Imposto de Renda 2025: 10 Passos para Declarar sem Cair na Malha Fina – Jornal Contábil

A declaração do Imposto de Renda (IR) é uma obrigação anual que exige atenção e cuidado para evitar erros que possam levar o contribuinte à malha fina da Receita Federal. Para o ano-calendário de 2024, com entrega em 2025, é fundamental seguir algumas tarefas importantes para garantir uma declaração correta e segura. Confira o passo a passo completo para não cometer deslizes e manter sua situação fiscal em dia.

1. Organize Todos os Documentos Necessários

Antes de começar a preencher a declaração, reúna todos os documentos necessários. Isso inclui:

  • Comprovantes de renda (holerites, recibos de aluguéis, extratos bancários, etc.);
  • Comprovantes de despesas dedutíveis (saúde, educação, previdência privada, etc.);
  • Informações sobre bens e direitos (imóveis, veículos, investimentos, etc.);
  • Dados pessoais (CPF, dependentes, etc.).

A falta de algum documento pode levar a omissões ou erros na declaração.

2. Escolha o Modelo de Declaração Correto

Existem dois modelos de declaração: simplificada e completa. Escolha o que for mais vantajoso para o seu caso:

  • Simplificada: Oferece um desconto padrão de 20% sobre a renda tributável, limitado a R$ 16.754,34 (valor de 2024).
  • Completa: Permite incluir todas as despesas dedutíveis, como gastos com saúde, educação e dependentes.

Faça simulações nos dois modelos para ver qual resulta em menor imposto a pagar ou maior restituição.

3. Declare Todos os Rendimentos

É obrigatório declarar todos os rendimentos recebidos no ano, incluindo:

  • Salários;
  • Aluguéis;
  • Rendimentos de investimentos;
  • Distribuição de lucros;
  • Pensões e aposentadorias.

A omissão de rendimentos é uma das principais causas de cair na malha fina.

4. Informe Corretamente os Bens e Direitos

Declare todos os bens e direitos, como:

  • Imóveis;
  • Veículos;
  • Investimentos (ações, poupança, fundos, etc.);
  • Saldos em contas bancárias.

Atenção: o valor declarado deve ser compatível com a evolução do patrimônio ao longo dos anos. Inconsistências podem levantar suspeitas.

5. Aproveite as Deduções Permitidas

Utilize todas as deduções permitidas para reduzir a base de cálculo do imposto. As principais incluem:

  • Despesas com saúde (médicos, dentistas, planos de saúde, etc.);
  • Despesas com educação (escolas, faculdades, cursos técnicos, etc.);
  • Previdência privada (PGBL);
  • Dependentes (despesas com alimentação, educação e saúde).

Certifique-se de que os comprovantes estejam corretos e dentro dos limites permitidos pela legislação.

6. Verifique os Pagamentos de Imposto Retido na Fonte

Confira se todos os valores de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) foram informados corretamente. Isso inclui:

  • Retenções no salário;
  • Retenções em recibos de aluguéis;
  • Tributação sobre investimentos.

Erros nessa etapa podem resultar em restituição menor ou até em imposto a pagar.

7. Atualize os Dados Cadastrais

Mantenha seus dados cadastrais atualizados na Receita Federal, como:

  • Endereço;
  • Telefone;
  • E-mail;
  • Situação familiar (casamento, divórcio, dependentes).

Dados desatualizados podem dificultar a comunicação com a Receita e causar problemas na declaração.

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8. Revise Todas as Informações

Antes de enviar a declaração, revise todas as informações com atenção. Verifique:

  • Consistência dos valores declarados;
  • Compatibilidade entre rendimentos e despesas;
  • Correta identificação de dependentes e bens.

Erros simples, como digitação incorreta de valores ou CPFs, podem levar à malha fina.

9. Envie a Declaração Dentro do Prazo

O envio da declaração deve ser feito dentro do prazo estabelecido pela Receita Federal. Para 2025, o prazo vai de 15 de março a 31 de maio.

Declarações entregues fora do prazo estão sujeitas a multas que variam de 1% a 20% do imposto devido.

10. Guarde os Comprovantes por 5 Anos

Após enviar a declaração, guarde todos os comprovantes e documentos por 5 anos. Esse é o prazo que a Receita Federal tem para fiscalizar as informações declaradas.

Caso seja solicitada alguma comprovação, você estará preparado para apresentá-la.

Principais Causas de Cair na Malha Fina

Erro Comum Como Evitar
Omissão de rendimentos Declare todos os rendimentos, incluindo salários, aluguéis e investimentos.
Informações inconsistentes Certifique-se de que os valores declarados são compatíveis com sua realidade.
Erros em despesas dedutíveis Use apenas comprovantes válidos e dentro dos limites permitidos.
Dados cadastrais desatualizados Atualize endereço, telefone e e-mail na Receita Federal.
Envio fora do prazo Envie a declaração dentro do período estabelecido (15/03 a 31/05).

Fique Atento

Fazer o Imposto de Renda 2025 sem cair na malha fina exige organização, atenção aos detalhes e conhecimento das regras fiscais. Seguindo as tarefas essenciais listadas acima, você garante uma declaração correta, evita multas e mantém sua situação fiscal regularizada. Em caso de dúvidas, conte com o apoio de um contador ou utilize ferramentas de BPO para simplificar o processo.

