE e Fluxo de Caixa: O Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE) deverá refletir provisões de perdas e possíveis cancelamentos de pedidos. Além disso, as novas tarifas afetarão diretamente o fluxo de caixa das exportadoras, exigindo reavaliações constantes das entradas e alocação de recursos.
  • Diversificação de Mercados: A elevação das tarifas pode impulsionar as empresas a buscar novos destinos para suas exportações, como Alemanha, China, Emirados Árabes e Índia. Contadores terão um papel crucial na elaboração de estudos comparativos de mercado e simulações de custos.

Para auxiliar seus clientes exportadores, os contadores vão precisar adotar ações proativas como:

  • Atualizar sistemas contábeis e ERPs com as novas tarifas.
  • Revisar contratos para incluir cláusulas de reajuste de preços e custos.
  • Emitir relatórios comparativos de margens, simulando o cenário antes e depois da tarifa.
  • Mapear operações que podem ser direcionadas para outros mercados ou que exigirão ajustes logísticos.
  • Realizar auditorias internas nos custos de exportação.
  • Participar ativamente de reuniões estratégicas com os setores fiscal, jurídico e comercial das empresas.
  • Capacitar equipes sobre regimes aduaneiros e possíveis isenções.

Em um contexto de adversidades comerciais globais, o papel do contador transcende o registro de números. Ele se torna um analista estratégico, capaz de interpretar cenários, antecipar impactos e guiar as empresas brasileiras na manutenção de sua competitividade, adaptando-se e buscando novas oportunidades. 

A precisão e a visão estratégica desses profissionais serão decisivas para o sucesso das exportações brasileiras diante dos desafios impostos pelas novas tarifas dos EUA.

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O Papel da Gestão Contábil no Setor Estético – Jornal Contábil

O setor estético tem experimentado um crescimento exponencial nos últimos anos, impulsionado pela crescente demanda por procedimentos de beleza e bem-estar. No entanto, muitos profissionais e clínicas especializadas enfrentam desafios significativos quando se trata de organizar suas finanças e cumprir obrigações fiscais. A gestão contábil no setor estético vai muito além do simples controle de receitas e despesas – ela é fundamental para o sucesso sustentável do negócio.

Profissionais como o Dr. Moises De Melo, que atua na área de cirurgia plástica, compreendem que uma gestão financeira eficiente é tão importante quanto a excelência técnica nos procedimentos. A complexidade dos serviços oferecidos, desde consultas até cirurgias complexas, exige um controle rigoroso de custos e receitas para garantir a viabilidade do negócio.

Este artigo explora os aspectos essenciais da gestão contábil no setor estético, oferecendo insights práticos para profissionais que desejam otimizar suas operações financeiras e garantir o crescimento sustentável de seus empreendimentos.

Características Únicas do Setor Estético

Diversidade de Serviços e Precificação

A gestão contábil no setor estético apresenta particularidades que a distinguem de outros segmentos. Clínicas e consultórios oferecem uma ampla gama de serviços, desde procedimentos simples como aplicação de toxina botulínica até cirurgias complexas que podem envolver equipamentos especializados como o Argoplasma.

Cada procedimento possui custos específicos, incluindo materiais, equipamentos, tempo de profissional e overhead da clínica. A precificação adequada requer análise detalhada de todos esses componentes para garantir margem de lucro saudável sem comprometer a competitividade no mercado.

Sazonalidade e Planejamento Financeiro

O setor estético frequentemente experimenta variações sazonais na demanda. Períodos que antecedem o verão costumam apresentar maior procura por procedimentos corporais, enquanto épocas festivas podem aumentar a demanda por tratamentos faciais. Uma gestão contábil eficaz deve considerar essas flutuações para manter o fluxo de caixa equilibrado durante todo o ano.

Controle de Custos e Investimentos

Gestão de Estoque e Materiais

Um dos aspectos mais críticos da gestão contábil no setor estético é o controle rigoroso de estoque. Produtos como preenchedores, fios de sustentação e materiais para procedimentos têm prazos de validade específicos e custos elevados. O desperdício por vencimento pode impactar significativamente a rentabilidade.

