Setor financeiro deixou de ser apoio e virou protagonista nas empresas; entenda a importância – Jornal Contábil

Durante décadas, o setor financeiro foi encarado como uma área de suporte, responsável por manter as contas em dia, emitir relatórios e garantir o cumprimento de obrigações fiscais. Hoje, esse cenário mudou: o departamento financeiro passou a ocupar uma posição protagonista nas organizações, com influência direta nas decisões de negócio e nas metas de crescimento.

Essa transformação é impulsionada por fatores como o avanço da tecnologia, o acesso a dados em tempo real e a necessidade de adaptação rápida às mudanças do mercado. Com isso, as empresas passaram a enxergar o setor financeiro como peça-chave na definição de estratégias corporativas.

Mais do que controlar orçamentos, espera-se que os profissionais da área atuem com visão analítica e foco em resultados. Desta forma, a gestão financeira empresarial completa inclui análises preditivas, gestão de riscos e definição de caminhos para o crescimento sustentável.

De apoio operacional a parceiro estratégico

A transformação do setor financeiro reflete uma evolução no modelo de gestão empresarial. A área, que antes tinha foco predominantemente operacional, agora atua de forma integrada com outras funções-chave da empresa, como marketing, recursos humanos, logística e comercial. Essa aproximação permite uma visão mais ampla e embasada sobre o desempenho da companhia e favorece decisões alinhadas aos objetivos gerais.

Além disso, o profissional financeiro atual é mais analítico, estratégico e conectado às inovações tecnológicas. Com o uso de ferramentas de gestão integradas, inteligência de dados e indicadores de desempenho, ele contribui para identificar oportunidades, antecipar cenários e otimizar investimentos. O resultado é uma atuação mais proativa.

Gestão baseada em dados: o novo padrão

Outro fator que impulsionou o protagonismo da área financeira foi a valorização da cultura de dados nas empresas. O acesso a informações em tempo real permite acompanhar de perto os indicadores econômicos, operacionais e comerciais. Essa visibilidade favorece a tomada de decisões mais rápidas e precisas.

Com relatórios e dashboards automatizados, o setor financeiro deixa de ser apenas o responsável pelo fechamento mensal e passa a entregar insights valiosos sobre rentabilidade, alocação de recursos, desempenho por produto ou filial e eficiência nos processos internos.

Essa capacidade analítica ganhou relevância em conselhos administrativos e reuniões de diretoria, fazendo do setor um dos principais influenciadores nas decisões de médio e longo prazo.

Redução de riscos e fomento à inovação

A nova atuação do setor financeiro também tem impacto direto na redução de riscos. Ao atuar com previsibilidade, acompanhar fluxos de caixa em tempo real e manter controle sobre dívidas e obrigações, a área contribui para manter a saúde da empresa e prevenir desequilíbrios que possam comprometer a operação.

Além disso, o financeiro passou a ser peça-chave na avaliação de projetos de inovação. Com análises de viabilidade, retorno sobre investimento (ROI) e cenários comparativos, ajuda a definir onde e como a empresa deve apostar para crescer. Esse apoio técnico qualifica o processo de inovação e reduz as chances de desperdício de recursos.

Integração e liderança nas transformações

O fortalecimento do setor financeiro também está relacionado à sua capacidade de integração com outras áreas. Quando bem estruturado, ele se torna um facilitador de mudanças internas, contribuindo para uma gestão mais eficiente, com metas claras, custos sob controle e visão de longo prazo.

Em muitos casos, o diretor financeiro (CFO) passou a dividir o protagonismo com o CEO, exercendo liderança na formulação de estratégias e atração de investidores.

Um novo papel que veio para ficar

O setor financeiro deixou de atuar nos bastidores para ocupar posição de destaque no centro das decisões. Essa evolução acompanha a transformação do ambiente corporativo, que exige mais agilidade, precisão e visão integrada.

À medida que as empresas reconhecem o valor estratégico dessa área, crescem as oportunidades de inovação, expansão e sustentabilidade. O futuro da gestão passa, cada vez mais, pela inteligência financeira.

