Foi publicada sexta-feira, dia 18, a versão 1.06 da Nota Técnica 2025.001 da NFCom (Nota Fiscal de Comunicação). A atualização dá continuidade à adaptação dos documentos fiscais eletrônicos à nova legislação da Reforma Tributária, com refinamento de regras, inclusão de novos campos no XML e ajustes voltados ao Simples Nacional.
Veja mais a seguir.
O que muda na versão 1.06 da NT 2025.001
A versão 1.06 apresenta as seguintes alterações:
Inclusão do campo vIBS no grupo gIBSCBS Campo que representa o valor total do IBS, calculado pela soma de vIBSUF e vIBSMun.
Novas regras de validação complementares Foram incluídas regras específicas para validação do campo vIBS, garantindo que seu valor seja coerente com os valores UF e Município informados.
Ampliação da dispensa do grupo gIBSCBS para CRT = 2 Antes, estavam dispensadas apenas empresas com:
CRT = 1 – Simples Nacional
CRT = 4 – MEI
Agora, a dispensa se estende também para empresas com CRT = 2 – Simples Nacional com excesso de sublimite de receita bruta. Isso reduz a complexidade para contribuintes que ainda pertencem ao Simples, mas estão sujeitos a regras específicas por terem excedido limites estaduais.
Vedação de substituição de nota de ajuste Implementada nova regra de validação que impede substituições quando o campo indAjuste estiver preenchido com “1” (nota de ajuste).
Ajuste na expressão regular do QR Code Expressão adaptada para aceitar CNPJ no formato alfanumérico, preparando o layout para futuras mudanças cadastrais.
Leia também:
Cronograma atualizado de implantação
Homologação: a partir de 28/07/2025
Produção (uso facultativo): 06/10/2025
Produção (obrigatória com regras de validação): 05/01/2026
Embora as regras de validação entrem em vigor somente em 05/01/2026, a LC 214/2025 exige a informação do IBS e CBS em documentos fiscais emitidos a partir de 01/01/2026.
Portanto, é essencial que os sistemas estejam preparados desde o início do ano.
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Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.
A Justiça Federal da 1ª Região tem recebido diversas denúncias de pessoas que foram vítimas de um golpe cada vez mais comum: o golpe do falso advogado.
Nessa fraude, criminosos usam informações reais de processos judiciais para se passar por advogados ou representantes de escritórios, com o objetivo de enganar cidadãos e pedir pagamentos via PIX ou transferência bancária, alegando a liberação de valores como precatórios, RPVs ou indenizações.
Veja a seguir como é a abordagem, como conferir se é um golpe e o que fazer caso já tenha sido vítima.
Veja como o golpe funciona
1. Coleta de dados das vítimas: Os golpistas acessam plataformas públicas ou bancos de dados ilegais e obtêm informações verdadeiras sobre o processo judicial da vítima, como número da ação, valores e nome do advogado. 2. Abordagem personalizada: Eles entram em contato por telefone, WhatsApp ou outros meios, utilizando nomes, logotipos e até sites falsos para parecerem confiáveis. 3. História convincente: Alegam que a vítima tem valores a receber, e mostram documentos falsos com brasões, sentenças forjadas e linguagem jurídica. 4. Cobrança indevida: Solicitam o pagamento antecipado de supostas “taxas” para liberar os valores. As justificativas incluem Taxa de desbloqueio, Imposto de Renda ou IVA, Custas cartorárias e emolumentos judiciais
O pedido costuma ser urgente, pressionando a vítima a pagar rápido. Após isso, os golpistas somem.
Leia também:
Como se proteger do golpe
As recomendações são as seguintes:
Desconfie de mensagens ou ligações que pedem dinheiro adiantado.
Nunca forneça seus dados pessoais ou bancários sem confirmar a origem da informação.
Fale com seu advogado de confiança ou procure diretamente a Justiça Federal.
Denuncie qualquer tentativa de golpe às autoridades.
Como confirmar a identidade de advogados
Para ajudar no combate a esse tipo de crime, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) lançou a campanha nacional de combate ao golpe do falso advogado, que inclui uma plataforma de verificação online chamada ConfirmADV.
A ferramenta permite verificar, de forma rápida e segura, se a pessoa que está entrando em contato é realmente um(a) advogado(a) registrado(a). Acesse: ConfirmADV – Plataforma da OAB.
Se você realizou pagamento ou foi vítima de tentativa de golpe, acesse o canal oficial da OAB e faça sua denúncia.
As informações serão encaminhadas para apuração pelas seccionais da OAB, em parceria com autoridades competentes.