A declaração do IR não precisa ser um bicho de sete cabeças. Com planejamento e cuidado, você cumpre suas obrigações fiscais de forma tranquila e segura.

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O fenômeno das newsletters matinais: por que elas conquistam cada vez mais leitores – Jornal Contábil

O crescimento das newsletters matinais tem chamado a atenção de muitos. Essas publicações trazem notícias matinais fresquinhas e conteúdos relevantes logo pela manhã. A popularidade delas se deve à capacidade de oferecer informações úteis e bem organizadas, criando uma conexão forte entre a marca e seu público.

A comunicação através das newsletters tem evoluído. Elas se tornaram uma forma de engajamento que vai além de simples atualizações. Ao personalizar o conteúdo, as marcas conseguem criar um relacionamento mais próximo com seus leitores, mantendo a audiência informada e interessada.

Além disso, esse formato acaba sendo uma opção prática em meio ao caos da rotina. Muitas pessoas buscam praticidade e qualidade nas informações que consomem. No mundo digital, onde há uma enxurrada de dados, as newsletters matinais se destacam como uma solução eficaz para aqueles que querem se manter atualizados sem se perder em um mar de links e posts.

A Ascensão das Newsletters no Ambiente Digital

Nos últimos anos, o uso de newsletters ganhou destaque como uma ferramenta essencial no ambiente digital. Elas se tornaram um meio eficaz de comunicação, engajamento e curadoria de notícias, especialmente em um mundo saturado de informações.

Influência das Redes Sociais e Blogs

As redes sociais e blogs têm desempenhado um papel importante no crescimento das newsletters. Muitas pessoas acumulam uma audiência considerável nessas plataformas. No entanto, a dependência de algoritmos pode limitar o alcance das postagens. As newsletters oferecem uma alternativa, permitindo que criadores de conteúdo se conectem diretamente com seu público-alvo.

A lista de contatos é uma base valiosa. Com o e-mail marketing, é possível criar conteúdos exclusivos que vão ao encontro das necessidades e interesses do leitor. Isso traz um engajamento mais forte e uma taxa de conversão elevada, algo que muitas redes sociais não conseguem garantir.

O Poder da Personalização e Segmentação

A personalização é um dos grandes trunfos das newsletters matinais. Elas permitem que as empresas enviem conteúdos relevantes e curados para públicos específicos. Com informações que importam para os leitores, o envolvimento é muito maior. Além disso, a segmentação da lista de contatos ajuda a adaptar a comunicação.

Essa estratégia de comunicação não só mantém os leitores informados, mas também gera uma conexão mais íntima. As pessoas apreciam quando as notícias da manhã estão alinhadas com seus interesses. Isso faz com que se sintam valorizadas e mais propensas a interagir com o conteúdo, aumentando o engajamento geral.

Estratégias e Melhores Práticas para Newsletters Matinais de Sucesso

Para criar uma newsletter matinal de sucesso, é fundamental focar em conteúdo de qualidade, um design atraente e a análise de desempenho. Essas práticas ajudam a aumentar a taxa de abertura e a conversão, garantindo que a comunicação seja bem-recebida.

Criação de Conteúdo e Copywriting

O conteúdo precisa ser relevante e atrativo. É essencial oferecer informações que os leitores considerem valiosas e que se conectem com eles. Isso pode incluir notícias do dia, dicas e até mesmo histórias curtas que envolvam o público.

O uso de chamadas para ação (CTAs) claras é importante. Frases como “Saiba mais” ou “Não perca isso” ajudam a direcionar o leitor. O copywriting deve ser direto e autêntico, criando um tom amigável que faça os leitores se sentirem como parte da conversa.

Além disso, utilize técnicas de SEO para melhorar a visibilidade do conteúdo. A escolha de palavras-chave adequadas pode aumentar o alcance e as taxas de cliques.

Design, Layout e a Experiência do Usuário

Um design simples e eficaz é crucial.Use cores e fontes que reflitam a identidade da marca. O layout deve ser intuitivo, para que os leitores possam navegar com facilidade.

Imagens e gráficos também são importantes. Eles podem atrair a atenção e destacar informações relevantes. Mesmo assim, é vital não exagerar, pois um layout sobrecarregado pode afastar os leitores.

A experiência do usuário deve ser sempre a prioridade. Teste diferentes formatos de email para ver o que funciona melhor com seu público. O uso de testes A/B permite ajustar o design e o conteúdo com base em dados reais.

Análise de Desempenho e Ajustes

Monitorar o desempenho da newsletter é fundamental.

Analisar métricas como taxa de abertura e taxa de conversão fornece informações sobre o que está funcionando e onde é preciso melhorar.

Ferramentas como o HubSpot podem ajudar a acompanhar esses dados.

Com elas, é possível identificar o ROI (retorno sobre investimento) das campanhas. Isso informa decisões futuras sobre conteúdo e estratégias de engajamento.

Além disso, é essencial coletar feedback dos assinantes.

Isso ajuda a entender suas preferências e ajustar a comunicação de acordo.

A nutrição de leads deve levar em conta as necessidades e desejos do público.