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Trabalhador poderá receber até R$ 1.518 em julho. Veja quem está na lista – Jornal Contábil

O pagamento do abono salarial do PIS/Pasep 2025 (ano-base de 2023) para trabalhadores nascidos em setembro e outubro será liberado nesta terça-feira, dia 15

O valor referente ao PIS é pago pela Caixa Econômica Federal aos profissionais da iniciativa privada. Os recursos relativos ao Pasep são creditados pelo Banco do Brasil (BB) aos servidores.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), considerando todo o ano, 25,8 milhões de trabalhadores serão beneficiados, com um total de R$ 30,7 bilhões. Desse total, cerca de 22 milhões que trabalham na iniciativa privada receberão o PIS e 3,8 milhões de servidores públicos, empregados de estatais e militares têm direito ao Pasep.

Os pagamentos são divididos em seis lotes, baseados no mês de nascimento do trabalhador. Neste ano, as liberações dos valores começaram em 17 de fevereiro e vão até 15 de agosto. O saque será permitido até 29 de dezembro de 2025.

Após esse prazo, será necessário aguardar a convocação especial do Ministério do Trabalho e Emprego para que o trabalhador possa resgatar o valor. O trabalhador pode conferir a situação do benefício no aplicativo Carteira de Trabalho Digital.

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Confira o calendário completo do PIS/Pasep 2025

Nascido em Recebem a partir de
Janeiro 17 de fevereiro
Fevereiro 17 de março
Março 15 de abril
Abril 15 de abril
Maio 15 de maio
Junho 15 de maio
Julho 16 de junho
Agosto 16 de junho
Setembro 15 de julho
Outubro 15 de julho
Novembro 15 de agosto
Dezembro 15 de agosto

Como consultar seu benefício

Para verificar se você tem direito e a data de recebimento do abono salarial, siga o passo a passo pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital:

  1. Certifique-se de que o aplicativo esteja atualizado.
  2. Acesse o sistema com seu número de CPF e a senha utilizada no portal gov.br.
  3. Toque em “Benefícios” e, em seguida, em “Abono Salarial”.
  4. A tela seguinte informará se o trabalhador está ou não habilitado para receber o benefício.

Trabalhadores do setor privado também podem consultar a situação do benefício e a data de pagamento nos aplicativos Caixa Trabalhador e Caixa Tem.

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Prioridade para trabalhador tirar férias no mesmo período dos filhos – Jornal Contábil

A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante a trabalhadores com filhos entre 4 e 17 anos prioridade nas férias que coincidam com as férias escolares. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

A relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), recomendou a aprovação de um substitutivo ao Projeto de Lei 362/25, da deputada Chris Tonietto (PL-RJ). O novo texto, aprovado na comissão, foi elaborado para aperfeiçoar a redação da proposta.

Rogéria Santos observou que empregadores e empregados normalmente já negociam a concessão de férias, sendo, para ela, justificável existir previsão legal de preferência a pais para férias na mesma época dos filhos.

“A prioridade nas férias para esses pais é uma forma de assegurar que eles possam ser os principais cuidadores das crianças durante esse período, sem a pressão de ter que conciliar o trabalho com a atenção aos filhos em período sem aulas”, observou a relatora.

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Próximas etapas

A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Fonte: Agência Câmara



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


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Comissão aprova regra para sucessão em sociedade limitada unipessoal – Jornal Contábil

A Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei (PL 306/24) estabelecendo que a sucessão hereditária nas sociedades limitadas unipessoais (SLU), no caso de falecimento do sócio único, ocorrerá por alvará judicial ou documento formal de partilha de bens (sentença judicial ou escritura pública de partilha).

Figura criada em 2019, a SLU é uma sociedade formada por apenas um sócio, o próprio dono do negócio. 

Apresentado pelo deputado Marangoni (União-SP), o texto altera o Código Civil. Hoje é regra disciplinar a sucessão na sociedade limitada tradicional (a conhecida Ltda) por meio de cláusulas no contrato social da empresa. Se um dos sócios morre, o contrato define a destinação das suas quotas.