O TRF1 e as unidades da Justiça Federal da 1ª Região NÃO exigem pagamentos antecipados via PIX ou transferência para liberar valores devidos em ações judiciais.
Também não entram em contato por WhatsApp, telefone, e-mail ou SMS para esse tipo de solicitação.
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No Brasil, é comum que bares, restaurantes e hotéis incluam automaticamente os 10% da taxa de serviço na conta, conhecida como gorjeta.
No entanto, quando a empresa é optante pelo Simples Nacional, surgem dúvidas sobre a tributação desse valor.
Para te ajudar em mais uma questão do Simples Nacional, hoje a equipe do Jornal Contábil retirou algumas informações do artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica, empresa especialista no Simples Nacional e vamos te ajudar a entender mais sobre as gorjetas e saber como podemos ajudar nossos clientes optantes por esse regime!
O artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica diz:
1. Gorjetas no Simples Nacional – Como isso afeta o lucro da empresa?
Segundo o Blog da é-Simples Auditoria:“A gorjeta não é um resultado do faturamento da empresa, mas sim, da generosidade do cliente, como forma de demonstrar sua satisfação pelo atendimento recebido do funcionário, sem o objetivo de remunerar a atividade desempenhada pela empresa.
Porém, com o entendimento da Receita Federal sobre esse assunto as empresas acabam tendo que pagar impostos, como PIS, IRPJ, CSLL e COFINS sobre o valor cobrado como gorjetas (taxa de serviço).
Isto é, a gorjeta infla a nota fiscal. O resultado é uma maior carga tributária sobre as pequenas empresas.”
2. Gorjetas no Simples Nacional, compõem a receita bruta da empresa?
De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria:”Apesar da Lei nº 13.467/2017 (Art. 457.§ 4º) dizer: ”gorjeta mencionada não constitui receita própria dos empregadores...”, a Receita Federal diverge desse entendimento.
Pois a Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) nº 122 de 01/09/2015 diz que a receita bruta tributável no Simples Nacional se compõem de 2 elementos:
O custo do financiamento nas vendas a prazo, contido no valor dos bens ou serviços ou destacado no documento fiscal;
As gorjetas.”
3. O que posso fazer para não pagar imposto sobre as gorjetas?
De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria:“Embora o Poder Judiciário muitas vezes tenha o entendimento de que a gorjeta não deve integrar a receita bruta da empresa desde que exista comprovação do efetivo repasse aos empregados, a Receita Federal mantém a cobrança do Simples Nacional sobre as gorjetas.
Dessa forma, resta ao contribuinte ingressar em juízo na busca por fazer valer seu direito de ser tributado somente sobre seu faturamento próprio, excluindo o valor cobrado a título de gorjeta/ taxa de serviço.
Lembrando que é possível solicitar a restituição dos valores pagos a maior nos últimos 5 anos, estes podem representar um valor considerável para a sua empresa.
Este entendimento não se limita às empresas optantes pelo Simples Nacional, sendo possível também pleitear judicialmente a exclusão das gorjetas das bases de cálculos do IRPJ, CSLL, PIS, COFINS e ICMS.”
Como tornar esse processo bem-sucedido?
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Gostou do assunto? Continue acompanhando nossos artigos, e também siga a é-Simples no instagram @esimplesauditoria.
Obrigado pela leitura!Informações retiradas do Blog da é-Simples Auditoria. Artigo: “Gorjetas no Simples Nacional, devo pagar imposto sobre elas?”. Disponível em: Por Leonel Monteiro em 14/02/2024.
Uma data importante se aproxima para milhões de trabalhadores brasileiros com contas ativas no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
O Conselho Curador do FGTS agendou para 24 de julho a reunião que definirá o percentual do lucro do fundo a ser repassado aos seus beneficiários. Por lei, essa distribuição precisa ser efetuada até 31 de agosto.
Quer entender melhor do que se trata? Acompanhe a leitura a seguir.
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Entenda a distribuição dos lucros do FGTS
O FGTS não apenas protege o trabalhador, mas também gera rendimentos ao aplicar seus recursos em áreas estratégicas como moradia, infraestrutura e saneamento básico.
Desde 2016, uma legislação específica tornou obrigatória a partilha de parte desses ganhos com os trabalhadores, visando aumentar a rentabilidade de suas contas.
A responsabilidade por definir quanto será distribuído é do Conselho Curador, composto por representantes do Governo Federal, trabalhadores e empregadores.
Via de regra, quanto maior o lucro gerado pelo fundo, maior o montante destinado aos beneficiários. Como exemplo, em 2023, um total de R$ 15,2 bilhões foi distribuído.