A implementação de sistemas de controle que monitorem datas de vencimento, giro de estoque e necessidades de reposição é fundamental. Isso inclui estabelecer parcerias estratégicas com fornecedores para otimizar prazos de entrega e condições de pagamento.

Equipamentos e Tecnologia

O setor estético demanda investimentos constantes em equipamentos de alta tecnologia. Dispositivos como o Argoplasma, lasers e aparelhos de radiofrequência representam investimentos significativos que precisam ser adequadamente depreciados e amortizados nas demonstrações financeiras.

A análise de retorno sobre investimento (ROI) de cada equipamento é crucial para decisões de aquisição. Isso inclui considerar não apenas o custo inicial, mas também manutenção, treinamento da equipe e potencial de geração de receita.

Aspectos Fiscais e Tributários

Regime Tributário Adequado

A escolha do regime tributário correto é fundamental na gestão contábil no setor estético. Dependendo do faturamento anual e da estrutura do negócio, pode ser mais vantajoso optar pelo Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real.

Cada regime possui alíquotas e obrigações específicas que impactam diretamente a carga tributária. Uma análise cuidadosa, considerando projeções de faturamento e características do negócio, pode resultar em economia significativa de impostos.

Obrigações Acessórias

O cumprimento das obrigações acessórias é aspecto crítico da gestão contábil no setor estético. Isso inclui a entrega de declarações como DEFIS (para empresas do Simples Nacional), ECF (Escrituração Contábil Fiscal) e outras exigências específicas do setor de saúde.

Indicadores de Performance Financeira

Margem de Contribuição por Procedimento

Uma gestão contábil eficiente no setor estético deve calcular a margem de contribuição de cada procedimento oferecido. Isso permite identificar quais serviços são mais rentáveis e orientar estratégias de marketing e precificação.

A análise deve considerar custos diretos (materiais, tempo do profissional) e custos indiretos (estrutura, equipamentos, pessoal de apoio) para determinar a real lucratividade de cada procedimento.

Controle de Fluxo de Caixa

O fluxo de caixa é particularmente importante no setor estético, onde muitos procedimentos são pagos à vista ou em poucas parcelas. A gestão adequada do fluxo permite identificar períodos de maior e menor entrada de recursos, facilitando o planejamento de investimentos e pagamentos.

Tecnologia e Automação

Sistemas de Gestão Integrados

A implementação de sistemas de gestão integrados revoluciona a gestão contábil no setor estético. Esses sistemas permitem integrar agendamento de consultas, controle de estoque, faturamento e contabilidade em uma única plataforma.

A automatização reduz erros manuais, agiliza processos e fornece relatórios gerenciais em tempo real, facilitando a tomada de decisões estratégicas.

Relatórios Gerenciais

Relatórios gerenciais personalizados são ferramentas valiosas para a gestão contábil no setor estético. Esses relatórios podem incluir análises de rentabilidade por procedimento, evolução do faturamento, sazonalidade da demanda e comparativos de performance.

Construindo um Futuro Financeiro Sólido

A gestão contábil no setor estético é um diferencial competitivo que vai além do cumprimento de obrigações fiscais. Ela fornece as bases para decisões estratégicas, crescimento sustentável e otimização da rentabilidade.

Profissionais como o Dr. Moises De Melo, que investem em equipamentos modernos como o Argoplasma e mantêm controle rigoroso de suas finanças, estão melhor posicionados para aproveitar as oportunidades de crescimento do setor. A combinação de excelência técnica e gestão financeira eficiente é o caminho para o sucesso duradouro no competitivo mercado estético atual.

Investir em uma gestão contábil profissional e adequada às especificidades do setor não é apenas uma necessidade regulatória, mas uma estratégia fundamental para maximizar resultados e construir um negócio próspero e sustentável.