No caso das SLUs, não existe uma regra similar. A proposta, segundo Marangoni, busca “aperfeiçoar a legislação vigente e afastar interpretações divergentes”.

O projeto aproveita a redação de uma instrução normativa do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (Drei), que dá as diretrizes para registro de empresas. O Drei é um órgão integrante do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

O parecer do relator, deputado Josenildo (PDT-AP), foi favorável à proposta. Segundo ele, a medida busca evitar a necessidade de um inventário completo e potencialmente prolongado para a mera transferência das cotas. 

“Essa iniciativa é crucial para a continuidade dos negócios, assim como auxilia na redução de custos com processos judiciais, ampliando a competitividade de firmas sob Sociedade Limitada Unipessoal”, disse. 

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Próximos passos 

O PL 306/24 será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão  de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, o projeto tem que ser aprovado pela Câmara e pelo Senado Federal.

Fonte: Agência Câmara de Notícias



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


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Receita disponibiliza parcelamento online de débitos previdenciários declarados em GFIP – Jornal Contábil

A Receita Federal inovou ao permitir que órgãos públicos parcelem seus débitos previdenciários da GFIP diretamente online, eliminando a necessidade de processos digitais complexos.

Agora, é possível parcelar as dívidas em até 60 vezes, com parcelas mínimas de R$ 500. Para formalizar o acordo, basta pagar a primeira parcela, gerada na hora da solicitação via Guia da Previdência Social (GPS). 

As parcelas seguintes serão automaticamente descontadas dos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e/ou do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), garantindo mais segurança e eficiência no pagamento.

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Objetivo da Receita Federal

Essa iniciativa faz parte da estratégia da Receita Federal para expandir os serviços digitais, simplificando processos, dando mais autonomia aos usuários e reduzindo a burocracia para a regularização fiscal de entidades públicas.

Como solicitar

Para solicitar o parcelamento, acesse o Portal de Serviços da Receita Federal do Brasil (Serviços do Contribuinte) e siga o caminho: “Órgãos Públicos” > “Pagamentos e Dívidas” > “Parcelamentos” > “Meus Parcelamentos de GFIP”.

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


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Receita lança novo serviço digital de emissão e consulta de Certidão Negativa – Jornal Contábil

A Receita Federal do Brasil acaba de disponibilizar uma nova versão do serviço digital de emissão e consulta de Certidão Negativa de Débitos (CND), reafirmando seu compromisso com a modernização e a simplificação do atendimento ao cidadão.

A principal novidade é a unificação, em uma única plataforma, da emissão e consulta de todas as modalidades de certidões de regularidade fiscal, abrangendo pessoas físicas, jurídicas, imóveis rurais e obras de construção civil. Além disso, o serviço passou por uma total reformulação para proporcionar uma experiência mais ágil, intuitiva e acessível.

Veja a seguir maiores detalhes.

O que é Certidão Negativa de Débitos?

Uma empresa precisa emitir diversos documentos comprobatórios e entre eles está a Certidão Negativa de Débitos (CND).  A CND é um documento que se emite somente por instituições públicas e, a depender do tipo de certidão negativa, a emissão pode ser a nível municipal, estadual ou federal. O órgão emissor e o tipo de comprovação dependem muito das situações nas quais se exige a certidão.

Por exemplo, diversas atividades podem exigir a CND para uma empresa, como na solicitação de financiamentos ou empréstimos bancários. 

As entidades financeiras vão exigir Certidão Negativa conjunta de Débitos relativos a Tributos Federais e à Dívida Ativa da União, que comprova se a empresa está em dia com o pagamento de impostos pelo governo federal, caso haja solicitações de financiamentos ou empréstimos.

Em relação a pessoas físicas, a solicitação da certidão negativa também pode ocorrer para se inscrever em um programa de bolsa de estudos, por exemplo. Enfim, as CNDs são exigidas em diferentes casos para comprovar coisas distintas.

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Quais são os tipos de certidões negativas?

