Mudanças nas aberturas de empresas: Receita exige escolha antecipada do regime tributário – Jornal Contábil

A abertura de empresas no Brasil está passando por uma mudança importante. A partir de 27 de julho de 2025, quem quiser formalizar um novo negócio precisará informar, logo no início do processo, qual será o regime tributário da empresa — uma decisão que, até então, podia ser feita até 30 dias após a inscrição no CNPJ.

Essa nova exigência foi determinada pela Receita Federal por meio da Nota Técnica nº 181/2025, que regulamenta o funcionamento do novo Módulo AT (Administração Tributária) da Redesim, sistema nacional que integra os órgãos responsáveis pelo registro e legalização de empresas.

“A obrigatoriedade de indicar o regime tributário já na inscrição traz impactos relevantes, principalmente para os pequenos empreendedores que abrem empresas por conta própria, sem o auxílio imediato de um contador. Por outro lado, a medida pode trazer benefícios para quem escolhe o Simples Nacional, evitando que valores de tributos pagos precisem ser refeitos após o início das atividades”, explica Luana Maria Camargo, gestora da área societária da Confirp Contabilidade.

Ela complementa que “a mudança exige mais organização, mas também corrige distorções. O empresário agora precisa definir o regime de tributação já na fase de viabilidade da empresa, o que torna o processo mais correto e bem planejado. Isso beneficia principalmente quem vai optar pelo Simples Nacional, que não terá que recalcular impostos pagos indevidamente”.

A mudança elimina algumas brechas de planejamento tributário, mas que esses casos são exceção: “É raro alguém usar esse prazo extra para fazer manobras. A exigência traz mais alinhamento desde o começo, mas exige estudo prévio. Depois que define o regime, é irreversível.”

Entenda melhor a mudança

O novo Módulo AT da Redesim tem como objetivo integrar com mais eficiência os dados entre Receita Federal, cartórios, Juntas Comerciais e demais órgãos públicos envolvidos na abertura de empresas. Com ele, o contribuinte só poderá obter o CNPJ após preencher todas as informações exigidas, inclusive a escolha do regime tributário (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real).

Antes: o empresário tinha até 30 dias após a última inscrição municipal ou estadual (respeitando o limite de 60 dias a partir da abertura do CNPJ) para optar pelo regime tributário. Agora: a decisão precisa ser feita antes mesmo de o CNPJ ser emitido, o que altera o fluxo de abertura tradicional.

Isso torna o processo mais técnico e obriga o empreendedor a buscar apoio especializado logo no início — especialmente porque a escolha do regime afeta diretamente os tributos a serem pagos, a forma de apuração e até as obrigações acessórias da empresa.

Reações do setor e desafios operacionais

Apesar dos pontos positivos dessa medida, ela traz algumas preocupações por parte dos órgãos responsáveis por registrar empresas. Representantes da Redesim Conectada — rede que reúne Juntas Comerciais e cartórios — pediram à Receita Federal uma revisão da medida, apontando riscos como aumento da burocracia, retrabalho e insegurança jurídica.

Além disso, o prazo curto para adaptação dos sistemas (menos de um mês) gera apreensão técnica. Os órgãos precisarão atualizar interfaces, garantir a integridade dos dados e ajustar o fluxo de registros simultâneos com a Receita Federal.

Apesar desses pontos, segundo Luana, “a implementação do Módulo AT representa uma transformação estrutural no processo de abertura de empresas no Brasil. A exigência de definição prévia do regime tributário visa trazer mais segurança e padronização, mas também impõe um novo nível de complexidade para quem deseja empreender”.

Nesse cenário, o apoio de profissionais contábeis se torna ainda mais fundamental — não apenas para atender às exigências técnicas, mas para garantir que o planejamento tributário esteja alinhado desde o primeiro passo.

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Lucro do FGTS 2025: Caixa vai pagar R$ 12,9 bilhões – Jornal Contábil

O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) aprovou, nesta quinta-feira (24), a distribuição de parte dos lucros obtidos em 2024. Serão pagos, até o fim de agosto, R$ 12,9 bilhões a trabalhadores que tinham contas ativas no fundo até dezembro do ano passado.

O lucro total do FGTS em 2024 foi de R$ 13,6 bilhões, segundo demonstrações financeiras divulgadas pela Caixa Econômica Federal, agente operador do fundo.

Do montante, 95% serão repassados aos trabalhadores, elevando a rentabilidade das contas para 6,05% no ano, correspondendo a inflação mais 1,16 ponto percentual.