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Como comprovar tempo de trabalho sem carteira assinada? – Jornal Contábil

Entender a importância do registro na carteira de trabalho é fundamental, vez que muitos trabalhadores prestam serviços sem o devido registro por não conhecerem os seus direitos e, por conseguinte, acabam sendo prejudicados de certa forma. Todavia, muitas pessoas aceitam aderir a vagas de emprego que não possuem vínculos formais, regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). 

Mas o que fazer se a empresa não efetuar esses recolhimentos? O trabalhador perde o direito ao reconhecimento do período sem contribuições?

Acompanhe a leitura e saiba mais.

Comprovação no caso dos autônomos

Os autônomos, chamados de contribuintes individuais pelo INSS, são responsáveis pelo recolhimento das suas contribuições previdenciárias. Portanto cabe a ele o recolhimento das contribuições referentes àquele período que trabalhou sem a carteira assinada.

Ele precisa fazer a quitação dos débitos em atraso em qualquer tempo, porém, existem dois caminhos: sem a comprovação da atividade exercida e com a comprovação. Vamos explicar.

Caso o cidadão já tenha se cadastrado na categoria ou atividade correspondente e o primeiro recolhimento foi efetuado em dia, não há necessidade de comprovação do exercício da atividade. O atraso não pode ser maior que cinco anos. O cálculo pode ser pela internet e o segurado pode emitir as guias e fazer o recolhimento em atraso.

Contudo, quando as contribuições atrasadas são superiores a cinco anos, além do recolhimento é exigida a comprovação do exercício da atividade, de modo a garantir a validação do período para a aposentadoria. 

A comprovação do exercício também se dá a partir de provas documentais, como recibos de prestação de serviços referentes ao período dos atrasos, imposto de renda, inscrição profissional na prefeitura, entre outros.

Como comprovar vínculo empregatício?

Uma das formas mais tradicionais e comuns de comprovar o vínculo de emprego é fazendo o uso do controle de jornada, seja ele manual ou eletrônico. 

Muitas empresas, para ter o controle da jornada de trabalho de seus colaboradores, exigem que os mesmos façam seus registros de horários de entrada, saída e intervalo, inclusive os funcionários sem registro.

Outra forma em que o trabalhador consegue comprovar o vínculo de emprego é por meio de troca de mensagens, havendo uma comunicação, seja por e-mail, SMS ou WhatsApp. 

Entretanto, para fazer uso disso como prova, é preciso que haja um diálogo que comprova habitualidade, subordinação, pessoalidade, recebimento de salário e/ou ordens de serviços.

Mesmo com essas conversas gravadas por mensagens é preciso outras provas como os comprovantes de pagamentos de salários e testemunhas (veja abaixo).

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Como comprovar?

A comprovação pode acontecer de duas maneiras:

  • Acordo extrajudicial entre trabalhador e o advogado: Será solicitado que seja feita todas as anotações na Carteira de Trabalho e os devidos pagamentos das verbas de direito do trabalhador;
  • Por meio da justiça: Trabalhador busca comprovar o vínculo empregatício ao mesmo tempo que busca a rescisão indireta do contrato de trabalho.

Documentação para comprovação

O trabalhador pode utilizar qualquer documento para comprovar que teve a condição de empregado. Todavia, a lista de documentos mais comuns e aceitos tanto pelo INSS, quanto pela justiça são:

  • Ficha de registro;
  • Holerites;
  • Recibos de pagamento
  • Documentos de férias
  • Extratos bancários contendo depósitos
  • Documentos do sindicato
  • Fotos trabalhando

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IBGE revela os cursos de nível superior mais procurados – Jornal Contábil

A educação superior no Brasil está em constante transformação, e os dados mais recentes do Censo 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram uma mudança impressionante no perfil dos estudantes universitários no país.

A porcentagem de brasileiros com diploma de ensino superior saltou de 6,8% em 2000 para 18,4% em 2022, refletindo um aumento significativo na busca por qualificações mais altas. Mas o que exatamente os brasileiros estão buscando? Quais são os cursos mais procurados? Vamos dar uma olhada mais de perto nas áreas que estão dominando as escolhas acadêmicas.

Aumento no número de formados

A pesquisa do IBGE destaca, principalmente, a popularidade de cursos nas áreas de Negócios, Administração e Direito, que juntos somam mais de 8 milhões de egressos. Isso reflete a importância crescente desses campos no mercado de trabalho, onde as pessoas buscam garantir boas oportunidades em um cenário econômico cada vez mais competitivo.

Mas, além dessas áreas, existem outras que também atraem um grande número de estudantes.

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Cursos mais procurados no Brasil

O ranking dos cursos de nível superior mais procurados no Brasil é liderado por áreas como Saúde e Bem-Estar, com 4,1 milhões de egressos, e Educação, com 3,6 milhões de formados. Não é surpresa que esses campos sejam tão populares, considerando a crescente demanda por profissionais qualificados no setor de saúde, principalmente após a pandemia, e a necessidade constante de professores e educadores no país.