Há inúmeras comprovações de regularidade que uma empresa ou uma pessoa física pode precisar. Entre as principais certidões para empresas estão:

  • Certidão da Receita Federal;
  • Certidão Municipal;
  • Certidão Estadual;
  • Certidão de FGTS;
  • Certidão de ônus;
  • Certidão da Previdência Social.

Para que serve a certidão negativa?

A certidão negativa garante que uma empresa ou pessoa física não responde por ação civil, criminal e que está tudo adequado perante os órgãos fiscalizadores.

Assim, a certidão negativa está relacionada à segurança que as instituições e corporações desejam ao fazer negócio com a sua empresa. A depender da natureza da negociação, podem ser exigidos diferentes tipos de certidões – como para a comprovação de bens ou da ausência de dívidas previdenciárias.

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Principais melhorias

  • Histórico completo de certidões conjuntas RFB/PGFN: agora é possível consultar todas as certidões emitidas desde 1º de setembro de 2005, com validação imediata da autenticidade.
  • Interface moderna e responsiva: o novo sistema funciona perfeitamente em smartphones, tablets e computadores, oferecendo uma navegação fluida e adaptada a diferentes dispositivos.
  • Serviço unificado: cidadãos, empresas e entidades contam com um único endereço eletrônico para emissão e consulta de diferentes tipos de certidão, tornando o processo mais simples e eficiente.
  • Integração com o design system do gov.br: o serviço segue os padrões visuais e funcionais do governo federal, garantindo uma experiência digital consistente, acessível e segura para todos os usuários.

A iniciativa faz parte da estratégia da Receita Federal para ampliar a oferta de serviços digitais de excelência, fortalecendo a transparência, a usabilidade e a confiança do cidadão nos serviços públicos. 

Acesse aqui o novo serviço.

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Simples Nacional para consultores: o guia descomplicado que você procurava! – Jornal Contábil

Empresas de consultoria no Simples Nacional são, em regra, tributadas pelo Anexo III, com alíquotas progressivas conforme a receita bruta anual. 

Porém, se o Fator R for inferior a 28%, a tributação pode passar para o Anexo V, com alíquotas geralmente mais altas.

Para te ajudar em mais uma questão do Simples Nacional, hoje a equipe do Jornal Contábil retirou algumas informações do artigo da  é-Simples Auditoria Eletrônica, empresa especialista no Simples Nacional e vamos te ajudar a entender mais sobre serviços de consultoria e saber como podemos ajudar nossos clientes optantes por esse regime!

O artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica diz:

1. Qual o CNAE utilizado para consultoria?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria:”O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pela classificação das atividades econômicas em território nacional, atribui o CNAE 7020-4/00 à consultoria no Simples Nacional.

Portanto, se atribui o CNAE 7020-4/00 às Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica.

Além disso, o IBGE também dispõe de outras classificações para atividades econômicas relacionadas à consultoria que não se enquadram no CNAE acima. Alguns exemplos são:

  • consultoria em tecnologia da informação (6204-0/00);
  • auditoria e consultoria atuarial (6621-5/02);
  • aconselhamento e representação jurídica (6911-7/01);
  • consultoria e auditoria contábil e tributária (6920-6/02);
  • consultoria de arquitetura, engenharia e outras atividades técnicas relacionadas (grupo 71.1).”

2. Quais impostos incidem sobre consultoria?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: ”O regime de arrecadação para empresas de consultoria no Simples Nacional se compõe por tributos incidentes sobre a renda, sobre a prestação de serviços, assim como contribuições para o sistema de seguridade social no Brasil.

Especificamente:

  • Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ)
  • Contribuição Social para a Seguridade Social (CSLL)
  • Contribuição para o PIS/Pasep
  • Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS)
  • Contribuição para o Financiamento da Previdência Social (Cofins)”

3. Fator R para calcular a tributação para serviços de consultoria?

Segundo o Blog da é-Simples Auditoria: “Para empresas de consultoria no Simples Nacional é crucial compreender o cálculo do Fator R.

Este cálculo é adotado como critério para decidir se a tributação de uma empresa será pelo Anexo V ou pelo Anexo III, tendo em vista que cada anexo apresenta alíquotas diferentes por faixa de receita bruta anual.