Cerca de 235 milhões de contas foram abertas até o fim do ano passado e cada trabalhador pode ter mais de uma. O valor a depositar depende é proporcional ao saldo em cada conta no fim de 2024.

Por exemplo, com a rentabilidade de 6,05%, quem tinha R$ 1.000 no FGTS receberá cerca de R$ 60,50. Para um saldo de R$ 10 mil, o crédito será de aproximadamente R$ 605.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, reforçou que quem faz as distribuições é o Conselho e a Caixa apenas faz os pagamentos. “O FGTS é um produto do Ministério do Trabalho”, afirmou durante a reunião.

Arrecadação recorde e saques em alta

O FGTS registrou em 2024 a maior arrecadação bruta da série histórica, de R$ 175,4 bilhões, impulsionada pelo aumento do emprego formal e dos salários.

Os saques somaram R$ 163,3 bilhões, alta de 15% em relação a 2023, puxados pelo saque-aniversário e pelo saque-calamidade no Rio Grande do Sul, que liberou R$ 3,7 bilhões a 1,1 milhão de trabalhadores.

Em 2024, os ativos totais do fundo atingiram R$ 770,4 bilhões, crescimento de 9,4% sobre 2023. O saldo das contas vinculadas alcançou R$ 651,7 bilhões, alta de 12,7%.

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Como consultar lucro do FGTS

Para saber se recebeu o lucro, o trabalhador deve entrar no App do FGTS e conferir o extrato. A informação aparecerá como “AC CRED DIST RESULTADO ANO BASE 12/XXXX (aqui aparece o ano a que se refere o pagamento)”.

O dinheiro não pode ter saque, apenas em situações específicas, definidas por lei, como compra da casa própria, aposentadoria, doença grave e demissão sem justa causa.

Quem tem direito ao lucro do FGTS?

Todos os 134 milhões de trabalhadores com saldo existente na conta vinculada ao FGTS em 31 de dezembro de 2024 vão receber uma fatia do lucro. Embora o depósito seja automático, o valor não fica imediatamente disponível para saque. Ele será creditado na conta vinculada ao FGTS e só poderá ser acessado nas situações previstas e escolhidas pelo trabalhador.

Por isso, terá direito a sacar quem decidiu usar o FGTS para compra da casa própria, aderiu à modalidade do saque-aniversário ou foi demitido sem justa causa.

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O que é a revisão do FGTS?

A revisão do FGTS foi uma ação proposta pelo partido Solidariedade em 2013. O pedido era para que o Supremo julgasse inconstitucional o uso da TR na correção do saldo das contas vinculadas e adotasse um índice de inflação no lugar.

A ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) 5.090 pedia que fosse mantido os 3% de correção mais algum índice de inflação, descartando a TR, mas os ministros julgaram que a fórmula adotada desde os anos 1990 era constitucional. Decidiram, no entanto, que a remuneração não pode ser menor do que a inflação, o que será compensado com a distribuição dos lucros.

O processo transitou em julgado em maio deste ano, e não há mais nenhuma possibilidade de rediscutir a questão nesta ação. Trabalhadores que entraram na Justiça foram condenados a pagar custas judiciais e honorários aos advogados da Caixa, mesmo sendo considerado que, na ação, não houve derrota.

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NFS-e do Portal Nacional: adesão baixa preocupa Fisco e impacta empresas – Jornal Contábil

A adesão à Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) via Portal Nacional está muito aquém do esperado, gerando preocupação entre as autoridades fiscais. 

Apesar de 1.289 municípios terem aderido à iniciativa, incluindo 19 capitais responsáveis por aproximadamente 70% da arrecadação do Imposto Sobre Serviços (ISS), apenas 261 cidades estão, de fato, emitindo a NFS-e por meio do sistema.

Essa disparidade evidencia os numerosos entraves que os municípios enfrentam para implementar e utilizar o Portal Nacional da NFS-e. As reclamações são diversas e indicam a necessidade de revisão e aprimoramento do processo para garantir que a digitalização dos serviços fiscais alcance seu potencial máximo.

A baixa adesão na prática pode impactar a arrecadação e a fiscalização do ISS, além de dificultar a uniformização dos procedimentos fiscais em nível nacional. 

É fundamental que Fisco e municípios trabalhem em conjunto para identificar e superar esses obstáculos, tornando o sistema mais acessível e eficiente para todas as partes envolvidas.

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Impactos  para as empresas

A baixa adesão dos municípios ao Portal Nacional da NFS-e acarreta diversas consequências negativas para as empresas, especialmente aquelas que prestam serviços em diferentes cidades ou estados. 