Têm direito a receber essa parcela do lucro todos os trabalhadores que possuíam saldo positivo em suas contas do FGTS no ano-base. Assim, o repasse que será feito em 2025 corresponderá ao saldo que existia nas contas em 2024.
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Como saber se tem direito e o valor a receber?
Para verificar seu saldo e se você tem direito ao repasse, é simples: basta acessar o aplicativo Meu FGTS, disponível para smartphones Android e iOS. Se preferir, você também pode solicitar o extrato diretamente em uma agência da Caixa Econômica Federal.
A quantia que cada trabalhador recebe é calculada com base em um índice multiplicador, que é definido a partir do valor total aprovado para distribuição.
Por exemplo, em 2024, esse índice foi de 0,02693258. Isso significa que um trabalhador com R$ 10 mil na conta do FGTS em 31 de dezembro de 2023 recebeu R$ 269,32 no final de agosto. Em 2023, o multiplicador foi de 0,02461511, resultando em um pagamento de R$ 246,15 para quem tinha o mesmo saldo no fim de 2022.
Historicamente, o Conselho Curador tem destinado uma fatia generosa dos lucros aos trabalhadores. Em 2022 e 2023, por exemplo, impressionantes 99% dos ganhos foram repassados. Em 2021, o percentual foi de 96%. Curiosamente, mesmo em 2023, quando apenas 65% do lucro foi distribuído, o valor total em reais atingiu um recorde.
Quando o FGTS pode ser sacado?
É importante lembrar que o FGTS foi concebido como uma rede de segurança para o trabalhador que é demitido sem justa causa. Por essa razão, na maioria dos casos, o acesso aos recursos é permitido apenas em situações específicas, como:
Rescisão do contrato de trabalho sem justa causa;
Aposentadoria;
Compra da casa própria;
Diagnóstico de doenças graves;
Aquisição de próteses;
Situações de calamidade pública.
Existe também a opção do saque-aniversário, que permite ao trabalhador retirar uma parcela do FGTS anualmente, no mês de seu aniversário (geralmente um valor próximo a R$ 1 mil).
Contudo, quem opta por essa modalidade renuncia ao direito de sacar o valor total em caso de demissão sem justa causa.
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A Portaria MTE nº 1.131/2025, de 3 de julho de 2025 trouxe atualizações importantes nas regras para a aplicação de multas no eSocial, especialmente no que se refere às informações de Saúde e Segurança do Trabalho (SST). Essa mudança reforça a fiscalização e a necessidade de empresas de todos os portes estarem em dia com suas obrigações, sob pena de sanções financeiras.
A atualização modifica o artigo 81 da Portaria MTP nº 667/2021, estabelecendo critérios mais objetivos e valores atualizados para penalidades, além de reforçar a importância do cumprimento das obrigações legais por parte das empresas, profissionais de SST e médicos do trabalho.
Com a nova redação, passa a ser adotado um modelo de cálculo mais claro, com valores de referência definidos e progressivos conforme o número de trabalhadores afetados.
A medida visa aumentar a previsibilidade das penalidades aplicadas em auditorias fiscais e estimular a regularização preventiva das rotinas de SST no ambiente corporativo.
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Valores e critérios para multas
De acordo com a Portaria, a multa mínima agora é de R$ 443,97, com um adicional de R$ 104,31 por cada trabalhador envolvido na infração.
O valor máximo por infração pode chegar a impressionantes R$ 44.396,84. Em casos de reincidência, resistência à fiscalização ou desacato à autoridade, o valor da multa pode dobrar.
Há uma boa notícia para irregularidades antigas: infrações ocorridas entre 1º de janeiro de 2020 e a data de publicação da Portaria terão uma redução automática de 40% no valor da multa, mesmo que a correção não tenha sido feita espontaneamente.
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Impactos diretos para a rotina de SST
As novas regras impactam diretamente o dia a dia de empresas e dos profissionais responsáveis por enviar eventos de SST no eSocial, como:
S-2210 (Comunicação de Acidente de Trabalho – CAT): Não emitir ou emitir fora do prazo pode gerar uma multa de R$ 98.484,45, que pode dobrar em caso de reincidência.
S-2220 (Monitoramento da Saúde do Trabalhador): Envolve os exames ocupacionais (admissionais, periódicos, demissionais, etc.).
S-2240 (Condições Ambientais de Trabalho – Fatores de Risco): A omissão ou o envio incorreto deste evento, que informa sobre a exposição a agentes nocivos, pode resultar em multas que variam de R$ 3.368,43 a R$ 336.841,70, dependendo da gravidade e do número de trabalhadores afetados.