Em resumo, esse fator concentra-se basicamente na relação entre os gastos com salários e a receita bruta da empresa.

Dependendo do índice calculado, o perfil tributário da empresa pode se ajustar ao definido no Anexo V ou migrar para o Anexo III. Consequentemente, aplicam-se as taxas correspondentes a estas categorias de acordo com as regras do Simples Nacional.

Logo que se trata do:

  • Total da folha de pagamento/ Receita Bruta Anual for igual ou superior a 28% (0,28), a empresa será tributada conforme o Anexo III;
  • Total da folha de pagamento/ Receita Bruta Anual for inferior a 28% (0,28), a empresa será tributada segundo o Anexo V.

A fim de verificar qual taxa é mais favorável, é papel dos profissionais de contabilidade analisar cuidadosamente e calcular esse índice. O que, de fato, envolve mensurar a proporção das despesas de folha de pagamento em relação às receitas totais do período.

Esse processo é essencial para que se estabeleça qual será a carga tributária mais precisa e vantajosa para a empresa.”

Qual o melhor enquadramento para um prestador de serviços de consultoria?

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Gostou do assunto? Continue acompanhando nossos artigos, e também siga a é-Simples no instagram @esimplesauditoria.

Obrigado pela leitura!

Informações retiradas do Blog da é-Simples Auditoria. Artigo: “Serviços de consultoria no Simples Nacional: como funciona?”. Disponível em: Por Leonel Monteiro em 24/06/2024.

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Ataque ao Banco Central reforça rastreabilidade oferecida pela tecnologia blockchain – Jornal Contábil

O recente ataque hacker à infraestrutura operacional do Banco Central, com movimentações indevidas em contas de reserva bancária ligadas ao sistema PIX, reacendeu o debate sobre o uso de ativos virtuais por grupos criminosos. Após o desvio de valores, os responsáveis tentaram converter os valores em ativos digitais. A ação, no entanto, evidenciou um ponto técnico crucial: ao contrário do que se imagina, a tecnologia blockchain — a base dessas transações — é altamente rastreável e não garante anonimato absoluto de seus usuários.

As redes públicas que sustentam essas criptomoedas são projetadas para registrar todas as transações de forma sequencial, imutável e permanentemente acessível. Esse modelo de cadeia de blocos (blockchain), aliado a ferramentas especializadas de análise forense e exploração de blocos, permite mapear toda a trajetória dos ativos digitais: da origem ao destino final. Em outras palavras, a estrutura da tecnologia blockchain permite que autoridades e especialistas acompanhem os fluxos financeiros com alto grau de precisão, desmistificando uma das críticas aos ativos digitais.

“Apesar da característica pseudônima dessas redes — em que os endereços não exibem diretamente os nomes dos usuários —, a identidade é preservada sem impedir o rastreamento das operações em operações policiais ou demandas judiciais. Ou seja, não se trata de um anonimato completo e irrestrito, mas de um resguardo de identidade que não impede o seu rastreamento se houver essa necessidade, como é o caso desse ataque ao Banco Central”, explica o advogado e especialista em tecnologia blockchain e ativos virtuais Pedro Torres.

Um relatório da Chainalysis corrobora esta afirmação. Em 2023, apenas 0,34% do volume total de transações com criptomoedas foi destinado a endereços associados a atividades ilícitas — o que equivale a US$ 24,2 bilhões num universo de trilhões movimentados globalmente. Chama a atenção também a redução desses valores em comparação a 2022, quando foi registrado US$ 39,6 bilhões em atividades ilícitas. “O ecossistema de ativos digitais é legítimo, seguro e possibilita a sua rastreabilidade por parte dos órgãos de fiscalização”, diz Cleverson Pereira, head educacional da OnilX, empresa que transforma ativos digitais em liquidez para efetuar pagamentos e transações.