Aqui estão os 10 cursos mais procurados, segundo o Censo 2022:

  1. Negócios, Administração e Direito: 8.408.722
  2. Saúde e Bem-Estar: 4.146.840
  3. Educação: 3.601.124
  4. Engenharia, Produção e Construção: 2.371.066
  5. Artes e Humanidades: 1.921.753
  6. Ciências Sociais, Comunicação e Informação: 1.754.239
  7. Ciências Naturais, Matemática e Estatística: 960.347
  8. Computação e Tecnologias da Informação: 817.628
  9. Agricultura, Silvicultura, Pesca e Veterinária: 536.708
  10. Serviços: 499.370

Disparidades raciais e de gênero continuam

Apesar dos avanços, as disparidades raciais e de gênero continuam a ser uma realidade nas escolhas de cursos. Em áreas como Medicina, a maioria dos graduados ainda é branca, enquanto em Serviço Social, a distribuição é mais equilibrada entre brancos e negros. O estudo também revela que a área de Religião e Teologia é uma das poucas em que os negros são a maioria.

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Quando se trata de gênero, as mulheres estão superando os homens em termos de graduadas, mas há ainda uma forte segregação de gênero em algumas áreas. Por exemplo, Enfermagem e Serviço Social são predominantemente compostas por mulheres, enquanto áreas como Engenharia Mecânica continuam com uma presença majoritária masculina. Essas disparidades indicam que, apesar do crescimento na educação superior, ainda há desafios para alcançar igualdade de oportunidades, tanto em termos de gênero quanto de raça.

O que podemos esperar para o futuro da educação superior?

A educação superior no Brasil está evoluindo, mas a mudança é lenta. As áreas mais tradicionais continuam sendo as mais procuradas, mas a crescente diversificação de cursos e a evolução das necessidades do mercado de trabalho indicam que, no futuro, novas áreas de estudo podem ganhar destaque. Além disso, a redução das desigualdades raciais e de gênero nas escolhas dos cursos também dependerá de políticas públicas e da conscientização da sociedade sobre a importância da inclusão no ambiente acadêmico e no mercado de trabalho.

No entanto, a boa notícia é que o aumento do número de pessoas com diploma universitário está abrindo portas para um futuro mais promissor e mais qualificado para os brasileiros. Mas, ao mesmo tempo, o país ainda enfrenta o desafio de garantir que essa expansão seja feita de forma igualitária e acessível a todos.

O estudo do IBGE revela tendências importantes sobre a educação superior no Brasil, com destaque para os cursos nas áreas de Negócios, Administração, Saúde e Educação. A evolução das escolhas educacionais está intimamente ligada ao contexto social e econômico do país, mas também traz à tona a necessidade de melhorias na inclusão e igualdade

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Consignado Caixa Tem: nova aprovação a partir de março e abril? – Jornal Contábil

A Caixa Econômica Federal está dando uma grande oportunidade para os trabalhadores com carteira assinada. Em março de 2025, a nova linha de crédito consignado voltada para esse público será lançada, com taxas de juros reduzidas e prazos de pagamento mais vantajosos. Essa novidade vem para facilitar o acesso ao crédito, especialmente para quem trabalha no setor privado, mas tem algumas características que o tornam ainda mais atraente para os brasileiros.

A modalidade de crédito consignado já é bem conhecida, mas, neste caso, a principal diferença é a forma como ele foi estruturado para os trabalhadores CLT. Mas, afinal, como funciona essa modalidade de crédito? E quem pode se beneficiar dela?

O que é o Crédito Caixa Tem para Trabalhadores CLT?

O crédito consignado é uma forma de empréstimo onde as parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamento do trabalhador. Isso reduz o risco para as instituições financeiras, permitindo que as condições de pagamento sejam mais vantajosas. Essa versão do crédito consignado para trabalhadores CLT oferece taxas de juros mais baixas e prazos de pagamento mais longos, o que facilita ainda mais a vida de quem precisa de uma ajuda financeira.

Mas, como já mencionamos, a grande novidade é que o limite de comprometimento da renda será de até 35% do salário mensal do trabalhador, o que garante um equilíbrio e evita o risco de endividamento excessivo.

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Quem pode pedir o Crédito Consignado Caixa Tem?

O crédito consignado CLT está disponível para todos os trabalhadores que possuem carteira assinada, incluindo trabalhadores rurais, domésticos e microempreendedores individuais (MEIs). Para isso, é necessário que a empresa onde o trabalhador está empregado se cadastre no sistema e formalize a parceria com as instituições financeiras conveniadas.

Além disso, é importante que o trabalhador tenha pelo menos 18 anos e que não esteja em período de experiência ou aviso prévio. Mas vale lembrar que a adesão ao sistema é opcional, ou seja, cada empresa decide se vai oferecer essa opção de crédito aos seus empregados.

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Como Solicitar o Crédito Consignado CLT?

O processo de solicitação é inteiramente digital e feito de forma simples por meio do aplicativo da Carteira Digital. No aplicativo, o trabalhador pode verificar os bancos conveniados e comparar as ofertas disponíveis. Depois de escolher a instituição financeira que oferece as melhores condições, basta reunir a documentação necessária, como RG, CPF, comprovante de residência e contracheque, e fazer a solicitação diretamente no app.

A Caixa Econômica Federal vai analisar a solicitação e, uma vez aprovada, o trabalhador assina o contrato, que vai deixar claro todas as cláusulas e condições do empréstimo. Vale lembrar que o empregador não pode obrigar o funcionário a contratar o empréstimo nem indicar uma instituição financeira específica.

Quais as Limitações e Restrições do Crédito CLT?