Além dos eventos do eSocial, o descumprimento de outras obrigações de SST também está sob o foco:
Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR): Multas entre R$ 634,00 e R$ 6.304,00.
Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO): Multas entre R$ 378,00 e R$ 3.782,00.
Por fim, Para as empresas, este é o momento de rever processos, investir em capacitação e tecnologia, e garantir que as informações de SST sejam enviadas de forma precisa e dentro dos prazos.
A conformidade com o eSocial, mais do que uma obrigação legal, torna-se um investimento estratégico na segurança dos colaboradores e na proteção financeira da organização.
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A Teoria das Janelas Quebradas mostra que pequenas falhas ignoradas tendem a gerar problemas maiores ao longo do tempo.
Na contabilidade, aplicar essa visão ajuda a manter a disciplina nos processos, tornando o negócio mais eficiente e lucrativo.
Para te ajudar em mais uma questão do Simples Nacional, hoje a equipe do Jornal Contábil retirou algumas informações do artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica, empresa especialista no Simples Nacional e vamos te ajudar a entender mais sobre a Teoria das Janelas Quebradas na Contabilidade e saber como podemos ajudar nossos clientes optantes por esse regime!
O artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica diz:
O que é e como surgiu a teoria das janelas quebradas?
De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria:”Essa teoria surgiu em 1982, em um estudo social dos criminologistas James Q. Wilson e George K. ambos da Universidade de Stanford (USA).
A revista Atlantic Monthly, no artigo “Broken Windows” a publicou e teve como referência um experimento de 1969, pelo Prof. Phillip Z.
Deixaram dois carros iguais na rua. Um deles em um bairro pobre e conflituoso de Nova York e o outro em um bairro rico e tranquilo da Califórnia. Então, vandalizaram o carro da região pobre em poucas horas e o outro não.
Logo depois, os pesquisadores quebraram uma das janelas do automóvel que se manteve perfeito, e algum tempo depois, parado na mesma região rica, ele também foi vandalizado.”
Qual a relação dessa teoria com as rotinas corporativas?
De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria:”Portanto, hoje ela também se aplica nas rotinas corporativas. Em resumo, a experiência mostra que o vidro quebrado do carro passa a ideia de descuido, desordem e impunidade.
Ou seja, causa atitudes negativas visto que, parece não ter regras de convivência.
Do mesmo modo, acontece no ambiente de trabalho. Pois, um local descuidado e desorganizado, passa a imagem de falta de interesse e desordem para os colaboradores. Como identificar as janelas quebradas em seu negócio?
Certamente, a qualidade do ambiente em que vivemos afeta nossa ação. Por isso, no espaço empresarial, onde as pessoas passam a maior parte do seu dia, é fácil identificar as janelas quebradas.
Em um escritório contábil, alguns exemplos são:
Serviço acumulado;
Ser visto como um alto custo para os clientes;
Não inovar nos serviços
Luzes acesas em salas vazias;
Equipamentos ligados, sem uso;
Papéis jogados no chão, etc.
De certa maneira, esses pontos podem até parecer sem importância. Porém, se eles existem em diversos espaços e setores, qual imagem sua empresa está passando?”
Quais os sinais de “desordem” na contabilidade, poderiam indicar problemas futuros?
Segundo o Blog da é-Simples Auditoria:
“Erros frequentes: Muitos erros nas entradas de dados podem mostrar falta de cuidado ou atenção.
Registros incompletos: Informações ausentes ou incompletas podem indicar desorganização.
Inconsistências: Diferenças entre registros diferentes, como balanços e extratos bancários, podem sinalizar problemas.
Atrasos na atualização: Registros que não são atualizados regularmente podem mostrar falta de controle.
Falta de documentação: Ausência de comprovantes e recibos pode dificultar a verificação das transações.
Entradas incomuns: Transações que parecem fora do comum ou não são explicadas adequadamente podem ser um sinal de alerta.
Controles internos fracos: Falta de processos claros para revisar e verificar os registros pode levar a erros e fraudes.”
Como aplicar essa teoria serve para auxiliar o crescimento do seu negócio?
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Obrigado pela leitura!Informações retiradas do Blog da é-Simples Auditoria. Artigo: “Teoria das Janelas Quebradas na Contabilidade: Impulsionando seu Negócio”. Disponível em: Por Leonel Monteiro em 28/06/2024
A Receita Federal informa que não haverá obrigatoriedade na cobrança retroativa do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para instituições financeiras e os demais responsáveis tributários após a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de restabelecer parcialmente a eficácia do decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que elevou o tributo.