A tão prometida simplificação e padronização fiscal acaba sendo prejudicada, gerando um cenário de maior complexidade e custos.

Veja os principais impactos para as empresas:

  • Burocracia e retrabalho: Sem um padrão nacional unificado, as empresas que operam em múltiplos municípios precisam lidar com sistemas, regras, formatos e exigências distintas para a emissão da NFS-e em cada localidade. Isso gera um volume imenso de retrabalho na geração e envio dos documentos fiscais, além da necessidade de constante atualização sobre as diferentes legislações municipais.
  • Aumento de custos operacionais e de conformidade (compliance): A manutenção de integrações com dezenas de ambientes fiscais próprios de cada prefeitura eleva os custos para as empresas e, principalmente, para as software houses (empresas que desenvolvem sistemas fiscais). Além disso, a multiplicidade de padrões aumenta o risco de não conformidade tributária, o que pode resultar em multas e penalidades.
  • Dificuldade na automação e escalabilidade: A fragmentação dos sistemas de NFS-e compromete a automação e a escalabilidade das soluções fiscais. Empresas que buscam otimizar seus processos por meio de integrações com ERPs, sistemas contábeis e outras tecnologias (como inteligência artificial e RPA) encontram barreiras significativas devido à falta de um padrão.
  • Riscos de erros e inconsistências: A variação nos campos obrigatórios e formatos de preenchimento entre os municípios aumenta a probabilidade de erros na emissão das notas fiscais. Isso pode levar a falhas na transmissão, dificuldades na conciliação de dados para apuração de tributos (ISS, PIS, COFINS) e maior complexidade na fiscalização.
  • Redução da competitividade: O “custo-Brasil” da burocracia fiscal desfavorece as empresas brasileiras, especialmente as micro e pequenas, que gastam tempo e recursos que poderiam ser investidos em inovação, crescimento e competitividade no mercado.

Portanto, a ausência de uma adesão mais robusta ao Portal Nacional da NFS-e transforma o que deveria ser um facilitador em um obstáculo, elevando a complexidade e os custos para as empresas e dificultando a modernização e a automação dos processos fiscais no país.

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Saiba como o marketing pessoal pode ser o ‘capital social’ do contador – Jornal Contábil

No meio contábil, é de conhecimento comum que muitas empresas começam através de um aporte de capital social e que isso pode definir o futuro delas ou o caminho que vão percorrer no mercado. E, pensando desta forma, podemos dizer que o marketing pessoal pode ser o capital social do contador. Então, veja algumas dicas para colocar isso em prática.

Antes de mais nada, é bom estar ciente que, em um mercado cada vez mais competitivo, ter apenas habilidades técnicas nem sempre é suficiente. Por mais competente que você seja como contador, saber se vender também é essencial e é justamente com isso que esta técnica da comunicação pode lhe auxiliar. Portanto, saiba que investir no marketing pessoal é um ótimo meio para trabalhar sua imagem profissional.

Entre os benefícios de apostar nessa prática, estão o aumento da credibilidade junto ao mercado e a potenciais clientes, mais indicações para trabalhos e, principalmente, valorização do seu nome dentro da área.

Marketing pessoal para contador: como começar?

Não sei se você está familiarizado ou se já ouviu falar em estratégias de marketing. Mas, mesmo que nunca tenha lido nada sobre o tema, não se preocupe. Vamos tratar do assunto de forma bem descomplicada.

No universo da comunicação, mais especificamente no marketing, o ponto de partida é saber quem é o seu cliente, ou seja, com quem você deseja estabelecer uma relação. Ou ainda, qual perfil de cliente você deseja alcançar. Saiba que nem sempre isso é simples e imediatista. Às vezes, requer pesquisa e, por que não, olhar para a concorrência.

Então, em primeiro lugar, é importante definir qual é o perfil do grupo que você deseja atingir, como grandes executivos que podem vir a contratar seus serviços de contabilidade, por exemplo, ou pequenas e médias empresas.

Em seguida, é hora de estruturar sua imagem, buscando quais são os pontos fortes da sua trajetória e quais são as suas habilidades que devem ser reforçadas para atingir o seu público-alvo, tais como liderança, capacidade de trabalhar em equipe, organização, agilidade, possuir uma boa ferramenta contábil, etc.