Embora o crédito consignado ofereça várias vantagens, é importante que o trabalhador saiba que existem limitações para garantir que ele não se endivide excessivamente. O valor das parcelas não pode ultrapassar 35% da remuneração mensal. E, caso o trabalhador deseje, ele pode transferir o empréstimo para outra instituição financeira que ofereça melhores condições por meio da portabilidade de crédito.

Em caso de demissão, as parcelas do empréstimo serão descontadas das verbas rescisórias, respeitando os limites legais. Além disso, o trabalhador pode usar até 10% do saldo do FGTS como garantia para o empréstimo, e até 100% da multa rescisória em caso de demissão sem justa causa.

Dúvidas Comuns Sobre o Consignado CLT

Muitas pessoas se perguntam sobre o acesso dos bancos aos dados pessoais dos trabalhadores. O que é importante saber é que as instituições financeiras terão acesso apenas às informações essenciais para a análise do crédito, como nome, CPF, margem salarial disponível e tempo de vínculo com a empresa. Já os valores das parcelas e os prazos de pagamento vão variar de acordo com o valor do empréstimo e o salário do trabalhador, podendo ser divididos entre 12 e 72 meses.

O crédito consignado Caixa Tem é uma grande oportunidade para os trabalhadores com carteira assinada que desejam uma forma mais acessível de conseguir crédito. Com taxas de juros mais baixas, prazos de pagamento mais longos e a segurança que a modalidade oferece, o empréstimo pode ser uma excelente alternativa para quem precisa de dinheiro com maior facilidade e sem comprometer muito da sua renda mensal.

Porém, lembre-se: mesmo com essas vantagens, é importante planejar bem o orçamento e não comprometer uma parte maior da sua renda do que o recomendado. A educação financeira é essencial para garantir que o crédito seja utilizado de maneira responsável.

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Quem pode receber R$ 759 do Auxílio-inclusão? – Jornal Contábil

O auxílio-inclusão é um benefício financeiro criado para apoiar pessoas com deficiência que ingressam no mercado de trabalho. Oferecido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ele garante uma renda complementar àqueles que deixam de receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC-Loas) devido ao início da atividade remunerada.

Essa iniciativa tem como objetivo reduzir as barreiras econômicas que dificultam a participação desse grupo na sociedade, garantindo maior autonomia e segurança financeira.

Com o mercado de trabalho ainda apresentando desafios para a inclusão de pessoas com deficiência, o benefício se torna uma ferramenta essencial para incentivar a permanência no emprego e promover igualdade de oportunidades.

Quem pode receber o auxílio-inclusão?

Para ter direito ao auxílio-inclusão, o beneficiário deve atender a critérios específicos estabelecidos pela Lei Brasileira de Inclusão. O primeiro requisito é possuir deficiência moderada ou grave e estar empregado ou exercendo atividade remunerada formal, desde que o salário mensal não ultrapasse dois salários mínimos.

Além disso, o requerente deve ter recebido o BPC-Loas em algum momento nos últimos cinco anos anteriores ao início da atividade profissional. Essa exigência reforça o caráter de transição do auxílio-inclusão, funcionando como uma complementação financeira para quem deixou de receber o benefício assistencial.

Outro critério fundamental é a regularização do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e a atualização dos dados no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

O beneficiário também precisa estar vinculado a um regime de previdência social, seja o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) ou regimes próprios dos estados, municípios, Distrito Federal ou União. No entanto, trabalhadores avulsos, contribuintes individuais e segurados especiais ainda não podem receber o auxílio-inclusão, pois aguardam regulamentação específica.

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Qual o valor do benefício em 2025?

O auxílio-inclusão corresponde a meio salário mínimo. Com o reajuste do salário mínimo para R$ 1.518 em 2025, o valor do benefício passa a ser R$ 759 por mês. Esse montante é pago diretamente ao beneficiário enquanto ele estiver trabalhando e cumprindo os requisitos necessários.

O benefício visa oferecer suporte financeiro sem comprometer a remuneração do trabalhador. Dessa forma, o auxílio-inclusão não é contabilizado como renda para fins de outros programas sociais.

Isso significa que membros da família que também recebem benefícios como o BPC não terão seu direito afetado. Caso o trabalhador perca o emprego, o benefício é suspenso, mas o BPC pode ser reativado mediante nova solicitação.

Como solicitar o auxílio-inclusão?

O pedido do auxílio-inclusão pode ser feito diretamente ao INSS, sem a necessidade de deslocamento até uma agência. O requerimento está disponível no site e no aplicativo Meu INSS, onde o beneficiário pode anexar os documentos necessários para comprovação dos requisitos.

Além disso, a solicitação também pode ser feita pelo telefone 135, garantindo acessibilidade para quem tem dificuldades com plataformas digitais.

Ao entrar com o pedido, o trabalhador deve apresentar documentos que comprovem sua deficiência e a regularidade do vínculo empregatício. O INSS realiza a análise das informações e, caso o requerente atenda a todos os critérios, o benefício é concedido. 

Dessa forma, o pagamento ocorre mensalmente e pode ser acessado diretamente na conta cadastrada no sistema.

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Receita Federal Anuncia Calendário de Restituição do Imposto de Renda 2025 – Jornal Contábil

A Receita Federal divulgou, na última quarta-feira (12), as datas para o início do pagamento das restituições do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) em 2025. O período para entrega das declarações será de 17 de março a 30 de maio.