“As instituições financeiras e os demais responsáveis tributários que não realizaram a cobrança do IOF e o recolhimento à Receita Federal nos termos das normas sustadas pelo Decreto Legislativo nº 176, 2025-CN e posteriormente com efeitos suspensos pela medida cautelar concedida no âmbito da ADI 7827, ADI 7839 e ADC 96, no período de suas vigências, não são obrigados a realizá-los retroativamente”, escreveu à Receita em nota.
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O órgão informou ainda que irá “avaliar a situação em relação aos contribuintes e manifestar-se oportunamente, buscando evitar surpresas e insegurança jurídica na aplicação da lei”.
“Ressalta que a partir da Decisão Conjunta nas ADI 7827, ADI 7839 e ADC 96 de 16/07/2025, os responsáveis tributários devem observar estritamente as normas relativas à cobrança do IOF e ao recolhimento à Receita Federal do Brasil nos termos do Decreto nº 6.306, de 14/12/2007, com a redação dada pelo Decreto nº 12.499, de 11/06/2025”, diz a nota.
Na decisão do STF, Moraes incluiu um trecho que determina o restabelecimento da eficácia do último decreto editado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o IOF, com efeitos “desde a sua edição”. O ministro suspendeu, no entanto, o trecho que tratava da incidência do imposto sobre operações de risco sacado.
Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.
O fechamento contábil é um dos pilares da gestão financeira de qualquer empresa, seja ela pequena, média ou grande. Longe de ser apenas uma formalidade burocrática, ele funciona como uma radiografia detalhada da saúde financeira do negócio em um determinado período — que pode ser mensal, trimestral ou anual.
É nesse processo que todas as transações, receitas, despesas, ativos e passivos são organizados, analisados e ajustados para gerar as demonstrações contábeis essenciais, como o Balanço Patrimonial e a Demonstração de Resultados do Exercício (DRE).
A importância do fechamento vai além do cumprimento de obrigações fiscais. Ele fornece dados precisos que baseiam as decisões estratégicas dos gestores, permitindo identificar gargalos, otimizar custos, planejar investimentos e garantir a conformidade com a legislação.
No entanto, sua complexidade e o volume de informações envolvidas tornam-no suscetível a erros.
O que é Fechamento Contábil?
Em termos simples, o fechamento contábil é o encerramento das contas de um período. É quando o contador verifica se todas as movimentações financeiras foram devidamente registradas, se as receitas e despesas foram corretamente classificadas. Ou se os impostos foram calculados e provisionados, e se os saldos de todas as contas estão corretos.
Esse processo garante que as demonstrações financeiras reflitam a realidade econômica da empresa, servindo como um espelho fiel do desempenho do negócio.
Essa análise minuciosa é importante para:
Cumprimento de obrigações fiscais e legais: Assegura que a empresa esteja em dia com a Receita Federal e outros órgãos reguladores.
Tomada de decisões estratégicas: Fornece dados confiáveis para o planejamento financeiro, orçamentos e definição de metas.
Avaliação de desempenho: Ajuda a identificar a lucratividade, custos, e o retorno sobre investimentos.
Credibilidade: Aumenta a confiança de investidores, bancos e parceiros na solidez da empresa.
Os erros mais comuns no Fechamento Contábil
Mesmo com toda a importância, o fechamento contábil pode ser um terreno fértil para equívocos que comprometem a precisão dos dados e podem gerar desde retrabalho até multas pesadas. Conhecer esses erros é o primeiro passo para evitá-los:
Falta de Organização e Documentação: Um dos problemas mais básicos e frequentes é a ausência de um sistema claro para organizar notas fiscais, comprovantes de pagamento, extratos bancários e outros documentos. A falta de um registro completo e cronológico dificulta a localização de informações e a validação dos lançamentos.
Conciliação Bancária Negligenciada: Não comparar periodicamente os extratos bancários com os registros contábeis da empresa é um erro grave. Isso cria um descompasso entre o que está no sistema e o que realmente entrou ou saiu do banco, levando a saldos incorretos e uma visão distorcida do fluxo de caixa.
Lançamentos Incorretos ou Incompletos: Erros na classificação de receitas e despesas (por exemplo, confundindo um custo operacional com um investimento), falhas no plano de contas ou a omissão de lançamentos diários são falhas básicas que distorcem o resultado final. A falta de atenção aos detalhes pode gerar números enganosos.
Não Reconhecimento de Provisões e Obrigações Futuras: Muitas empresas esquecem de registrar provisões essenciais, como 13º salário, férias, encargos sociais e impostos a pagar que se referem ao período, mas terão pagamento posteriormente. Não contabilizar essas obrigações distorce o resultado e pode gerar surpresas desagradáveis no futuro.