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O poder do mundo digital

Quando já tiver o perfil do cliente definido, assim como as suas qualidades que pretende ressaltar, é hora de partir para ação. Ou seja, apresentar o seu trabalho para o mercado. E, neste momento, as redes sociais são excelentes aliadas. Para ver e ser visto no meio profissional, um ótimo meio é o LinkedIn. Afinal, ali estão possíveis clientes, ou até parceiros, concorrentes e muitos profissionais com quem pode aprender muito e, claro, manter ativo o networking (rede de trabalho, em tradução literal), que vamos falar mais abaixo.

Tenha em mente que é importante fazer parte de comunidades relacionadas à contabilidade e gestão, poste e compartilhe assuntos interessantes e fortaleça sua imagem junto aos seus pares e potenciais clientes. Instagram e Facebook também podem ajudar neste momento, mas é bom estar ciente que alimentar mais do que uma rede social dá muito trabalho e, consequentemente, toma bastante tempo.

Talvez, um próximo passo pode ser criar uma página ou um blog sobre os seus conhecimentos, com casos de sucesso, por exemplo. Isso também é interessante para reforçar o marketing pessoal e aumenta suas chances de se tornar uma referência em sua área de atuação.

Ações offline

Além de aproveitar as facilidades oferecidas pela Internet, o marketing pessoal do contador também passa por criar e manter uma imagem sólida no mundo offline, ou seja, no dia a dia com a mão na massa.

Lembre-se que no meio profissional, nossa imagem está sempre em construção. Portanto, é importante dar atenção à forma que você trata o cliente. Uma boa dica, por exemplo, é se esquivar de assuntos polêmicos.

Outro ponto delicado é a vestimenta. Logicamente, cada um é livre para se vestir como achar melhor. Porém, vale estar atento para o que o seu cliente exige de você ou até como ele se porta. Vale refletir se uma roupa despojada em uma reunião com executivos vai chamar muito a atenção e até pesar negativamente.

Não há uma regra para isso, apesar de muita gente dizer que é preciso se vestir com traje formal. Mas será que o contador que trabalha em uma cidade turística precisa colocar terno todos os dias, por exemplo? Por isso, este acaba sendo um ponto bem pessoal, onde a sua percepção conta muito. De qualquer forma, esteja atento para esta questão.

Um outro quesito importante é procurar ser claro e objetivo na hora de falar e, quando a conversa for por escrito, caprichar no português e evitar erros e gírias. Caso tenha interesse, existem cursos de oratória que podem ajudar na desenvoltura para falar melhor em público, por exemplo.

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Networking: relacionamentos fazem a diferença

O contador que deseja usar o marketing pessoal a seu favor não pode se esquecer de cultivar uma boa rede de relacionamentos. E isso passa por manter contatos com pessoas que você conheceu e considera que são interessantes profissionalmente.

Inclusive, esses profissionais não precisam ser necessariamente contadores: empresários e pessoas de outras áreas de atuação podem qualificar ainda mais sua rede de contatos. É importante ter em mente que fazer networking não tem nada a ver com se aproximar de outras pessoas por puro interesse. Na verdade, a ideia desta prática é que os dois lados possam evoluir juntos e se ajudar mutuamente.

Fonte: IOB Notícias

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Financeiras poderão exercer atividade de fintech de crédito – Jornal Contábil

A partir de setembro, as empresas financeiras terão um leque de atuação muito mais amplo. 

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, nesta quinta-feira (24), uma resolução que moderniza as regras das financeiras, permitindo que elas incorporem atividades de fintechs de crédito (empresas de tecnologia financeira que oferecem empréstimos) e de instituições de pagamento (que movimentam pagamentos, mas sem oferecer crédito).

Novas Possibilidades e Mais Competitividade

Com a mudança, as financeiras poderão também operar como credenciadoras, atuando como a ponte entre comerciantes e as bandeiras de cartão de crédito e débito. Elas também terão permissão para participar do capital social de outras sociedades de crédito.

O Banco Central (BC), em nota, destacou que as novas regras visam melhorar a competitividade do setor. A medida cria incentivos para que as fintechs de crédito e as instituições de pagamento, à medida que expandem seus negócios, considerem se tornar financeiras, encontrando um “segmento mais compatível com suas estratégias, operações e clientes”.

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Consolidação de Regras e Segurança Jurídica

A resolução do CMN também esclareceu que as financeiras podem emitir letras de crédito imobiliário (LCI) e certificados de operações estruturadas (COE), além de poderem captar recursos no exterior. Embora essas operações já fossem permitidas por outras legislações, a novidade é que todas as regras foram consolidadas em um único texto, trazendo mais clareza e segurança jurídica.