Início e Calendário da Restituição

Os pagamentos das restituições começarão no final de maio, beneficiando contribuintes que tiveram valores retidos na fonte acima do devido. Alguns grupos terão prioridade no recebimento.

Calendário de Restituição IRPF 2025:

Lote Data de Pagamento
30 de maio
30 de junho
31 de julho
29 de agosto
30 de setembro

Prioridades na Restituição

A Receita Federal estabelece algumas prioridades para o recebimento da restituição:

  • Contribuintes com 80 anos ou mais.
  • Contribuintes com 60 anos ou mais, pessoas com deficiência (PCDs) e portadores de doenças graves.
  • Contribuintes cuja principal fonte de renda seja o magistério.
  • Contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e optaram por receber a restituição via Pix.
  • Demais contribuintes.

Quem Precisa Declarar o IRPF em 2025?

A obrigatoriedade da declaração do IRPF varia anualmente. Em 2025, devem declarar contribuintes que:

  • Receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00 em 2024.
  • Receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil.
  • Obtiveram ganho de capital na venda de bens ou direitos.
  • Possuíam bens ou direitos com valor superior a R$ 800 mil em 31 de dezembro de 2024.
  • Realizaram operações na bolsa de valores acima de R$ 40 mil ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto.
  • Tiveram receita de atividade rural acima de R$ 169.440,00.
  • Atualizaram bens imóveis com ganho de capital diferenciado em dezembro/2024.
  • Auferiram rendimentos do exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos.
  • Passaram a residir no Brasil em 2024.

Isenção do Imposto de Renda

A Receita Federal ajustou a tabela do IRPF, elevando o teto de isenção para R$ 2.259,20 mensais. Com o desconto automático simplificado de R$ 564, quem ganha até R$ 2.824,00 mensais está isento. Além disso, estão isentos contribuintes com rendimentos tributáveis abaixo de R$ 30.639,90 em 2024.

Aposentados e pensionistas com doenças previstas na Lei nº 7.713/88 também podem solicitar isenção, mediante comprovação médica.

Como Fazer a Declaração

A declaração do IRPF pode ser feita através do programa da Receita Federal, disponível para computador e smartphones, ou pelo aplicativo Meu Imposto de Renda (MIR).

Tipos de Declaração: Completa ou Simplificada

Existem duas opções de declaração:

  • Simplificada: dedução automática de 20% sobre os rendimentos tributáveis, limitada a R$ 16.754,34.
  • Completa: indicada para quem tem muitas despesas dedutíveis, como gastos com saúde e educação.

O programa da Receita Federal auxilia na escolha da melhor opção.

Declaração Conjunta ou Separada

Contribuintes casados ou em união estável podem optar pela declaração individual ou conjunta. A escolha depende da análise de cada caso, sendo a declaração conjunta geralmente vantajosa quando um dos cônjuges não possui renda ou tem despesas dedutíveis elevadas.

Declaração de Investimentos

Investimentos também devem ser declarados, seguindo regras específicas para cada tipo de aplicação. É necessário consultar os informes de rendimentos fornecidos pelas instituições financeiras.

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MEI e a Declaração de IRPF

Microempreendedores individuais (MEI) devem declarar o IRPF caso se enquadrem nos critérios de obrigatoriedade, mesmo que não precisem declarar o IRPJ.

Despesas Dedutíveis

  • Despesas médicas: consultas, exames, internações, planos de saúde, entre outros.
  • Despesas com educação: ensino infantil, fundamental, médio, superior e técnico, com limite de R$ 3.561,50 por pessoa em 2024.

Despesas Não Dedutíveis

  • Despesas médicas: instrumentador cirúrgico, psicopedagogos, massagista, assistente social, enfermeiros, nutricionistas, vacinas e medicamentos (exceto quando parte de despesa hospitalar).
  • Despesas com educação: uniforme, material escolar, transporte, livros, aulas particulares e de idiomas.

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Boa notícia! MEI terá “incremento” nos ganhos em 2025; entenda – Jornal Contábil

Em 2025, os Microempreendedores Individuais (MEI) terão uma excelente notícia! Algumas mudanças importantes, especialmente no valor da contribuição mensal, prometem melhorar a situação financeira de quem opta por essa modalidade de empreendedorismo.

A principal alteração vem com o reajuste do salário mínimo, que agora passou para R$ 1.518. Isso resultou em um pequeno aumento no valor que os MEIs devem pagar mensalmente, mas é importante entender como isso vai impactar os ganhos de quem é MEI, especialmente no que diz respeito aos direitos previdenciários e à sustentabilidade do negócio.

Aumento na contribuição do MEI

O aumento do salário mínimo, anunciado no começo do ano, causou uma atualização no valor da contribuição mensal dos MEIs. O percentual de 5% sobre o salário mínimo fez o valor mensal da contribuição passar de R$ 70,60 para R$ 75,90, um aumento de R$ 5,30.

Esse valor é destinado ao Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS), garantindo que o MEI continue a ter acesso a benefícios como aposentadoria, auxílio-doença, salário-maternidade, entre outros.

Mas, vale destacar que a contribuição do MEI caminhoneiro também sofreu um reajuste significativo. A contribuição mensal dos caminhoneiros subiu de R$ 169,44 para R$ 182,16, podendo variar entre R$ 182,16 e R$ 188,16, dependendo do tipo de carga transportada e do destino. Isso mostra como o governo tem considerado as especificidades das atividades de cada categoria, ajustando o valor para garantir que todos os MEIs tenham a cobertura previdenciária necessária.