Mistura de Contas Pessoais e Empresariais: Para autônomos e pequenas empresas (especialmente MEIs), misturar finanças pessoais com as da empresa é um erro fatal. Isso impede o controle real do fluxo de caixa do negócio e dificulta enormemente o fechamento contábil, além de poder gerar problemas com o Fisco.
Dependência Exclusiva de Planilhas Manuais: Embora úteis em um estágio inicial, planilhas manuais se tornam altamente suscetíveis a erros humanos e ineficientes com o crescimento da empresa. A ausência de um software de gestão integrado (ERP) ou sistema contábil automatizado aumenta a chance de falhas e atrasos.
Conclusão
Para garantir um fechamento contábil eficiente e livre de erros, a prevenção é a palavra-chave. Manter a organização diária dos documentos, realizar conciliações frequentes e investir em tecnologia para automatizar processos são passos fundamentais.
Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.
Estar com o nome negativado é uma situação que tira o sono de muita gente. As contas se acumulam, o orçamento aperta e as opções parecem cada vez mais limitadas.
Mas a boa notícia é que, mesmo com o CPF restrito, ainda existem caminhos possíveis para reorganizar a vida financeira.
Uma das soluções mais buscadas por quem quer sair dessa situação é o empréstimo para negativado.
E sim, ele existe, mas é preciso entender bem como funciona, os cuidados necessários e, principalmente, quais alternativas ajudam realmente a quitar as dívidas sem armadilhas.
Neste artigo, você vai entender como trocar dívidas caras por opções mais acessíveis, quais os riscos de continuar endividado e como encontrar crédito de forma segura, mesmo com o nome sujo. Continue a leitura e dê o primeiro passo para reorganizar suas finanças!
Qual o perfil médio de quem está negativado?
Uma pesquisa recente realizada pela plataforma meutudo revelou que nem todos os endividados têm o mesmo tipo de problema.
Confira os principais detalhes coletados nesta pesquisa e os gráficos que demonstram os percentuais em questão:
32% dos entrevistados estão com o CPF negativado:
Entre esses, 42% afirmam que a principal causa foi cartão de crédito com faturas em atraso:
A boa notícia: 83% declararam que querem quitar suas pendências:
E mais: 74% estão dispostos a trocar suas dívidas por opções com juros menores.
Esses números deixam claro que existe motivação para mudar a situação. Talvez o que falte seja encontrar os caminhos certos para começar. Por isso, vamos te ajudar!
Por que as dívidas se acumulam tão rápido?
É importante entender o que acelera o espiral das contas:
Cartão de crédito rotativo: possui juros que podem passar de 400% ao ano, qualquer atraso vira dívida onerosa
Empréstimos com juros altos: linhas pessoais e cheque especial, em sua grande maioria, têm taxas abusivas
Ausência de planejamento: sem controle sobre as datas de pagamento, é fácil atrasar uma fatura, que gera juros e multa, fazendo o débito crescer de forma automática
Esses fatores geram um efeito “bola de neve” que compromete cada vez mais o orçamento disponível, até chegar ao ponto de negativar o CPF.
Como a troca de dívida pode ser o ponto de virada?
A troca de dívida é uma alternativa estratégica que envolve:
Identificar a dívida com juros mais altos, geralmente, cartões de crédito ou empréstimos pessoais
Contratar um empréstimo com juros menores, pagar essa dívida e eliminar o custo mais alto
Concentrar a dívida em um único contrato, com parcelas fixas e menor impacto mensal.
Essa troca dá alívio imediato ao orçamento e abre a porta para a reorganização financeira, além de aumentar a chance de regularizar o nome.
Para quem está com o nome sujo, nem todo banco oferece crédito. Mas isso não significa que não existam alternativas seguras.
Confira algumas das opções mais acessíveis atualmente para quem está negativado:
Empréstimo Consignado INSS
Indicado para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), esse tipo de empréstimo oferece as menores taxas de crédito do mercado, desconto automático em folha e prazo de pagamento de até 96 meses (8 anos).
Mesmo quem está negativado pode contratar, pois o risco para o banco é menor, graças ao desconto mensal direto no benefício dos segurados.
O valor das parcelas não pode ultrapassar 35% da renda mensal, ajudando a evitar o superendividamento, mantendo a oferta de crédito barato e acessível.
Além disso, por ter uma análise de crédito praticamente automática, o Consignado INSS é liberado rapidamente e o contratante pode utilizar o valor como quiser, inclusive para quitar outras dívidas.