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Como usar a internet a favor do seu crescimento financeiro e profissional – Jornal Contábil

A internet deixou de ser apenas um meio de entretenimento e se transformou em uma ferramenta poderosa para quem busca melhorar a vida financeira e crescer profissionalmente. Hoje, ela é o principal meio de acesso a cursos, oportunidades de trabalho, conteúdos de qualificação e canais de geração de renda. Com poucos cliques, é possível se capacitar, abrir um negócio, encontrar novos clientes ou dar os primeiros passos em uma nova carreira — tudo a partir de casa.

No entanto, para aproveitar esse potencial, é preciso mais do que boa vontade: é necessário saber usar a internet com foco e estratégia. Neste artigo, mostramos como transformar a sua conexão em uma aliada do crescimento pessoal e financeiro.

A internet como ponte para novas oportunidades

Se antes era preciso sair de casa para estudar, procurar emprego ou abrir uma empresa, hoje é possível fazer tudo isso online. Plataformas de cursos profissionalizantes, marketplaces, redes de networking e até ferramentas de gestão estão à disposição de quem deseja aprender ou empreender.

Esse cenário trouxe benefícios especialmente para quem antes tinha acesso limitado à informação ou à formação técnica. Hoje, com um celular, um computador e uma conexão estável, pessoas de diferentes regiões conseguem acessar conteúdos de qualidade e transformar suas habilidades em fonte de renda.

Qualificação profissional ao alcance de todos

Uma das maneiras mais diretas de usar a internet a seu favor é por meio da qualificação profissional. Diversos cursos gratuitos e pagos estão disponíveis em plataformas como Sebrae, Senai, Coursera, Udemy e muitas outras. Desde capacitações técnicas até habilidades comportamentais, existe uma infinidade de conteúdos voltados para quem quer se atualizar ou se reposicionar no mercado.

Entre os cursos mais procurados está o curso de inglês online, que tem ganhado espaço por ser acessível e essencial. Saber outro idioma pode abrir portas em processos seletivos, aumentar o alcance de um negócio próprio e melhorar a comunicação com clientes e fornecedores internacionais. Além disso, muitas vagas com salários mais altos exigem ao menos um nível básico de fluência.

O diferencial dos cursos online é a flexibilidade: você estuda no seu ritmo, no horário que puder, com acesso a videoaulas, exercícios e materiais complementares — tudo isso sem sair de casa.

Trabalhar, estudar e empreender exige boa conexão

De nada adianta ter acesso a plataformas incríveis se a sua conexão não acompanha a sua rotina. A estabilidade e a velocidade da internet impactam diretamente na qualidade das aulas, reuniões, chamadas de vídeo e até no tempo gasto para realizar tarefas simples do dia a dia.

Por isso, investir em uma boa estrutura de conexão é parte fundamental dessa jornada. Serviços como a Claro Fibra oferecem alta velocidade e estabilidade para quem trabalha ou estuda de casa, além de permitir o uso simultâneo em diferentes dispositivos da família. Isso significa que é possível estudar enquanto outra pessoa participa de uma reunião, por exemplo, sem travamentos ou quedas de conexão.

Esse tipo de estrutura se torna ainda mais relevante quando se pensa em negócios online — seja para quem presta serviços, vende produtos ou administra sua própria marca. A velocidade da internet influencia diretamente na produtividade e na imagem profissional que você transmite.

Internet como ferramenta de renda

Além do aprendizado, a internet também oferece caminhos diretos para ganhar dinheiro. Veja algumas formas práticas:

  • Freelas e trabalhos remotos: Plataformas como Workana, Upwork e 99Freelas conectam profissionais a empresas em busca de talentos específicos.
  • Venda de produtos e serviços: Por meio de marketplaces como Mercado Livre, Shopee ou redes sociais como Instagram e WhatsApp Business.
  • Conteúdo digital: Para quem tem habilidade com escrita, vídeo ou design, criar conteúdo para marcas ou perfis pessoais pode se tornar uma fonte de renda.
  • Marketing de afiliados e e-commerce: Também são oportunidades viáveis para quem quer começar um negócio digital com baixo investimento inicial.