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O impacto no MEI caminhoneiro e outros segmentos

Os MEIs do comércio e indústria também perceberão uma pequena alteração no valor da contribuição. Para eles, houve um aumento de R$ 1,00 na contribuição, enquanto os prestadores de serviços que pagam via DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) terão um acréscimo de R$ 5,00.

Embora esses reajustes possam parecer pequenos, é fundamental compreender que essas mudanças têm um impacto direto na manutenção dos direitos previdenciários. Isso inclui benefícios essenciais para os MEIs, como a aposentadoria por idade, auxílio-doença, auxílio-maternidade e até mesmo pensão por morte para os dependentes, no caso de falecimento do empreendedor.

Mas é importante lembrar que, apesar do aumento, a contribuição deve ser mantida em dia. O DAS-MEI, que inclui não só a contribuição previdenciária, mas também tributos como ICMS e ISS, precisa ser pago até a data de vencimento. Caso o pagamento seja feito com atraso, o MEI estará sujeito a multas de 0,33% sobre o valor total do DAS-MEI, com um limite máximo de 20%.

Além disso, o atraso pode resultar na perda de carência para alguns benefícios, o que significa que o MEI pode ficar sem acesso a determinadas coberturas do INSS. Por isso, manter a regularidade nos pagamentos é essencial para garantir os direitos.

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O que mais mudou em 2025?

Outro ponto importante é que o MEI caminhoneiro não é o único a sofrer ajustes. Embora o aumento nas contribuições tenha sido pequeno para os demais MEIs, ele deve ser considerado parte do cenário de ajuste econômico do país, com o intuito de garantir que todos os trabalhadores, independentemente de sua área de atuação, tenham acesso aos benefícios de seguridade social.

A principal mudança neste ano é que, mesmo com a ampliação dos valores, a contribuição permanece relativamente acessível para os MEIs, sendo uma das modalidades mais vantajosas para quem deseja se formalizar como empresário, mas sem ter que arcar com os custos de uma empresa de grande porte.

A importância da contribuição do MEI

Embora os ajustes nas contribuições possam parecer pequenos, é importante que os MEIs mantenham os pagamentos em dia. Com os benefícios oferecidos pelo INSS, como aposentadoria e auxílio-doença, é essencial garantir que o trabalhador tenha o respaldo de um sistema de seguridade social robusto. Mas, claro, isso só é possível quando as obrigações fiscais são cumpridas.

Então, se você é MEI, fique atento às mudanças, aproveite os benefícios de se formalizar como empresário e não se esqueça de que a contribuição, embora tenha aumentado, ainda é um dos caminhos mais acessíveis para garantir um futuro mais seguro e tranquilo.

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Tem R$ 1 mil? Veja como aproveitar a alta taxa Selic de 14,25% – Jornal Contábil

A taxa Selic, a taxa básica de juros do Brasil, subiu novamente. O Banco Central (BC) decidiu aumentar a Selic em 1 ponto percentual, chegando a 14,25% ao ano, uma decisão que pode afetar diretamente o seu bolso. Mas, como aproveitar essa alta para garantir o melhor rendimento para o seu dinheiro?

Se você tem R$ 1.000 guardados e quer investir, vamos analisar as opções disponíveis, de forma simples e direta, para ver qual pode ser a melhor escolha.

O que significa a alta da Selic para os investidores?

A Selic afeta diretamente a rentabilidade dos investimentos em renda fixa, como a poupança, o Tesouro Direto e os CDBs. Quando a Selic sobe, o retorno de muitos desses investimentos também tende a aumentar. Porém, o impacto varia de acordo com o tipo de investimento. Ou seja, os R$ 1.000 que você tem podem render de maneira diferente dependendo de onde você escolher aplicá-los.

O BC aumentou a Selic para 14,25% ao ano devido ao cenário econômico atual. A decisão já estava sendo esperada pelo mercado, considerando os índices de inflação e a necessidade de controlar a alta dos preços. Mas, mesmo com essa alta, como escolher onde colocar seu dinheiro para aproveitar o máximo possível?

A seguir, vamos analisar três dos investimentos mais comuns para quem tem R$ 1.000 para aplicar: poupança, Tesouro Direto e CDBs de bancos médios.

1. Poupança

Com a alta da Selic, a poupança se torna menos competitiva em relação a outras opções. Mesmo assim, ela ainda é a escolha de muitos brasileiros pela sua simplicidade e segurança. No caso de R$ 1.000 aplicados na poupança, o rendimento seria o seguinte:

  • Em 6 meses, você teria R$ 1.039,09.
  • Em 30 meses, o valor subiria para R$ 1.211,32.

A vantagem da poupança é que ela é isenta de impostos, mas seu rendimento ainda fica abaixo de outras opções com o novo patamar da Selic.

2. Tesouro Direto (Tesouro Selic)

O Tesouro Selic é uma opção bastante popular para quem deseja um investimento seguro e com boa rentabilidade. A aplicação no Tesouro Direto, com a taxa de 14,25%, oferece um rendimento um pouco superior ao da poupança. Veja quanto renderia:

  • Em 6 meses, R$ 1.000 se transformariam em R$ 1.039,09 (aproximadamente o mesmo da poupança, mas com maior segurança).
  • Em 30 meses, o montante subirá para R$ 1.211,32, já com a dedução da taxa de administração.