As novas diretrizes são resultado de uma consulta pública realizada em 2024, que contou com a participação de 33 entidades, incluindo associações do setor, financeiras, escritórios de advocacia e pessoas físicas. Além de unificar normas que estavam dispersas, a resolução revogou regras obsoletas que estavam em vigor desde 1959.

Segundo o Banco Central, a iniciativa incorpora todas as operações atualmente permitidas às financeiras, reforçando seu foco no mercado de crédito, e inclui atividades de instituições mais recentes, como as fintechs de crédito e instituições de pagamento. O BC ressaltou que a medida busca “posicionar adequadamente as sociedades de crédito, financiamento e investimento em relação a instituições com escopo mais limitado de atuação”, o que, em última análise, deve ampliar a competitividade do segmento.

Com informações da Agência Brasil



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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CNJ confirma incidente no Sisbajud: dados de 11 milhões foram expostos – Jornal Contábil

Na última quarta-feira (23), foi confirmado através do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a ocorrência de um incidente de segurança no Sistema de busca de Ativos do Poder Judiciário (Sisbajud), que resultou na exposição de dados cadastrais de mais de 11 milhões de pessoas físicas e jurídicas. Além disso, o incidente ocorreu entre os dias 20 e 21 de julho.

Segundo o que foi dito no comunicado oficial, as informações acessadas incluem:

  • nome do titular,
  • chave Pix,
  • nome da instituição financeira,
  • número da agência e da conta bancária.

O CNJ reforçou que não houve violação do sigilo bancário, ou seja, senhas, saldos, extratos e valores em conta permanecem protegidos.

O que é o Sisbajud?

O Sisbajud é uma plataforma utilizada pelo Poder Judiciário para bloqueio de valores em contas bancárias por determinação judicial, sendo essencial em processos de execução e cobrança. Após o ocorrido, o sistema já foi restabelecido e segue funcionando normalmente.

Fique Atento

Embora não seja possível realizar transações financeiras com os dados que foram vazados, especialistas alertam para os riscos de golpes e fraudes, como tentativas de phishing e contatos fraudulentos. Por isso, a recomendação é ficar sempre atento e evitar clicar em links suspeitos, não compartilhar senhas e desconfiar de qualquer solicitação de dados pessoais.

O órgão afirmou que adotou todas as medidas necessárias para conter o incidente e foi comunicado à Polícia Federal e à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que já estão investigando o caso.

Além disso, o CNJ ressaltou que não está entrando em contato com os usuários afetados por e-mail, SMS ou telefone.

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Autor: Mariana FreitasAutor: Mariana Freitas


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Biometria passa a ser obrigatória para acesso a benefícios sociais – Jornal Contábil

O presidente Lula assinou nesta quarta-feira (23/7) decreto que regulamenta o uso da biometria na concessão, renovação e manutenção de benefícios da seguridade social, medida que garante maior segurança ao cidadão e ao governo. A exigência foi aprovada em lei pelo Congresso Nacional e passou por um processo de definição sobre a forma de regulamentação. A assinatura foi durante o evento Transformação Digital: um governo para cada pessoa.
No momento, mais de 150 milhões de brasileiros já possuem sua biometria registrada em alguma das bases do governo.

Esse expressivo número indica que as bases biométricas já cobrem boa parte da população beneficiária de políticas públicas. Dessa forma, não é necessária uma corrida aos postos de identificação para a realização do cadastro biométrico.

O cronograma e as diretrizes desse serviço serão definidos em breve pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos em outro normativo legal, justamente para atender aqueles que ainda não possuem cadastro biométrico.

Aplicativo Carteira Identidade

No evento também foi lançado o aplicativo da Carteira de Identidade Nacional (CIN), para validação oficial e gratuita dos dados constantes no documento. A CIN é um documento confiável, seguro, disponível em formato físico ou digital e tem um número único nacional, o CPF. Mais de 30 milhões de unidades do documento já foram emitidas em todo o país.
Durante o evento também haverá a celebração e uma parceria com a Caixa para agilizar a coleta biométrica para emissão da CIN com os estados. O projeto piloto tem previsão de início nos próximos dias, com uma experiência no Rio Grande do Norte.

A ideia é agregar a expertise da Caixa no uso de biometria para avançar no atendimento à população que tem dificuldades com canais digitais e aproveitar a capilaridade do banco para o atendimento a comunidades remotas e vulneráveis, com estruturas como Agência Barco, Caminhão e Contêiner.