Empréstimo Consignado CLT
Desde março de 2025, o Consignado CLT passou por mudanças que aumentaram sua acessibilidade.
Agora, trabalhadores com carteira assinada de empresas privadas podem contratar mesmo sem convênio direto com a empresa, desde que a remuneração e o vínculo sejam comprovados.
O desconto também é feito em folha, com prazo de até 96 meses (dependendo da instituição), com margem de 35% sobre a renda líquida mensal e taxas mais atrativas do que as de um empréstimo pessoal comum.
Antecipação do Saque-Aniversário do FGTS
Quem optou pela modalidade Saque-Aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), pode antecipar algumas parcelas futuras desse saque, no chamado Empréstimo FGTS ou Antecipação Saque-Aniversário.
Esse tipo de crédito não possui desconto direto na sua renda, logo, se você tiver saldo em conta ativa (do emprego atual) ou inativa (de empregos anteriores), essa pode ser uma ótima opção para quitar dívidas sem comprometer mais seu orçamento mensal.
A vantagem é que a aprovação costuma ser rápida, com depósito direto na conta em poucas horas, mesmo para negativados.
Como a garantia é o saldo do FGTS, o risco para quem empresta é baixo, o que se traduz em juros menores e uma excelente alternativa para reorganizar suas finanças.
Como escolher o melhor empréstimo para negativado?
Na hora de decidir qual linha de crédito contratar, é importante analisar alguns pontos fundamentais:
Taxas de juros: compare o custo efetivo total (CET), e não só a taxa mensal
Prazo e valor das parcelas: veja se a parcela cabe no seu bolso
Garantias exigidas: saldo do FGTS, margem consignável ou outros
Tempo de liberação: se for para uma emergência, opte por soluções rápidas
Histórico da instituição: só contrate com empresas seguras e confiáveis
Quando se está com o nome restrito, é natural ter receio ao buscar crédito. Por isso, contar com uma plataforma segura, transparente e confiável faz toda a diferença.
A meutudo se destaca justamente por oferecer empréstimo para negativado com um processo simples, digital e com opções pensadas para facilitar a vida de quem precisa sair do aperto com agilidade e segurança.
Confira as principais modalidades disponíveis:
Consignado INSS na meutudo
Voltado para aposentados e pensionistas do INSS, essa modalidade oferece:
Contratação simplificada e intuitiva pelo aplicativo meutudo
Taxas de juros competitivas, com teto fixado pelo governo, garantindo mais previsibilidade
Desconto direto no benefício do INSS, reduzindo o risco de inadimplência e facilita a aprovação, mesmo para negativados
Prazo de pagamento de até 96 meses, o que permite parcelas mais suaves no orçamento
Contratação totalmente online, com validação por biometria facial, evitando fraudes e garante a segurança do cliente
Dinheiro liberado entre 10 minutos e 1 dia útil, diretamente na conta do titular
Consignado CLT na meutudo
Após a regulamentação de março de 2025, a meutudo passou a oferecer também o Consignado para trabalhadores com carteira assinada:
Acesso sem necessidade de convênio com a empresa, democratizando a contratação
Parcelamento de até 96 meses, com desconto direto na folha de pagamento
Taxas mais baixas em comparação ao crédito pessoal tradicional, o que gera economia real
Liberação rápida e contratação pelo app meutudo ou pelo site, sem sair de casa
Análise de crédito flexível, mesmo para quem está com o nome sujo
Antecipação Saque-Aniversário do FGTS pela meutudo
Para quem já aderiu ao Saque-Aniversário, essa é uma excelente alternativa:
Antecipação a partir de R$ 50,00 e de até 12 parcelas anuais do benefício, com liberação entre 10 minutos e 24 horas úteis
Taxas acessíveis, menores do que o empréstimo pessoal
Garantia no próprio saldo do FGTS, facilitando a aprovação mesmo com restrições no CPF
Contratação digital, sem burocracia, com todo o processo feito pelo app meutudo
Simulações claras e suporte via chat, com atendimento personalizado
Independentemente da modalidade escolhida, a meutudo garante um processo seguro, rápido e transparente.
Você pode simular gratuitamente, comparar condições e contratar com poucos cliques, direto pelo aplicativo meutudo, tudo isso com acompanhamento dedicado e foco total na experiência do usuário.
Se você está negativado e busca uma saída confiável, a meutudo pode ser a parceira ideal para reorganizar as finanças e retomar o controle da sua vida financeira.
Baixe o aplicativo meutudo ou acesse o site oficial e confira suas possibilidades!