Blockchain, Pix e a rastreabilidade

A rastreabilidade da Tether (UDST), uma das principais stablecoins do planeta, é ainda mais evidente. Trata-se de um ativo digital emitido por uma entidade centralizada que adota políticas de compliance rigorosas. Lastreada no dólar, a Tether circula em redes públicas e pode ser bloqueada ou congelada por decisão unilateral de seu emissor, ampliando o controle sobre transações consideradas suspeitas, caso haja alguma requisição.

Torres destaca que a tecnologia é, neste cenário, uma aliada das investigações e das forças fiscalizatórias. “A conversão dos valores em ativos virtuais, longe de inviabilizar a atuação das autoridades, contribui para a rastreabilidade e para a reconstrução das operações com precisão”, reforça Pereira. “A tecnologia blockchain não representa um obstáculo à segurança. É uma ferramenta poderosa para a transparência e a rastreabilidade de ativos em ambientes digitais”, ressalta Torres.

A lógica é semelhante aos processos financeiros dentro do sistema de pagamento Pix, que, por enquanto, não conta com a tecnologia blockchain. “Ao utilizarmos a Blockchain para estruturar um procedimento semelhante no Pix, ganharíamos em segurança, pois conseguiríamos rastrear as informações das transações realizadas sem a possibilidade de alteração, uma vez que, na Blockchain as transações são imutáveis”, analisa Pereira.

Um outro ponto que tornaria esta cadeia ainda mais segura é o fato de exigir diversas chaves privadas. “Formada por várias palavras que podem ser divididas entre os gestores do sistema, sendo que todos precisam usar juntos para liberar todo o sistema de pagamento ou a transação dentro da Blockchain. Portanto, facilitaria uma governança em um novo processo de segurança”, reforça o head educacional da OnilX.

Na outra ponta, o uso de dinheiro vivo, por exemplo, torna o acompanhamento das autoridades mais complexo e, muitas vezes, sem a possibilidade de rastreio. “É preciso entender a diferença de conceito entre anonimato e preservação de identidade dos ativos digitais. Uma tecnologia como blockchain permite rastrear a origem e a movimentação de ativos de forma segura e efetiva”, completa Pereira.

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Reforma Tributária: por que você vai precisar repensar seus preços (e como a contabilidade consultiva pode ajudar)  – Jornal Contábil

Com a Reforma Tributária, muda a forma como os impostos são cobrados sobre bens e serviços. Hoje, o modelo é “por dentro”: o imposto está embutido no preço final que o cliente paga. Se você cobra R$ 100 por um serviço e a carga tributária é de 20%, esses R$ 20 já estão dentro do valor. A empresa fica com R$ 80 líquido. 

Com a nova regra, o modelo passa a ser “por fora”. O imposto será calculado sobre o valor-base e adicionado à parte na nota fiscal. Isso muda tudo: a forma de calcular, a percepção do cliente e, principalmente, a sua margem de lucro. 

Todo mundo vai precisar revisar seus preços 

Essa mudança não afeta apenas grandes empresas ou setores específicos. Vale para todo mundo: restaurante, clínica, agência de marketing, plataforma digital ou empresa de serviços técnicos. A forma de tributar muda e, com ela, muda o jeito certo de formar preço. 

O setor de serviços deve sentir esse impacto com mais força. Estudos apontam que empresas que hoje pagam em torno de 8% de tributos podem chegar a enfrentar alíquotas de 25% ou mais. Isso exige uma revisão total da estrutura de custos e preços. 

Rever preço não é simples. Não se trata de jogar um percentual em cima e repassar para o cliente. É preciso entender quanto custa operar, o quanto o mercado está disposto a pagar e até onde você pode ir sem sacrificar a sua margem ou sua relevância competitiva. 

Por que você não pode usar os mesmos parâmetros de antes 

Durante a transição entre os modelos antigo e novo, empresas vão conviver com os dois sistemas ao mesmo tempo. A alíquota final pode variar, os créditos tributários mudam e incentivos antigos deixam de existir. 

Se você continuar precificando com os parâmetros antigos, o risco é alto: cobrar menos do que deveria, perder margem, ou cobrar demais e sair do mercado. Essa é a hora de reavaliar cada linha da sua estratégia. 