O governo também assinou um Acordo de Cooperação com a Caixa que permitirá o uso da biometria da Caixa para verificação no pagamento de benefícios. O objetivo é realizar a integração dos serviços de identificação digital com os processos de pagamento de benefícios sociais, de forma a desenvolver, implantar e fomentar a Infraestrutura Pública Digital de Identificação Civil (IPD/IC).

O ACT também prevê ações de inclusão digital a partir do Balcão GOV.BR e o uso da Assinatura Eletrônica GOV.BR, e também possibilita projetos pilotos para que a Caixa faça a coleta biométrica que servirá para a emissão da Carteira de Identidade nacional, a CIN.
O decreto do cadastro biométrico confere maior segurança tanto ao cidadão como ao governo no acesso aos benefícios sociais. Um dos objetivos é coibir fraudes no pagamento desses benefícios sociais e a duplicidade de cadastros, melhorando também a aplicação de recursos na gestão pública.

O cadastro biométrico agiliza e facilita o acesso das pessoas aos benefícios. Depois que uma pessoa realizar o cadastro da sua biometria, será possível permitir os pagamentos em canais digitais e físicos mais próximos da sua residência, sem que ela precise se deslocar para órgãos públicos distantes para manter a segurança dos pagamentos. Anteriormente, algumas pessoas precisavam viajar para ter acesso a um benefício social dependendo de sua localidade e do nível de segurança que era necessário.

Os benefícios da Seguridade Social incluem aqueles que são assistenciais, trabalhistas e previdenciários. Também fazem parte desse grupo todas as inciativas de transferência de renda, como o Bolsa Família, e programas como o Farmácia Popular, por exemplo.
O novo decreto também define que um ato conjunto do MGI, do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e do Ministério da Previdência Social garantirá que nenhuma pessoa seja prejudicada enquanto o acesso ao cadastro biométrico não for viável para a concessão dos benefícios da seguridade social.

Dados da Saúde

O presidente assina também o decreto que cria a Rede Nacional de Dados da Saúde (RNDS), criada para conectar diferentes sistemas e estabelecer a infraestrutura para compartilhamento seguro e padronizado de dados de saúde. A intenção é ampliar a garantia de eficiência na gestão da informação e aprimorar a qualidade dos serviços prestados.
A medida contribui para garantir a soberania aos dados do Sistema Único de Saúde (SUS), assegurar a autonomia tecnológica nacional, a integridade e a segurança das informações e a privacidade dos cidadãos e cidadãs.

Consulta pública

No evento será anunciada a abertura de uma Consulta Pública na plataforma Brasil Participativo em torno do Decreto da Política de Governança de Dados. Considerada estruturante para o uso estratégico e inteligente de informações do governo, o texto estabelece o papel do Executivo de Dados para construir em cada órgão a visão estratégica e uma equipe responsável pelo uso ético, intensivo e estratégico dos dados.

Fonte: Agência Gov

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Prorrogado prazo de implantação do Módulo Administração Tributária – Jornal Contábil

Em nota técnica publicada na última quinta-feira (17), a Receita Federal do Brasil (RFB) informou que, em atendimento ao pedido apresentado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), prorrogou o prazo de implantação do Módulo Administração Tributária.

A alteração diz respeito ao cronograma de adequações no processo de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), em atendimento à Reforma Tributária sobre o Consumo – elencada na Lei Complementar nº 214/2025.

Agora, passam a vigorar as seguintes datas:

  • Período de construção e homologação (Soluções Tecnológicas / Integradores Estaduais): 18/06/2025 a 13/08/2025
  • Preparação do ambiente de produção: 14/08/2025 a 17/08/2025
  • Implantação em Produção: 18/08/2025

Para o presidente do CFC, Aécio Dantas, a decisão da Receita por prorrogar o prazo do cronograma é acertada por proporcionar mais tempo de assimilação das mudanças, sobretudo para a classe contábil. “Entendemos que essa dilatação garante ainda mais segurança ao processo, uma vez que possibilita um intervalo maior de adaptação”, esclarece.

Fonte: CFC

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Autor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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5 ações de marketing de sucesso para as pequenas empresas – Jornal Contábil

Se você pensava que ações de marketing eram só para grandes empresas, não perca este conteúdo que fará você pensar grande. Os pequenos e médios empreendedores podem aproveitar até mais vantagens destas estratégias. Com a condução certa, a sua campanha pode atingir um novo público mesmo sem contar com um mega orçamento.

A internet veio para bagunçar tudo, positivamente, e derrubar velhas crenças. Nunca tivemos tanta facilidade para realizar pesquisas e captar referências.