A vantagem do Tesouro Direto é que, apesar de ter uma pequena taxa de administração, ele oferece segurança e rentabilidade maior que a poupança.

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3. CDBs (Certificados de Depósito Bancário)

Se você está disposto a buscar uma rentabilidade mais alta e está disposto a investir em um CDB de um banco médio, os resultados podem ser bastante atraentes. Com o CDB, a rentabilidade pode chegar até 110% do CDI, o que é um rendimento bem superior ao da poupança e do Tesouro Direto.

  • Em 6 meses, R$ 1.000 se transformariam em R$ 1.058,56.
  • Em 30 meses, esse valor poderia chegar a R$ 1.364,01.

Esses CDBs têm o atrativo de rendimentos mais altos, mas, vale a pena lembrar que, dependendo do banco, o risco pode ser maior, especialmente em bancos menores. Por isso, é importante avaliar bem as opções.

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Por que a Selic a 14,25% é vantajosa para quem investe?

O aumento da Selic significa que o retorno dos investimentos em renda fixa tende a ser maior. Mas, com isso, também há um custo: os juros mais altos podem pressionar a economia, tornando o crédito mais caro e impactando o poder de compra dos consumidores.

No entanto, para quem tem dinheiro guardado e está buscando maneiras de aumentar sua rentabilidade, este é um bom momento para aproveitar os rendimentos mais elevados, especialmente em investimentos como CDBs e Tesouro Direto.

Como aproveitar a Selic alta?

Se você tem R$ 1.000 para investir, é bom considerar suas opções com cuidado. A poupança continua sendo uma opção simples e segura, mas com a Selic a 14,25%, o Tesouro Direto e os CDBs de bancos médios oferecem rendimentos muito mais vantajosos. Mas, é sempre importante avaliar o seu perfil de investidor, o risco que está disposto a correr e, claro, garantir que o seu investimento seja seguro.

A alta da Selic abre uma oportunidade de maior rentabilidade, mas exige atenção às melhores escolhas de investimentos. Com um pouco de planejamento e análise, seu dinheiro pode render bem mais.

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Contador: veja como ganhar uma renda extra com o Imposto de Renda – Jornal Contábil

Um dos períodos mais movimentados no campo profissional do contador é entre os meses de março e maio, quando justamente é aberta a temporada de entrega do Imposto de Renda. A demanda aumenta significativamente.

Trata-se de uma boa oportunidade para quem é da área contábil fazer uma renda extra. Digamos, ser um “freelancer” nas horas fora do horário do expediente. Ou, se está desempregado, obter uma grana oferecendo este serviço.

Contudo, você sabe como conseguir clientes para esta finalidade e quanto cobrar pelo serviço? 

Vamos responder a essas dúvidas na leitura a seguir. Acompanhe!

Quanto cobrar para fazer a declaração de IR?

Isso vai depender de local para local. O valor para o serviço de declaração de imposto de renda pode variar em uma média de R$100 a R$500, de acordo com a região do país, a formação do profissional e o perfil do declarante (casos mais simples ou mais complexos).

Por isso, ao longo dos meses de março, abril e maio, prestar o serviço de declaração de imposto de renda é uma excelente forma de faturar um dinheiro extra e também conquistar novos clientes para o ano todo.

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Como conseguir clientes para fazer o imposto de renda?

Fazer um bom trabalho com os clientes que você já tem é fundamental, afinal, eles vão recomendar seu trabalho para pessoas conhecidas. Então, não esqueça de manter o comprometimento com quem já está com você.

Agora, para conseguir novos clientes para imposto de renda, algumas dicas são não extrapolar o número de clientes que você consegue atender. Isso porque não atender satisfatoriamente ou fazer alguma coisa errada por entregar um serviço correndo pode destruir sua reputação profissional.

Apesar de parecer tentador aproveitar o período para aumentar a renda e a carteira de clientes, foque na qualidade do serviço prestado para que esses clientes voltem!

Uma boa opção aqui é ter profissionais parceiros que você indique e que vão indicar você de volta quando estiverem sobrecarregados.

Outro ponto importante é manter bons relacionamentos com outros colegas profissionais. Mesmo que você atenda sozinho ou trabalhe para uma empresa de contabilidade com associados, manter bons relacionamentos profissionais pode ajudar a conseguir mais clientes.

Isso porque, mesmo que outro contador seja um concorrente, de certa forma, é possível que um de vocês seja especializado em determinada área e possa ter um intercâmbio de possíveis clientes.

A divulgação também é fundamental. Clientes para Imposto de Renda que precisam encontrar um contador vão pesquisar na internet e entre pessoas conhecidas, basicamente. Por isso, é importante que você esteja presente nos espaços possíveis.

Aplicativos de prestadores de serviços, redes sociais e até mesmo um site próprio podem ser uma porta de entrada para novos clientes, quando bem utilizados.

Para isso, talvez seja necessário investir dinheiro em marketing digital ou ferramentas estratégicas.

Portanto, para ter sucesso como um “contador freelancer” é necessário investir no marketing para conquistar mais oportunidades na vida profissional com uma maior qualidade de vida.

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