Onde entra a contabilidade consultiva nisso tudo? 

Contadores consultivos não só emitem guias. Eles trabalham junto com a empresa para planejar cenários, analisar números reais e apoiar a tomada de decisão. 

Um bom contador consultivo pode: 

  • Levantar todos os custos da sua operação 
  • Identificar onde há desperdícios e gargalos 
  • Simular os impactos da nova tributação em diferentes faixas de preço 
  • Testar cenários de margem com diferentes estratégias comerciais 
  • Ajudar a definir um preço que seja viável para a empresa e aceitável para o mercado 
  • Preparar sua empresa para ajustar a precificação ao longo dos próximos anos, conforme a transição tributária avança 

Não é só sobre tributo. É sobre posicionamento e continuidade 

O preço é o ponto de encontro entre sua estratégia financeira e sua proposta de valor. Se você cobra demais, o mercado rejeita. Se cobra de menos, a empresa sangra. 

A contabilidade consultiva ajuda a encontrar esse ponto de equilíbrio. Um valor que sustente sua margem, respeite seu posicionamento e garanta continuidade durante a maior mudança fiscal das últimas décadas. 

Se você ainda não começou a revisar seus preços com base na nova tributação, esse é o momento. Usar 2025 para se preparar é a melhor forma de atravessar 2026 com previsibilidade e tranquilidade. 

Como a Pigatti tem apoiado empresas na transição tributária 

Conversamos com a Pigatti, que é uma contabilidade consultiva especializada em empresas do setor de serviços, para entender como eles têm apoiado seus clientes nesse momento de preparação para a Reforma Tributária. 

Segundo a equipe da Pigatti, o trabalho de transição começa com um levantamento dos últimos sete anos de custos da empresa, o que permite entender a fundo sua estrutura real. Em seguida, é feita uma simulação detalhada de como a nova tributação (CBS e IBS) deve impactar cada linha de despesa, incluindo uma projeção dos aumentos esperados nos preços de fornecedores com base nas alíquotas do segmento deles. 
 
Com essas informações em mãos, a consultoria identifica pontos de economia, oportunidades de ajuste de contrato e aplicação de estratégias fiscais dentro da legalidade. Todo esse diagnóstico é transformado em um plano de reprecificação, alinhado com as diferentes fases da transição tributária até 2032. O foco é garantir que a empresa continue crescendo com margem, posicionamento e previsibilidade, mesmo em um cenário de mudança profunda. 

Se precisar de apoio especializado nesse processo, o time da Pigatti está á disposição nesse link:  

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Empregos expostos à IA generativa cresceram em 261% nos últimos 4 anos, mas habilidades humanas ainda são necessárias no mercado – Jornal Contábil

Desde o surgimento do ChatGPT (OpenAI) até o mais novo lançamento do VEO3 (Google), o mercado de trabalho tem passado por uma ressignificação profunda de carreiras e habilidades na “Era das I.As”. O fato é ilustrado através do relatório ‘The Fearless Future: 2025 Global AI Jobs Barometer‘, da PWC, onde foi constatado um aumento de 135% nas habilidades dos colaboradores, cujos cargos possuíam maior grau de exposição à inteligência artificial

Isso significa que a mão de obra não está apenas mais qualificada, mas também simpatizante ao fenômeno da ‘transição de carreira‘. À partir da capacitação tecnológica, as Gerações Z, Y e X têm remodelado seus currículos e visto o mesmo acontecer com as organizações. O levantamento da PWC segue mostrando que tal fenômeno não se restringiu apenas aos colaboradores, já que o crescimento dos postos de trabalho relacionados à I.A no Brasil, é evidente nos setores de AgriculturaMineração e ExtraçãoLazer e CulturaTransporte e ArmazenamentoEnergia e Abastecimento de Água.

No entanto, as transformações no mercado de trabalho não se limitaram às inteligências artificiais. As recentes tensões geopolíticas no Oriente Médio e Europa escancararam a necessidade das ‘habilidades humanas’ nos currículos, tendo em vista o cenário de incertezas. É por isso que a World Economic Forum (WEF), através do relatório ‘The Future of Jobs Report 2025‘, destaca o aumento da demanda por habilidades centradas no ser humano, como resiliência, flexibilidade e agilidade, liderança e influência social, em paralelo à requalificação tecnológica. 