Então, confira a seguir cinco formas de usar ações de marketing para alcançar o sucesso de sua empresa:

1. Faça uma boa pesquisa

O que os seus concorrentes estão fazendo? O que as outras indústrias estão produzindo de bem-sucedido? Você sabe responder a estas perguntas? Não se trata de copiar o que eles realizam, mas, sim, buscar referências sobre o que dá certo e o que fracassa.

Além disso, você precisa estar de olho na concorrência para se preparar em relação às iniciativas deles que possuem impacto direto no seu negócio. Nesta busca por inspiração para as suas ações de marketing, lembre-se de levar em consideração aquelas empresas que têm públicos e situações parecidas com as suas.

2. Planeje as suas ações de marketing

Nada deve ser feito sem o devido planejamento. As suas ações de marketing somente serão bem-sucedidas se você reunir todas as ideias no papel e estruturar o que você quer fazer de maneira clara e objetiva.

Comece criando um cronograma, levando em consideração quando você pretende dar início ao que planejou. Depois, desenvolva tudo o que você quer fazer, baseando-se nas referências que você obteve no passo anterior. E não se esqueça! É aqui também que você precisa planejar o orçamento que será dedicado a estas ações.

3. Mantenha uma presença online

O ambiente digital oferece oportunidades valiosas para pequenas e médias empresas. Isso porque não é necessário ser grande para conquistar espaço no mundo virtual. Já que o seu público pode acessar facilmente o seu conteúdo e apreciar os seus produtos.

Outra dica importante é estar presente nas principais redes sociais frequentadas pelo seu público-alvo e, além disso, é bom ficar sempre de olho nas menções à sua marca feitas na internet. Mas atenção, alimentar as redes sociais dá trabalho, então é melhor escolher a que você tem mais familiaridade e se dedicar a ela. Ou seja, fazer uma de forma bem feita.

4. Antecipe as expectativas dos seus clientes

Para o seu negócio prosperar, você precisa não só agradar aos desejos atuais do seu público, como também fazer algo a mais: antecipar o que ele pode querer no futuro.

Observe as tendências do seu mercado e do comportamento humano e busque sempre oferecer novidades que possam tornar a vida do seu cliente melhor e mais fácil. Toda indústria possui possibilidades de inovação que podem ser determinantes para o sucesso de uma empresa.

5. Continue trabalhando

Ao trabalhar com marketing, nenhuma ação tem um ponto final. Tudo deve ser parte de um processo constante em que o objetivo é cativar cada vez mais o seu público com iniciativas inovadoras.Portanto, ao terminar um projeto, volte para o começo e inicie tudo novamente. Calma, não se assuste! Afinal, como dizem, “a vida é manutenção”.

Baseado nos resultados obtidos, faça as alterações necessárias para que a sua performance no futuro seja ainda melhor. Você pode monitorar a variação no número de clientes ou usar uma pesquisa de opinião para saber qual a imagem da sua empresa depois das suas ações de marketing.

Fonte: IOB Notícias

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Os benefícios da regularização das casas de apostas e o impacto no pagamento de impostos no Brasil – Jornal Contábil

Nos últimos anos, o setor de apostas esportivas no Brasil passou por uma transformação histórica. Com a legalização e a regulamentação oficial das chamadas “bets”, o país entrou definitivamente no jogo — não apenas como mercado consumidor, mas também como beneficiário direto de um ecossistema que agora pode ser monitorado, tributado e integrado à economia formal.

A regularização das casas de apostas traz impactos diretos sobre a arrecadação de impostos, o fomento à economia, o financiamento de programas sociais e a proteção ao consumidor. 

A seguir, entenda os principais benefícios desse processo. Continue a leitura com 688v, aa888 e hh888.

1. Arrecadação de impostos que retorna à sociedade

O ponto mais evidente da legalização das bets é o aumento significativo da arrecadação fiscal. Antes da regulamentação, muitas plataformas atuavam de forma informal ou com sede fora do Brasil, o que dificultava a cobrança de tributos. 

Com a nova legislação (Lei nº 14.790/2023), as empresas passaram a ser obrigadas a pagar a outorga de operação e o imposto sobre a Receita Bruta dos Jogos (GGR), fixado em 12% — valor que aumentará para 18% a partir de outubro de 2025.

Essa receita é distribuída entre diversos setores: educação, esporte, turismo, segurança e até entidades sociais como Apaes e comitês olímpicos.