Todos esses caminhos têm algo em comum: dependem de uma conexão confiável para funcionar bem.

A disciplina como parte da estratégia

Ter uma boa conexão e acesso a cursos é fundamental — mas sem organização, os resultados demoram a aparecer. Para crescer financeiramente e profissionalmente usando a internet, é importante desenvolver alguns hábitos:

  • Estabeleça metas claras: O que você quer aprender? Quanto pretende ganhar a mais nos próximos meses?
  • Crie uma rotina de estudos ou produção: Horários definidos ajudam a manter o foco e a evolução constante.
  • Evite distrações: Redes sociais, notificações e conteúdos que não agregam podem tirar o seu tempo e sua energia.

Com disciplina, a internet se transforma em um ambiente de trabalho, aprendizado e evolução contínua.

Conclusão

A internet abriu portas que, há poucos anos, pareciam trancadas para boa parte da população. Hoje, com acesso a uma conexão estável e um pouco de foco, é possível aprender uma nova habilidade, entrar no mercado de trabalho, melhorar o currículo, empreender e gerar renda sem sair de casa.

Capacitações, ferramentas de trabalho remoto, marketplaces e plataformas educacionais estão ao alcance de todos — e, com a estrutura certa, o caminho entre você e o crescimento profissional se torna ainda mais viável.

Em um cenário cada vez mais digital, quem usa a internet com estratégia sai na frente.

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Inscrições para a 2ª Edição do EQT 2025 abrem hoje (29) – Jornal Contábil

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) informa que já está disponível o edital da 2ª Edição do Exame de Qualificação Técnica (EQT) de 2025. Os interessados em participar do certame poderão realizar as inscrições a partir de hoje (29 de julho), às 16h, até às 16h do dia 28 de agosto de 2025. 

As inscrições devem ser realizadas no site da Fundação Getulio Vargas (FGV), banca organizadora do certame. 

A taxa de inscrição é de R$ 260 e deverá ser recolhida, em boleto bancário em favor do CFC. Um destaque a ser observado pelos candidatos diz respeito ao pagamento da taxa até o dia 29 de agosto de 2025. A quitação após essa data implica em cancelamento da inscrição. Outro destaque é que, após a homologação da inscrição, não será aceita, em hipótese alguma, solicitação de alteração dos dados contidos na inscrição. 

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Condições e finalidade 

A 2ª Edição de 2025 do EQT está prevista para ser realizada entre os dias 6 e 11 de outubro de 2025. Para se inscrever no certame é necessário possuir registro ativo nos Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs).

O EQT para Auditores e Peritos é composto de provas escritas, com questões para respostas objetivas de múltipla escolha e questões para respostas dissertativas e serão aplicadas nas seguintes datas e horários:  

  • Prova de Qualificação Técnica Geral – 6 de outubro de 2025, das 14h às 18h, horário oficial de Brasília/DF;  
  • Prova de Qualificação Técnica Geral de Perícia – 7 de outubro de 2025, das 14h às 18h, horário oficial de Brasília/DF;  
  • Prova Específica para atuação em auditoria nas instituições reguladas pela CVM – 8 de outubro de 2025, das 14h às 18h, horário oficial de Brasília/DF;  
  • Prova Específica para atuação em auditoria nas instituições autorizadas a funcionar pelo BCB – 9 de outubro de 2025, das 14h às 18h, horário oficial de Brasília/DF; 
  • Prova Específica para atuação em auditoria nas sociedades supervisionadas pela Susep – 10 de outubro de 2025, das 14h às 18h, horário oficial de Brasília/DF;  
  • Prova Específica para atuação em auditoria nas entidades supervisionadas pela Previc – 11 de outubro de 2025, das 14h às 18h, horário oficial de Brasília/DF. 