Passos para retomar o controle da sua vida financeira
Mapeie suas dívidas e entenda qual deve ser quitada com urgência
Simule alternativas de crédito com juros menores
Escolha a melhor opção, levando em conta taxas, prazos e margem
Contrate a solução escolhida com segurança
Quite a dívida anterior e mantenha acompanhamento mensal das contas.
Com esse roteiro, o nome volta a ficar limpo, o orçamento ganha previsibilidade e as chances de um recomeço financeiro com tranquilidade aumentam significativamente.
Ter o nome negativado não precisa ser sempre um impasse. O que faz a diferença é encontrar caminhos seguros para trocar dívidas caras por soluções mais justas, com juros menores, prazos adequados e instituições responsáveis.
E a verdade é que existem opções concretas, mesmo para quem enfrenta restrição no CPF, como o Consignado INSS, o Consignado CLT e a Antecipação do FGTS.
Se você quer colocar as finanças nos trilhos, informe-se, compare as condições e conte com a meutudo para realizar essa troca com segurança e tranquilidade.
O primeiro passo é entender suas dívidas. O segundo, é escolher bem o caminho para sair do ciclo. E o terceiro é colocar o plano em prática quanto antes. Esperamos ter ajudado você nessa jornada rumo ao equilíbrio financeiro!
A contabilidade consultiva tem se tornado uma abordagem fundamental para empresas que buscam não apenas cumprir suas obrigações fiscais, mas também aproveitar dados para tomar decisões mais estratégicas. Ao contrário da contabilidade tradicional, que foca em relatórios financeiros e impostos, a contabilidade consultiva utiliza informações detalhadas para fornecer insights valiosos que podem direcionar o crescimento e a sustentabilidade dos negócios. Com a ajuda de dados precisos e ferramentas de análise, os contadores consultivos têm o poder de transformar números em estratégias de sucesso para seus clientes.
A importância da análise de dados na tomada de decisões empresariais
A análise de dados é essencial para que as empresas tomem decisões mais informadas. Com dados bem organizados, é possível identificar padrões e oportunidades que podem ser ignoradas em relatórios tradicionais. Isso ajuda a melhorar a eficiência, o crescimento e a rentabilidade da empresa, tornando a contabilidade consultiva um aliado estratégico para alcançar as metas de longo prazo.
A Digiliza facilita essa análise, automatizando a organização dos dados contábeis e tornando as informações mais acessíveis. Isso ajuda os contadores a oferecer insights valiosos e ações estratégicas, permitindo decisões rápidas e mais assertivas.
Como a contabilidade consultiva pode agregar valor para os seus clientes
A contabilidade consultiva agrega valor ao cliente de diversas maneiras, começando pela personalização dos serviços prestados. Em vez de oferecer soluções genéricas, os contadores consultivos analisam os dados específicos de cada cliente para criar planos financeiros e estratégicos sob medida. Isso permite que as empresas ajustem suas operações de forma proativa, identificando áreas de melhoria, oportunidades de crescimento e soluções para otimização de custos. O valor agregado vai além do simples cumprimento das obrigações fiscais; trata-se de um acompanhamento constante e uma atuação estratégica que resulta em sucesso no longo prazo.
Ferramentas e tecnologias que impulsionam a análise de dados contábeis
A utilização de ferramentas e tecnologias modernas tem impulsionado a capacidade de análise de dados contábeis de maneira extraordinária. Softwares de gestão contábil avançados, inteligência artificial e ferramentas de automação estão facilitando a coleta e organização de dados, tornando os processos contábeis mais rápidos e precisos. Essas tecnologias não apenas automatizam tarefas repetitivas, mas também ajudam os contadores a realizar análises complexas e gerar relatórios detalhados, oferecendo insights que são fundamentais para a tomada de decisões mais estratégicas.
Digiliza facilita a integração de soluções de contabilidade consultiva baseadas em dados
A Digiliza oferece uma solução completa para integrar a contabilidade consultiva com análise de dados, permitindo que empresas e contadores aproveitem ao máximo os dados financeiros. A plataforma automatiza a coleta e organização de dados, proporcionando insights em tempo real que são fundamentais para decisões mais ágeis e precisas. Com a Digiliza, os profissionais de contabilidade podem implementar soluções personalizadas para seus clientes, facilitando a análise de dados contábeis de maneira eficaz e estratégica. A tecnologia da plataforma permite que você conecte os dados contábeis às decisões empresariais, garantindo que sua empresa ou cliente esteja sempre à frente da concorrência.
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Faço parte da equipe de redação e publisher do Jornal Contábil, ajudando na produção e publicação de matérias e notícias para manter os leitores bem informados sobre concursos, legislação e temas do dia a dia.
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