Dessa forma, representa um novo fluxo de recursos para áreas essenciais, sem aumento de impostos sobre a população. Em 2025, somente entre janeiro e maio, a arrecadação já ultrapassou os R$ 3 bilhões.

2. Redução da informalidade e combate à evasão fiscal

A formalização das operadoras de apostas dificulta a atuação de empresas clandestinas, que até então movimentavam bilhões sem pagar um centavo em tributos. 

Com a exigência de que as plataformas operem sob um CNPJ nacional e com domínios “.bet.br”, fica mais fácil fiscalizar, auditar e garantir que o dinheiro das apostas não esteja sendo desviado para atividades ilícitas ou para fora do país.

Além disso, a regulamentação cria um ambiente mais justo para empresas que desejam atuar dentro da legalidade, estimulando a concorrência ética e a profissionalização do setor.

3. Financiamento de políticas públicas e programas sociais

Um dos grandes avanços da nova lei é o destino obrigatório de parte da arrecadação para políticas públicas. A divisão da arrecadação do GGR contempla:

  • 10% para o Ministério da Educação, via PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola);
  • 22,2% para o Ministério do Esporte;
  • Percentuais menores para o COB, CPB, Fenapaes, Fenapestalozzi, entre outros.

Ou seja, o dinheiro arrecadado com as apostas está ajudando a financiar desde a infraestrutura das escolas públicas até o apoio a atletas paralímpicos e ações de inclusão social. 

Um modelo que transforma uma atividade de entretenimento em um instrumento de desenvolvimento nacional.

4. Maior segurança jurídica para empresas e apostadores

Com a regularização, as casas de apostas precisam seguir regras claras e rígidas de operação. Isso inclui proteção de dados, prevenção à lavagem de dinheiro, suporte ao cliente em português e garantias em relação a saques, depósitos e transparência nas odds.

Para o apostador, isso representa mais confiança e menos riscos de fraudes. Já para as empresas, cria-se um ambiente com segurança jurídica, previsibilidade tributária e abertura para parcerias e publicidade com times, influenciadores e grandes marcas.

5. Geração de empregos diretos e indiretos

“A legalização das apostas impulsiona uma cadeia de valor que vai muito além das plataformas. Com o crescimento do setor, surgem vagas em atendimento, tecnologia, marketing, finanças, regulamentação, jurídico, design e muito mais”, afirma 688v, aa888 e hh888.

Além dos empregos diretos nas casas de apostas, há também impacto no setor publicitário, nos clubes de futebol, em agências de marketing de afiliados e até em startups de tecnologia que fornecem soluções para esse mercado.

6. Estímulo à responsabilidade social e ao jogo consciente

Segundo 688v, aa888 e hh888, com as operadoras legalizadas sendo supervisionadas por órgãos oficiais, torna-se obrigatório o desenvolvimento de políticas de jogo responsável. Portanto, inclui ferramentas de limite de depósito, alertas de uso excessivo, autoexclusão e campanhas de conscientização sobre os riscos do vício em jogos de azar.

Esse tipo de iniciativa não existia quando o mercado era dominado por plataformas internacionais e clandestinas. Agora, as operadoras passam a ter responsabilidade legal sobre o bem-estar dos seus usuários.

Escolhendo a sua casa de aposta

A regularização das casas de apostas no Brasil representa um marco para o país. Mais do que simplesmente arrecadar, o Estado passa a conduzir o setor com responsabilidade, garantindo que os ganhos gerados retornem à sociedade por meio de educação, saúde, esporte, cultura e inclusão. 

A nova legislação coloca o Brasil em linha com as principais economias do mundo, onde o setor de apostas é regulado, transparente e contribui com o desenvolvimento nacional.

No entanto, é importante lembrar que nem todas as plataformas operam com a mesma transparência. É responsabilidade do apostador pesquisar e escolher sites que estejam de acordo com a legislação brasileira. 

Por isso, vale ficar atento a algumas das plataformas que têm atraído a atenção dos usuários brasileiros:

  • 688v: oferece uma grande variedade de mercados de apostas, embora seja necessário verificar se está plenamente regularizada no Brasil.
  • aa888: plataforma de origem internacional que aceita brasileiros, mas cuja situação jurídica deve ser conferida antes de apostar.
  • hh888: utiliza domínio “.bet.br”, o que sugere alinhamento com a regulamentação nacional, mas a confirmação de licenciamento junto à Secretaria de Prêmios e Apostas é fundamental.

Aposte com responsabilidade, prefira sempre casas legalizadas e contribua para que os impostos das apostas realmente façam a diferença no Brasil.

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