A aprovação no certame possibilitará aos contadores aprovados o registro no Cadastro Nacional de Auditores Independentes (CNAI), para os profissionais que pretendam atuar nas instituições autorizadas a funcionar pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pelo Banco Central do Brasil (BCB), pelas Sociedades Supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e pelas Sociedades Supervisionadas pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc); e para registro no Cadastro Nacional de Peritos Contábeis (CNPC) para profissionais que pretendam atuar como Peritos Contábeis. 

Para mais informações sobre a 2ª Edição do Exame de Qualificação Técnica (EQT) de 2025 clique aqui.

Fonte: CFC Comunicação

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Quais são e qual a finalidade dos blocos da ECF 2025?  – Jornal Contábil

Para muitas empresas, a sigla ECF – Escrituração Contábil Fiscal – já é parte do vocabulário anual. Mas você sabe, de fato, o que ela representa e qual a função de cada “pedaço” desse documento complexo? 

A ECF 2025, que se refere ao ano-calendário de 2024 e deve ser entregue até a próxima quinta-feira, dia 31 de julho, é a maneira como as empresas comunicam à Receita Federal os detalhes de seus cálculos de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). 

Para que essa comunicação seja clara e completa, ela é dividida em blocos, cada um com uma finalidade bem específica.

Cada bloco dedica-se a contar uma parte da história financeira e fiscal da empresa. Essa organização não é aleatória. Ela existe para facilitar tanto o preenchimento por parte do contribuinte quanto a análise e a fiscalização por parte do Fisco.

Acompanhe a seguir quais são os blocos que compõem a ECF e suas finalidades.

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Quais os blocos e suas funções da ECF 2025?

Bloco 0: Abertura e Identificação

  • A certidão de nascimento da sua ECF. Este é o ponto de partida, onde você informa os dados básicos da empresa – CNPJ, nome, o período a que a escrituração se refere e o regime de tributação. É a capa e o índice do seu “livro” fiscal.

Bloco C: Informações Recuperadas da ECD

  • A base contábil da sua declaração. Se sua empresa entrega a Escrituração Contábil Digital (ECD), este bloco importa automaticamente o plano de contas e os saldos mensais das contas contábeis. Pense nele como o extrato detalhado de toda a movimentação financeira, que será a matéria-prima para os cálculos fiscais.

Bloco E: Informações Recuperadas da ECF Anterior e Cálculos Fiscais

  • A ponte entre o passado e o presente. Ele traz para a ECF atual saldos importantes da declaração do ano anterior (como prejuízos fiscais a compensar) e realiza cálculos fiscais iniciais, ligando suas informações contábeis às fiscais.

Bloco J: Plano de Contas e Mapeamento

  • O dicionário contábil-fiscal. Aqui, você detalha o seu plano de contas interno e, crucialmente, o mapeia para o plano de contas referencial da Receita Federal. É como traduzir a linguagem contábil da sua empresa para a linguagem padronizada do Fisco, garantindo que todos falem a mesma língua.

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Bloco K: Saldos das Contas Contábeis e Referenciais

  • Os números que contam a história. Apresenta os saldos das contas contábeis (ativos, passivos, receitas, despesas) já “traduzidos” para as contas referenciais da Receita, por período de apuração. São os dados brutos, mas já organizados, que a Receita Federal vai analisar.

Blocos L, M e N: O Coração do Lucro Real

  • A apuração do lucro real passo a passo. Se sua empresa opta pelo Lucro Real, esses blocos são vitais:
    • Bloco L: Traz o Balanço Patrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), mostrando o lucro contábil antes dos ajustes fiscais.
    • Bloco M (e-LALUR e e-LACS): É onde você faz os ajustes – adições, exclusões e compensações – que transformam o lucro contábil no Lucro Real (base de cálculo do IRPJ) e na Base de Cálculo da CSLL. É aqui que entram as particularidades da legislação tributária.
    • Bloco N: Apresenta o cálculo final do IRPJ e da CSLL, considerando todas as estimativas e ajustes.