A nova força de trabalho global, portanto, deve ficar atenta à transformação dos modelos de negócios, que alcançarão 34% das organizações até 2030, ainda de acordo com a WEF. É nesse cenário que o especialista em transição de carreira e diretor da Transite, Vinicius Walsh, destaca o foco na ’empatia’,  ‘criatividade’ e ‘capacitação tecnológica’, como forças motrizes do novo mercado.

“Até 2030, habilidades como ’empatia’ e ‘criatividade’, sem abrir mão do desenvolvimento tecnológico pessoal, serão diferenciais poderosos do mercado de trabalho. A empatia é o que nos permite entender as necessidades reais do público-alvo, e isso faz uma diferença imensurável para uma gama de profissionais. Nenhuma I.A consegue replicar, com precisão, o contexto emocional ou cultural de um cliente, ainda que se utilize de GenIA’s (I.A’s Generativas). A criatividade, por outro lado, é atrelar essa proximidade real com a capacidade de gerar ideias, adaptar conceitos e encontrar soluções inesperadas. A mão de obra das novas gerações serão inseridas no mercado sabendo que precisarão ir além de atender ‘requisitos técnicos’. São as qualidades humanas que, portanto, protegerão as carreiras e as impulsionarão, pois agregam valor real às marcas. Valores que uma I.A jamais poderá substituir na força de trabalho humana”, explica. 

Vinicius afirma que as ‘transições de carreira’ auxiliarão profissionais à ressignificar atividades mecânicas, reduzindo o tempo médio das operações junto à GenIA’s e chatbots. As habilidades humanas, segundo o profissional, serão justamente essa “ponte” para a geração de insights, à partir da automação dos trabalhos. Mais perto do que nunca da realidade, a PWC mostra que esse número de empregos expostos à IA Generativa já cresceu em 261%, desde o ano de 2021. 

O diretor da Transite revela que a difusão alarmante da I.A como ‘ameaça ao trabalho’ foca no que será automatizado, mas esquece da quantidade de empregos que surgirão ou que serão ressignificados e impulsionados, nessa primeira etapa, até 2030. “Para quem está receoso do futuro do trabalho, as expectativas é que nos próximos cinco anos, ocorra um crescimento significativo nos setores da economia assistencial, impulsionando a carreira de profissionais de enfermagem, assistentes sociais, conselheiros, auxiliares de cuidados pessoais e até na área da educação. Isso sem mencionar os trabalhadores rurais, entregadores ou profissionais da construção civil. Já vivemos na ‘era das inteligências artificiais’, e é por isso que tais ferramentas são melhores quando complementam e potencializam as habilidades humanas. O foco, portanto, é o que nos diferencia para gerar valor no futuro do trabalho”, aconselha. 

Para o profissional, as habilidades humanas se tornaram ainda mais valiosas no ‘novo mercado’, já que se distinguem das máquinas por não serem replicadas ou automatizadas com exatidão. O especialista em transição de carreiras explica que as competências primordiais como empatia, criatividade, comunicação interpessoal, pensamento crítico e a capacidade de lidar com ambiguidades são habilidades que geram valor às marcas, visto que as ferramentas mecânicas já ocuparam seus espaços nos postos de trabalho. 

“O foco agora é na preparação, pela forma como educamos e estimulamos essas habilidades. Precisamos incentivar desde cedo o pensamento crítico, a curiosidade e a experimentação. Isso significa valorizar atividades que vão além do currículo tradicional e das tarefas mecânicas, já que a educação socioemocional tornou-se tão importante quanto as habilidades técnicas. Se desde cedo ajudamos as novas gerações a desenvolverem empatia, criatividade e flexibilidade, estaremos preparando profissionais capazes de prosperar em um mundo distante do que viveram os Baby Boomers, ou seja, cada vez mais automatizado“, conclui. 

Vinicius Walsh

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