Bloco P: Lucro Presumido/Arbitrado

  • O caminho para regimes simplificados. Para as empresas que se enquadram no Lucro Presumido ou Arbitrado, este bloco detalha como o IRPJ e a CSLL foram calculados com base nas regras desses regimes simplificados.

Bloco Q: Demonstrativo do Livro Caixa

  • A movimentação financeira simplificada. Para empresas do Lucro Presumido ou Imunes/Isentas que não entregam a ECD, este bloco detalha as entradas e saídas de recursos, funcionando como um livro caixa.

Bloco X: Informações Econômico-Fiscais Gerais

  • Dados complementares para a Receita. Contém diversas informações econômicas e fiscais gerais que não se encaixam perfeitamente em outros blocos, mas são importantes para o panorama completo da sua empresa.

Bloco Y: Informações Gerais

  • Quem é quem na sua empresa. Aqui são detalhadas informações sobre os sócios, remuneração de dirigentes, participação em outras empresas e outros dados relevantes para a Receita Federal.

Conclusão

Por fim, preencher a ECF 2025 corretamente é mais do que cumprir uma obrigação; é garantir a transparência fiscal da sua empresa e evitar problemas futuros com o Fisco. 

Cada bloco, com sua finalidade específica, contribui para que a “história” da sua empresa seja contada de forma precisa e completa à Receita Federal.

E não se esqueça que o prazo de envio é até o dia 31 de julho. Fale com um contador de sua confiança e envie essa obrigação no prazo, a fim de evitar multas.

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Publicada versão 11.3.2 do programa da ECF – Jornal Contábil

A área da contabilidade sofre com mudanças frequentes em suas regras, o que resulta na necessidade constante de atualização por parte dos contadores. 

Nesta linha, os profissionais do mercado contábil que não reciclam os seus conhecimentos correm o risco de ameaçar o crescimento do negócio, trabalhando com regras e procedimentos desatualizados.

Com certeza, o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), da Receita Federal, facilitou muito a rotina contábil porque a transmissão dos documentos é feita eletronicamente. 

Saiba que o SPED atualizou mais uma vez a versão de envio da Escrituração Contábil Fiscal (ECF). Portanto, é bom ficar atento!

Acompanhe a leitura!

Leia também:

ECF: publicação da versão 11.3.2

Foi publicada a versão 11.3.2 do programa da ECF, que deve ser utilizado para transmissões de arquivos da ECF referentes ao ano-calendário 2024 e situações especiais de 2025 (leiaute 11), com as seguintes atualizações:

1 – Melhoria no desempenho de validação da escrituração;

  • IMPORTANTE: para aqueles contribuintes que ainda utilizam versão anterior à 11.3.0, é importante verificar as instruções postadas na publicação da versão 11.3.0.
  • Para acessar a nova versão clique no link a seguir:
  • Publicação da Versão 11.3.0 do programa da ECF

ECF: o que é?

A Escrituração Contábil Fiscal (ECF) também faz parte do projeto SPED instituído pelo Decreto nº 6.022/07. Ela visa substituir a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ), documento que era entregue anualmente para Receita Federal.  

Nesse sentido, o objetivo é modernizar o cumprimento das obrigações acessórias, usando da certificação digital para fins de assinatura dos documentos eletrônicos, garantindo a validade jurídica no formato digital.  

ECF: quem é obrigado a entregar?

Estão obrigados a entregar anualmente todas as pessoas jurídicas, inclusive imunes e isentas, sejam elas tributadas pela apuração do lucro real, lucro arbitrado ou lucro presumido, exceto:  

  • As pessoas jurídicas optantes pelo Regime Simples Nacional, de que trata a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006;  
  • Os órgãos públicos, as autarquias e as fundações públicas;  
  • As pessoas jurídicas que não tenham efetuado qualquer atividade operacional, não operacional, patrimonial ou financeira, inclusive aplicação no mercado financeiro ou de capitais, durante todo o ano-calendário.

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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